Trago hoje 3 contos curtos, mas reais. O título se deve ao fato de que minha filosofia sexual vê o sexo como uma solidariedade. Desde os mais feios até os mais bonitos têm direito de gozar do sexo. É assim que eu vejo, por isso não tenho nojo de comer uma mina que não me atrai, muitas até me deram surpresas maravilhosas no quesito prazer. Nem tudo é o físico, podem acreditar. Deixo vocês com as 3 garotas mais curiosas que eu comi.
**Racinguista**
Ela era amiga de uma mina com quem eu saía. Depois de terminar com a mina, essa moça e eu continuamos nos falando pelo MSN, Facebook e toda essa merda. Ela sempre me ouvia nas minhas constantes mudanças de humor por causa da minha paixão por escrever e ler. Ela tinha sido muito boa comigo, me ouviu, foi doce, me apoiou quando eu estava mal e me divertiu quando eu estava feliz. Foi uma foda. Decidi recompensá-la quando comecei a notar uma certa atração da parte dela por mim. Convidei ela pra um bar em Temperley onde tocavam bandas enquanto a gente bebia algo, ela topou. Tomei uns copos de gim, ela umas cervejas. Logo estávamos os dois completamente desinibidos. Ela não era uma mulher que eu consideraria atraente. Não era gordinha, mas era ossuda, tinha peitos muito pequenos e uma bunda flácida. Além de uma pele cheia de espinhas e era vesga. Mas que merda? Eu me divertia muito com ela, além de que o álcool estava fazendo efeito em mim, e nela também.
Por causa dessa dose de álcool que ingeri, não lembro exatamente como, mas estávamos nos lambendo as línguas sem fechar a boca, amassados na lateral do banco que rodeava a mesa. O pessoal do bar começou a achar, sei lá, mórbido, nojento ou algo assim, porque ficavam olhando pra gente como se estivéssemos transando ali mesmo. Saímos do bar um tempo depois, íamos rindo pela rua, um pouco pelo efeito do álcool, um pouco porque tínhamos um humor muito parecido. Chegamos numa esquina e começamos a nos agarrar. Nos beijávamos como se estivéssemos lambendo um sorvete, de boca aberta. Minha mão foi pro cu dela e ela tirou a língua de mim, pensei que tinha desagradado ela. Mas pelo visto foi o contrário, porque a cara de surpresa dela se abriu num sorriso e ela continuou me beijando. A mão dela acariciava devagar minhas costas e eu já tava fervendo de tesão pelo jeito que ela beijava, pelo álcool e porque eu já tava quase enfiando a mão na calça dela.
Eu conhecia um hotel que era ali mesmo, em Temperley, na rua Avellaneda, a só uns passos daquela esquina onde a gente se apertava. Aqui vem outra parte borrada, porque não lembro nem como caralhos a gente chegou no hotel, nem como se despiu. Só lembro dela de sutiã e calcinha, eu por cima dela de cueca beijando o pescoço dela com lambidas e ela acariciando minha cabeça, bagunçando meu cabelo. Minha língua lambia o pescoço frio dela e os gemidos escapavam da boca dela, finalmente deixou a timidez de lado e a mão dela apertou meu pau com força. Gostei daquilo, nunca tinham feito isso comigo, ela baixou minha cueca e começou a me punhetar com força, ninguém tinha tido tanta paixão com meu sexo. Dessa vez eu tirei minha cara de surpresa e olhei pra ela, ela corou e riu enquanto continuava me punhetando numa velocidade do caralho. UAU eu exclamei, não era pra menos. Foi tão boa a masturbação dela que eu gozei na mão dela e o jato foi até os peitos dela. Beijei ela com força, minha língua encharcava a dela com minha saliva cheia de gim. Os sabores das bebidas explodiam nas nossas bocas. Praticamente arranquei o sutiã dela e os dois peitos caíram, meio murchos, mas lindos pra mim. Os bicos cor de chocolate me pareciam terrivelmente apetitosos, lambi eles como se fosse um bebê mamando. Chupei eles, banhei eles de saliva com lambidas, chupei de novo, mordi e estiquei o peito dela. Ela começou a gemer e a acariciar minha cabeça e minhas costas. As unhas compridas dela eram gostosas do jeito que ela usava elas no meu torso fervendo.
