anita!

Uma vez estando em Mérida, fomos visitar as tias do Richard... chegamos, cumprimentamos todo mundo e fomos papear com várias pessoas, porque naquele dia tinha muita gente da família, já que era o aniversário da mamãe chula (a vovó). Daí a pouco todo mundo começou a beber alguma coisa, porque tava frio, como era normal naquela região do país... Não demorou muito pro Richard ficar puto quando eu falei pra ele não beber muito, que eu tinha que ir pra casa cedo porque tinha aula e depois trampo, e ainda não tinha arrumado minha roupa nem meu material de estudo. Ele se irritou e disse que a gente ia embora quando ele se cansasse, e que eu avisasse ele quando quisesse ir por tédio, pra ver como ele se sentia...

Passaram-se mais três horas, tava um frio da porra e esse cara já tava bem bebum. Tinha que dirigir um bocado e pela cordilheira a volta não era fácil... Cheguei perto dele de novo e, abraçando ele, falei que já tava de saco cheio, que quase todo mundo já tinha ido embora, que ele já tava bebendo sozinho vendo TV, que só tinha alguns na cozinha comendo algo quente, e perguntei por que a gente não se despedia pra descer pra cidade? Nisso chegaram dois carros cheios de gente, eram os outros primos que não tinham chegado cedo e trouxeram mais bebida e até comida pra fazer... Os olhos do Richard brilharam e ele falou: "Agora tem mais gente, vou esperar mais um pouco, valeu..."

Cumprimentamos e falei de novo com quem chegou, e olha, todo mundo era gente boa, pessoas muito legais, mas mesmo assim eu só pensava no perigo de descer e no que me esperava quando chegasse, e pra piorar, tinha que acordar cedo... Não me sentia bem, era muito alto e tava frio demais, daí começou a garoar... (é quando cai uma espécie de chuvisco que, quando chega no chão, já tá congelado)... Me animei e insisti, dizendo que já tava com muito frio e de saco cheio... Ele falou: "Ahhh! É isso? Vem cá que eu resolvo. Melhor ainda, quando eu terminar de te ajudar com isso, se quiser ir dormir, minha tia me disse onde você pode deitar... Passamos pela sala e uma das primas perguntou se estava acontecendo alguma coisa comigo. Parece que por causa do frio eu estava parecendo bem pálida… aí ele disse que sim, que eu estava com vontade de vomitar por causa do mal da altitude… eu estranhei porque em nenhum momento eu falei nada sobre vomitar, e enquanto a gente continuava andando ele falava "fica tranquila, neguinha, se você desmaiar eu te carrego"… e a gente entrou no banheiro juntos e eu estava super desconfiada… estando lá dentro… eu aproveitei pra fazer xixi… e achei que ele queria me falar alguma coisa e já sentada perguntei: "O que foi? Já vamos embora?"… ele respondeu: "Claro que não!!! Só vou te ajudar a superar tanto o enjoo quanto o frio e, pelo que eu acho, também a te dar sono e você parar de me encher o saco". Eu já estava começando a ficar brava, levantei do vaso, me limpei… e quando eu ia subir a calça, ele falou: "Para… não sobe ainda". Eu virei devagar e vi ele se massageando o pau por cima da calça. Eu já sabia o que vinha depois… mas não, sempre tinha mais pra ver e fazer com ele… ele falou: "Tira a calça de uma vez". Eu disse que ele era louco, que tava muito frio… ele respondeu: "Aguenta então! Senta na borda do vaso". E ele ficou procurando alguma coisa no espelho do banheiro, e tirou uns barbeadores descartáveis que estavam no pacote. Eu falei: "Larga isso!" E ele disse: "Não…" e, pegando espuma de barbear, se aproximou, se ajoelhou na minha frente e falou: "Vou depilar essa buceta eu mesmo, agora mesmo". Eu deixei, porque sabia que se falasse não ia ser em vão… como eu sempre depilava, não tinha muito o que fazer, mas ele insistiu… deixei ele fazer… eu tinha medo de ele me cortar, mas enquanto ele fazia, eu sentia como ele mexia nos lábios da minha buceta e roçava no meu clitóris a cada momento. Quando ele estava terminando, eu estava bem inchada e quente. Ele pegou uma toalhinha, molhou e estava tirando a espuma quando alguém bateu na porta e perguntou se a gente estava bem… e ele arregalou os olhos fazendo sinal pra eu não falar… e disse que a gente estava bem, que só eu estava me sentindo mal. E ele tava me ajudando porque eu tinha vomitado um pouco na roupa…

E ele terminou de tirar a espuma, pegou água com a tampa da espuma e jogou um pouco em mim, foi aí que eu vi os pequenos cortes que tinha feito… ardia, mas o frio da água ajudava a acalmar a ardência, mas não a tesão, porque enquanto ele colocava os jatos de água, continuava passando os dedos, só que agora já tava me apalpando com mais malícia. Já sentia minha respiração acelerando, eu achava que a gente tava ali dentro há muito tempo, mas na verdade não tinha passado nem 10 minutos… Ele se levantou de novo, mas dessa vez eu vi como o pau dele tinha subido, porque ele segurava por cima da calça e empurrava pra baixo, apertando. Me deu uma vontade enorme de pegar naquilo… estendi a mão e coloquei por cima da dele. Ele disse: "Já vai ver que gostoso vou estrear essa bucetinha recém-depilada." Falei que tudo bem, mas rapidinho, e ele disse: "Não, rápido nada, primeiro mete na boca e me convence que é rápido e que a gente vai pra casa, aí eu faço." Então eu levantei e ele sentou na borda de uma banheira que tinha… aquele banheiro era enorme… e tinha espelhos por todo lado. Ele tirou o pau pra fora, que já tava bem duro e grosso, e eu não resisti, me ajoelhei na frente dele pra alcançar com minha língua a cabecinha dele. Primeiro beijei, mas ele, como sempre, aproveitou pra esticar a mão e, apoiando na minha cabeça, me empurrar até as bolas dele.

