Arranjei um trampo novo e fui da minha cidade pra capital fazer um exame médico. Naquela mesma tarde, umas 7 horas, recém-saído do banho, cheguei no consultório do médico. Era uma tarde de julho, um calor do caralho. Subi até o nono andar e apertei a campainha do consultório. Depois de um tempinho, uma mina mais ou menos da minha idade, uns 19 anos, abriu a porta. Com uma voz bem baixinha, porque eu era muito tímido com mulher, falei que tinha consulta naquele horário. — A doutora já vai te atender — ela disse — pode entrar.
Enquanto me acompanhava até a sala de espera, perguntei: — Mas isso não é o consultório do doutor Navarro? — É sim, mas ele tá de férias, e no lugar dele quem atende é a doutora Gómez — respondeu. Fiquei nervoso pra caralho, não curtia nada a ideia de uma mulher fazer aquele exame médico em mim, mas não dava pra fazer nada, então entrei na sala de espera feito um cordeiro indo pro matadouro.
Depois do que pareceu bem pouco tempo, a recepcionista entrou e falou que eu já podia passar pro consultório. Segui ela e entrei numa sala simples, com os móveis de qualquer consultório. Atrás de uma mesa grande, tava sentada a doutora Gómez, uns 38 ou 40 anos, vestida com o jaleco branco de sempre. Ela mandou eu sentar e eu me assustei quando ouvi a porta fechar atrás de mim. Sentei meio tenso numa das duas poltronas na frente da mesa e ouvi a doutora Gómez se apresentar. Depois de falar que o nome dela era Laura, ela fez um monte de perguntas sobre doenças, hábitos, etc., pra criar meu prontuário. Algumas foram bem diretas e humilhantes pra mim, tipo quando foi a última vez que transei. Quase menti, mas descartei a ideia na hora e respondi que nunca tinha transado. Ela me encarou e continuou com as perguntas. Depois de uns 15 minutos, terminou, colocou tudo numa pasta e falou:
— Tira a roupa, ali tem um biombo — disse apontando pra um canto da sala. Doutora, hum — eu disse —
— Não me chame de doutora, me chame de Laura, tá? —
— Sim
Fui atrás do biombo e tirei toda a roupa, exceto a cueca, e saí. Quando ela me viu, mandou que eu ficasse completamente nu, eu obedeci e, me cobrindo como podia, saí de novo de trás do biombo. Ela apontou para a maca, onde fui e me deitei.
Ela começou o exame com o estetoscópio por um bom tempo e depois com as mãos apalpando meu corpo todo. Percebi que ela não usava luvas, fazia tudo com as mãos nuas. Mandou eu abrir as pernas e apalpou a parte interna das minhas coxas. Eu ficava cada vez mais desconfortável com aqueles toques. Chegou nos meus ovos, pesou, apertou, e meu pau começou a endurecer rapidinho. Ela percebeu, e eu quis me cobrir, mas ela disse:
— Não precisa se preocupar, é normal nos homens. A voz dela ficou muito doce e sensual, enquanto o dedo dela acariciava meu saco de cima pra baixo. Meu prazer aumentava a cada instante, a pele do meu saco enrugada de tesão fazia meus ovos parecerem uma noz. De repente, ela agarrou meu pau com uma mão e começou a me masturbar. Fechei os olhos e me deixei levar pelo prazer.
— Nunca fizeram isso com você?
— Nunca — respondi, controlando a voz com dificuldade.
— Sabe que você é bem dotado? Tem uma rola linda.
— Hummmm...
— O que me espanta é que você nunca ficou com nenhuma mulher. Você bate punheta com frequência? — perguntou de repente.
— Sim — respondi.
— Então, prefere o sexo sozinho? Ou gosta mais do que eu tô fazendo?
— Sim, prefiro o que você tá fazendo.
— Vem — ela disse.
Ela me pegou pela mão e me levou pra outro quarto ao lado, que era um dormitório, com uma cama grande, um sofá de couro e uma penteadeira. Com um gesto, ela me ofereceu o sofá pra sentar. O contato do couro no meu corpo nu arrepiou todos os meus pelos. Ela ficou na minha frente, com um olhar de pura safadeza. começou a desabotoar o roupão, nem nas mais impossíveis fantasias, nem nas minhas punhetas mais ardentes eu tinha imaginado uma situação assim.