Eu baixei a calcinha dela e não sei Ela tinha depilado. Sempre preferi mulher mais natural, particularmente, nesse sentido. Abri os lábios dela com meus dedos e comecei a passar a língua por todos os lados. Minhas lambidas escorregavam sem controle, como se fosse um redemoinho, até me ajudava com o pescoço pra mover a cabeça de um lado pro outro pra que as lambidas ficassem mais descontroladas. Ela começou a gemer cada vez mais alto. Outra parte meio borrada aqui (até daria pra preencher esses espaços com minha imaginação, mas a verdade é que não quero mentir pra vocês), lembro que as pernas dela enrolavam meu pescoço igual um garfo e me apertavam com força enquanto ela se esguichava e gritava. Gozou e praticamente se mijou toda. Deixou uma poça enorme no colchão. Caguei pra isso. Meu pau já tava duro de novo de tanto ouvir os gemidos dela e de beber aquele fluido divino, mistura do mijo dela com o fluxo. Ela colocou a camisinha com a boca (nunca tinham feito isso) e ficou de quatro. Meti meu pau na buceta dela, e ela começou a gemer desde que eu só roçava com a cabeça. Ela se mexia enquanto eu segurava ela pela cintura. A gente tava terrivelmente excitado, bêbado e todo molhado, banhado naquela poça divina de prazer. Ela sabia rebolar muito bem a bunda pra que a buceta dela me masturbasse gostoso. O orgasmo tava chegando, faltava pouco, ela começou a gritar como se eu tivesse estuprando ela. Me deu tanto tesão que não aguentei e gozei. Ela continuava sem ter gozado. Por sorte, a sangue me deu pra continuar me mexendo mesmo depois de gozar, finalmente consegui, ela gozou de novo, dessa vez foi menor, só escorreu uns fluidos entre as pernas. A gente tava tão louco de álcool e sem grana que teve que ficar por ali mesmo, quando a gente terminou, nem deu tempo de eu colocar outra camisinha e ela mudar de posição que já estavam nos expulsando. Voltamos caminhando até uma remiseria, nos despedimos com um beijo na bochecha e combinamos de nos ver em breve. Até hoje não vi ela de novo, mas continuo dando like nas fotos dela. Comentários sobre corridas no Facebook.
Estudiosa.
Ela era a Marina, uma garota estudiosa que eu conhecia por um amigo em comum. A gente conversava bastante, e um dia eu tava numa situação meio crítica. Precisava passar de qualquer jeito na prova de matemática. Pra ciências exatas, eu sou um verdadeiro bosta, então pedi ajuda pra ela. Fui na casa dela, um pouco pra fugir dos meus pais loucos e um pouco pra estudar. A mãe dela tinha ido pra casa de uma das amigas fofoqueiras, o pai dela trabalhava até tarde e o irmão tava na balada. Era umas 12 da noite, eu já tinha aprendido os exercícios, a gente tinha comido uma pizza e tava vendo algum filme na TV. Ela não era uma gostosa, tinha um corpo bonito, mas o rosto era uma combinação ruim. Nariz grande e adunco, dentes tortos que saíam pra fora da boca e espinhas por todo lado. Não me dava tesão, só curtia o momento. Ela se aproximou e me deu um beijo na boca. Eu não sou um filho da puta e entrei na onda. Minha mão acariciava as costas dela, a outra tava sobre as pernas finas e macias que apareciam de um short bem curto. Minha língua entrou na boca dela e eu senti o fio dos dentes, fiquei gelado. Mas mesmo assim continuei enfiando minha língua devagar na boca dela, até encontrar a dela. Custou pra achar a língua dela, mas pelo menos o hálito era agradável, ela se mexia com timidez.
