O fim de semana foi péssimo, como contei, minha sogra estava de visita, o que impediu minha mulher de sair e eu de fazer as minhas. O sábado foi dos sonhos: Carola, Lucy e Miriam tinham sido meu prazer, mas no domingo tive que ser o cachorrinho de colo da minha sogra e da minha mulher, acompanhando elas pra todo lado, como um mascote fiel.
No domingo à noite, queria que minha mulher me fizesse um oral, mas ela é uma caretice difícil de corromper. Em tantos anos de casado, não fez oral nem dez vezes, mas consegui me vingar por outras frentes... Desci pra cozinha, frustrado, com a pica dura, tomei um vodka pra relaxar, apaguei as luzes e sentei no chão. De repente, o ambiente clareou: minha sogra tinha aberto a porta da geladeira. A luz deixava transparente um babydoll que ela usava pra dormir, e não tinha nada por baixo. Fiquei quieto, porque sempre tive a curiosidade de ver minha sogra pelada. Era uma mulher de quase sessenta anos, mas se cuidava muito bem. A vida inteira praticou esportes, e o corpo dela dizia que era mais nova. Mesmo assim, meu sogro largou ela por uma amante mais jovem. Olhando pra ela, pensei: "Velho idiota, na sua idade eu queria ter uma mulher assim só pra mim." Voltei mais frustrado e excitado pro quarto. Fui surpreendido pela voz da minha sogra: "Não consegue dormir?" Virei assustado pra sala de hóspedes. Ela tinha colocado um roupão. Não sei se percebeu que eu estava na cozinha. Fiquei meio sem graça, só de cueca boxer e com a ereção bem visível. Respondi:
"Não, não consigo."
"Espero que não seja um saco me levar pra fazer umas compras amanhã."
"Não, estarei pronto quando quiser sair." Ela fechou a porta na hora, mas deu pra ver o constrangimento, porque ela deu uma olhada disfarçada na direção da minha pica. Durante a noite, fiquei imaginando minha sogra nua e pronta pra me fazer um oral. Acordei assustado, e minha mulher já estava pronta pra sair. Ao trabalho, não se despediu, só me deu ordens: “Acorda, você não vai faltar ao trabalho só por causa de sono, tem que levar minha mãe pra fazer as compras dela”. Eu assenti com a cabeça e fui pro chuveiro. Fiquei um tempão lá dentro, ainda pensando na minha sogra. Ela tinha poucas rugas pra idade dela, os quadris eram, pra não usar outra palavra, perfeitos, uma cintura fina, pernas bem torneadas e peitos de mulher de quarenta, não de sessenta. Eu tava quase começando a me masturbar pensando nela, quando vi pelo canto do olho a porta entreaberta. Lá estava minha sogra parada, me observando. Não quis perder a oportunidade e passei espuma na cabeça de novo, fiquei de frente pra ela pra que pudesse ver meu pau duro em sua homenagem.
Terminei de enxaguar a cabeça e minha sogra deu uns passos pra trás, mas não saiu do quarto. Peguei uma toalha e saí do banho me secando a cabeça, completamente nu. Minha sogra tava sentada na beira da cama, de pernas cruzadas. O pescoço fino dela era enfeitado com um colar de pérolas que combinava com os brincos. Era um contraste ela ter o cabelo totalmente branco, parecia que uma mulher jovem tinha tingido daquela cor. Eu fiz de conta que não tinha visto ela por causa da toalha no cabelo, tirei a toalha e joguei no chão. Continuei com o pau bem duro, fingindo um pouco de surpresa, falei: “Bom dia, vejo que já tá pronta”. Ela me devorava com os olhos. “Sim, já tô pronta”, respondeu. Desabotoou as mangas da blusa, tirou um a um os botões. A pele dela era branca com umas sardas pequenas, uma delícia. Ela se levantou, veio andando até mim com a blusa aberta, deixou ela cair devagar, colocou as mãos na minha cintura e disse no meu ouvido: “Por que você não fez nada ontem à noite?”