Eu: bom, então vou nessa
Mariano: sim, já foi. A gente se divertiu. Imagino que você vai embora feliz
Eu: muito feliz. Quer manter contato?
Mariano: não, não rola, pronto. Foi bom mas já era.
Rodrigo não saía do banheiro e o Ernesto tava dormindo, então peguei minhas coisas, cumprimentei o Mariano e fui embora.
Durante muitos dias não consegui parar de pensar neles. Só a imagem deles já dava umas cócegas na minha bunda.
Fiquei bolando uma estratégia pra ficar com eles de novo ou, pelo menos, com um deles.
Quando me pegaram na rua, o que tinham pedido era uma buceta. Então era esse o caminho. Tinha que arrumar uma buceta e entregar pra eles.
Pensei em cada uma das minhas amigas e conhecidas. Descartei muitas porque não encaixava na situação. Testei a vibe com algumas, mas me disseram que não. Mas ainda tinha uma opção: minha prima Mariela.
Minha prima tinha 31 anos na época, casada há 10, e eu fui confidente de um caso que ela teve com um cara por vários meses. Ela não era bonita, mas era sensual e bem puta pelo que me contou.
Eu tava desesperado pra ficar com aqueles exemplares lindos de novo e disposto a tudo. Então um dia encarei ela.
Eu: Mar, preciso falar com você.
Mariela: fala, pode crer.
Contei minha história com esses três caras.
Mariela: haha, você é um safado!
Eu: sim, e tô disposto a tudo pra ficar com eles de novo ou com um deles.
Mariela: E o que eu tenho a ver com isso?
Eu: como te falei, eles me pediram uma buceta.
Mariela: e você pensou na minha? Você é louco!
Eu: sim, louco por eles.
Mariela: mas nem louca! Você sabe que tive um caso e o quanto sofri.
Eu: sei, te imploro, Mar.
Mariela: não, de jeito nenhum.
Eu: te falei que tô disposto a tudo. Não me obriga a fazer o que não quero.
Mariela: do que você tá falando?
Eu: nada. Te pergunto pela última vez: você aceita? É só uma vez.
Mariela: nãoooooooooooo
Eu: Mar, você me obriga…
Mariela: a te obrigar o quê? Eu: Se você não aceitar, vou contar pro Fernando sua história com o Ariel. (Fernando era o marido dela)
Mariela: você não pode ser tão filho da puta
Eu: desculpa, não quero te foder. Mas você sabe do que sou capaz por um macho que me interessa
Mariela: sim, eu sei, mas disso você não é capaz
Eu: vou ficar aqui esperando o Fer se você não aceitar. E se me expulsar, espero ele na porta
Mariela estava muito nervosa. Andava pela casa e não me deu bola por um bom tempo. Eu esperei pacientemente. Num momento ela me diz
Mariela: não acredito que você seja tão filho da puta. Me fala o que tenho que fazer.
Eu: você é única! Só quero que me diga um horário em que um desses caras possa te ligar no telefone
Resolvido o assunto, era hora de preparar a segunda etapa.
Sabia onde era a casa que fui, só que parecia um puteiro do Rodrigo. Não parecia que ele morava naquele lugar.
Então decidi ir e esperar.
Toquei a campainha do apartamento ao lado pra conseguir informação. Me disseram que achavam que não morava ninguém e que às vezes viam gente. Só isso.
Toquei a campainha de outro apartamento. Saiu uma velha. Fiquei animado. Velha adora fofocar. Ela me disse que vinham casais e de vez em quando vários caras. E que tinha um cara que vinha sempre. Perguntei pela descrição: era o Rodrigo. Consegui uma boa informação sobre os dias da semana em que ele costumava vir.
Voltei uma tarde das que supostamente o Rodrigo vinha. Esperei 3 horas e nada. Repeti a visita na semana seguinte, dessa vez com mais sorte. Depois de uma hora e pouco, o carro do Rodrigo estaciona. Ele sai com uma gostosa.
Espero eles chegarem perto do portão da rua e encaro ele.