Passei da boca dela pro pescoço e devagar a deitei, foi difícil, parecia que eu tava forçando pra abaixar o capô de um carro. Ela se deitou, mas ficou indignada quando uma das minhas mãos acariciou um dos peitos dela. Aquilo me deu tesão... foi tipo "você não quer que eu te coma, vou te foder", me deu um tesão doentio, além de que, claro, essa mina era virgem. Comecei por outro lado, acariciava a barriga dela devagar, enquanto a boca dela se esforçava pra me beijar. As carícias foram subindo cada vez mais até que finalmente tirei a camiseta dela e ela cobriu com os braços. Acariciei o rosto dela e sorri "tá tudo bem, fica tranquila, gostosa". Parece que isso relaxou ela, porque ela baixou os braços e deixou eu beijar aqueles peitos tão puros que ela tinha, que, aliás, eram lindos. Tirei o sutiã depois de beijar por cima aqueles peitos brancos e imaculados, e quando tirei, apareceram enormes. Era como se o sutiã os diminuísse. Comecei a lamber os mamilos rosados, ela não sabia nem o que fazer, coitada. Mas, por um lado, eu gostava, era como um demônio corrompendo um anjo. Meu pau começou a endurecer quando ela se animou a me tocar. Ela fazia isso muito bem pra ser virgem, talvez sentisse alguma paixão por isso. Enfim, chegou a hora de abaixar a calça dela, e ela não deixava, mas finalmente consegui. Ela abriu as pernas como se fosse uma bailarina enquanto eu tirava meu pau pela braguilha e esfregava contra a pussy dela, tão pequena e delicada. Tirei a calcinha dela e dei umas chupadas. Amo chupar bucetas e bundas, me dá tesão. Essa pussy adorei chupar, era a primeira língua que sentia! Me deu mais tesão ainda. Ela estava muito nervosa, só soltava uns "uf" de vez em quando e estava toda tensa deitada no sofá. Não sei como consegui, mas depois de um tempo ela relaxou e começou a se deixar levar, ela esfregava a pussy dela contra meu pau com a cara toda de prazer. Era uma sensação gostosa. Apoiei só a ponta na pussy dela e vi que dava pra penetrar sem problema. Ela me parou com a mão na minha barriga: "Vai doer?" Eu disse que não sabia, é que ela estava muito molhada e contraída pra doer. Embora a pussy dela fosse pequena porque nunca tinha sido penetrada, estava ideal. Empurrei devagar e ela respirou fundo, bem fundo. Quando entrou toda, falei "já foi" e ela disse "não doeu tanto quanto pensei". Comecei a me mover bem devagar e devo admitir que me dava muito prazer a pussy dela tão apertadinha, e todo o fluxo que ela secretava lubrificava a passagem, a tal ponto o que me excitava ainda mais era o roçar das paredes da buceta na cabeça do meu pau.
Meu pau se sentia estranho, simplesmente estranho, mas gostoso, e comecei a me mover mais rápido. Ela ainda estava meio nervosa e soltava uns "uff", e eu comecei a meter mais rápido, muito mais rápido. "Nossa, que gostoso isso", ela disse, ou algo do tipo, não ouvi direito, porque eu tentava imaginar os gemidos dela no lugar daqueles "uff" tão nervosos, mas as paredes da buceta dela realmente me satisfaziam, me satisfaziam pra caralho. Comecei a sentir aquele demônio de ardor se aproximando pela cabecinha do meu pau, e meti ainda mais rápido. Ela não gozou, mas eu sim. A puta, mãe! Estava muito tensa. Quando tirei, falei pra ela relaxar. Ela tentou, e eu a masturbei. Coloquei minha mão sobre a buceta dela e movia minha mão como se tivesse Parkinson. A buceta dela começou a se abrir de novo, e a jorrar mais do que da outra vez. Decidi enfiar um dedo. Ela tinha o ponto G num lugar nada convencional, bem no fundo e pra direita. Tive que enfiar quase o dedo inteiro pra chegar lá. Ela começou a trocar os "uff" por "aaaah", e a coisa melhorou. Bastou raspar o ponto G por uns minutos pra o corpo dela tremer todo e de repente travar. Tinha tido o primeiro orgasmo dela. Decidi que tudo terminava depois que ela gozou, porque precisava descansar. Tinha estudado 4 horas e dado uma trepada em alguém de quem eu não gostava, me sentia exausto de tanto me esforçar. A gente se higienizou, se vestiu e tomou uma coca enquanto terminávamos de ver o filme. Depois fui pra minha casa. Passei no exame e nunca mais comi ela. Mas admito que a buceta dela foi uma delícia pro meu pau, de verdade me deu muito prazer. Não esqueçam que ela era virgem e nem tinha tido um namorado. Já fez demais pra ser tão tímida. Um dia, se ela der outra chance, vou meter com mais confiança.