. Me fez sentir meio idiota, mas eu respondi abraçando ela e encostando meus lábios nos lábios dela. A respiração dela começou a ficar ofegante. Eu, habilidoso, tirei com uma mão o fecho do sutiã e o botão de trás da Falta, a roupa deslizou suavemente até o chão quando ela deu um passo pra trás, só ficou uma calcinha fio-dental preta minúscula. Ela virou de costas pra mim e se ajoelhou de quatro na cama. Eu deslizei a calcinha dela até os joelhos, ela ia se levantar pra tirar, mas eu rasguei com minhas mãos. Ela me lançou um olhar de pura safadeza, e eu respondi cheirando a calcinha dela. Tava úmida, a buceta dela tinha deixado aqueles sucos deliciosos na peça. A pussy dela tava depilada impecável. Com ela de quatro, eu me ajoelhei no chão, deixando a pussy gostosa dela bem na minha cara. Me joguei pra chupar aquela pussy gotejante e quente. As paredes da buceta dela se contraíam quando eu enfiava a língua pra dentro. Ela gemia de um jeito tão sensual que me acendia e fazia minha língua abrir caminho mais rápido e com mais força. A pussy da minha sogra soltava aqueles sucos deliciosos que escorriam pela minha boca. Eu segurava os quadris dela pra puxar do meu jeito e mexer mais a língua. Ela disse: “Fica de pé, me segura pelos quadris que eu quero saborear seu pau gostoso”. Sem precisar repetir, eu levantei sem soltar ela. Ela se agarrou na minha cintura e começou a chupar meu pau. A língua dela era um deleite. Mesmo com meu pau dentro, eu sentia os carinhos da língua dela, sentia a respiração dela nas minhas bolas, isso me excitava ainda mais. Essa posição me favoreceu pra lamber o clitóris dela. Era grande e pulsante, era incrível que minha sogra tivesse as pernas totalmente abertas. Nossa silhueta parecia a letra T. A boca da minha sogra era um tesão. A ponta do meu pau deslizava pra dentro, ela prendia a respiração. Eu explodi dentro da boca dela, ela não deixou escapar uma gota de porra. Mesmo depois que eu sentia que não tinha mais uma gota de cum, ela continuava sugando. Dei uns passos pra trás e caímos na cama, ela por cima de mim formando um 69. Ela deixou meu pau numa das mãos e começou a me masturbar, com A outra mão aproximou minhas bolas da boca dela e começou a lamber. Eu continuei chupando o clitóris dela. Os orgasmos dela eram bem visíveis, o quadril tremia quando ela gozava e os lábios da buceta se contraíam com força. Eu não queria decepcionar minha sogra. Fiz ela se levantar, coloquei ela de joelhos e enfiei minha cara debaixo da buceta e do culo dela, lambendo igual um louco. Ela já não gemia mais, ela gritava. Depois de um bom tempo assim, eu já tinha uma nova ereção, estava pronto pra meter na minha sogra. Deitei ela na cama com as pernas abertas, meu pau pulsando de vontade de entrar naquela buceta deliciosa. Me deixei ir, enfiei metade do pau dentro da buceta dela, e tava muito difícil de penetrar. Parecia dura igual uma virgem. Ela disse: "Era um presente pro filho da puta do meu ex-marido. Fiz uma reconstrução e ele nunca aproveitou. Mete com força, sem medo." Me soltei com tudo. Um grito da minha sogra me mostrou que ela tava adorando. Eu penetrava com esforço e chupava os peitos dela, aqueles peitos que criaram minha mulher. O tesão de pensar nisso me excitava ainda mais. Ela passou os braços em volta do meu pescoço, eu segurei ela pela cintura, ela me prendeu com as pernas. Fiquei de pé e continuei metendo na minha sogra sem piedade. O suor escorria pelos nossos corpos. Era uma pena que minha mulher não fosse assim, mas a mãe dela compensava tudo. Continuamos assim por um bom tempo. Quando eu tava quase gozando, a gente caiu na cama. Quando as costas da minha sogra bateram no colchão, eu soltei um jato de porra dentro daquela buceta. Minha sogra me derrubou de costas e aproximou a boca do meu pau, banhado de porra e dos sucos dela. Ela começou a chupar, sugando até a última gota de porra de dentro de mim. Meu pau continuava pulsando e ainda tava duro. Puxei minha sogra, encostei as costas dela no meu peito, com uma mão apertava os peitos dela e beijava o pescoço, com a outra comecei a tocar o culo dela. Tentei enfiar os dedos, minha sogra se afastou um pouco. lado: "Não dei o cu pra ninguém ainda, tua pica é muito grande e não quero que me machuque", quando minha sogra me disse isso, minha pica ficou mais dura ainda, pensar que tinha um cu virgem dessa mulher experiente, coloquei ela de bruços e me posicionei por cima, abrindo as nádegas dela com as mãos "Filho da puta, vai me matar com essa pica, não faz isso", aproximei minha língua do cu dela e comecei a lamber, isso relaxou ela um pouco, rapidamente deslizei pra cima e coloquei minha pica no cu dela, ela apertava com força, com uma mão pressionava as costas dela, com a outra peguei no cabelo dela e falei "Comigo é tudo ou nada, sogra adorada, seu cu vai ser meu, não quero te