Oi galera, aqui estou entregando mais uma história vivida com meu parceiro, que toda vez que a gente lembra deixa nossos corpos a mil. Isso aconteceu no verão passado lá nas serras, mais precisamente na represa Las Viñas. Era um sábado com um sol que rachava a terra, então decidimos com meu marido passar o fim de semana para o lado de Las Rosas, já que um amigo nosso tem casa e passa parte do verão lá. Além disso, como ele tinha acabado de se separar, estava sozinho e sempre nos convidava, decidimos ir no fim de semana. Ligamos pra ele antes de sair e combinamos de nos encontrar às duas da tarde num clube da represa, assim começávamos o fim de semana fazendo esqui aquático e curtindo o sol e a água.
Quando chegamos, descobrimos que ele estava com uma amiga dele de Cba. Muito gata e com um biquíni que era um escândalo (e olha que eu uso os pequenos). O Marce não parava de olhar pra ela, mas eu ainda estava vestida e estava pra estrear um conjuntinho de micro biquíni preto de gaze com bolinhas que deixava ver todos os meus atributos nus. Bom, a gente carregou algumas provisões pra passar o resto do dia num lugar afastado das pessoas pra ficar tranquilos e em paz.
Com o passar das horas e o cansaço do esqui que praticamos todos, os caras decidiram fazer um brinde com champanhe, e nós duas aceitamos e agradecemos por sermos as honradas com o brinde. Eram só seis da tarde, mas o espumante caiu perfeito nos nossos corpos, e a música suave e as bolhinhas começaram a fazer estrago na gente. Aí o Marce pediu pra ela puxá-lo esquiando de novo e, com o efeito do álcool, ela ficou totalmente desinibida: esquiou, abaixou a parte de baixo do biquíni e ficou rindo. Quando percebi, o Raúl estava pilotando a lancha com a Claudia comendo sua boca, e a bunda dela apontada pra trás, dando ao esquiador uma visão perfeita de como o fio dental sumia entre suas nádegas. Naquela altura, eu entendi porque o Marce tava fazendo aquilo, e a verdade é que era digno de... um espetáculo ver aquela bunda assim empinada, depois tiramos o Raúl esquiando e o Marcelo, entre piadas, disse pra Cláudia como ela era linda e que bunda que ela tinha, aí todos sorrimos e ela nos presenteou com uma visão dos seus atributos dando uma voltinha, rimos e começamos a zoar o Raúl. Nisso, nós duas começamos a conversar ajoelhadas num banco, dando a melhor vista da paisagem pro Raúl, que vinha atrás como um louco. A essa altura, já eram quatro ou cinco champanhes que tinham perecido e nossas inibições começaram a desaparecer completamente, a ponto de eu sussurrar coisas no ouvido do Marche que o faziam perder a calma e a compostura, até que comecei a dar um beijo bem apaixonado nele e a Cláudia começou a acariciar o corpo dele com as mãos. O Raúl pedia pra não deixarmos ele de fora, e a Marce ria e dizia pra ele continuar esquiando, que ele tava ótimo naquela situação. Bom, quando o Raúl subiu no barco, o esperamos com uma taça de champanhe e, entre nós duas, o abraçamos e o enxugamos. Até aí, era tudo risada e erotismo, e um pouco de amassos, brincando com os limites e levando as situações à beira do descontrole. Aí eu pulo na água e a Cláudia me segue, nadamos um pouco e, quando vamos subir, o Raúl nos dá uma mão. Quando saio da água, sinto que meu biquíni perde um dos seus conteúdos e fica à mostra uma das minhas tetas, com o mamilo totalmente ereto por causa da situação e da água. Tento me cobrir e, no desespero, faço o Raúl cair na água. Bom, me arrumo e já lá de cima... a Marce se posiciona pra nos ajudar a subir, nós três. A primeira fui eu, tentando subir já com minha maiô ajustada e a ajuda do Raúl da água parecia mais fácil, mas qual não foi minha grande surpresa quando, enquanto subia, uma mão se perdia entre minhas pernas... era a do Raúl, que me ajudava por baixo, mas um dos seus dedos fez estragos em mim, a ponto de me fazer perder a cabeça de excitação. Quando subi, entreguei a ele uma linda visão da minha bucetinha molhada, com o fio dental de lado, e... Claudia me disse com um grito que ia arrumar tudo, ficou parecendo um descuido e casualidade, mas entre o Raúl e eu a gente sabia que não. Depois foi a vez da Clau, que foi muito engraçado como o Raúl pegou ela por trás e deixou ela com a calcinha fio-dental nos joelhos, mostrando toda a sua bucetinha depilada. Aí a Marce disse: "Que lindo presentinho peladinho, do jeito que ele gosta", o que me deixou com ciúmes por um momento, mas eu já tinha tido o meu, haha.