Gordinha:
Natalia era uma garota obesa, com muitos problemas na vida, passando Além do fato de que as proporções dela eram terríveis, tinha também que os pais dela desprezavam ela, e isso é um assunto que me toca fundo pra caralho, porque eu sofro dessa tortura paterna também, que é seus pais falarem coisas tipo "ninguém te quer", "você vai morrer de fome", "você não serve pra nada, não sei pra que te tive" e por aí vai. Então, pra animar ela, convidei ela pra dançar numa balada que eu conhecia, com um clima muito bom. Já na balada, eu percebia ela meio perdida, e fazendo uma das maldades que sempre faço, dei um tapa nela. Ela riu um pouco, aí dei outro mais suave (com mais intenção de pegar na bunda dela), porque ela tinha uma bunda gostosa! E ela gostou daquilo, porque beliscou minha bunda como se tivesse espremendo um limão. "Que bruta", falei pra ela. Ela sorriu e meio que levantou minha bunda com as duas mãos. Eu aproveitei a lei do olho por olho e enfiei as mãos na bunda dela, a ponto da bunda dela engolir a saia que ela tava usando. Encurralei ela contra uma das paredes e começamos a nos beijar. Minha língua passeava pelo rosto todo dela, e a língua dela me lambia. Aquilo não foi um beijo, foram lambidas na real. Começamos a nos beijar com mais intensidade, mas percebemos que estávamos na balada, aí desaceleramos e ficamos dançando umas músicas. Num momento, falei que ia no banheiro e ela disse "vou com você". As mulheres NÃO podiam entrar no banheiro masculino, várias vezes vi os seguranças metendo o bedelho e tirando elas de lá. Entrei no banheiro e fiquei mijando de boa, não sei como caralhos ela se virou pra entrar sem ser vista. Porque sério, a segurança é bem braba. Sinto alguém tocar meu ombro enquanto lavo as mãos — ELA TINHA ENTRADO! Falei bem na lata: "vamos pra fora, os seguranças são uns cuzões". Imaginem que sempre via os seguranças arrastando os casais que tentavam transar no banheiro da balada. Mas enfim, ela me chamou de "covarde", "cagão", "murchou", "otário". Cansei e peguei ela pela mão. Enquanto a gente discutia no banheiro do baile, enfiei ela num dos cubículos onde ficam os vasos, mandei ela subir em cima da privada pra não dar na conta que tinha mais alguém. Enfiei a língua na boca dela o mais fundo que pude, e ela acariciou minha língua com a dela. Em pé na ponta dos pés em cima do vaso, apoiada na parede, ela abriu as pernas. Não tava excitado, tava meio apagado naquele dia. Mas ela precisava de ânimo, e eu não ia ser o cara pra baixar ainda mais o dela. Ela colocou a mão no meu pau, e eu botei as duas mãos nos peitos dela e comecei a fazer força. Fazer força pra bombear sangue pro meu pau, que tava em coma. Finalmente funcionou, e ele ficou duro. Meu pau duro na mão dela pulsava no ritmo das punhetadas dela. Passei a mão na buceta dela por cima da calcinha, enfiando meus dedos entre as dobras do vestido. Com o dedo anelar, fiquei acariciando o buraquinho dela até que penetrei de leve pela calcinha com o mesmo dedo. Ela tava ficando cada vez mais molhada. Afastei a calcinha dela pro lado, e ela só soltou um gemido quando enfiei ele dentro. A gente tentava não fazer muito barulho porque os seguranças são bem rígidos e mal-humorados. Mas pelo visto, ela curtia essa adrenalina de ser pega. Comecei a me mexer devagar, e ela gemia com a boca colada no meu ouvido enquanto nossos corpos se abraçavam. Ela começou a gritar baixinho e, de repente, me falou "mais rápido". Ok, fiz mais rápido. Ela falou de novo "mais rápido". Me senti um consolo humano, meti o mais rápido que minha cintura aguentava, e ela começou a balançar a cabeça como quem diz "não", mas mais rápido. Os gemidos dela tavam muito altos, tentei calar ela de um jeito carinhoso, enfiei minha língua na boca dela, e ela parou de gemer e gritar. Meu pau dentro da buceta dela sentia cada vez mais os sucos dela, mas minha gozada tava vindo, e pelo visto ela também tava perto de gozar. Ela começou a rebolar, e os gritos dela não saíam, mas se calavam na minha boca. Ela queria gritar a todo custo. Gozei, e ela se esporrou toda. Gente, imaginem só que o vestido branco dela ficou com uma auréola de líquido embaixo da bunda. A gente se ajeitou voando e saiu correndo pra pista de dança. Dois caras piscaram o olho pra ela, eu fiz o gesto de "essa é pra você".