machucar, vai ser meu" minha pica deslizou pra dentro do cu apertado dela, ela gritava que não, mas me deixei ir pra dentro, fiquei de pé sem soltar o quadril dela, sentei na beirada da cama sem soltar ela, ela ficou sentada em cima de mim, umas lágrimas escorriam pelos olhos dela, beijei o pescoço dela, abri as pernas dela e comecei a masturbar o clitóris dela, relaxou bastante e começou a gozar, subia e descia, o cu virgem dela apertava minha pica, os gritos dela já eram de prazer, ela subia e descia, eu segurava os peitos dela e beijava o pescoço, segurei pelos ombros e soltei uma carga enorme de porra dentro do cu dela, minha pica pulsava e o cu dela se contraía a cada pulsação, virei ela um pouco, ela fechou as pernas, parecia que estava sentada no meu colo, minha pica demorou bastante pra relaxar e sair daquele cu apertado, eu abracei ela e continuamos nos beijando, depois fomos tomar um banho rápido e saímos, quando entramos no shopping minha sogra falou no meu ouvido, "Preciso comprar um monte de roupas, pra você tirar e me foder quantas vezes puder, sua puta. Lembra de comprar uns remédios pra dormir, não quero que sua mulher nos descubra..."
1) A empregada do serviço...http://www.poringa.net/posts/relatos/2182060/La-senora-del-servicio___.html 2) A nova faxineira...http://www.poringa.net/posts/relatos/2183567/La-nueva-senora-de-la-limpieza___.html 3) A nova dona da limpeza (continuação)...http://www.poringa.net/posts/relatos/2186516/La-nueva-senora-de-la-limpieza-_continuacion____.html 4) Com a nova faxineira num sábado...http://www.poringa.net/posts/relatos/2187644/Con-la-nueva-senora-de-la-limpieza-un-sabado____.html5) (Cont.) Com a nova faxineira num sábado...http://www.poringa.net/posts/relatos/2187753/_Cont__-Con-la-nueva-senora-de-la-limpieza-un-sabado___.html6) Buscando o silêncio da Miriamhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2189670/Buscando-el-silencio-de-Miriam.html#comid-65705
No domingo à noite, queria que minha mulher me fizesse um oral, mas ela é uma caretice difícil de corromper. Em tantos anos de casado, não fez oral nem dez vezes, mas consegui me vingar por outras frentes... Desci pra cozinha, frustrado, com a pica dura, tomei um vodka pra relaxar, apaguei as luzes e sentei no chão. De repente, o ambiente clareou: minha sogra tinha aberto a porta da geladeira. A luz deixava transparente um babydoll que ela usava pra dormir, e não tinha nada por baixo. Fiquei quieto, porque sempre tive a curiosidade de ver minha sogra pelada. Era uma mulher de quase sessenta anos, mas se cuidava muito bem. A vida inteira praticou esportes, e o corpo dela dizia que era mais nova. Mesmo assim, meu sogro largou ela por uma amante mais jovem. Olhando pra ela, pensei: "Velho idiota, na sua idade eu queria ter uma mulher assim só pra mim." Voltei mais frustrado e excitado pro quarto. Fui surpreendido pela voz da minha sogra: "Não consegue dormir?" Virei assustado pra sala de hóspedes. Ela tinha colocado um roupão. Não sei se percebeu que eu estava na cozinha. Fiquei meio sem graça, só de cueca boxer e com a ereção bem visível. Respondi:
"Não, não consigo."
"Espero que não seja um saco me levar pra fazer umas compras amanhã."
"Não, estarei pronto quando quiser sair." Ela fechou a porta na hora, mas deu pra ver o constrangimento, porque ela deu uma olhada disfarçada na direção da minha pica. Durante a noite, fiquei imaginando minha sogra nua e pronta pra me fazer um oral. Acordei assustado, e minha mulher já estava pronta pra sair. Ao trabalho, não se despediu, só me deu ordens: “Acorda, você não vai faltar ao trabalho só por causa de sono, tem que levar minha mãe pra fazer as compras dela”. Eu assenti com a cabeça e fui pro chuveiro. Fiquei um tempão lá dentro, ainda pensando na minha sogra. Ela tinha poucas rugas pra idade dela, os quadris eram, pra não usar outra palavra, perfeitos, uma cintura fina, pernas bem torneadas e peitos de mulher de quarenta, não de sessenta. Eu tava quase começando a me masturbar pensando nela, quando vi pelo canto do olho a porta entreaberta. Lá estava minha sogra parada, me observando. Não quis perder a oportunidade e passei espuma na cabeça de novo, fiquei de frente pra ela pra que pudesse ver meu pau duro em sua homenagem.
