Oi, meu nome é Aldo e tenho uma história verdadeira pra contar. Isso aconteceu há um tempo já, vários anos atrás. Eu morava na casa do meu pai, Javier. Minha mãe já tinha ido embora há muito tempo pra formar outra família, e minha irmã Laura, que tinha 21 anos, já fazia 1 ano que morava num apartamento em outra parte da cidade. Sinceramente, me doeu muito minha irmã ter saído e me deixado aqui sozinho, porque eu me dava super bem com ela. Sempre nos divertíamos quando estávamos juntos, e eu sempre a considerei uma pessoa muito linda, pela personalidade dela e pela beleza enorme: pele branca, cabelo castanho claro, olhos verdes claros, bem formada, cheia de curvas. E foi por isso que ela conseguiu um trabalho bem tranquilo numa grande empresa internacional, como recepcionista meio período de manhã. À tarde, ela trabalhava no centro de convenções como hostess nos eventos que tivessem (tenho que reconhecer: quando ela se arrumava pra ir trabalhar no centro de convenções e enfiava aqueles vestidinhos com um decote que deixava os peitos dela firmes, lindos, carnudos, com certeza duros – porque quando via eles em movimento, não balançavam pra cima e pra baixo, ficavam paradinhos, sinal inconfundível de que estavam bem milf. E também aquelas blusas onde dava pra ver o umbiguinho dela, uma cinturinha de pilão e, mais pra baixo, uns quadris bem formados, com pernas lisas e fortes e uma bunda empinada apontando pra cima, redonda e delineada. E quando ela andava, dava pra notar que era dura e linda). Por isso, e com essa solvência econômica que ela tinha agora – mesmo que aqui em casa ela tivesse praticamente tudo –, ela decidiu buscar independência e comprar as próprias coisas. Várias vezes eu fui visitá-la no apartamento dela, e ela realmente gostava de coisas finas, tanto que com certeza todo o dinheiro dela ia pra comprar isso e pagar o aluguel do apartamento.
Tudo ia normal até que... sobreveio uma das crises econômicas mais impressionantes que se tem memória no país, a empresa internacional onde minha irmã trabalhava cortou muita gente incluindo ela e os eventos no centro de convenções eram poucos e mal pagos, por isso minha irmã teve que sair muito rápido de onde estava e ainda liquidar com as amigas as coisas que tinha comprado.
Naquela época, em nossa casa, a parte de cima que era o quarto da minha irmã, meu pai tinha preparado para alugar para estudantes de uma universidade privada muito prestigiosa que fica a apenas 10 minutos da casa e isso representava para nós uma renda bastante importante, já que essas pessoas não se importavam com dinheiro na hora de pagar o aluguel do quarto.
No entanto, devido à necessidade urgente da minha irmã de voltar para casa, mas com seu quarto ocupado por um estudante bastante abastado financeiramente, meu pai se recusava a devolver o quarto para ela e, pelo que vi, ele também estava magoado com o fato de minha irmã ter ido embora, acho que levou para o lado pessoal. Laura, como era lógico, implorou ao velho e pediu que o contrato dessa pessoa fosse cancelado, claro explicando os motivos e esperando que ele não entrasse com um processo ou algo assim. O estudante rico, longe de ficar bravo, só pediu que devolvessem o que ele tinha pago adiantado e disse que entendia a situação e que certamente encontraria outro lugar para ficar.
Meu pai não levou isso muito bem porque era um dinheiro que ele já tinha investido em algum equipamento que comprou para o negócio e para aliviar um pouco a crise econômica que também estava batendo forte nele, mas reconheceu que o estudante tinha razão e não sem muita dificuldade conseguiu o dinheiro e devolveu. Com isso, minha irmã pôde se instalar novamente no seu quarto.
Eu estava feliz que a Laura tinha voltado, mas minha felicidade durou muito pouco porque quase imediatamente minha... meu pai e minha irmã tinham discussões bem pesadas sobre o quarto dela, já que meu pai alegava que ela pelo menos deveria contribuir com alguma coisa, já que a gente estava financeiramente bem apertado e o fato do quarto não estar mais sendo alugado representava uma renda a menos muito importante. Por isso era necessário que ela contribuísse, nem que fosse um pouco, pra gente conseguir cobrir melhor as despesas e a crise.
As brigas eram tão insuportáveis que ou eu me trancava no meu quarto ou tinha que dar uma volta no quarteirão ou ir pra casa de algum amigo.