Eu: Oi, Rodrigo.
Rodrigo: O que foi?
Eu: tenho que te entregar uma coisa que deixaram pra você
Rodrigo (pra gostosa): entra que já vou
A gostosa entra e ele fecha a porta e me encara
Rodrigo: O que você tá fazendo aqui, viado de merda? (e me pega pelo pescoço)
Eu: me solta, deixa eu te falar uma coisa só
Ele me solta
Eu: quando me pegaram daquela vez, você me pediu uma Bom, consegui a pussy pra você.
Rodrigo: É?
Eu: Sim, é minha prima. Vou deixar o telefone e o horário que você pode ligar pra ela. Só que, depois que você comer ela, quero uma segunda vez com você e seus amigos.
Rodrigo pegou o papel e entrou pra dentro sem dizer uma palavra.
Contei pra Mariela que tudo estava encaminhado. Só era questão de esperar.
Liguei pra Mariela no dia seguinte pra atualizar ela e pedir que me avisasse qualquer novidade.
Dois dias depois, Mariela me liga.
Mariela: Her, conheci o Rodrigo.
Eu: Sério? Você comeu ele?
Mariela: Sim! Porra, o cara é foda.
Eu: Beleza, você falou alguma coisa sobre mim?
Mariela: Não, não falamos de você.
Eu: Tá, na próxima você fala que ele tem que acertar comigo!
Mariela: Sim, claro.
Eu: Beleza, agora me conta o que você fez com ele.
Mariela: Ah, o básico.
Eu: Você deu a raba pra ele?
Mariela: Sim.
Eu: Nossa, que puta que você é! Onde ele gozou?
Mariela: O primeiro nos peitos e o segundo na buceta.
Eu: Ah, mas aposto que você não chupou ele tão bem quanto eu.
Mariela: Haha, sei lá, mas adorei o cara.
Eu tava muito impaciente com a situação. Mandava mensagem pra Mariela todo dia, e ela dizia que nada. Passaram 15 dias. Já desconfiava que ela tava comendo ele pelas minhas costas.
Fiquei de olho em todos os passos da Mariela pra ver se tinha algum momento que ela podia estar com o Rodrigo. Percebi uma hora em que ela ia ficar fora de casa a tarde inteira.
Fui pra casa do Rodrigo. Meia hora depois, chega o carro dele com ele e a Mariela dentro. Fiquei furiosa.
Esperei eles chegarem perto da porta e me mandei.
Eu: Oi.
Eles me cumprimentaram enquanto se beijavam.
Rodrigo falou pra Mariela entrar no apartamento e que ele resolvia. Mariela entrou em casa.
Rodrigo: Escuta aqui, seu putinho do caralho. Eu não vou te tocar de novo nem que não tenha mais nenhuma mulher no mundo. Entendeu?
Eu (quase chorando): Mas você falou pra eu arrumar uma gostosa.
Rodrigo: Sim, e daí? Isso é por minha conta. aquela outra vez. O mínimo que você podia fazer pela foda que a gente te deu era arrumar uma puta pra mim. E que puta gostosa você me arrumou! Você não tem ideia de como eu tô comendo ela. E nem preciso de um baseado porque sua prima entrega tudo.
Eu: mas eu queria ficar com você mais uma vez
Rodrigo: impossível porque você é um viado de merda, um maldito homossexual. E eu gosto é de buceta. Eu devia te encher de porrada por ser viado e enfiar um pau no teu cu e tirar pela boca (e quando terminou de falar isso, cuspiu na minha cara)
Rodrigo: e escuta bem, invertido. Se você aparecer de novo aqui ou em qualquer lugar onde eu estiver, vai acabar num valão.
Eu me virei e fui embora.
Fiquei deprimido por vários dias, até me convencer de que essa história tinha sido linda, mas passageira, e que não tinha chance nenhuma. Mariela continuou dando pra Rodrigo por vários meses até que eles pararam de se ver. Meu relacionamento com ela se resolveu rapidinho.