Quando chegou no último botão, abriu o roupão completamente e pude contemplar a primeira mulher nua que via. A cara dela era de pura luxúria, o pescoço lindo se erguia acima da curva perfeita dos ombros, os peitos eram generosos e túrgidos, os biquinhos reduzidos ao mínimo apontavam pra frente, excitados e eretos, a barriga era lisa e chapada, o umbigo só uma craterinha perfeita, a curva do quadril era a perfeição, a sua monte de Vênus, que inchava na medida certa, era coberta por uma setinha de pelos pubianos que apontava pro centro da buceta dela, escondida entre as coxas bem torneadas.
Ela, vendo minha cara de admiração, sorriu, enquanto lentamente se virava e me deixava ver toda a sua costa e o contorno da bunda, que insinuava as partes mais íntimas.
Ela sentou do meu lado, e eu, que já não tinha mais vestígio de timidez, passei a mão no pescoço dela e beijei seus lábios. Ela abriu a boca e me ofereceu a língua, molhada, quente e pontuda. O beijo, o primeiro que eu ganhava, durou muito tempo. Enquanto nos beijávamos, ela voltou a mexer no meu pau.
Ela parou de me beijar e perguntou:
— Tá esperando o quê pra pegar nas minhas tetas? São suas, pega nelas.
Eu coloquei as mãos por cima e senti a dureza delas.
— Você nunca tocou numa mulher, né? — ela perguntou.
— Por quê, tô fazendo errado? — falei, angustiado.
— Olha, faz assim — ela começou a beliscar os próprios biquinhos de leve, enquanto gemia. — Agora você.
Eu comecei a seguir os conselhos dela, e os gemidos aumentaram. Pra calá-los, ela me ofereceu a língua de novo.
— Chupa minhas tetas — ela disse, puxando minha cabeça pra perto delas. — Os biquinhos assim, humm, lambe eles, assim, com a língua, que prazer, continua, não para.
Depois de deixar as tetas dela bem molhadas, ela me beijou de novo e disse:
— Tá gostando?
— Sim, muito — respondi. Ela se sentou na borda do sofá e abriu as pernas — Vem, ajoelha aqui.
Eu me ajoelhei entre as pernas dela e vi como os lábios da buceta dela estavam brilhando de tesão.
— Me acaricia aqui — sussurrou, apontando pra buceta dela.
Passei os dedos pelos lábios molhados dela enquanto o cheiro de sexo me embriagava de tão perto que eu tava, ela gemia baixinho e se mexia pra frente e pra trás — Coloca os dedos, assim, muito bem, tira e coloca de novo. — Pegou na minha mão me guiando e me fez rodar em volta da buceta dela enquanto os movimentos e gemidos aumentavam em número e volume. De repente, tirou minha mão e puxou minha cabeça pro meio das coxas dela enquanto dizia:
— Chupa, chupa minha buceta, amor, fode com a língua. — Senti o gosto da buceta dela no momento em que meus lábios tocaram os lábios dela, tinha gosto de céu, queria chupar bem, queria que ela continuasse gozando como tava, segui as instruções dela e enfiei a língua inteira.
— Ah, safado, como você faz bem — Ela se ergueu e depois desabou gemendo como nunca, tentei não perder a posição e um líquido quente inundou minha boca, ela apertou minha cabeça entre as coxas, me impedindo de me afastar e me obrigando a beber o néctar que saía da buceta dela, enquanto terminava o orgasmo. Suspirou, se ajoelhou na minha frente e me deu outro beijo longo, depois lambeu toda minha boca e meu queixo. — Amor — disse — você me fez um dos melhores boquetes em muito tempo, e isso merece uma recompensa, vem. — Me levou pro lado do sofá, na frente de uma parede coberta por um espelho do chão ao teto e se ajoelhou na minha frente de um jeito que a boca dela ficou a poucos centímetros do meu pau, que pulsava frenético batendo na minha barriga.
— Desde que vi teu pau, desejei ter ele na minha boca. — A mão dela puxou a pele pra baixo, me fazendo dar um pulo de dor, que acalmou com uns beijos no meu prepúcio, enquanto acariciava minhas bolas. Quando ela terminou, a língua começou a percorrer minha buceta de cima a baixo enquanto me olhava diretamente nos olhos, com uma expressão de submissão tão forte que me fez desviar o olhar. Então me vi no espelho, ela ajoelhada me chupando, e isso me excitou tanto que, já sem nenhuma inibição, peguei a mão livre dela, chupei seus dedos e a guiei até o meio das minhas nádegas. No começo ela pareceu não entender, mas depois, com uma cara de pura safadeza, passou a mão na própria buceta e foi buscar a entrada do meu cu. Senti o dedo dela pressionando, até que a ponta entrou.