COMENTEM!!!!!!!!!!!!
**Racinguista**
Ela era amiga de uma mina com quem eu saía. Depois de terminar com a mina, essa moça e eu continuamos nos falando pelo MSN, Facebook e toda essa merda. Ela sempre me ouvia nas minhas constantes mudanças de humor por causa da minha paixão por escrever e ler. Ela tinha sido muito boa comigo, me ouviu, foi doce, me apoiou quando eu estava mal e me divertiu quando eu estava feliz. Foi uma foda. Decidi recompensá-la quando comecei a notar uma certa atração da parte dela por mim. Convidei ela pra um bar em Temperley onde tocavam bandas enquanto a gente bebia algo, ela topou. Tomei uns copos de gim, ela umas cervejas. Logo estávamos os dois completamente desinibidos. Ela não era uma mulher que eu consideraria atraente. Não era gordinha, mas era ossuda, tinha peitos muito pequenos e uma bunda flácida. Além de uma pele cheia de espinhas e era vesga. Mas que merda? Eu me divertia muito com ela, além de que o álcool estava fazendo efeito em mim, e nela também.
Por causa dessa dose de álcool que ingeri, não lembro exatamente como, mas estávamos nos lambendo as línguas sem fechar a boca, amassados na lateral do banco que rodeava a mesa. O pessoal do bar começou a achar, sei lá, mórbido, nojento ou algo assim, porque ficavam olhando pra gente como se estivéssemos transando ali mesmo. Saímos do bar um tempo depois, íamos rindo pela rua, um pouco pelo efeito do álcool, um pouco porque tínhamos um humor muito parecido. Chegamos numa esquina e começamos a nos agarrar. Nos beijávamos como se estivéssemos lambendo um sorvete, de boca aberta. Minha mão foi pro cu dela e ela tirou a língua de mim, pensei que tinha desagradado ela. Mas pelo visto foi o contrário, porque a cara de surpresa dela se abriu num sorriso e ela continuou me beijando. A mão dela acariciava devagar minhas costas e eu já tava fervendo de tesão pelo jeito que ela beijava, pelo álcool e porque eu já tava quase enfiando a mão na calça dela.
Eu conhecia um hotel que era ali mesmo, em Temperley, na rua Avellaneda, a só uns passos daquela esquina onde a gente se apertava. Aqui vem outra parte borrada, porque não lembro nem como caralhos a gente chegou no hotel, nem como se despiu. Só lembro dela de sutiã e calcinha, eu por cima dela de cueca beijando o pescoço dela com lambidas e ela acariciando minha cabeça, bagunçando meu cabelo. Minha língua lambia o pescoço frio dela e os gemidos escapavam da boca dela, finalmente deixou a timidez de lado e a mão dela apertou meu pau com força. Gostei daquilo, nunca tinham feito isso comigo, ela baixou minha cueca e começou a me punhetar com força, ninguém tinha tido tanta paixão com meu sexo. Dessa vez eu tirei minha cara de surpresa e olhei pra ela, ela corou e riu enquanto continuava me punhetando numa velocidade do caralho. UAU eu exclamei, não era pra menos. Foi tão boa a masturbação dela que eu gozei na mão dela e o jato foi até os peitos dela. Beijei ela com força, minha língua encharcava a dela com minha saliva cheia de gim. Os sabores das bebidas explodiam nas nossas bocas. Praticamente arranquei o sutiã dela e os dois peitos caíram, meio murchos, mas lindos pra mim. Os bicos cor de chocolate me pareciam terrivelmente apetitosos, lambi eles como se fosse um bebê mamando. Chupei eles, banhei eles de saliva com lambidas, chupei de novo, mordi e estiquei o peito dela. Ela começou a gemer e a acariciar minha cabeça e minhas costas. As unhas compridas dela eram gostosas do jeito que ela usava elas no meu torso fervendo.