No entanto, aconteceu uma coisa que eu considerei maravilhosa: de repente as brigas pararam. Laura e meu pai não brigavam mais. Eu fiquei muito feliz, mas também percebi algo estranho: um comportamento incomum nos dois, mas principalmente na Laura. Desde que tinham parado de brigar, ela sempre estava com olheiras, cansada, dizia que o corpo doía e aí se levantava mais tarde que o normal ou dormia mais cedo que o habitual. No começo pensei que ela tava saindo pra curtir escondido do pai, mas achei pouco provável. Pensei então que ela tava doente, mas pelo contrário, se não fosse pelo que mencionei antes, o corpo dela tava exuberante. E quando ela descia pra tomar café da manhã com pouca roupa, dava pra ver uma figura deslumbrante. Tenho que reconhecer que eu ficava corado toda vez que via ela de shorts curtos e camisetas bem finas e coladas. E admito que, como homem, eu reconhecia minha irmã Laura como uma verdadeira gostosa.
Uma noite em que não conseguia dormir, pensei que poderia pegar no sono vendo um filme. Mas o que me interessava ver era um que minha irmã tinha comprado, então talvez se eu pedisse ela poderia me emprestar. Achei que talvez ela já estivesse dormindo, mas eu sabia bem que o filme tava à mão na escrivaninha dela, então nem precisaria incomodá-la pra conseguir. Por isso saí do meu quarto no escuro. No entanto, desde que saí, dava pra sentir uma atmosfera estranha, diferente, se... Senti algo no ar, percebi que não era normal, mas não dei importância, já que achei que era meu estado de insônia. Então, fui em direção ao quarto da minha irmã subindo as escadas. Conforme subia, quase nos primeiros degraus, comecei a notar um barulho estranho, tipo um nique, nique, nique, nique. Estranhei e, antes de continuar subindo, comecei a tentar adivinhar o que poderia ser, porque o barulho era igual e constante. A única coisa que me veio à cabeça era que minha irmã Laura estivesse pulando na cama, já que associei o barulho às molas do móvel — algo que, naquela hora e com a idade da Laura, descartei, pois era coisa de criança. Continuei subindo os degraus e, pouco a pouco, o barulho do que eu supunha serem as molas começou a se misturar com outro som, esse sim mais claro, identificável e inconfundível: a voz da Laura: "Ahhh, ahhh, mmm, ahhh, ahhh". Parei de novo, mas agora totalmente impactado. Era óbvio o que estava acontecendo. Mesmo tendo só 14 anos, eu sabia perfeitamente o que se passava no quarto da minha irmã. Mas como? A que horas alguém entrou? Quem seria? Até porque eu não conhecia nenhum namorado fixo dela já fazia tempo. Só se fosse alguém recente que ela tivesse conhecido. Mas como entrou? Se eu, que não consegui dormir, com certeza teria percebido pelo barulho. Pela janela? Não, também não — era o segundo andar, impossível. Pelo telhado? Menos ainda. E então? Fiquei parado ouvindo o som das molas e dos gemidos da Laura. Pensei que não era da minha conta e que seria melhor voltar pro meu quarto, mas a ereção imponente que eu tinha e a curiosidade que matou a putinha me fizeram não só não voltar, como seguir avançando passo a passo, devagarzinho. Mas quem seria o sortudo que estava aproveitando o corpo da minha irmã? Que inveja, sinceramente.
Ao chegar na beirada de onde dava pra ver a porta, os barulhos aumentaram e os gemidos já estavam nitidamente altos. Era óbvio que ela... Laura estava recebendo um prazer impressionante, fiquei infinitamente feliz de ver sua porta aberta e a luz acesa, porque sabia que, pela forma como o quarto dela era organizado, eu poderia espiar com cuidado sem ser visto. Meu coração batia acelerado, meu pau estava duríssimo, minha respiração ficou ofegante porque eu sabia o que estava prestes a testemunhar. Estava a apenas alguns metros de ver minha irmã em plena intimidade sexual, e então ouvi tão claro que não deixava margem para dúvidas:
— Uff, Laura, não acredito como você está apertada…
— Laura, você gosta? Gosta que eu esteja dentro de você?
Meu coração deu um salto, acho que até fiquei pálido com o impacto de ouvir a voz nítida do meu pai saindo do quarto da minha irmã.