Já no barco começaram os lentos, o pôr do sol e o champanhe já não importavam mais nada. Dançávamos cada um com seu par e, entre uma volta e outra, os atritos alheios faziam estragos na gente. Os assentos tinham desaparecido, viraram duas caminhas que acabaram ocupadas por nós. A essa altura, pra mim tudo valia e eu estava deitada sobre a Marce, nos beijando, enquanto uma das mãos dela percorria minhas costas e OUTRA o meu bumbum... mas que não era da Marce. Isso estava elevando a temperatura a mil. Aí eu sinto e vou de cavalinho, dando a melhor visão do meu bumbum pros que estavam atrás, e começo com uns carinhos e beijos enquanto já sinto muitas mãos nas minhas costas, de mulher e de homem. Já a essa altura eu estava a mil de excitação, então me recuo e assumo o que o Marce tem entre as pernas, começando uma sucção profunda através do tecido da sua maiô enquanto as mãos dele se apoderam dos meus peitos e meu bumbum é presa de dedos que brincam dentro de mim e mãos que roçam minhas costas. Depois de uns minutos, já com tudo na minha boca, o Marce está quase morrendo de prazer e eu sinto uma língua abrindo caminho pelo meu bumbum e umas mãos me levando pra trás. Quando me viro, é o Raúl com a cara no meu bumbum e a Claudia chupando o pau dele. Mas eu me viro e sento no meu homem, enfiando todo ele em mim na frente dos meus espectadores. O Raúl aproxima a língua e eu paro e digo pra ele fazer o mesmo com a Clau que eu. O babaca faz e, entre as duas, começamos um galope furioso e nossas mãos começam a acariciar nossos... corpos e o dos nossos companheiros, então era lindo estar cavalgando no meu homem e sentir uma mão acariciando a gente enquanto transávamos, e eu fazer o mesmo com eles — pegar e punhetar enquanto ela enfiava e sacava, e ouvir eles gozando de prazer e nos dizendo coisas obscenas e pedindo o show lésbico, no qual não demoramos nem um instante e começamos nos matando de beijos e nossas mãos conhecendo cada canto da gente e gozando com os atritos até terminar imersas num delicioso 69, onde nossos corpos entrelaçados pela paixão e pela excitação do momento cheguei a acreditar que estávamos só nós duas, até o momento que comecei a sentir um pau tentando entrar na minha bunda, o que me excitou demais sentir ele na minha bunda e a língua dela molhando para entrar sem problemas, que depois de um tempinho isso estava me enchendo por completo, eu estava no limbo da excitação e qual foi minha surpresa ver o Marce de frente pra mim tentando foder a mulher a quem eu estava chupando o clitóris e o pau dele duro na frente da minha boca e alguém penetrando a bunda com muita força, já não me importei com nada e me deixei levar pelo impulso e comecei um vai e vem na minha boca e na minha bunda e ela seguia com a língua e dedos na minha buceta, eu depois de um tempo já não sabia qual era qual mas não me importava porque naqueles momentos era a mulher mais feliz do mundo até que desmaiei de prazer e cansaço, só me lembro que estava escuro e não via muito, depois acordei e estávamos numa margem e eles se divertindo com a Clau que gozava que nem louca já que era penetrada pelos dois ao mesmo tempo e a excitação dela a levava a gritar coisas muito loucas e excitantes, ficaram um tempo assim mudando de pose e de brincadeiras, tudo isso se via bem fraco pela luz da lua, depois ficaram deitados em umas mantas e eu adormeci no barco. Nos acordaram os primeiros raios de luz da manhã, era muito cedo, então nos arrumamos e voltamos. Para o clube, amarramos o lancha e cada um tomou um banho e fomos tomar café da manhã, enquanto toda vez que a gente se olhava, dava risada sozinho. Depois, fomos a um supermercado, compramos mantimentos e adivinha como a gente passou o domingo????? Um beijo e até logo, LUNA
Quando chegamos, descobrimos que ele estava com uma amiga dele de Cba. Muito gata e com um biquíni que era um escândalo (e olha que eu uso os pequenos). O Marce não parava de olhar pra ela, mas eu ainda estava vestida e estava pra estrear um conjuntinho de micro biquíni preto de gaze com bolinhas que deixava ver todos os meus atributos nus. Bom, a gente carregou algumas provisões pra passar o resto do dia num lugar afastado das pessoas pra ficar tranquilos e em paz.