Eu baixei a calcinha dela e não sei Ela tinha depilado. Sempre preferi mulher mais natural, particularmente, nesse sentido. Abri os lábios dela com meus dedos e comecei a passar a língua por todos os lados. Minhas lambidas escorregavam sem controle, como se fosse um redemoinho, até me ajudava com o pescoço pra mover a cabeça de um lado pro outro pra que as lambidas ficassem mais descontroladas. Ela começou a gemer cada vez mais alto. Outra parte meio borrada aqui (até daria pra preencher esses espaços com minha imaginação, mas a verdade é que não quero mentir pra vocês), lembro que as pernas dela enrolavam meu pescoço igual um garfo e me apertavam com força enquanto ela se esguichava e gritava. Gozou e praticamente se mijou toda. Deixou uma poça enorme no colchão. Caguei pra isso. Meu pau já tava duro de novo de tanto ouvir os gemidos dela e de beber aquele fluido divino, mistura do mijo dela com o fluxo. Ela colocou a camisinha com a boca (nunca tinham feito isso) e ficou de quatro. Meti meu pau na buceta dela, e ela começou a gemer desde que eu só roçava com a cabeça. Ela se mexia enquanto eu segurava ela pela cintura. A gente tava terrivelmente excitado, bêbado e todo molhado, banhado naquela poça divina de prazer. Ela sabia rebolar muito bem a bunda pra que a buceta dela me masturbasse gostoso. O orgasmo tava chegando, faltava pouco, ela começou a gritar como se eu tivesse estuprando ela. Me deu tanto tesão que não aguentei e gozei. Ela continuava sem ter gozado. Por sorte, a sangue me deu pra continuar me mexendo mesmo depois de gozar, finalmente consegui, ela gozou de novo, dessa vez foi menor, só escorreu uns fluidos entre as pernas. A gente tava tão louco de álcool e sem grana que teve que ficar por ali mesmo, quando a gente terminou, nem deu tempo de eu colocar outra camisinha e ela mudar de posição que já estavam nos expulsando. Voltamos caminhando até uma remiseria, nos despedimos com um beijo na bochecha e combinamos de nos ver em breve. Até hoje não vi ela de novo, mas continuo dando like nas fotos dela. Comentários sobre corridas no Facebook.
Estudiosa.
Ela era a Marina, uma garota estudiosa que eu conhecia por um amigo em comum. A gente conversava bastante, e um dia eu tava numa situação meio crítica. Precisava passar de qualquer jeito na prova de matemática. Pra ciências exatas, eu sou um verdadeiro bosta, então pedi ajuda pra ela. Fui na casa dela, um pouco pra fugir dos meus pais loucos e um pouco pra estudar. A mãe dela tinha ido pra casa de uma das amigas fofoqueiras, o pai dela trabalhava até tarde e o irmão tava na balada. Era umas 12 da noite, eu já tinha aprendido os exercícios, a gente tinha comido uma pizza e tava vendo algum filme na TV. Ela não era uma gostosa, tinha um corpo bonito, mas o rosto era uma combinação ruim. Nariz grande e adunco, dentes tortos que saíam pra fora da boca e espinhas por todo lado. Não me dava tesão, só curtia o momento. Ela se aproximou e me deu um beijo na boca. Eu não sou um filho da puta e entrei na onda. Minha mão acariciava as costas dela, a outra tava sobre as pernas finas e macias que apareciam de um short bem curto. Minha língua entrou na boca dela e eu senti o fio dos dentes, fiquei gelado. Mas mesmo assim continuei enfiando minha língua devagar na boca dela, até encontrar a dela. Custou pra achar a língua dela, mas pelo menos o hálito era agradável, ela se mexia com timidez.