Acelerei os passos que faltavam para chegar à beirada da porta e espiar com cuidado, para observar a cena que mais me impressionaria em toda a minha vida…
Lá estava minha irmã, completamente nua, seu corpo suado de quem sabe há quanto tempo estavam comendo ela. Suas pernas abertas e enroladas na cintura do meu pai, as duas mãos agarrando os cabelos, o rosto completamente corado, os olhos revirando para todos os lados, com um olhar perdido no prazer. Seus peitos… ufff, que peitos! Redondos, grandes, lindos, balançando no ritmo das enfiadas do meu pai. Seus mamilos roçados, grandes e durinhos de excitação, a auréla bem grande e marcada. E do outro lado, meu pai em cima dela — homem alto, enorme, com as costas largas —, com o quadril fundido ao de Laura, movendo-se para frente e para trás em um ritmo cadenciado e hipnótico. Pela sincronia com que Laura também se movia, era óbvio que não era a primeira vez que faziam aquilo. Os dois tinham um ritmo constante e uníssono, hipnotizante. Que imagem… ver meu pai comendo monumentalmente minha irmã, sua própria filha. Duro e duro, ele metia, e Laura, longe de rejeitar, abria mais as pernas e colocava os braços nas… as ancas do meu pai para empurrá-las mais para dentro, o rosto do meu pai eu não via diretamente, mas sim através do espelho, dava pra ver que ele estava curtindo como nunca poder penetrar a bonequinha Barbie que era minha irmã.
Enquanto Laura só soltava gemido atrás de gemido, meu pai só dizia o quão bom era entrar nela, no quão apertada ela estava e no quão quente sentia a buceta dela.
Não sei quanto tempo ficaram assim naquele vai e vem de ancas juntas, de movimentos ritmados e acompanhados pelo rangido das molas da cama, minha irmã já estava banhada em suor, com certeza com vários orgasmos nas costas, e de repente, sem dizer mais nada, meu pai parou e substituiu seu vai e vem ritmado por uma enfiada e tirada mais profunda, mais prolongada, já não era tão rápido, eram agora socadas que com certeza faziam a cabeça do pau dele chegar e tocar o cérvix dela, com o que Laura, cada vez que sentia isso, sua boquinha linda se abria imensamente e ela apertava os olhos e fazia caretas, sinal inequívoco de que estava sentindo o pau do meu pai em toda sua extensão e potência. Foram várias as socadas que Laura recebeu dessa forma, mas ela firme, sempre aguentando o embate e recebendo o pau do meu pai com coragem.
Meu pai foi quem se cansou e, sem tirar seu pau ereto da vagina aquosa da minha irmã, parou de se mexer para descansar um pouco, inclinou-se para frente e começou a beijá-la na boca, dava pra ver como as línguas deles entravam numa batalha, como devem ser gostosos os lábios da minha irmã, pensei, a língua dela também parece deliciosa, digna do corpão que ela carrega.
Depois de um tempo se beijando, meu pai finalmente saiu do corpo de Laura, o que vi foi ainda mais impressionante, o pau do meu pai, bom, eu via enorme, longo e duro, completamente molhado pelos orgasmos de Laura que o tinham inundado, mas o melhor foi ver Laura totalmente de pernas abertas, sem um único pelo na sua xotinha depilada, totalmente escorrendo em suco vaginal. graças ao falo imponente do meu pai que a fez gozar, sua buceta por deus que era linda, realmente parecia pequena, parecia apertada, com certeza meu pai deve ter se sentido no paraíso de estar dentro dali.
Minha irmã não tirava os olhos do pau duro do meu pai, a bombada que ela tinha levado foi sem dúvida impressionante e com certeza ela queria ver o que tinha causado todo aquele prazer.
Meu pai deitou de costas na cama, seu pênis estava tão duro que apontava para o teto, vem Laurita é hora de você cavalgar em mim, Laura só engoliu seco, mas sem dizer nada se levantou, com isso agora sim eu a vi completamente nua, por deussss mas que peitos, que não caíam mesmo com ela em pé, que raba, que pernas, que xota, que coxas, corpo todo suado e brilhando, foram uns segundos porque minha irmã subiu na cama e se montou em cima do meu pai,
Laura você vai enfiar tudo isso mesmo?? Pensei,
Ela se levantou o suficiente para colocar a entrada de sua vagina na cabeça do pênis do meu pai, pouco a pouco foi descendo, pude ver como desaparecia primeiro a cabeça, que não foi fácil porque foi devagar para entrar, e depois pouco a pouco o tronco foi desaparecendo dentro da vagina da minha irmã, que nádegas enormes ela tinha, que divisão do bumbum, não podia ver seu rosto mas pelos gemidos que se ouviam ela devia estar sofrendo um pouco pelo que estava entrando e faltando poucos centímetros para enfiar tudo, acho que de novo a ponta da cabeça do pau do meu pai chegou no cuzinho da Laura, por isso ela parou a descida.
