Meu primeiro conto - casal mascarado gostoso

Fala, galera da putaria! Essa é minha primeira história, espero que vocês curtam. Como vocês tão imaginando, eu já tô a milhão. Em breve vou postar outras aventuras com meu namorado.

AcampandoUm dia de muito calor no verão, decidimos ir com meu namorado acampar, fomos de moto, a viagem era uns 15 km. Enquanto estávamos na moto, lembro que estávamos falando sobre o que faríamos e de repente surgiu o assunto de se íamos transar, naquele momento fiquei com muito tesão e apertei o pau dele por fora da calça com força e percebi que ele também estava duro, isso me deixou mais quente e molhadinha.

Quando chegamos, preparamos o almoço e depois fomos para a piscina. Enquanto nos trocávamos, notei que ele me olhava inteira com uma cara de tesão que também me excitava, decidi brincar de provocar, naquele momento tive uma grande ideia...

— Meu amor, você passa protetor solar em mim? — com uma carinha de safada.
— Claro, já passo — ele disse com cara de desejo.

Naquele momento, me deitei de bruços na toalha, ele pegou o protetor e começou a passar nas minhas costas, quase tive um orgasmo com as massagens que ele fazia. Ele continuou pela minha bunda, na qual colocou uma ênfase, apertava e amassava, enquanto isso eu ardia por dentro e mordia os lábios. Ele terminou passando protetor nas pernas, se aproximando da minha entreperna e, vendo que ninguém olhava, apertou minha buceta e enfiou um dedinho, mm que sensação gostosa, quase morri.

Quando ele terminou de passar o protetor, me levantei para passar na parte da frente. Fiquei de frente para ele e o olhei com um sorriso misturado com tesão, peguei o protetor e comecei pelas pernas, levantei uma e apoiei no banco de cimento e comecei a esfregar de baixo para cima enquanto ele me olhava babando. Eu empinava a bunda para ele ver e me desejar mais, num momento vi de relance o volume dele e vi que estava dura.

