MEU MELHOR VIAGEM DE TRABALHO
Nem sempre a vida te dá certas oportunidades, o lugar, o momento e a pessoa. Mas quando tudo isso se junta, é fantástico, ainda mais aos 45 e com 20 anos de casamento nas costas. Não reclamo, mas é meio monótono. Belém tinha 21, um filho de 4 e um marido que ela aturava, só por ser o pai do filho dela. De classe média baixa e obrigada a conviver com ele, se considerava mãe solteira. Trabalhava como encarregada do turno da tarde no hostel onde eu costumava parar quando ia pra San Rafael. Eu trabalhava com telecomunicações e normalmente ficava fora de casa viajando pelo país inteiro. Viajando tanto, a gente se acostuma a parar nos mesmos lugares pra se sentir num ambiente mais familiar. Isso fazia com que eu conhecesse e fosse conhecido pelos funcionários dos alojamentos onde ficava. Chegava no hostel lá pelas 19h e a primeira coisa que fazia antes de jantar era abrir uma cerveja e começar a preparar a comida junto com os outros hóspedes.
Naquela terça-feira cheguei um pouco mais cedo que de costume. Belém estava sozinha, porque na baixa temporada o hostel durante a semana praticamente ficava vazio. Abri a cerveja e ofereci pra servir ela, como sempre, sabendo que ela não aceitaria o convite.
– Não bebo álcool – ela me dizia –, logo fico tonta, e tô trabalhando.
Mas naquele dia, talvez por não ter ninguém, ela aceitou o convite. Eu continuei preparando a comida, enquanto a gente conversava sobre o que eu tinha feito e por onde tinha trabalhado. Quando fui servir o segundo copo de cerveja, ela me disse:
– Não me dá mais, que o álcool já tá fazendo efeito.
– Que fraca que você é, mal tomou um copo só.
– É, mas não tô acostumada. Já começo a sentir minhas mãos sensíveis, é tipo um formigamento.
Peguei nas mãos dela, como se eu tivesse percebido a sensibilidade, e ela respondeu apertando as minhas e disse:
– Viu? Tô com elas super sensíveis.
– Não, como é que eu vou perceber isso? São suas mãos.
Me dei Virei, peguei um garfo e dei pra ela provar o que eu estava cozinhando.
— Toma, prova isso e me diz se tá aceitável.
Coloquei o garfo na boca dela e fiquei olhando nos olhos dela, esperando a reação. Naquele momento, percebi que os olhos cinzas dela tinham um brilho especial, mas atribuí isso ao álcool. Esperei ela mastigar a garfada que tinha colocado na boca dela e, sem perceber, beijei ela. Esperando um tapa, recuei alguns centímetros, o que fez com que ela se adiantasse pra corresponder com um beijo de língua que quase me deixou sem ar. Na hora, pensei: — Não acredito.
Belém não era modelo, nem perto. O rosto dela, com traços étnicos, não era dos mais bonitos, mas os olhos cinzas quase transparentes faziam você desviar o olhar. Ela tinha altura mediana, o corpo bem torneado, a bunda era perfeita e ela sabia disso. Usava jeans bem justinhos, pareciam pintados no corpo, era difícil tirar os olhos dela, e mais de uma vez você ficava sem graça. Os peitos… médios, nem grandes nem pequenos, não era o que mais se destacava, mas ela sabia como arrumar. O corpo todo dela era harmônico e desejável. E eu desejei ainda mais quando minhas mãos foram direto pra bunda dela, levantando ela no ar pra sentar na bancada.
— Vamos pro quarto — falei —, aqui na cozinha pode entrar alguém.
— Não, vamos ficar na cozinha que no quarto não escuto se alguém entrar, além disso ainda tô meio indisposta.
A puta da mãe, na vez que eu tava prestes a pegar uma gostosa daquelas, ela tava indisposta? Não podia acreditar na minha sorte, só faltava a comida cair no chão e eu queimar a bunda no fogão.