Até aí Laura?
Sim pai, não consigo descer mais, já está bem dentro.
Então cavalgue.
E Laura com lentidão começou agora a subir e eu pude notar como enquanto subia deixava o tronco todo cheio de suco vaginal, depois Laura desceu e depois subiu e começou com um ritmo cadenciado a cavalgá-lo, que imagem, vendo as As gotas e a bunda da Laura subindo e descendo, enquanto os gemidos eram enormes.
— Laura, não tão forte que o Aldo pode te ouvir.
Mas ela já estava em outro lugar, curtindo o pau bem fundo dentro do meu pai, movendo os quadris pra cima e pra baixo.
Meu pai colocou as duas mãos nas nádegas da Laura e deu uma palmada. As mãos dele quicaram e a bunda da Laura mal se moveu. Meu Deus, como estavam grandes e duras! Então ele as agarrou de novo com as duas mãos, abriu e fechou, e depois abriu de novo. Que espetáculoooo! Cada vez que meu pai abria as nádegas dela, eu conseguia ver o esfíncter da minha irmã, rosadinho, pequenininho, lindo.
A cavalgada da Laura parecia não ter fim. Ela subia e descia como se estivesse possuída. Eu teria adorado ver o rosto dela, as expressões que fazia. Parecia que não ia acabar nunca, e meu pai não dava nenhum sinal de que ia gozar, só curtindo o corpo da filha. Sem dúvida, o melhor que ele já tinha comido na vida toda.
Eu poderia passar horas contando e detalhando todas as outras posições que eles fizeram. Foram várias, e todas de longa duração, fazendo a Laura tremer. Mas a que eu estava mais ansioso para ver era a de quatro, onde meu pai abrisse a bunda da filha. Como se fosse o melhor, ele deixou por último.
Laura ficou de quatro. Minha visão era de lado, então eu veria a penetração lateralmente. Era excelente, porque além de ver, eu também observaria o rosto dela. Meu pai posicionou o pau a alguns centímetros da bunda dela.
— Meu Deus, se meu pai conseguir enfiar até o fundo pela bunda, ele é meu novo ídolo, meu herói, minha admiração e minha inveja.
Meu pai se aproximou mais da bunda da Laura e colocou a cabeça na entrada. Ele empurrou um pouco. Imediatamente, olhei para a Laura. Ela fechou os olhos e soltou um leve "ai". Meu pai empurrou de novo, e agora entrou um pouco. Com aquele pouquinho que havia entrado, ele deu uma enfiada mais forte, e a cabeça entrou. Os olhos da Laura foram para o teto, e o gemido foi longo e... prolongado, enquanto meu pai a penetrava cada vez mais.
Pai, você é meu ídolo, que animal! Que foda gostosa você está dando na sua própria filha, que enfiadas, que inveja! Queria ser como você e estar comendo a Laura todas as noites.
O pênis do meu pai continuou avançando até que suas bolas tocaram a bunda dela.
Ahhh, pai, você está me ahhh partindo ao ahhh meio, espera mmm não aguento mais ahhh acho que vai sair pela mmm boca.
Aguenta meu pau, Laura.
Pai, não, já ahh ahh ahh sério, tira que você me parte ahh mmm ahh no meio.
Você sabe que tenho que deixar uns momentos para você se acostumar.
Ahhh sim, mas é que ahhh agora não acho que vou aguentar.
E sem dizer nada, meu pai começou a bombear a bunda dela, outro movimento de quadril hipnótico. Minha irmã acho que queria se soltar, mas estava tão enfiada e meu pai a segurava tão firme pelos quadris que ela só conseguiu se enfiar mais e mais. Enquanto meu pai dava uma bombada impressionante, eu me concentrava nos peitos que balançavam da Laura, que mesmo assim pareciam duros e no lugar, e depois no rostinho dela fazendo mil caretas desfiguradas e babando porque com certeza já não sabia se ainda estava na terra.
Ahhh, mmm ahrghhhh uffff, aii aiii, ahhh siim, mmm pai, paizinho mmm ahhh ahhh ahhh ahhh.
O movimento era frenético, meu pai começou a suar a valer. Laura já não gemia, só ficava de boca aberta. O vai e vem era muito rápido, meu pai começou agora ele a gemer de prazer, gritando: "Eu vou gozar, Laura, eu vou gozar! Arghhhhhhhhhhh arghhhhhh, tomaaa, toma tudoooo!"
Quero supor que jatos de esperma inundaram a bunda da Laura, que só fechou os olhos diante da onda dentro da sua bunda.