— Você gosta?
— Sim, continua, enfia mais, quero teu dedo inteiro — e imitando a linguagem dela, falei — enquanto me chupa a pica.
Ela foi enfiando devagar, enquanto meu pau desaparecia dentro da boca dela. Comecei a mover a cabeça dela ritmicamente, estava num sonho. O prazer saía em círculos concêntricos das minhas bolas e chegava a todas as terminações nervosas do meu corpo. Quando o dedo dela se curvou pra dentro e começou a acariciar minha próstata em círculos, uma explosão de prazer percorreu meu cérebro e desceu até meu pau, que tinha inchado até limites desconhecidos. Meu gozo se espalhou em jorros dentro da boca dela. A cada contração do meu pau, ela lambia meu prepúcio por dentro. Quando ela tirou o dedo do meu cu devagar, fui tremendo até a cama e me estiquei de barriga pra baixo. Depois de um tempo, ela se deitou ao meu lado e começou a acariciar minhas costas.
— Gostou do primeiro boquete que você levou?
— Muito, nunca imaginei que dava tanto prazer.
— Mais do que suas punhetas sozinho, né? O que eu mais gostei é que você venceu sua timidez e me guiou pra te dar mais prazer. Te confesso que você é o primeiro homem que admite que gosta de ter algo enfiado no cu quando transa, e isso me deixou muito, muito tesuda.
— Agora me dá um pouco de vergonha — falei, envergonhado.
— Isso eu resolvo — ela disse.
Ela se sentou na cama e abriu minhas nádegas. Senti... o buraco do meu cu livre e, por instinto, dobrei os joelhos para levantar minha bunda. A língua dele entrou na minha fenda e começou a subir e descer por ela. Cada vez que passava pelo meu buraco, um gemido saía da minha garganta. Eu me sentia completamente molhado pela saliva dele. De repente, ele mudou e começou a fazer círculos com a língua diretamente no meu cu.
- É a primeira vez que faço isso e adoro chupar seu cu - ele me disse
Minha piroca ainda dolorida endureceu de novo, querendo mais.
- Me fode agora mesmo. Enfia a piroca até o fundo. - Ao ver minha cara de "como é que faz", ele me colocou de barriga pra cima
- E agora a primeira transa
Ele pegou minha piroca, deixou ela dura e começou a flexionar os joelhos. Quando meu prepúcio roçou os lábios dela, ela gemeu. Eu sentia o calor da buceta dela na ponta da minha piroca. Ela desceu devagar até o fundo, flexionou os joelhos de novo e sentou no estilo índio em cima de mim. Eu sentia minhas bolas bem apertadas entre minhas coxas e a bunda dela, e minha piroca tocando todas as paredes da buceta dela. Ela levou um dedo à minha boca, e eu chupei ele, enchendo de saliva.
- Toca meus peitos, amor, assim, molha as mãos. Essa é a posição que eu mais gosto. Enquanto você me fode com sua piroca, olha, eu tô me masturbando. E com a outra mão, tô me dando prazer por trás. Eu também gosto de brincar com meu cu - Era verdade. Os dedos dela brincavam com o clitóris, e no espelho eu vi o dedo dela enfiado completamente no cu dela. As idas e vindas ficaram mais rápidas, os gemidos dela aumentaram de intensidade, enquanto minhas mãos continuavam brincando com os peitos dela. Ela parou de repente, e eu senti a buceta dela se fechando e abrindo em volta da minha piroca. Nós dois gritamos de prazer num orgasmo mútuo. Gozamos juntos. Minha piroca se contraía, tentando expelir mais porra, até que secou. Nós dois ficamos parados, tentando prolongar o prazer, enquanto as contrações da buceta dela iam diminuindo. Ela me abraçou, mantendo a posição, e me beijou. explorava com a língua toda a minha boca, enquanto sentia minhas bolas ficarem molhadas, com o suco dos dois.
De repente, a porta abriu e a recepcionista apareceu. Ao nos ver, murmurou uma desculpa e fechou de novo. Nos soltamos do abraço e ela me levou até o banheiro. Tomamos banho e nos vestimos. Ela, recuperando a voz profissional, disse: — Vou mandar o relatório para o seu escritório. — Obrigado — respondi eu, meio decepcionado, indo em direção à porta. — Mas sexta-feira quero você aqui para outra revisão — e me mandou um beijo com a mão.