Me acalmei um pouco, apaguei o fogo, comemos da frigideira, e entre beijos e línguas terminamos de comer. Lembro de pensar na punheta que ia bater assim que tivesse a chance. E enquanto pensava nisso, desabotoei a camisa dela pra chupar os peitos dela até desidratar, enquanto fazia isso, Belém desabotoou meu cinto, abriu a calça e enfiou a mão bem onde ela queria, e começou a me apalpar exatamente do jeito que eu queria, eu tava explodindo, lembro que falei pra ela
– vai mais devagar que você vai me fazer gozar.
– OK, ela disse, ajoelhou e começou a me chupar. Posso garantir que não era travesti, mas manejava a piroca como se tivesse tido uma a vida inteira, pressionava nos pontos exatos, a língua dela brincava com minhas bolas e depois subia até a ponta do pau como se soubesse o que eu queria. Enquanto isso, eu tava igual um vulcão prestes a explodir, e de fato explodi. Naquela hora, ela me agarrou pelo cu e me empurrou contra a boca dela, eu descarreguei o pente inteiro, e posso garantir que tava bem carregado. Nem uma gota derramou, engoliu tudo como quem toma um bom uísque, levantou, pegou o copo de cerveja, deu um gole e me beijou.
Eu tava pasmo, embora tivesse tesão nela desde que vi pela primeira vez, nunca pensei que fosse rolar, e muito menos daquele jeito. Ficamos conversando até ela terminar o turno e chegar o substituto da noite.
Na quarta-feira, se registraram uns hóspedes que iam viajar no dia seguinte pra Malargue, então na quarta foram só uns beijos roubados e umas mãos safadas, ela me dizia
– se amanhã não entrar hóspedes, é a minha vez. Já não tô mais menstruada.
– espero estar à altura das suas expectativas. – falei pra ela.
No fundo, sabia que tinha que me portar como um garanhão, afinal ela foi fantástica na noite anterior.
Na quinta-feira, terminei meu trabalho o mais cedo que pude, comprei a cerveja e levei uns sanduíches pra não perder tempo cozinhando, rezando, implorando e suplicando que ninguém tivesse chegado no hostel.
Toquei a campainha do hostel esperando encontrar só a Belém e mais ninguém. Ela abriu a porta, dei um beijo na boca dela, ela fechou a porta principal e tirou a camiseta sem mais delongas. Pra bom entendedor, meia palavra basta, abracei ela, beijei e perguntei
– qual quarto?
– o 5, tem cama grande.
15 segundos depois, estávamos na cama pelados, essa Nunca quis ser tão desenfreado, queria que fosse ela que ficasse louca e não eu, então comecei a beijar ela toda, esfregando a buceta dela e sentindo como passava de úmida pra molhada. Brincava com o clitóris dela com os dedos, vendo como ela se contorcia de prazer. Quando percebi que ela tinha gozado, desci e comecei a chupar a pussy dela, enquanto com as mãos abria ela, com a língua acariciava o clitóris, enquanto ela continuava se retorcendo de prazer. Enfiei o nariz na buceta dela e desenhei um círculo com a língua na borda do cu, ouvi um gemidinho e pensei: "hoje vou fazer ela completa".
E vamos de 69, é realmente um prazer quando pegam na sua cock com tanta vontade. Enquanto ela fazia a parte dela com a minha, eu fazia a minha com a dela, aproveitei pra dilatar um pouco o cu dela, afinal não queria que ela sofresse. Tava disposto a fazer tudo que fosse preciso pra que ela me esperasse toda vez que eu tivesse que voltar pra San Rafael.
Sem gozar, me virei e me preparei pra penetrar ela. Foi uma surpresa muito gostosa quando percebi como a pussy dela era apertadinha e como minha cock entrava justa, mesmo com ela dilatada pelo tesão que tava sentindo. Isso me excitou ainda mais, e quando ela começou a gemer a cada estocada, não consegui mais segurar e gozei da forma mais generosa. O problema é que ela ainda tava com tesão, e me olhou como quem diz "já terminou?". Então fingi que não e continuei mais um pouco.