Mariano: sim, já foi. A gente se divertiu. Imagino que você vai embora feliz
Eu: muito feliz. Quer manter contato?
Mariano: não, não rola, pronto. Foi bom mas já era.
Rodrigo não saía do banheiro e o Ernesto tava dormindo, então peguei minhas coisas, cumprimentei o Mariano e fui embora.
Durante muitos dias não consegui parar de pensar neles. Só a imagem deles já dava umas cócegas na minha bunda.
Fiquei bolando uma estratégia pra ficar com eles de novo ou, pelo menos, com um deles.
Quando me pegaram na rua, o que tinham pedido era uma buceta. Então era esse o caminho. Tinha que arrumar uma buceta e entregar pra eles.
Pensei em cada uma das minhas amigas e conhecidas. Descartei muitas porque não encaixava na situação. Testei a vibe com algumas, mas me disseram que não. Mas ainda tinha uma opção: minha prima Mariela.
Minha prima tinha 31 anos na época, casada há 10, e eu fui confidente de um caso que ela teve com um cara por vários meses. Ela não era bonita, mas era sensual e bem puta pelo que me contou.
Eu tava desesperado pra ficar com aqueles exemplares lindos de novo e disposto a tudo. Então um dia encarei ela.
Eu: Mar, preciso falar com você.
Mariela: fala, pode crer.
Contei minha história com esses três caras.
Mariela: haha, você é um safado!
Eu: sim, e tô disposto a tudo pra ficar com eles de novo ou com um deles.
Mariela: E o que eu tenho a ver com isso?
Eu: como te falei, eles me pediram uma buceta.
Mariela: e você pensou na minha? Você é louco!
Eu: sim, louco por eles.
Mariela: mas nem louca! Você sabe que tive um caso e o quanto sofri.
Eu: sei, te imploro, Mar.
Mariela: não, de jeito nenhum.
Eu: te falei que tô disposto a tudo. Não me obriga a fazer o que não quero.
Mariela: do que você tá falando?
Eu: nada. Te pergunto pela última vez: você aceita? É só uma vez.
Mariela: nãoooooooooooo
Eu: Mar, você me obriga…
Mariela: a te obrigar o quê? Eu: Se você não aceitar, vou contar pro Fernando sua história com o Ariel. (Fernando era o marido dela)
Mariela: você não pode ser tão filho da puta
Eu: desculpa, não quero te foder. Mas você sabe do que sou capaz por um macho que me interessa
Mariela: sim, eu sei, mas disso você não é capaz
Eu: vou ficar aqui esperando o Fer se você não aceitar. E se me expulsar, espero ele na porta
Mariela estava muito nervosa. Andava pela casa e não me deu bola por um bom tempo. Eu esperei pacientemente. Num momento ela me diz
Mariela: não acredito que você seja tão filho da puta. Me fala o que tenho que fazer.
Eu: você é única! Só quero que me diga um horário em que um desses caras possa te ligar no telefone
Resolvido o assunto, era hora de preparar a segunda etapa.
Sabia onde era a casa que fui, só que parecia um puteiro do Rodrigo. Não parecia que ele morava naquele lugar.
Então decidi ir e esperar.
Toquei a campainha do apartamento ao lado pra conseguir informação. Me disseram que achavam que não morava ninguém e que às vezes viam gente. Só isso.
Toquei a campainha de outro apartamento. Saiu uma velha. Fiquei animado. Velha adora fofocar. Ela me disse que vinham casais e de vez em quando vários caras. E que tinha um cara que vinha sempre. Perguntei pela descrição: era o Rodrigo. Consegui uma boa informação sobre os dias da semana em que ele costumava vir.
Voltei uma tarde das que supostamente o Rodrigo vinha. Esperei 3 horas e nada. Repeti a visita na semana seguinte, dessa vez com mais sorte. Depois de uma hora e pouco, o carro do Rodrigo estaciona. Ele sai com uma gostosa.
Espero eles chegarem perto do portão da rua e encaro ele.
Eu: Oi, Rodrigo.