Quando saí, a recepcionista se levantou do lugar e abriu a porta para mim. Eu murmurei um tchau e, quando olhei para o rosto dela, ela estava sorrindo.
Que tenham grandes ereções, orgasmos gostosos, bucetas meladas e orgasmos longos e abundantes.
Enquanto me acompanhava até a sala de espera, perguntei: — Mas isso não é o consultório do doutor Navarro? — É sim, mas ele tá de férias, e no lugar dele quem atende é a doutora Gómez — respondeu. Fiquei nervoso pra caralho, não curtia nada a ideia de uma mulher fazer aquele exame médico em mim, mas não dava pra fazer nada, então entrei na sala de espera feito um cordeiro indo pro matadouro.
Depois do que pareceu bem pouco tempo, a recepcionista entrou e falou que eu já podia passar pro consultório. Segui ela e entrei numa sala simples, com os móveis de qualquer consultório. Atrás de uma mesa grande, tava sentada a doutora Gómez, uns 38 ou 40 anos, vestida com o jaleco branco de sempre. Ela mandou eu sentar e eu me assustei quando ouvi a porta fechar atrás de mim. Sentei meio tenso numa das duas poltronas na frente da mesa e ouvi a doutora Gómez se apresentar. Depois de falar que o nome dela era Laura, ela fez um monte de perguntas sobre doenças, hábitos, etc., pra criar meu prontuário. Algumas foram bem diretas e humilhantes pra mim, tipo quando foi a última vez que transei. Quase menti, mas descartei a ideia na hora e respondi que nunca tinha transado. Ela me encarou e continuou com as perguntas. Depois de uns 15 minutos, terminou, colocou tudo numa pasta e falou:
— Tira a roupa, ali tem um biombo — disse apontando pra um canto da sala. Doutora, hum — eu disse —
— Não me chame de doutora, me chame de Laura, tá? —
— Sim
Fui atrás do biombo e tirei toda a roupa, exceto a cueca, e saí. Quando ela me viu, mandou que eu ficasse completamente nu, eu obedeci e, me cobrindo como podia, saí de novo de trás do biombo. Ela apontou para a maca, onde fui e me deitei.
Ela começou o exame com o estetoscópio por um bom tempo e depois com as mãos apalpando meu corpo todo. Percebi que ela não usava luvas, fazia tudo com as mãos nuas. Mandou eu abrir as pernas e apalpou a parte interna das minhas coxas. Eu ficava cada vez mais desconfortável com aqueles toques. Chegou nos meus ovos, pesou, apertou, e meu pau começou a endurecer rapidinho. Ela percebeu, e eu quis me cobrir, mas ela disse:
— Não precisa se preocupar, é normal nos homens. A voz dela ficou muito doce e sensual, enquanto o dedo dela acariciava meu saco de cima pra baixo. Meu prazer aumentava a cada instante, a pele do meu saco enrugada de tesão fazia meus ovos parecerem uma noz. De repente, ela agarrou meu pau com uma mão e começou a me masturbar. Fechei os olhos e me deixei levar pelo prazer.
— Nunca fizeram isso com você?
— Nunca — respondi, controlando a voz com dificuldade.
— Sabe que você é bem dotado? Tem uma rola linda.
— Hummmm...
— O que me espanta é que você nunca ficou com nenhuma mulher. Você bate punheta com frequência? — perguntou de repente.
— Sim — respondi.
— Então, prefere o sexo sozinho? Ou gosta mais do que eu tô fazendo?
— Sim, prefiro o que você tá fazendo.
— Vem — ela disse.
Ela me pegou pela mão e me levou pra outro quarto ao lado, que era um dormitório, com uma cama grande, um sofá de couro e uma penteadeira. Com um gesto, ela me ofereceu o sofá pra sentar. O contato do couro no meu corpo nu arrepiou todos os meus pelos. Ela ficou na minha frente, com um olhar de pura safadeza. começou a desabotoar o roupão, nem nas mais impossíveis fantasias, nem nas minhas punhetas mais ardentes eu tinha imaginado uma situação assim.
Quando chegou no último botão, abriu o roupão completamente e pude contemplar a primeira mulher nua que via. A cara dela era de pura luxúria, o pescoço lindo se erguia acima da curva perfeita dos ombros, os peitos eram generosos e túrgidos, os biquinhos reduzidos ao mínimo apontavam pra frente, excitados e eretos, a barriga era lisa e chapada, o umbigo só uma craterinha perfeita, a curva do quadril era a perfeição, a sua monte de Vênus, que inchava na medida certa, era coberta por uma setinha de pelos pubianos que apontava pro centro da buceta dela, escondida entre as coxas bem torneadas.