Se alguém com 45 anos, trabalhando pra caralho e sem fazer esporte, te fala que deu duas seguidas, ou é mentiroso ou tomou umas balinhas. A segunda não vem sozinha, tem que ajudar e até forçar. Já as gostosas têm sorte, elas podem ter cinco orgasmos um atrás do outro e continuar pedindo mais, até cansar fisicamente ou irritar a pussy. Belén parecia mesmo precisar de atenção e carinho, mas principalmente de cock, era incansável e eu não queria parecer broxa.
Continuei fazendo uns joguinhos com as mãos, com a boca, com o que tinha, manter ela parada já era uma conquista, fiquei um tempão metendo e metendo, mas realmente era difícil gozar. Mudei de posição um monte de vezes e eu cada vez mais cansado, tinha que conseguir de algum jeito. Quando ela começou a mostrar um pouco de cansaço, pedi pra ela virar de costas, arrumei os travesseiros pra ela ficar confortável de quatro na beira da cama, me levantei e penetrei ela devagar pela buceta, enquanto acariciava o cu dela e lubrificava com minha saliva, como ela não falava nada quando eu enfiava os dedos no cu dela, tirei a pica da buceta dela e, esfregando entre os lábios, enfiei devagar pelo cu. Senti ela tremer e relaxar, acho que não foram mais que uns dois minutos até eu gozar pela segunda e última vez. Ela virou e se jogou na cama, eu me deitei junto com ela e quando olhei, vi que ela estava lacrimejando e perguntei:
- O que foi, tá chorando?
- Não, tô feliz.
Já eram umas 21:00. A gente tomou banho e quando terminamos de nos trocar e comer, chegou o substituto dela no turno da noite. Belén foi de bicicleta pra casa dela, eu fiquei com vontade de acompanhar. No outro dia, saí de manhã cedo e quando terminei de trabalhar, peguei a estrada pra casa.
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Nem sempre a vida te dá certas oportunidades, o lugar, o momento e a pessoa. Mas quando tudo isso se junta, é fantástico, ainda mais aos 45 e com 20 anos de casamento nas costas. Não reclamo, mas é meio monótono. Belém tinha 21, um filho de 4 e um marido que ela aturava, só por ser o pai do filho dela. De classe média baixa e obrigada a conviver com ele, se considerava mãe solteira. Trabalhava como encarregada do turno da tarde no hostel onde eu costumava parar quando ia pra San Rafael. Eu trabalhava com telecomunicações e normalmente ficava fora de casa viajando pelo país inteiro. Viajando tanto, a gente se acostuma a parar nos mesmos lugares pra se sentir num ambiente mais familiar. Isso fazia com que eu conhecesse e fosse conhecido pelos funcionários dos alojamentos onde ficava. Chegava no hostel lá pelas 19h e a primeira coisa que fazia antes de jantar era abrir uma cerveja e começar a preparar a comida junto com os outros hóspedes.
Naquela terça-feira cheguei um pouco mais cedo que de costume. Belém estava sozinha, porque na baixa temporada o hostel durante a semana praticamente ficava vazio. Abri a cerveja e ofereci pra servir ela, como sempre, sabendo que ela não aceitaria o convite.
– Não bebo álcool – ela me dizia –, logo fico tonta, e tô trabalhando.
Mas naquele dia, talvez por não ter ninguém, ela aceitou o convite. Eu continuei preparando a comida, enquanto a gente conversava sobre o que eu tinha feito e por onde tinha trabalhado. Quando fui servir o segundo copo de cerveja, ela me disse:
– Não me dá mais, que o álcool já tá fazendo efeito.
– Que fraca que você é, mal tomou um copo só.
– É, mas não tô acostumada. Já começo a sentir minhas mãos sensíveis, é tipo um formigamento.
Peguei nas mãos dela, como se eu tivesse percebido a sensibilidade, e ela respondeu apertando as minhas e disse:
– Viu? Tô com elas super sensíveis.