Passei da boca dela pro pescoço e devagar a deitei, foi difícil, parecia que eu tava forçando pra abaixar o capô de um carro. Ela se deitou, mas ficou indignada quando uma das minhas mãos acariciou um dos peitos dela. Aquilo me deu tesão... foi tipo "você não quer que eu te coma, vou te foder", me deu um tesão doentio, além de que, claro, essa mina era virgem. Comecei por outro lado, acariciava a barriga dela devagar, enquanto a boca dela se esforçava pra me beijar. As carícias foram subindo cada vez mais até que finalmente tirei a camiseta dela e ela cobriu com os braços. Acariciei o rosto dela e sorri "tá tudo bem, fica tranquila, gostosa". Parece que isso relaxou ela, porque ela baixou os braços e deixou eu beijar aqueles peitos tão puros que ela tinha, que, aliás, eram lindos. Tirei o sutiã depois de beijar por cima aqueles peitos brancos e imaculados, e quando tirei, apareceram enormes. Era como se o sutiã os diminuísse. Comecei a lamber os mamilos rosados, ela não sabia nem o que fazer, coitada. Mas, por um lado, eu gostava, era como um demônio corrompendo um anjo. Meu pau começou a endurecer quando ela se animou a me tocar. Ela fazia isso muito bem pra ser virgem, talvez sentisse alguma paixão por isso. Enfim, chegou a hora de abaixar a calça dela, e ela não deixava, mas finalmente consegui. Ela abriu as pernas como se fosse uma bailarina enquanto eu tirava meu pau pela braguilha e esfregava contra a pussy dela, tão pequena e delicada. Tirei a calcinha dela e dei umas chupadas. Amo chupar bucetas e bundas, me dá tesão. Essa pussy adorei chupar, era a primeira língua que sentia! Me deu mais tesão ainda. Ela estava muito nervosa, só soltava uns "uf" de vez em quando e estava toda tensa deitada no sofá. Não sei como consegui, mas depois de um tempo ela relaxou e começou a se deixar levar, ela esfregava a pussy dela contra meu pau com a cara toda de prazer. Era uma sensação gostosa. Apoiei só a ponta na pussy dela e vi que dava pra penetrar sem problema. Ela me parou com a mão na minha barriga: "Vai doer?" Eu disse que não sabia, é que ela estava muito molhada e contraída pra doer. Embora a pussy dela fosse pequena porque nunca tinha sido penetrada, estava ideal. Empurrei devagar e ela respirou fundo, bem fundo. Quando entrou toda, falei "já foi" e ela disse "não doeu tanto quanto pensei". Comecei a me mover bem devagar e devo admitir que me dava muito prazer a pussy dela tão apertadinha, e todo o fluxo que ela secretava lubrificava a passagem, a tal ponto o que me excitava ainda mais era o roçar das paredes da buceta na cabeça do meu pau.
Meu pau se sentia estranho, simplesmente estranho, mas gostoso, e comecei a me mover mais rápido. Ela ainda estava meio nervosa e soltava uns "uff", e eu comecei a meter mais rápido, muito mais rápido. "Nossa, que gostoso isso", ela disse, ou algo do tipo, não ouvi direito, porque eu tentava imaginar os gemidos dela no lugar daqueles "uff" tão nervosos, mas as paredes da buceta dela realmente me satisfaziam, me satisfaziam pra caralho. Comecei a sentir aquele demônio de ardor se aproximando pela cabecinha do meu pau, e meti ainda mais rápido. Ela não gozou, mas eu sim. A puta, mãe! Estava muito tensa. Quando tirei, falei pra ela relaxar. Ela tentou, e eu a masturbei. Coloquei minha mão sobre a buceta dela e movia minha mão como se tivesse Parkinson. A buceta dela começou a se abrir de novo, e a jorrar mais do que da outra vez. Decidi enfiar um dedo. Ela tinha o ponto G num lugar nada convencional, bem no fundo e pra direita. Tive que enfiar quase o dedo inteiro pra chegar lá. Ela começou a trocar os "uff" por "aaaah", e a coisa melhorou. Bastou raspar o ponto G por uns minutos pra o corpo dela tremer todo e de repente travar. Tinha tido o primeiro orgasmo dela. Decidi que tudo terminava depois que ela gozou, porque precisava descansar. Tinha estudado 4 horas e dado uma trepada em alguém de quem eu não gostava, me sentia exausto de tanto me esforçar. A gente se higienizou, se vestiu e tomou uma coca enquanto terminávamos de ver o filme. Depois fui pra minha casa. Passei no exame e nunca mais comi ela. Mas admito que a buceta dela foi uma delícia pro meu pau, de verdade me deu muito prazer. Não esqueçam que ela era virgem e nem tinha tido um namorado. Já fez demais pra ser tão tímida. Um dia, se ela der outra chance, vou meter com mais confiança.