Terminei de enxaguar a cabeça e minha sogra deu uns passos pra trás, mas não saiu do quarto. Peguei uma toalha e saí do banho me secando a cabeça, completamente nu. Minha sogra tava sentada na beira da cama, de pernas cruzadas. O pescoço fino dela era enfeitado com um colar de pérolas que combinava com os brincos. Era um contraste ela ter o cabelo totalmente branco, parecia que uma mulher jovem tinha tingido daquela cor. Eu fiz de conta que não tinha visto ela por causa da toalha no cabelo, tirei a toalha e joguei no chão. Continuei com o pau bem duro, fingindo um pouco de surpresa, falei: “Bom dia, vejo que já tá pronta”. Ela me devorava com os olhos. “Sim, já tô pronta”, respondeu. Desabotoou as mangas da blusa, tirou um a um os botões. A pele dela era branca com umas sardas pequenas, uma delícia. Ela se levantou, veio andando até mim com a blusa aberta, deixou ela cair devagar, colocou as mãos na minha cintura e disse no meu ouvido: “Por que você não fez nada ontem à noite?”. Me fez sentir meio idiota, mas eu respondi abraçando ela e encostando meus lábios nos lábios dela. A respiração dela começou a ficar ofegante. Eu, habilidoso, tirei com uma mão o fecho do sutiã e o botão de trás da Falta, a roupa deslizou suavemente até o chão quando ela deu um passo pra trás, só ficou uma calcinha fio-dental preta minúscula. Ela virou de costas pra mim e se ajoelhou de quatro na cama. Eu deslizei a calcinha dela até os joelhos, ela ia se levantar pra tirar, mas eu rasguei com minhas mãos. Ela me lançou um olhar de pura safadeza, e eu respondi cheirando a calcinha dela. Tava úmida, a buceta dela tinha deixado aqueles sucos deliciosos na peça. A pussy dela tava depilada impecável. Com ela de quatro, eu me ajoelhei no chão, deixando a pussy gostosa dela bem na minha cara. Me joguei pra chupar aquela pussy gotejante e quente. As paredes da buceta dela se contraíam quando eu enfiava a língua pra dentro. Ela gemia de um jeito tão sensual que me acendia e fazia minha língua abrir caminho mais rápido e com mais força. A pussy da minha sogra soltava aqueles sucos deliciosos que escorriam pela minha boca. Eu segurava os quadris dela pra puxar do meu jeito e mexer mais a língua. Ela disse: “Fica de pé, me segura pelos quadris que eu quero saborear seu pau gostoso”. Sem precisar repetir, eu levantei sem soltar ela. Ela se agarrou na minha cintura e começou a chupar meu pau. A língua dela era um deleite. Mesmo com meu pau dentro, eu sentia os carinhos da língua dela, sentia a respiração dela nas minhas bolas, isso me excitava ainda mais. Essa posição me favoreceu pra lamber o clitóris dela. Era grande e pulsante, era incrível que minha sogra tivesse as pernas totalmente abertas. Nossa silhueta parecia a letra T. A boca da minha sogra era um tesão. A ponta do meu pau deslizava pra dentro, ela prendia a respiração. Eu explodi dentro da boca dela, ela não deixou escapar uma gota de porra. Mesmo depois que eu sentia que não tinha mais uma gota de cum, ela continuava sugando. Dei uns passos pra trás e caímos na cama, ela por cima de mim formando um 69. Ela deixou meu pau numa das mãos e começou a me masturbar, com A outra mão aproximou minhas bolas da boca dela e começou a lamber. Eu continuei chupando o clitóris dela. Os orgasmos dela eram bem visíveis, o quadril tremia quando ela gozava e os lábios da buceta se contraíam com força. Eu não queria decepcionar minha sogra. Fiz ela se levantar, coloquei ela de joelhos e enfiei minha cara debaixo da buceta e do culo dela, lambendo igual um louco. Ela já não gemia mais, ela gritava. Depois de um bom tempo assim, eu já tinha uma nova ereção, estava pronto pra meter na minha sogra. Deitei ela na cama com as pernas abertas, meu pau pulsando de vontade de entrar naquela buceta deliciosa. Me deixei ir, enfiei metade do pau dentro da buceta dela, e tava muito difícil de penetrar. Parecia dura igual uma virgem. Ela disse: "Era um presente pro filho da puta do meu ex-marido. Fiz uma reconstrução e ele nunca aproveitou. Mete com força, sem medo." Me soltei com tudo. Um grito da minha sogra me mostrou que ela tava adorando. Eu penetrava com esforço e chupava os peitos dela, aqueles peitos que criaram minha mulher. O tesão de pensar nisso me excitava ainda mais. Ela passou os braços em volta do meu pescoço, eu segurei ela pela cintura, ela me prendeu com as pernas. Fiquei de pé e continuei metendo na minha sogra sem piedade. O suor escorria pelos nossos corpos. Era uma pena que minha mulher não fosse assim, mas a mãe dela compensava tudo. Continuamos assim por um bom tempo. Quando eu tava quase gozando, a gente caiu na cama. Quando as costas da minha sogra bateram no colchão, eu soltei um jato de porra dentro daquela buceta. Minha sogra me derrubou de costas e aproximou a boca do meu pau, banhado de porra e dos sucos dela. Ela começou a chupar, sugando até a última gota de porra de dentro de mim. Meu pau continuava pulsando e ainda tava duro. Puxei minha sogra, encostei as costas dela no meu peito, com uma mão apertava os peitos dela e beijava o pescoço, com a outra comecei a tocar o culo dela. Tentei enfiar os dedos, minha sogra se afastou um pouco. lado: "Não dei o cu pra ninguém ainda, tua pica é muito grande e não quero que me machuque", quando minha sogra me disse isso, minha pica ficou mais dura ainda, pensar que tinha um cu virgem dessa mulher experiente, coloquei ela de bruços e me posicionei por cima, abrindo as nádegas dela com as mãos "Filho da puta, vai me matar com essa pica, não faz isso", aproximei minha língua do cu dela e comecei a lamber, isso relaxou ela um pouco, rapidamente deslizei pra cima e coloquei minha pica no cu dela, ela apertava com força, com uma mão pressionava as costas dela, com a outra peguei no cabelo dela e falei "Comigo é tudo ou nada, sogra adorada, seu cu vai ser meu, não quero te machucar, vai ser meu" minha pica deslizou pra dentro do cu apertado dela, ela gritava que não, mas me deixei ir pra dentro, fiquei de pé sem soltar o quadril dela, sentei na beirada da cama sem soltar ela, ela ficou sentada em cima de mim, umas lágrimas escorriam pelos olhos dela, beijei o pescoço dela, abri as pernas dela e comecei a masturbar o clitóris dela, relaxou bastante e começou a gozar, subia e descia, o cu virgem dela apertava minha pica, os gritos dela já eram de prazer, ela subia e descia, eu segurava os peitos dela e beijava o pescoço, segurei pelos ombros e soltei uma carga enorme de porra dentro do cu dela, minha pica pulsava e o cu dela se contraía a cada pulsação, virei ela um pouco, ela fechou as pernas, parecia que estava sentada no meu colo, minha pica demorou bastante pra relaxar e sair daquele cu apertado, eu abracei ela e continuamos nos beijando, depois fomos tomar um banho rápido e saímos, quando entramos no shopping minha sogra falou no meu ouvido, "Preciso comprar um monte de roupas, pra você tirar e me foder quantas vezes puder, sua puta. Lembra de comprar uns remédios pra dormir, não quero que sua mulher nos descubra..."
1) A empregada do serviço...http://www.poringa.net/posts/relatos/2182060/La-senora-del-servicio___.html 2) A nova faxineira...http://www.poringa.net/posts/relatos/2183567/La-nueva-senora-de-la-limpieza___.html 3) A nova dona da limpeza (continuação)...http://www.poringa.net/posts/relatos/2186516/La-nueva-senora-de-la-limpieza-_continuacion____.html 4) Com a nova faxineira num sábado...http://www.poringa.net/posts/relatos/2187644/Con-la-nueva-senora-de-la-limpieza-un-sabado____.html5) (Cont.) Com a nova faxineira num sábado...http://www.poringa.net/posts/relatos/2187753/_Cont__-Con-la-nueva-senora-de-la-limpieza-un-sabado___.html6) Buscando o silêncio da Miriamhttp://www.poringa.net/posts/relatos/2189670/Buscando-el-silencio-de-Miriam.html#comid-65705
7 comentários - El domingo llego mi suegra...