– Não, como é que eu vou perceber isso? São suas mãos.
Me dei Virei, peguei um garfo e dei pra ela provar o que eu estava cozinhando.
— Toma, prova isso e me diz se tá aceitável.
Coloquei o garfo na boca dela e fiquei olhando nos olhos dela, esperando a reação. Naquele momento, percebi que os olhos cinzas dela tinham um brilho especial, mas atribuí isso ao álcool. Esperei ela mastigar a garfada que tinha colocado na boca dela e, sem perceber, beijei ela. Esperando um tapa, recuei alguns centímetros, o que fez com que ela se adiantasse pra corresponder com um beijo de língua que quase me deixou sem ar. Na hora, pensei: — Não acredito.
Belém não era modelo, nem perto. O rosto dela, com traços étnicos, não era dos mais bonitos, mas os olhos cinzas quase transparentes faziam você desviar o olhar. Ela tinha altura mediana, o corpo bem torneado, a bunda era perfeita e ela sabia disso. Usava jeans bem justinhos, pareciam pintados no corpo, era difícil tirar os olhos dela, e mais de uma vez você ficava sem graça. Os peitos… médios, nem grandes nem pequenos, não era o que mais se destacava, mas ela sabia como arrumar. O corpo todo dela era harmônico e desejável. E eu desejei ainda mais quando minhas mãos foram direto pra bunda dela, levantando ela no ar pra sentar na bancada.
— Vamos pro quarto — falei —, aqui na cozinha pode entrar alguém.
— Não, vamos ficar na cozinha que no quarto não escuto se alguém entrar, além disso ainda tô meio indisposta.
A puta da mãe, na vez que eu tava prestes a pegar uma gostosa daquelas, ela tava indisposta? Não podia acreditar na minha sorte, só faltava a comida cair no chão e eu queimar a bunda no fogão.
Me acalmei um pouco, apaguei o fogo, comemos da frigideira, e entre beijos e línguas terminamos de comer. Lembro de pensar na punheta que ia bater assim que tivesse a chance. E enquanto pensava nisso, desabotoei a camisa dela pra chupar os peitos dela até desidratar, enquanto fazia isso, Belém desabotoou meu cinto, abriu a calça e enfiou a mão bem onde ela queria, e começou a me apalpar exatamente do jeito que eu queria, eu tava explodindo, lembro que falei pra ela
– vai mais devagar que você vai me fazer gozar.
– OK, ela disse, ajoelhou e começou a me chupar. Posso garantir que não era travesti, mas manejava a piroca como se tivesse tido uma a vida inteira, pressionava nos pontos exatos, a língua dela brincava com minhas bolas e depois subia até a ponta do pau como se soubesse o que eu queria. Enquanto isso, eu tava igual um vulcão prestes a explodir, e de fato explodi. Naquela hora, ela me agarrou pelo cu e me empurrou contra a boca dela, eu descarreguei o pente inteiro, e posso garantir que tava bem carregado. Nem uma gota derramou, engoliu tudo como quem toma um bom uísque, levantou, pegou o copo de cerveja, deu um gole e me beijou.
Eu tava pasmo, embora tivesse tesão nela desde que vi pela primeira vez, nunca pensei que fosse rolar, e muito menos daquele jeito. Ficamos conversando até ela terminar o turno e chegar o substituto da noite.
Na quarta-feira, se registraram uns hóspedes que iam viajar no dia seguinte pra Malargue, então na quarta foram só uns beijos roubados e umas mãos safadas, ela me dizia
– se amanhã não entrar hóspedes, é a minha vez. Já não tô mais menstruada.
– espero estar à altura das suas expectativas. – falei pra ela.
No fundo, sabia que tinha que me portar como um garanhão, afinal ela foi fantástica na noite anterior.
Na quinta-feira, terminei meu trabalho o mais cedo que pude, comprei a cerveja e levei uns sanduíches pra não perder tempo cozinhando, rezando, implorando e suplicando que ninguém tivesse chegado no hostel.