Ela, vendo minha cara de admiração, sorriu, enquanto lentamente se virava e me deixava ver toda a sua costa e o contorno da bunda, que insinuava as partes mais íntimas.
Ela sentou do meu lado, e eu, que já não tinha mais vestígio de timidez, passei a mão no pescoço dela e beijei seus lábios. Ela abriu a boca e me ofereceu a língua, molhada, quente e pontuda. O beijo, o primeiro que eu ganhava, durou muito tempo. Enquanto nos beijávamos, ela voltou a mexer no meu pau.
Ela parou de me beijar e perguntou:
— Tá esperando o quê pra pegar nas minhas tetas? São suas, pega nelas.
Eu coloquei as mãos por cima e senti a dureza delas.
— Você nunca tocou numa mulher, né? — ela perguntou.
— Por quê, tô fazendo errado? — falei, angustiado.
— Olha, faz assim — ela começou a beliscar os próprios biquinhos de leve, enquanto gemia. — Agora você.
Eu comecei a seguir os conselhos dela, e os gemidos aumentaram. Pra calá-los, ela me ofereceu a língua de novo.
— Chupa minhas tetas — ela disse, puxando minha cabeça pra perto delas. — Os biquinhos assim, humm, lambe eles, assim, com a língua, que prazer, continua, não para.
Depois de deixar as tetas dela bem molhadas, ela me beijou de novo e disse:
— Tá gostando?
— Sim, muito — respondi. Ela se sentou na borda do sofá e abriu as pernas — Vem, ajoelha aqui.
Eu me ajoelhei entre as pernas dela e vi como os lábios da buceta dela estavam brilhando de tesão.
— Me acaricia aqui — sussurrou, apontando pra buceta dela.
Passei os dedos pelos lábios molhados dela enquanto o cheiro de sexo me embriagava de tão perto que eu tava, ela gemia baixinho e se mexia pra frente e pra trás — Coloca os dedos, assim, muito bem, tira e coloca de novo. — Pegou na minha mão me guiando e me fez rodar em volta da buceta dela enquanto os movimentos e gemidos aumentavam em número e volume. De repente, tirou minha mão e puxou minha cabeça pro meio das coxas dela enquanto dizia:
— Chupa, chupa minha buceta, amor, fode com a língua. — Senti o gosto da buceta dela no momento em que meus lábios tocaram os lábios dela, tinha gosto de céu, queria chupar bem, queria que ela continuasse gozando como tava, segui as instruções dela e enfiei a língua inteira.
— Ah, safado, como você faz bem — Ela se ergueu e depois desabou gemendo como nunca, tentei não perder a posição e um líquido quente inundou minha boca, ela apertou minha cabeça entre as coxas, me impedindo de me afastar e me obrigando a beber o néctar que saía da buceta dela, enquanto terminava o orgasmo. Suspirou, se ajoelhou na minha frente e me deu outro beijo longo, depois lambeu toda minha boca e meu queixo. — Amor — disse — você me fez um dos melhores boquetes em muito tempo, e isso merece uma recompensa, vem. — Me levou pro lado do sofá, na frente de uma parede coberta por um espelho do chão ao teto e se ajoelhou na minha frente de um jeito que a boca dela ficou a poucos centímetros do meu pau, que pulsava frenético batendo na minha barriga.
— Desde que vi teu pau, desejei ter ele na minha boca. — A mão dela puxou a pele pra baixo, me fazendo dar um pulo de dor, que acalmou com uns beijos no meu prepúcio, enquanto acariciava minhas bolas. Quando ela terminou, a língua começou a percorrer minha buceta de cima a baixo enquanto me olhava diretamente nos olhos, com uma expressão de submissão tão forte que me fez desviar o olhar. Então me vi no espelho, ela ajoelhada me chupando, e isso me excitou tanto que, já sem nenhuma inibição, peguei a mão livre dela, chupei seus dedos e a guiei até o meio das minhas nádegas. No começo ela pareceu não entender, mas depois, com uma cara de pura safadeza, passou a mão na própria buceta e foi buscar a entrada do meu cu. Senti o dedo dela pressionando, até que a ponta entrou.
— Você gosta?
— Sim, continua, enfia mais, quero teu dedo inteiro — e imitando a linguagem dela, falei — enquanto me chupa a pica.