Rodrigo: O que foi?
Eu: tenho que te entregar uma coisa que deixaram pra você
Rodrigo (pra gostosa): entra que já vou
A gostosa entra e ele fecha a porta e me encara
Rodrigo: O que você tá fazendo aqui, viado de merda? (e me pega pelo pescoço)
Eu: me solta, deixa eu te falar uma coisa só
Ele me solta
Eu: quando me pegaram daquela vez, você me pediu uma Bom, consegui a pussy pra você.
Rodrigo: É?
Eu: Sim, é minha prima. Vou deixar o telefone e o horário que você pode ligar pra ela. Só que, depois que você comer ela, quero uma segunda vez com você e seus amigos.
Rodrigo pegou o papel e entrou pra dentro sem dizer uma palavra.
Contei pra Mariela que tudo estava encaminhado. Só era questão de esperar.
Liguei pra Mariela no dia seguinte pra atualizar ela e pedir que me avisasse qualquer novidade.
Dois dias depois, Mariela me liga.
Mariela: Her, conheci o Rodrigo.
Eu: Sério? Você comeu ele?
Mariela: Sim! Porra, o cara é foda.
Eu: Beleza, você falou alguma coisa sobre mim?
Mariela: Não, não falamos de você.
Eu: Tá, na próxima você fala que ele tem que acertar comigo!
Mariela: Sim, claro.
Eu: Beleza, agora me conta o que você fez com ele.
Mariela: Ah, o básico.
Eu: Você deu a raba pra ele?
Mariela: Sim.
Eu: Nossa, que puta que você é! Onde ele gozou?
Mariela: O primeiro nos peitos e o segundo na buceta.
Eu: Ah, mas aposto que você não chupou ele tão bem quanto eu.
Mariela: Haha, sei lá, mas adorei o cara.
Eu tava muito impaciente com a situação. Mandava mensagem pra Mariela todo dia, e ela dizia que nada. Passaram 15 dias. Já desconfiava que ela tava comendo ele pelas minhas costas.
Fiquei de olho em todos os passos da Mariela pra ver se tinha algum momento que ela podia estar com o Rodrigo. Percebi uma hora em que ela ia ficar fora de casa a tarde inteira.
Fui pra casa do Rodrigo. Meia hora depois, chega o carro dele com ele e a Mariela dentro. Fiquei furiosa.
Esperei eles chegarem perto da porta e me mandei.
Eu: Oi.
Eles me cumprimentaram enquanto se beijavam.
Rodrigo falou pra Mariela entrar no apartamento e que ele resolvia. Mariela entrou em casa.
Rodrigo: Escuta aqui, seu putinho do caralho. Eu não vou te tocar de novo nem que não tenha mais nenhuma mulher no mundo. Entendeu?
Eu (quase chorando): Mas você falou pra eu arrumar uma gostosa.
Rodrigo: Sim, e daí? Isso é por minha conta. aquela outra vez. O mínimo que você podia fazer pela foda que a gente te deu era arrumar uma puta pra mim. E que puta gostosa você me arrumou! Você não tem ideia de como eu tô comendo ela. E nem preciso de um baseado porque sua prima entrega tudo.
Eu: mas eu queria ficar com você mais uma vez
Rodrigo: impossível porque você é um viado de merda, um maldito homossexual. E eu gosto é de buceta. Eu devia te encher de porrada por ser viado e enfiar um pau no teu cu e tirar pela boca (e quando terminou de falar isso, cuspiu na minha cara)
Rodrigo: e escuta bem, invertido. Se você aparecer de novo aqui ou em qualquer lugar onde eu estiver, vai acabar num valão.
Eu me virei e fui embora.
Fiquei deprimido por vários dias, até me convencer de que essa história tinha sido linda, mas passageira, e que não tinha chance nenhuma. Mariela continuou dando pra Rodrigo por vários meses até que eles pararam de se ver. Meu relacionamento com ela se resolveu rapidinho.
3 comentários - Quando fui o putinho de uns héteros (parte 4)