"Chupa elas, Ana."

Eu obedeci, comecei a lamber as bolas dele como se fossem um doce, não tinha nenhum pelo nelas e eram gordas como as de um touro. Quando ele cansou, me deixou lamber o resto do tronco dele, que tava bem quente e pulsando nas minhas mãos. Eu passava a língua da base até a ponta, repetidamente… eu, de olhos fechados e concentrada, quando ele disse: "Ana, me olha enquanto faz isso" e puxou meu cabelo como sinal de que era uma ordem… obedeci sem reclamar e comecei a chupar ele igual uma louca, fazendo um barulhão com a boca. ao entrar com o pau dele, eu sentia que quem estava do lado de fora ia me ouvir. ele só me olhava e fazia gestos de que adorava, como se às vezes sentisse dor de tanto prazer. ele me perguntou se eu gostava do método dele pra me acalmar, e eu só balancei a cabeça sem tirar o pau dele da boca. peguei o pau dele nas minhas mãos e empurrei até encostar no umbigo dele pra poder chupar de novo desde as bolas até a ponta do falo. com uma mão eu segurava ele, enquanto com a outra acariciava as bolas dele enquanto me afastava do pau dele, deixando um fio de saliva entre nós... com a língua eu fazia círculos na cabecinha dele, enquanto continuava naquela eterna lambida na glande e apertava desde a base com meus dedos. com a outra mão, já que não aguentava mais, comecei a me dedilhar na minha buceta que estava muito molhada. já naquele banheiro fazia calor e eu me sentia mais à vontade, na verdade já nem sabia onde estava. falei pra ele me foder logo, que eu estava muito cachorra, que metesse em mim! ele enroscou os dedos no meu cabelo e em resposta só cravou o pau dele. eu sentia ele batendo na minha campainha e me fazendo engasgar e salivar muito em cima dele... nesse ponto, ele me levantou, me virou e fez eu subir um pé na borda da banheira e, sem dizer nada, só cuspiu na minha buceta, passou um pouco a língua, mas reclamou que tinha gosto de sabonete mentolado. a gente riu um pouco e ele meteu tudo sem perguntar nada, me pegou pelos peitos e falando coisas enquanto me olhava pelo espelho. ele me montava igual um touro erguido sobre a presa... eu sentia que ardia e eu com vontade de gemer bem alto. ele percebeu e tapou minha boca e sussurrou no meu ouvido que adorava como meus peitos balançavam no ritmo dos movimentos dele e como cheirava a suor entre nós dois... que sentia falta daquilo, Margarita, suar muito ele adorava! principalmente se fosse enquanto transava... com uma mão ele me segurava pela boca e com a outra me acariciava entre as pernas, apertava minha bunda e meus peitos e naquele momento eu senti ele metendo um pedacinho de dedo na minha bunda… não aguentei e relaxei muito pra poder aproveitar meu orgasmo, ele percebeu e começou a bombar mais rápido, meus colares e brincos batiam em mim espirrando o suor… eu sentia que a pussy ardia e que o cock dele queimava… que os dedos dele na minha boca machucavam, mas eu não queria que aquilo acabasse… ele já tava se movendo mais rápido, não só o movimento de meter e tirar de mim, mas também enfiava com menos cuidado o dedo no meu cu… e quando sentiu que eu tava apertando, me apertou mais contra ele e eu tentei me soltar, e ele me deu um tapa forte na bunda… e apertou minha cara enquanto metia devagar pra me aproveitar, tava me dedando no clitóris e falava pelo espelho pra eu não parar de olhar, eu sentia que ia desmaiar quando gozei… e ele tava muito excitado e satisfeito porque me disse quando eu tava no auge do orgasmo… agora vou te banhar de cum… tomaaaaaa… e puxando meu cabelo me fazia ir e vir contra ele… já segurando minha cintura foi se afastando mais até parar de bombar quando sentiu que o cock dele já tava em repouso, aí deixou sair… e senti não só o suor, mas o semen dele escorrendo pelas minhas pernas… estávamos mortos… e de novo começaram a bater na porta, era a tia perguntando se tava acontecendo algo errado? Ele disse não, tia, a Ana tá tomando banho porque passou mal e com a água morna tá melhorando, já vamos sair porque vamos descer pra cidade antes que ela se sinta pior… e me disse lava, se veste que isso vamos terminar em casa, você tem razão, já enchemos o saco de ficar aqui… me deu um beijo nas costas e disse cuidado que vai molhar a meia com o cum! Eu reagi rápido… tirei as meias de vez e entrei na banheira e me lavei rapidinho enquanto ele lavava o rosto e as mãos no lavatório… me sequei e me vesti, ele me ajudou… a me agasalhar de novo, pegou um desodorante de lá e soltou no ar pra disfarçar o cheiro de suor… O sexo que tinha ali…

Saímos, eu estava mais relaxada, e a tia preocupada já tinha feito um chá pra mim e esquentado um caldinho, mas colocou pra levar, e nos acompanhou até o carro… se despediu com bênçãos e pediu pra avisarmos quando chegássemos em casa pra ela ficar tranquila…

E assim termina o relato, porque quando descemos pra cidade ele realmente me deixou em casa, mas no caminho percebeu que os amigos dele estavam no bilhar de sempre e disse que preferia ficar lá com eles. Me largou ali e não vi ele por uns dois dias…

😉

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