Meu pai parou, com a respiração ainda ofegante, tirou seu pênis ainda bem ereto da bunda da Laura e deitou de costas. Ela, totalmente cansada, deitou em cima dele, dizendo:
- Pai, de novo você fez sem camisinha. Que bom, pelo menos você gozou na minha bunda. porque eu senti que já foi o bastante.
- Lau, você sabe que eu gosto sem camisinha, que seja contato carne com carne.
- Além disso, a gente precisa descansar um pouco pra próxima metida.
- Tá louco? Da última vez que você me deu três, eu quase não consegui levantar no dia seguinte, acho que com uma tá bom.
- Não, você sabe que não vai ser assim. Se quiser continuar nessa casa, você sabe que no mínimo são várias metidas cada vez que a gente faz.
E dizendo isso, meu pai beijou minha irmã na boca enquanto apagava a luz do abajur que tinha ficado a um metro de onde ele se deitou, deixando todo o quarto na penumbra.
Tudo ia normal até que... sobreveio uma das crises econômicas mais impressionantes que se tem memória no país, a empresa internacional onde minha irmã trabalhava cortou muita gente incluindo ela e os eventos no centro de convenções eram poucos e mal pagos, por isso minha irmã teve que sair muito rápido de onde estava e ainda liquidar com as amigas as coisas que tinha comprado.
Naquela época, em nossa casa, a parte de cima que era o quarto da minha irmã, meu pai tinha preparado para alugar para estudantes de uma universidade privada muito prestigiosa que fica a apenas 10 minutos da casa e isso representava para nós uma renda bastante importante, já que essas pessoas não se importavam com dinheiro na hora de pagar o aluguel do quarto.
No entanto, devido à necessidade urgente da minha irmã de voltar para casa, mas com seu quarto ocupado por um estudante bastante abastado financeiramente, meu pai se recusava a devolver o quarto para ela e, pelo que vi, ele também estava magoado com o fato de minha irmã ter ido embora, acho que levou para o lado pessoal. Laura, como era lógico, implorou ao velho e pediu que o contrato dessa pessoa fosse cancelado, claro explicando os motivos e esperando que ele não entrasse com um processo ou algo assim. O estudante rico, longe de ficar bravo, só pediu que devolvessem o que ele tinha pago adiantado e disse que entendia a situação e que certamente encontraria outro lugar para ficar.
Meu pai não levou isso muito bem porque era um dinheiro que ele já tinha investido em algum equipamento que comprou para o negócio e para aliviar um pouco a crise econômica que também estava batendo forte nele, mas reconheceu que o estudante tinha razão e não sem muita dificuldade conseguiu o dinheiro e devolveu. Com isso, minha irmã pôde se instalar novamente no seu quarto.
Eu estava feliz que a Laura tinha voltado, mas minha felicidade durou muito pouco porque quase imediatamente minha... meu pai e minha irmã tinham discussões bem pesadas sobre o quarto dela, já que meu pai alegava que ela pelo menos deveria contribuir com alguma coisa, já que a gente estava financeiramente bem apertado e o fato do quarto não estar mais sendo alugado representava uma renda a menos muito importante. Por isso era necessário que ela contribuísse, nem que fosse um pouco, pra gente conseguir cobrir melhor as despesas e a crise.
As brigas eram tão insuportáveis que ou eu me trancava no meu quarto ou tinha que dar uma volta no quarteirão ou ir pra casa de algum amigo.
No entanto, aconteceu uma coisa que eu considerei maravilhosa: de repente as brigas pararam. Laura e meu pai não brigavam mais. Eu fiquei muito feliz, mas também percebi algo estranho: um comportamento incomum nos dois, mas principalmente na Laura. Desde que tinham parado de brigar, ela sempre estava com olheiras, cansada, dizia que o corpo doía e aí se levantava mais tarde que o normal ou dormia mais cedo que o habitual. No começo pensei que ela tava saindo pra curtir escondido do pai, mas achei pouco provável. Pensei então que ela tava doente, mas pelo contrário, se não fosse pelo que mencionei antes, o corpo dela tava exuberante. E quando ela descia pra tomar café da manhã com pouca roupa, dava pra ver uma figura deslumbrante. Tenho que reconhecer que eu ficava corado toda vez que via ela de shorts curtos e camisetas bem finas e coladas. E admito que, como homem, eu reconhecia minha irmã Laura como uma verdadeira gostosa.