— O que foi, amor? — perguntei rindo.
— Você está linda, gostosa — ele disse se aproximando de mim e depois me agarrou pela cintura e encostou o pau duro na minha bunda (estávamos de biquíni).
— Vamos para a piscina! — falei, deixando ele de novo na vontade. Com muita vontade.
Ele me seguiu e entrou na piscina comigo. Quando estávamos lá dentro, nos abraçamos e nos beijamos com tanta paixão e tesão. Ele me segurava pela cintura e descia até minha bunda, apertando. Subi na cintura dele, abraçando com minhas pernas, e disfarçadamente subia e descia, roçando minha buceta no pau duro dele, me deixando cada vez mais excitada. Depois de um tempo, saímos da piscina e fomos caminhar por ali, entre as árvores. Como não tinha muita gente, era o lugar ideal para transar. Chegamos a um local afastado.
— Quer transar aqui? — ele perguntou, me olhando fixamente, cheio de tesão.
Eu olhei de volta com tesão e concordei com a cabeça. Me segurei no tronco de uma árvore e mostrei minha bundinha, ainda quentinha da água da piscina. Ele se agachou e mordiscou minha nádega, puxou meu biquíni e enfiou a língua no meu cu, fazendo círculos. Depois passou pra minha buceta e chupou com muita vontade, passando a língua inteira pela minha vulva. Nisso, eu já estava tão molhada que implorava pra ele meter. Com o pau duro, ele cuspiu e passou a mão, foi enfiando devagar até chegar no fundo. Tirou de novo e meteu outra vez. Que prazer, meu Deus, queria gritar. Ele me segurou pela cintura e começou a meter com uma velocidade inexplicável, tanto que fiquei toda molhada. Meu gozo escorria pelas minhas pernas e molhava o pau inteiro dele. Estávamos os dois em chamas.
— Tô quase gozando!
— Então goza dentro de mim, papi, me dá todo o seu leite — falei com uma cara de puta safada e gulosa.
— Lá vai o leite, lá vai! — apertando meu corpo contra o dele e afundando o pau dentro de mim.
Naquele momento, senti o leite enchendo meu interior, bem quentinho e uma quantidade enorme. Quando ele me soltou, o leite escorreu de dentro de mim e caiu na grama. Eu estava toda molhada. Levantei o biquíni e voltamos pra piscina pra baixar a temperatura que ficou e relaxar.
— Gostou, amor? — ele perguntou enquanto me abraçava.
— Claro, amor, adoro seu pau e comeria todo dia. Pena que não pude chupar ele. chupar. Olhei pra ele com cara de arrependida.
—O dia ainda não acabou — ele disse com um sorriso.
Olhei pra ele com cara de quem teve uma ideia e falei:
—Vem comigo ao banheiro?
—O que você quer fazer? — ele perguntou, confuso.
—Vamos, eu te mostro! — peguei na mão dele e fomos.
Com cuidado pra ninguém nos ver, empurrei ele pra dentro do banheiro, entrei com ele e fechei a porta. Abaixei a calça dele e comecei a tocar no pau dele e a chupar. Devagar, ele foi crescendo e ficando duro. Segurei com as duas mãos e fiquei passando a mão. Quando tava bem durão, meti na boca e engoli inteiro, tanto que chegava no fundo da minha garganta. Subia e descia rápido, era tipo um doce pra mim.
—Você é minha putinha?!
—Sim, sim, sou sua putinha, adoro seu pau.
—Vou te foder o cu, putinha — ele disse e me levantou, virando minha bunda pra ele.
Não consegui resistir a ter o pau dele dentro da minha bunda. Ele cuspiu no meu cu e enfiou um dedinho, girando dentro de mim. Que prazer que me dava. Depois de dilatada, ele encostou a cabeça do pau duro e cheio de veias na entrada do meu buraquinho e começou a empurrar. Eu tava morrendo de vontade de sentir ele dentro, tanto que eu também empurrava pra meter mais fundo. Senti a cabecinha passar e, aos poucos, todo o corpo dele, quente e cheio de veias. Meu cu tava apertadinho e eu sentia mais prazer ainda. Quando entrou tudo, ele me apertou contra a pélvis dele e deu umas giradas na bunda. Eu tava morrendo de prazer. Aí ele tirou e meteu de novo pra acomodar. Era uma delícia. Ele começou a bater forte contra a pélvis dele, fazendo barulho. De repente, alguém entrou no banheiro. Ele tapou minha boca e ficamos quietinhos enquanto o pau dele continuava dentro de mim. Como a porta ia até embaixo, não dava pra ver os pés. Mesmo assim, ele continuava se mexendo dentro de mim pra não perder a ereção. Esperamos um minuto até a pessoa ir embora. Continuamos com o nosso rolo e ele continuava me comendo forte no cu.
—Vou gozar!
—Sim, sim, pai, enche meu cu de leite — falei, toda excitada.
—Não, vou gozar na sua boca.
Ele tirou o pauzão Pica gostosa do meu cu, me abaixei e abri bem a boca, ele encarou minha boca com a pica dele e gozou tudo na minha boca e cara, tava quentinha e era bastante pra ser a segunda gozada, dei um beijinho e saí primeiro do banheiro pra lavar o rosto, fui ver se não tinha ninguém por perto e falei pro meu namorado sair. A cara dele tava com um sorriso de orelha a orelha e eu tava com a bunda pequena dolorida, mas me senti satisfeita. Depois de uma sessão daquelas, fomos guardar nossas coisas pra ir embora.
– Gostou da sua putinha, de tudo que a gente fez hoje?
– Sim, meu amor, adorei, quando a gente repete?
– Um desses dias de muito calor.
– Espero que seja logo. Falei esperançosa.
Fomos pra casa satisfeitos e direto pra cama descansar, a gente tava exausto de tanto transar.

7 comentários - Meu primeiro conto - casal mascarado gostoso

Es realmente hermoso que te pongas a mil escribiendo y relatando aventuras sexuales!
Por lo que lei, entiendo que te gustan mucho los genitales y me encantaria que lo expreses mas detalladamente en mas y mas relatos!!!
Te dejo el unico punto que me queda! merecido!!