Gordinha:
Natalia era uma garota obesa, com muitos problemas na vida, passando Além do fato de que as proporções dela eram terríveis, tinha também que os pais dela desprezavam ela, e isso é um assunto que me toca fundo pra caralho, porque eu sofro dessa tortura paterna também, que é seus pais falarem coisas tipo "ninguém te quer", "você vai morrer de fome", "você não serve pra nada, não sei pra que te tive" e por aí vai. Então, pra animar ela, convidei ela pra dançar numa balada que eu conhecia, com um clima muito bom. Já na balada, eu percebia ela meio perdida, e fazendo uma das maldades que sempre faço, dei um tapa nela. Ela riu um pouco, aí dei outro mais suave (com mais intenção de pegar na bunda dela), porque ela tinha uma bunda gostosa! E ela gostou daquilo, porque beliscou minha bunda como se tivesse espremendo um limão. "Que bruta", falei pra ela. Ela sorriu e meio que levantou minha bunda com as duas mãos. Eu aproveitei a lei do olho por olho e enfiei as mãos na bunda dela, a ponto da bunda dela engolir a saia que ela tava usando. Encurralei ela contra uma das paredes e começamos a nos beijar. Minha língua passeava pelo rosto todo dela, e a língua dela me lambia. Aquilo não foi um beijo, foram lambidas na real. Começamos a nos beijar com mais intensidade, mas percebemos que estávamos na balada, aí desaceleramos e ficamos dançando umas músicas. Num momento, falei que ia no banheiro e ela disse "vou com você". As mulheres NÃO podiam entrar no banheiro masculino, várias vezes vi os seguranças metendo o bedelho e tirando elas de lá. Entrei no banheiro e fiquei mijando de boa, não sei como caralhos ela se virou pra entrar sem ser vista. Porque sério, a segurança é bem braba. Sinto alguém tocar meu ombro enquanto lavo as mãos — ELA TINHA ENTRADO! Falei bem na lata: "vamos pra fora, os seguranças são uns cuzões". Imaginem que sempre via os seguranças arrastando os casais que tentavam transar no banheiro da balada. Mas enfim, ela me chamou de "covarde", "cagão", "murchou", "otário". Cansei e peguei ela pela mão. Enquanto a gente discutia no banheiro do baile, enfiei ela num dos cubículos onde ficam os vasos, mandei ela subir em cima da privada pra não dar na conta que tinha mais alguém. Enfiei a língua na boca dela o mais fundo que pude, e ela acariciou minha língua com a dela. Em pé na ponta dos pés em cima do vaso, apoiada na parede, ela abriu as pernas. Não tava excitado, tava meio apagado naquele dia. Mas ela precisava de ânimo, e eu não ia ser o cara pra baixar ainda mais o dela. Ela colocou a mão no meu pau, e eu botei as duas mãos nos peitos dela e comecei a fazer força. Fazer força pra bombear sangue pro meu pau, que tava em coma. Finalmente funcionou, e ele ficou duro. Meu pau duro na mão dela pulsava no ritmo das punhetadas dela. Passei a mão na buceta dela por cima da calcinha, enfiando meus dedos entre as dobras do vestido. Com o dedo anelar, fiquei acariciando o buraquinho dela até que penetrei de leve pela calcinha com o mesmo dedo. Ela tava ficando cada vez mais molhada. Afastei a calcinha dela pro lado, e ela só soltou um gemido quando enfiei ele dentro. A gente tentava não fazer muito barulho porque os seguranças são bem rígidos e mal-humorados. Mas pelo visto, ela curtia essa adrenalina de ser pega. Comecei a me mexer devagar, e ela gemia com a boca colada no meu ouvido enquanto nossos corpos se abraçavam. Ela começou a gritar baixinho e, de repente, me falou "mais rápido". Ok, fiz mais rápido. Ela falou de novo "mais rápido". Me senti um consolo humano, meti o mais rápido que minha cintura aguentava, e ela começou a balançar a cabeça como quem diz "não", mas mais rápido. Os gemidos dela tavam muito altos, tentei calar ela de um jeito carinhoso, enfiei minha língua na boca dela, e ela parou de gemer e gritar. Meu pau dentro da buceta dela sentia cada vez mais os sucos dela, mas minha gozada tava vindo, e pelo visto ela também tava perto de gozar. Ela começou a rebolar, e os gritos dela não saíam, mas se calavam na minha boca. Ela queria gritar a todo custo. Gozei, e ela se esporrou toda. Gente, imaginem só que o vestido branco dela ficou com uma auréola de líquido embaixo da bunda. A gente se ajeitou voando e saiu correndo pra pista de dança. Dois caras piscaram o olho pra ela, eu fiz o gesto de "essa é pra você".
COMENTEM!!!!!!!!!!!!
2 comentários - Memorias de un joven indecente: Solidario
Realmente sos un groso. Seguro sos una joya para esas minas jajaja.
Suerte loco, espero más relatos.