Quando o Sol esquenta a gostosa

O verão a gente costuma passar, eu e meu marido, num apartamento que temos em Torremolinos. Meus filhos procuram se virar pra não ficar com a gente, o que eu entendo, já que com um de 20 anos e outro de 18, ficar com os pais é um porre. Ano passado, antes de irmos pro apartamento, a irmã do meu marido ligou perguntando se a gente podia receber um amigo do filho dela durante o mês de férias. O filho dela tinha convidado o cara, mas por motivos de família eles precisavam viajar e ficaram com peso na consciência de deixar o moleque sozinho em Madri, cidade onde moram. Eu e meu marido conversamos e, como nossos filhos também não iam ficar com a gente naquele ano e a gente tinha espaço de sobra, falamos que era super tranquilo receber ele.

Passamos o endereço do apartamento em Torremolinos, e um dia depois de a gente chegar lá, de manhã bateram na porta. Era o amiguinho de 19 anos do meu sobrinho, que a cunhada tinha dito que se chamava Beto. Ele era alto, magro, muito gostoso e negro. A gente se cumprimentou com dois beijos e eu mostrei o quarto dele. Também o banheiro, caso ele quisesse se refrescar depois da viagem. Enquanto meu marido descia pra rua pra comprar o jornal e uma revista pra mim, o moleque entrou no quarto. Fui no varal pegar uma toalha limpa e depois entrei no banheiro, levando um baita susto ao ver o Beto lá, completamente pelado, em pé na banheira. Mesmo com a cortina sendo fechada na correria, deu pra ver a beleza da pica que o garoto exibia. Uma pica que, mesmo murcha, devia ter o dobro do tamanho da do meu marido dura.

- Desculpa - falei - Esqueci de avisar que a fechadura não funciona. Vou deixar a toalha no banquinho.

Saí do banheiro sem conseguir tirar aquela pica grande e grossa da cabeça. Quando ele apareceu depois do banho, com a regata e o short, parecia que não tinha coragem de olhar na minha cara. Eu falei um monte de coisas pra deixar ele à vontade e também convencer ele de que não tinha Não vi nada. Aí meu marido chegou e fomos nós três pra praia. Eu, porque meu marido gosta assim, sempre usei biquíni, apesar do tamanho dos meus peitos. Na praia, eu tinha que me esforçar pra não olhar pra virilha do Beto, onde aparecia um volume de campeonato. Até meu marido, num momento em que o garoto tava na água, me perguntou:

- Você reparou no pacote que o Beto tem? Que aparelho ele deve guardar!
- Não seja tarado! - falei, disfarçando minha excitação - Que coisas que você repara!

O garoto agora saía da água e vinha na nossa direção. O sunga, molhado, grudava em todas as formas do sexo dele. Eu quis, mas não consegui, tirar os olhos daquela maravilha e então percebi que ele me olhava, e não só as tetas, coisa que eu já tava acostumada, mas também a virilha. Baixei o olhar. Como eu tava sentada e com as pernas abertas, os longos e pretos pelos da minha buceta apareciam pelos lados da calcinha do biquíni.

Agora fui eu que, envergonhada, fechei as coxas. Tinha que depilar aquela pelanca. Pelo menos aparar os que saíam do tecido. De volta ao apartamento e durante o dia todo, senti o olhar do Beto em cima de mim. Quando eu sentava, ele tentava ver algo das minhas coxas ou pelo decote do meu vestido algo das minhas tetas. Eu estranhei, porque se ele já tinha me visto de biquíni, por que não esperava até a manhã seguinte e me via de novo com aquele duas peças? Devia ser coisa do tesão, pensei. Mas o pior é que eu também tava morrendo de tesão com tudo aquilo. Os olhares dele e a lembrança do pau dele me mantinham excitada, apesar do esforço que eu fazia pra esquecer tudo aquilo. Naquela noite, deixei meu marido me foder. Queria gozar várias vezes, ficar destruída e esquecer o membro comprido e grosso daquele garoto que podia ser meu filho. Meu marido se comportou como sempre, maravilhosamente. Quem não se comportou bem fui eu, porque não conseguia tirar da cabeça que o pau Era a da Beto que me dava tanto prazer.

Na manhã seguinte, entrei no banheiro, me despi e depilei toda a buceta. Essa simples operação e ver pela primeira vez o formato dos meus lábios vaginais me deixou tão tesuda que acabei me masturbando igual uma louca, mordendo a língua pra Beto não ouvir meus gemidos. Se meu marido ouvisse, tudo bem, já que eu tinha me masturbado muitas vezes na frente dele. Assim como ele na minha frente. Minhas pernas ainda tremiam quando bateram na porta do banheiro. Meu marido já tinha consertado a fechadura e era ele mesmo. Mostrei a nova aparência da minha buceta e ele adorou. Ele me provou isso da melhor forma. Baixou a calça do pijama e me mostrou o pau todo duro. Me fez apoiar as mãos na borda da banheira e enfiou no meu xereca por trás, me dando uma daquelas gozadas sensacionais. Quando o orgasmo veio, não consegui me calar e acho que não só Beto me ouviu, mas metade da vizinhança. Quando saí do banheiro, estava meio tonta de tanto prazer que tinha sentido.