Com o passar das horas e o cansaço do esqui que praticamos todos, os caras decidiram fazer um brinde com champanhe, e nós duas aceitamos e agradecemos por sermos as honradas com o brinde. Eram só seis da tarde, mas o espumante caiu perfeito nos nossos corpos, e a música suave e as bolhinhas começaram a fazer estrago na gente. Aí o Marce pediu pra ela puxá-lo esquiando de novo e, com o efeito do álcool, ela ficou totalmente desinibida: esquiou, abaixou a parte de baixo do biquíni e ficou rindo. Quando percebi, o Raúl estava pilotando a lancha com a Claudia comendo sua boca, e a bunda dela apontada pra trás, dando ao esquiador uma visão perfeita de como o fio dental sumia entre suas nádegas. Naquela altura, eu entendi porque o Marce tava fazendo aquilo, e a verdade é que era digno de... um espetáculo ver aquela bunda assim empinada, depois tiramos o Raúl esquiando e o Marcelo, entre piadas, disse pra Cláudia como ela era linda e que bunda que ela tinha, aí todos sorrimos e ela nos presenteou com uma visão dos seus atributos dando uma voltinha, rimos e começamos a zoar o Raúl. Nisso, nós duas começamos a conversar ajoelhadas num banco, dando a melhor vista da paisagem pro Raúl, que vinha atrás como um louco. A essa altura, já eram quatro ou cinco champanhes que tinham perecido e nossas inibições começaram a desaparecer completamente, a ponto de eu sussurrar coisas no ouvido do Marche que o faziam perder a calma e a compostura, até que comecei a dar um beijo bem apaixonado nele e a Cláudia começou a acariciar o corpo dele com as mãos. O Raúl pedia pra não deixarmos ele de fora, e a Marce ria e dizia pra ele continuar esquiando, que ele tava ótimo naquela situação. Bom, quando o Raúl subiu no barco, o esperamos com uma taça de champanhe e, entre nós duas, o abraçamos e o enxugamos. Até aí, era tudo risada e erotismo, e um pouco de amassos, brincando com os limites e levando as situações à beira do descontrole. Aí eu pulo na água e a Cláudia me segue, nadamos um pouco e, quando vamos subir, o Raúl nos dá uma mão. Quando saio da água, sinto que meu biquíni perde um dos seus conteúdos e fica à mostra uma das minhas tetas, com o mamilo totalmente ereto por causa da situação e da água. Tento me cobrir e, no desespero, faço o Raúl cair na água. Bom, me arrumo e já lá de cima... a Marce se posiciona pra nos ajudar a subir, nós três. A primeira fui eu, tentando subir já com minha maiô ajustada e a ajuda do Raúl da água parecia mais fácil, mas qual não foi minha grande surpresa quando, enquanto subia, uma mão se perdia entre minhas pernas... era a do Raúl, que me ajudava por baixo, mas um dos seus dedos fez estragos em mim, a ponto de me fazer perder a cabeça de excitação. Quando subi, entreguei a ele uma linda visão da minha bucetinha molhada, com o fio dental de lado, e... Claudia me disse com um grito que ia arrumar tudo, ficou parecendo um descuido e casualidade, mas entre o Raúl e eu a gente sabia que não. Depois foi a vez da Clau, que foi muito engraçado como o Raúl pegou ela por trás e deixou ela com a calcinha fio-dental nos joelhos, mostrando toda a sua bucetinha depilada. Aí a Marce disse: "Que lindo presentinho peladinho, do jeito que ele gosta", o que me deixou com ciúmes por um momento, mas eu já tinha tido o meu, haha.