Toquei a campainha do hostel esperando encontrar só a Belém e mais ninguém. Ela abriu a porta, dei um beijo na boca dela, ela fechou a porta principal e tirou a camiseta sem mais delongas. Pra bom entendedor, meia palavra basta, abracei ela, beijei e perguntei
– qual quarto?
– o 5, tem cama grande.
15 segundos depois, estávamos na cama pelados, essa Nunca quis ser tão desenfreado, queria que fosse ela que ficasse louca e não eu, então comecei a beijar ela toda, esfregando a buceta dela e sentindo como passava de úmida pra molhada. Brincava com o clitóris dela com os dedos, vendo como ela se contorcia de prazer. Quando percebi que ela tinha gozado, desci e comecei a chupar a pussy dela, enquanto com as mãos abria ela, com a língua acariciava o clitóris, enquanto ela continuava se retorcendo de prazer. Enfiei o nariz na buceta dela e desenhei um círculo com a língua na borda do cu, ouvi um gemidinho e pensei: "hoje vou fazer ela completa".
E vamos de 69, é realmente um prazer quando pegam na sua cock com tanta vontade. Enquanto ela fazia a parte dela com a minha, eu fazia a minha com a dela, aproveitei pra dilatar um pouco o cu dela, afinal não queria que ela sofresse. Tava disposto a fazer tudo que fosse preciso pra que ela me esperasse toda vez que eu tivesse que voltar pra San Rafael.
Sem gozar, me virei e me preparei pra penetrar ela. Foi uma surpresa muito gostosa quando percebi como a pussy dela era apertadinha e como minha cock entrava justa, mesmo com ela dilatada pelo tesão que tava sentindo. Isso me excitou ainda mais, e quando ela começou a gemer a cada estocada, não consegui mais segurar e gozei da forma mais generosa. O problema é que ela ainda tava com tesão, e me olhou como quem diz "já terminou?". Então fingi que não e continuei mais um pouco.
Se alguém com 45 anos, trabalhando pra caralho e sem fazer esporte, te fala que deu duas seguidas, ou é mentiroso ou tomou umas balinhas. A segunda não vem sozinha, tem que ajudar e até forçar. Já as gostosas têm sorte, elas podem ter cinco orgasmos um atrás do outro e continuar pedindo mais, até cansar fisicamente ou irritar a pussy. Belén parecia mesmo precisar de atenção e carinho, mas principalmente de cock, era incansável e eu não queria parecer broxa.
Continuei fazendo uns joguinhos com as mãos, com a boca, com o que tinha, manter ela parada já era uma conquista, fiquei um tempão metendo e metendo, mas realmente era difícil gozar. Mudei de posição um monte de vezes e eu cada vez mais cansado, tinha que conseguir de algum jeito. Quando ela começou a mostrar um pouco de cansaço, pedi pra ela virar de costas, arrumei os travesseiros pra ela ficar confortável de quatro na beira da cama, me levantei e penetrei ela devagar pela buceta, enquanto acariciava o cu dela e lubrificava com minha saliva, como ela não falava nada quando eu enfiava os dedos no cu dela, tirei a pica da buceta dela e, esfregando entre os lábios, enfiei devagar pelo cu. Senti ela tremer e relaxar, acho que não foram mais que uns dois minutos até eu gozar pela segunda e última vez. Ela virou e se jogou na cama, eu me deitei junto com ela e quando olhei, vi que ela estava lacrimejando e perguntei:
- O que foi, tá chorando?
- Não, tô feliz.
Já eram umas 21:00. A gente tomou banho e quando terminamos de nos trocar e comer, chegou o substituto dela no turno da noite. Belén foi de bicicleta pra casa dela, eu fiquei com vontade de acompanhar. No outro dia, saí de manhã cedo e quando terminei de trabalhar, peguei a estrada pra casa.
color123
6 comentários - viaje de trabajo
la verdad q si , quien pudiera .
felicitaciones
si pudiese le daria puntos!