Enquanto meu marido tomava banho, fui pro meu quarto, vesti o biquíni e, com a camiseta comprida que uso quando descemos pra praia, fui pra cozinha preparar o café da manhã. Lá estava Beto. Nos demos bom dia, tomamos café quando meu marido chegou e depois fomos pra praia. Lá encontramos dois casais amigos. Apresentamos Beto, ficamos conversando e nadando até a hora do almoço e, ao nos despedirmos, um dos homens sugeriu que os outros jogassem uma partida de cartas na casa dele depois do almoço. Não tava a fim, então fiquei no apartamento tirando uma soneca. Beto também ficou. Me deitei na cama completamente pelada. Tentei dormir, mas não consegui. A ideia de estar sozinha no apartamento com Beto me excitava. Tinha certeza de que ele não tentaria nada, mas não dava mais pra esperar. Tinha que foder com ele. Levantei, vesti o roupão e fui pro quarto dele. Meu corpo inteiro Ardia, mas minha buceta era um chafurdo contínuo.

Entrei no quarto dele. Beto estava completamente nu na cama. Me olhou, mas não fez nada pra se cobrir. Tirei o roupão e, completamente nua, igual a ele, me aproximei da cama. Meus peitões nus deram uma ereção instantânea nele. O pauzão preto colossal dele era tão impressionante quanto minhas tetonas, embora muito mais duro. Me ajoelhei na cama, peguei aquela tranca enorme e engoli, lambendo e chupando até ele não conseguir mais ficar de pé, e então incentivei ele a meter. Queria sentir aquela coisa preta dentro de mim. Deitada na cama, abri as pernas o máximo que pude. Beto segurou aquela tranca longa e grossa com uma mão e aproximou a cabeça da minha racha recém-depilada. Eu olhava com um certo medo. Ele apertou, e a glande penetrou minha buceta por inteiro. Soltei um gemido. Beto parou, como se temesse ter me machucado, mas eu incentivei:

- Não para, continua, aperta, mete tudo, vai, vai...!

Meus peitos balançavam de um lado pro outro a cada estocada que ele dava. Me sentia cheia, mas queria mais, e a meu pedido, trocamos de posição. Mandei ele deitar de costas e, subindo em cima dele, me empalei naquele órgão potente e escuro e montei num frenesi louco, ofegando, gemendo e implorando pra ele me furar com força. Agora meus peitos balançavam pra cima e pra baixo, indo e vindo como pêndulos carnudos. De repente, soltei um rugido prolongado, gritando:

- Oooh... vou gozar... sim, sim, sim... tô gozando...!

A gozada me deixou morta, e caí desabada ao lado dele, sentindo as carícias dele nos meus peitos e na minha buceta sensível até ter forças pra me levantar. Peguei o pauzão descomunal do Beto com as duas mãos e meti na boca, lambendo o caldo salgado do meu próprio fluxo.

- Isso, ordenha! - ele exclamava - Tira todo meu leite!

Agora que já tinha gozado pela primeira vez com aquela preciosidade, queria aproveitar ela com calma. Acariciei Com as mãos de cima pra baixo, aproveitando a maciez da pele dela, o calor que exalava e o tremor que a sacudia de vez em quando. Faltavam mãos pra agarrar ela toda. Com a língua, dava leves batidinhas na boquinha da cabecinha e Beto não parava de gemer e de me dizer:

— Não continua assim, por favor, chupa ela, vou gozar... chupa e deixa eu gozar nos teus peitos!

Engoli a cabecinha e voltei a chupar enquanto deslizava a mão pela vara e fiquei nessa até Beto começar a gemer mais forte. Senti a descarga subir pelo pauzão, tirei rapidinho da boca e apontei a cabecinha pros meus peitos. O leite jorrou como uma torrente e minhas tetas ficaram banhadas nele.

— Te desejava desde que te conheci — ele disse, já mais calmo, e enquanto a gente se beijava na boca, completou — Desde que me viu pelado no banheiro, não sabe as punhetas que bati pensando em você.

Gostei dessa sinceridade. Gostei e me excitou de novo. Peguei o pau dele de novo, agora molinho. Comecei a lamber de baixo pra cima, enquanto com uma mão acariciava e com a outra pesava os ovos grandes. Não demorou nada pra endurecer de novo. A visão e o contato com aquela coisa enorme deixou minha buceta a mil. Sem dizer nada, me deitei na cama, abri as pernas e, separando os lábios da buceta, ofereci pra ele enfiar. Ele se posicionou entre minhas coxas, agarrou a lança enorme e, apontando a glande na minha fenda, me penetrou até eu me sentir cheia pra caralho. Era tão comprido que os colhões nem encostavam na minha bunda. No momento em que ele começou a se mexer, eu já comecei a gemer. O prazer era intenso e gozei quase na hora. No meu segundo orgasmo, Beto derramou o dele. Nunca na minha vida tinha entrado uma cachoeira de leite tão grande nas minhas entranhas.


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