Uma noite em que não conseguia dormir, pensei que poderia pegar no sono vendo um filme. Mas o que me interessava ver era um que minha irmã tinha comprado, então talvez se eu pedisse ela poderia me emprestar. Achei que talvez ela já estivesse dormindo, mas eu sabia bem que o filme tava à mão na escrivaninha dela, então nem precisaria incomodá-la pra conseguir. Por isso saí do meu quarto no escuro. No entanto, desde que saí, dava pra sentir uma atmosfera estranha, diferente, se... Senti algo no ar, percebi que não era normal, mas não dei importância, já que achei que era meu estado de insônia. Então, fui em direção ao quarto da minha irmã subindo as escadas. Conforme subia, quase nos primeiros degraus, comecei a notar um barulho estranho, tipo um nique, nique, nique, nique. Estranhei e, antes de continuar subindo, comecei a tentar adivinhar o que poderia ser, porque o barulho era igual e constante. A única coisa que me veio à cabeça era que minha irmã Laura estivesse pulando na cama, já que associei o barulho às molas do móvel — algo que, naquela hora e com a idade da Laura, descartei, pois era coisa de criança. Continuei subindo os degraus e, pouco a pouco, o barulho do que eu supunha serem as molas começou a se misturar com outro som, esse sim mais claro, identificável e inconfundível: a voz da Laura: "Ahhh, ahhh, mmm, ahhh, ahhh". Parei de novo, mas agora totalmente impactado. Era óbvio o que estava acontecendo. Mesmo tendo só 14 anos, eu sabia perfeitamente o que se passava no quarto da minha irmã. Mas como? A que horas alguém entrou? Quem seria? Até porque eu não conhecia nenhum namorado fixo dela já fazia tempo. Só se fosse alguém recente que ela tivesse conhecido. Mas como entrou? Se eu, que não consegui dormir, com certeza teria percebido pelo barulho. Pela janela? Não, também não — era o segundo andar, impossível. Pelo telhado? Menos ainda. E então? Fiquei parado ouvindo o som das molas e dos gemidos da Laura. Pensei que não era da minha conta e que seria melhor voltar pro meu quarto, mas a ereção imponente que eu tinha e a curiosidade que matou a putinha me fizeram não só não voltar, como seguir avançando passo a passo, devagarzinho. Mas quem seria o sortudo que estava aproveitando o corpo da minha irmã? Que inveja, sinceramente.
Ao chegar na beirada de onde dava pra ver a porta, os barulhos aumentaram e os gemidos já estavam nitidamente altos. Era óbvio que ela... Laura estava recebendo um prazer impressionante, fiquei infinitamente feliz de ver sua porta aberta e a luz acesa, porque sabia que, pela forma como o quarto dela era organizado, eu poderia espiar com cuidado sem ser visto. Meu coração batia acelerado, meu pau estava duríssimo, minha respiração ficou ofegante porque eu sabia o que estava prestes a testemunhar. Estava a apenas alguns metros de ver minha irmã em plena intimidade sexual, e então ouvi tão claro que não deixava margem para dúvidas:
— Uff, Laura, não acredito como você está apertada…
— Laura, você gosta? Gosta que eu esteja dentro de você?
Meu coração deu um salto, acho que até fiquei pálido com o impacto de ouvir a voz nítida do meu pai saindo do quarto da minha irmã.
Acelerei os passos que faltavam para chegar à beirada da porta e espiar com cuidado, para observar a cena que mais me impressionaria em toda a minha vida…
Lá estava minha irmã, completamente nua, seu corpo suado de quem sabe há quanto tempo estavam comendo ela. Suas pernas abertas e enroladas na cintura do meu pai, as duas mãos agarrando os cabelos, o rosto completamente corado, os olhos revirando para todos os lados, com um olhar perdido no prazer. Seus peitos… ufff, que peitos! Redondos, grandes, lindos, balançando no ritmo das enfiadas do meu pai. Seus mamilos roçados, grandes e durinhos de excitação, a auréla bem grande e marcada. E do outro lado, meu pai em cima dela — homem alto, enorme, com as costas largas —, com o quadril fundido ao de Laura, movendo-se para frente e para trás em um ritmo cadenciado e hipnótico. Pela sincronia com que Laura também se movia, era óbvio que não era a primeira vez que faziam aquilo. Os dois tinham um ritmo constante e uníssono, hipnotizante. Que imagem… ver meu pai comendo monumentalmente minha irmã, sua própria filha. Duro e duro, ele metia, e Laura, longe de rejeitar, abria mais as pernas e colocava os braços nas… as ancas do meu pai para empurrá-las mais para dentro, o rosto do meu pai eu não via diretamente, mas sim através do espelho, dava pra ver que ele estava curtindo como nunca poder penetrar a bonequinha Barbie que era minha irmã.