Ela foi enfiando devagar, enquanto meu pau desaparecia dentro da boca dela. Comecei a mover a cabeça dela ritmicamente, estava num sonho. O prazer saía em círculos concêntricos das minhas bolas e chegava a todas as terminações nervosas do meu corpo. Quando o dedo dela se curvou pra dentro e começou a acariciar minha próstata em círculos, uma explosão de prazer percorreu meu cérebro e desceu até meu pau, que tinha inchado até limites desconhecidos. Meu gozo se espalhou em jorros dentro da boca dela. A cada contração do meu pau, ela lambia meu prepúcio por dentro. Quando ela tirou o dedo do meu cu devagar, fui tremendo até a cama e me estiquei de barriga pra baixo. Depois de um tempo, ela se deitou ao meu lado e começou a acariciar minhas costas.
— Gostou do primeiro boquete que você levou?
— Muito, nunca imaginei que dava tanto prazer.
— Mais do que suas punhetas sozinho, né? O que eu mais gostei é que você venceu sua timidez e me guiou pra te dar mais prazer. Te confesso que você é o primeiro homem que admite que gosta de ter algo enfiado no cu quando transa, e isso me deixou muito, muito tesuda.
— Agora me dá um pouco de vergonha — falei, envergonhado.
— Isso eu resolvo — ela disse.
Ela se sentou na cama e abriu minhas nádegas. Senti... o buraco do meu cu livre e, por instinto, dobrei os joelhos para levantar minha bunda. A língua dele entrou na minha fenda e começou a subir e descer por ela. Cada vez que passava pelo meu buraco, um gemido saía da minha garganta. Eu me sentia completamente molhado pela saliva dele. De repente, ele mudou e começou a fazer círculos com a língua diretamente no meu cu.
- É a primeira vez que faço isso e adoro chupar seu cu - ele me disse
Minha piroca ainda dolorida endureceu de novo, querendo mais.
- Me fode agora mesmo. Enfia a piroca até o fundo. - Ao ver minha cara de "como é que faz", ele me colocou de barriga pra cima
- E agora a primeira transa
Ele pegou minha piroca, deixou ela dura e começou a flexionar os joelhos. Quando meu prepúcio roçou os lábios dela, ela gemeu. Eu sentia o calor da buceta dela na ponta da minha piroca. Ela desceu devagar até o fundo, flexionou os joelhos de novo e sentou no estilo índio em cima de mim. Eu sentia minhas bolas bem apertadas entre minhas coxas e a bunda dela, e minha piroca tocando todas as paredes da buceta dela. Ela levou um dedo à minha boca, e eu chupei ele, enchendo de saliva.
- Toca meus peitos, amor, assim, molha as mãos. Essa é a posição que eu mais gosto. Enquanto você me fode com sua piroca, olha, eu tô me masturbando. E com a outra mão, tô me dando prazer por trás. Eu também gosto de brincar com meu cu - Era verdade. Os dedos dela brincavam com o clitóris, e no espelho eu vi o dedo dela enfiado completamente no cu dela. As idas e vindas ficaram mais rápidas, os gemidos dela aumentaram de intensidade, enquanto minhas mãos continuavam brincando com os peitos dela. Ela parou de repente, e eu senti a buceta dela se fechando e abrindo em volta da minha piroca. Nós dois gritamos de prazer num orgasmo mútuo. Gozamos juntos. Minha piroca se contraía, tentando expelir mais porra, até que secou. Nós dois ficamos parados, tentando prolongar o prazer, enquanto as contrações da buceta dela iam diminuindo. Ela me abraçou, mantendo a posição, e me beijou. explorava com a língua toda a minha boca, enquanto sentia minhas bolas ficarem molhadas, com o suco dos dois.
De repente, a porta abriu e a recepcionista apareceu. Ao nos ver, murmurou uma desculpa e fechou de novo. Nos soltamos do abraço e ela me levou até o banheiro. Tomamos banho e nos vestimos. Ela, recuperando a voz profissional, disse: — Vou mandar o relatório para o seu escritório. — Obrigado — respondi eu, meio decepcionado, indo em direção à porta. — Mas sexta-feira quero você aqui para outra revisão — e me mandou um beijo com a mão.
Quando saí, a recepcionista se levantou do lugar e abriu a porta para mim. Eu murmurei um tchau e, quando olhei para o rosto dela, ela estava sorrindo.
Que tenham grandes ereções, orgasmos gostosos, bucetas meladas e orgasmos longos e abundantes.
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