Já no barco começaram os lentos, o pôr do sol e o champanhe já não importavam mais nada. Dançávamos cada um com seu par e, entre uma volta e outra, os atritos alheios faziam estragos na gente. Os assentos tinham desaparecido, viraram duas caminhas que acabaram ocupadas por nós. A essa altura, pra mim tudo valia e eu estava deitada sobre a Marce, nos beijando, enquanto uma das mãos dela percorria minhas costas e OUTRA o meu bumbum... mas que não era da Marce. Isso estava elevando a temperatura a mil. Aí eu sinto e vou de cavalinho, dando a melhor visão do meu bumbum pros que estavam atrás, e começo com uns carinhos e beijos enquanto já sinto muitas mãos nas minhas costas, de mulher e de homem. Já a essa altura eu estava a mil de excitação, então me recuo e assumo o que o Marce tem entre as pernas, começando uma sucção profunda através do tecido da sua maiô enquanto as mãos dele se apoderam dos meus peitos e meu bumbum é presa de dedos que brincam dentro de mim e mãos que roçam minhas costas. Depois de uns minutos, já com tudo na minha boca, o Marce está quase morrendo de prazer e eu sinto uma língua abrindo caminho pelo meu bumbum e umas mãos me levando pra trás. Quando me viro, é o Raúl com a cara no meu bumbum e a Claudia chupando o pau dele. Mas eu me viro e sento no meu homem, enfiando todo ele em mim na frente dos meus espectadores. O Raúl aproxima a língua e eu paro e digo pra ele fazer o mesmo com a Clau que eu. O babaca faz e, entre as duas, começamos um galope furioso e nossas mãos começam a acariciar nossos... corpos e o dos nossos companheiros, então era lindo estar cavalgando no meu homem e sentir uma mão acariciando a gente enquanto transávamos, e eu fazer o mesmo com eles — pegar e punhetar enquanto ela enfiava e sacava, e ouvir eles gozando de prazer e nos dizendo coisas obscenas e pedindo o show lésbico, no qual não demoramos nem um instante e começamos nos matando de beijos e nossas mãos conhecendo cada canto da gente e gozando com os atritos até terminar imersas num delicioso 69, onde nossos corpos entrelaçados pela paixão e pela excitação do momento cheguei a acreditar que estávamos só nós duas, até o momento que comecei a sentir um pau tentando entrar na minha bunda, o que me excitou demais sentir ele na minha bunda e a língua dela molhando para entrar sem problemas, que depois de um tempinho isso estava me enchendo por completo, eu estava no limbo da excitação e qual foi minha surpresa ver o Marce de frente pra mim tentando foder a mulher a quem eu estava chupando o clitóris e o pau dele duro na frente da minha boca e alguém penetrando a bunda com muita força, já não me importei com nada e me deixei levar pelo impulso e comecei um vai e vem na minha boca e na minha bunda e ela seguia com a língua e dedos na minha buceta, eu depois de um tempo já não sabia qual era qual mas não me importava porque naqueles momentos era a mulher mais feliz do mundo até que desmaiei de prazer e cansaço, só me lembro que estava escuro e não via muito, depois acordei e estávamos numa margem e eles se divertindo com a Clau que gozava que nem louca já que era penetrada pelos dois ao mesmo tempo e a excitação dela a levava a gritar coisas muito loucas e excitantes, ficaram um tempo assim mudando de pose e de brincadeiras, tudo isso se via bem fraco pela luz da lua, depois ficaram deitados em umas mantas e eu adormeci no barco. Nos acordaram os primeiros raios de luz da manhã, era muito cedo, então nos arrumamos e voltamos. Para o clube, amarramos o lancha e cada um tomou um banho e fomos tomar café da manhã, enquanto toda vez que a gente se olhava, dava risada sozinho. Depois, fomos a um supermercado, compramos mantimentos e adivinha como a gente passou o domingo????? Um beijo e até logo, LUNA
4 comentários - Descontrol en la Lancha