Enquanto Laura só soltava gemido atrás de gemido, meu pai só dizia o quão bom era entrar nela, no quão apertada ela estava e no quão quente sentia a buceta dela.
Não sei quanto tempo ficaram assim naquele vai e vem de ancas juntas, de movimentos ritmados e acompanhados pelo rangido das molas da cama, minha irmã já estava banhada em suor, com certeza com vários orgasmos nas costas, e de repente, sem dizer mais nada, meu pai parou e substituiu seu vai e vem ritmado por uma enfiada e tirada mais profunda, mais prolongada, já não era tão rápido, eram agora socadas que com certeza faziam a cabeça do pau dele chegar e tocar o cérvix dela, com o que Laura, cada vez que sentia isso, sua boquinha linda se abria imensamente e ela apertava os olhos e fazia caretas, sinal inequívoco de que estava sentindo o pau do meu pai em toda sua extensão e potência. Foram várias as socadas que Laura recebeu dessa forma, mas ela firme, sempre aguentando o embate e recebendo o pau do meu pai com coragem.
Meu pai foi quem se cansou e, sem tirar seu pau ereto da vagina aquosa da minha irmã, parou de se mexer para descansar um pouco, inclinou-se para frente e começou a beijá-la na boca, dava pra ver como as línguas deles entravam numa batalha, como devem ser gostosos os lábios da minha irmã, pensei, a língua dela também parece deliciosa, digna do corpão que ela carrega.
Depois de um tempo se beijando, meu pai finalmente saiu do corpo de Laura, o que vi foi ainda mais impressionante, o pau do meu pai, bom, eu via enorme, longo e duro, completamente molhado pelos orgasmos de Laura que o tinham inundado, mas o melhor foi ver Laura totalmente de pernas abertas, sem um único pelo na sua xotinha depilada, totalmente escorrendo em suco vaginal. graças ao falo imponente do meu pai que a fez gozar, sua buceta por deus que era linda, realmente parecia pequena, parecia apertada, com certeza meu pai deve ter se sentido no paraíso de estar dentro dali.
Minha irmã não tirava os olhos do pau duro do meu pai, a bombada que ela tinha levado foi sem dúvida impressionante e com certeza ela queria ver o que tinha causado todo aquele prazer.
Meu pai deitou de costas na cama, seu pênis estava tão duro que apontava para o teto, vem Laurita é hora de você cavalgar em mim, Laura só engoliu seco, mas sem dizer nada se levantou, com isso agora sim eu a vi completamente nua, por deussss mas que peitos, que não caíam mesmo com ela em pé, que raba, que pernas, que xota, que coxas, corpo todo suado e brilhando, foram uns segundos porque minha irmã subiu na cama e se montou em cima do meu pai,
Laura você vai enfiar tudo isso mesmo?? Pensei,
Ela se levantou o suficiente para colocar a entrada de sua vagina na cabeça do pênis do meu pai, pouco a pouco foi descendo, pude ver como desaparecia primeiro a cabeça, que não foi fácil porque foi devagar para entrar, e depois pouco a pouco o tronco foi desaparecendo dentro da vagina da minha irmã, que nádegas enormes ela tinha, que divisão do bumbum, não podia ver seu rosto mas pelos gemidos que se ouviam ela devia estar sofrendo um pouco pelo que estava entrando e faltando poucos centímetros para enfiar tudo, acho que de novo a ponta da cabeça do pau do meu pai chegou no cuzinho da Laura, por isso ela parou a descida.
Até aí Laura?
Sim pai, não consigo descer mais, já está bem dentro.
Então cavalgue.
E Laura com lentidão começou agora a subir e eu pude notar como enquanto subia deixava o tronco todo cheio de suco vaginal, depois Laura desceu e depois subiu e começou com um ritmo cadenciado a cavalgá-lo, que imagem, vendo as As gotas e a bunda da Laura subindo e descendo, enquanto os gemidos eram enormes.
— Laura, não tão forte que o Aldo pode te ouvir.
Mas ela já estava em outro lugar, curtindo o pau bem fundo dentro do meu pai, movendo os quadris pra cima e pra baixo.
Meu pai colocou as duas mãos nas nádegas da Laura e deu uma palmada. As mãos dele quicaram e a bunda da Laura mal se moveu. Meu Deus, como estavam grandes e duras! Então ele as agarrou de novo com as duas mãos, abriu e fechou, e depois abriu de novo. Que espetáculoooo! Cada vez que meu pai abria as nádegas dela, eu conseguia ver o esfíncter da minha irmã, rosadinho, pequenininho, lindo.
A cavalgada da Laura parecia não ter fim. Ela subia e descia como se estivesse possuída. Eu teria adorado ver o rosto dela, as expressões que fazia. Parecia que não ia acabar nunca, e meu pai não dava nenhum sinal de que ia gozar, só curtindo o corpo da filha. Sem dúvida, o melhor que ele já tinha comido na vida toda.
Eu poderia passar horas contando e detalhando todas as outras posições que eles fizeram. Foram várias, e todas de longa duração, fazendo a Laura tremer. Mas a que eu estava mais ansioso para ver era a de quatro, onde meu pai abrisse a bunda da filha. Como se fosse o melhor, ele deixou por último.
Laura ficou de quatro. Minha visão era de lado, então eu veria a penetração lateralmente. Era excelente, porque além de ver, eu também observaria o rosto dela. Meu pai posicionou o pau a alguns centímetros da bunda dela.
— Meu Deus, se meu pai conseguir enfiar até o fundo pela bunda, ele é meu novo ídolo, meu herói, minha admiração e minha inveja.
Meu pai se aproximou mais da bunda da Laura e colocou a cabeça na entrada. Ele empurrou um pouco. Imediatamente, olhei para a Laura. Ela fechou os olhos e soltou um leve "ai". Meu pai empurrou de novo, e agora entrou um pouco. Com aquele pouquinho que havia entrado, ele deu uma enfiada mais forte, e a cabeça entrou. Os olhos da Laura foram para o teto, e o gemido foi longo e... prolongado, enquanto meu pai a penetrava cada vez mais.
Pai, você é meu ídolo, que animal! Que foda gostosa você está dando na sua própria filha, que enfiadas, que inveja! Queria ser como você e estar comendo a Laura todas as noites.
O pênis do meu pai continuou avançando até que suas bolas tocaram a bunda dela.
Ahhh, pai, você está me ahhh partindo ao ahhh meio, espera mmm não aguento mais ahhh acho que vai sair pela mmm boca.
Aguenta meu pau, Laura.
Pai, não, já ahh ahh ahh sério, tira que você me parte ahh mmm ahh no meio.
Você sabe que tenho que deixar uns momentos para você se acostumar.
Ahhh sim, mas é que ahhh agora não acho que vou aguentar.
E sem dizer nada, meu pai começou a bombear a bunda dela, outro movimento de quadril hipnótico. Minha irmã acho que queria se soltar, mas estava tão enfiada e meu pai a segurava tão firme pelos quadris que ela só conseguiu se enfiar mais e mais. Enquanto meu pai dava uma bombada impressionante, eu me concentrava nos peitos que balançavam da Laura, que mesmo assim pareciam duros e no lugar, e depois no rostinho dela fazendo mil caretas desfiguradas e babando porque com certeza já não sabia se ainda estava na terra.
Ahhh, mmm ahrghhhh uffff, aii aiii, ahhh siim, mmm pai, paizinho mmm ahhh ahhh ahhh ahhh.
O movimento era frenético, meu pai começou a suar a valer. Laura já não gemia, só ficava de boca aberta. O vai e vem era muito rápido, meu pai começou agora ele a gemer de prazer, gritando: "Eu vou gozar, Laura, eu vou gozar! Arghhhhhhhhhhh arghhhhhh, tomaaa, toma tudoooo!"
Quero supor que jatos de esperma inundaram a bunda da Laura, que só fechou os olhos diante da onda dentro da sua bunda.
Meu pai parou, com a respiração ainda ofegante, tirou seu pênis ainda bem ereto da bunda da Laura e deitou de costas. Ela, totalmente cansada, deitou em cima dele, dizendo:
- Pai, de novo você fez sem camisinha. Que bom, pelo menos você gozou na minha bunda. porque eu senti que já foi o bastante.
- Lau, você sabe que eu gosto sem camisinha, que seja contato carne com carne.
- Além disso, a gente precisa descansar um pouco pra próxima metida.
- Tá louco? Da última vez que você me deu três, eu quase não consegui levantar no dia seguinte, acho que com uma tá bom.
- Não, você sabe que não vai ser assim. Se quiser continuar nessa casa, você sabe que no mínimo são várias metidas cada vez que a gente faz.
E dizendo isso, meu pai beijou minha irmã na boca enquanto apagava a luz do abajur que tinha ficado a um metro de onde ele se deitou, deixando todo o quarto na penumbra.
7 comentários - Mi hermana y su cuarto.