Olá... aqui vai a segunda parte do conto e também a primeira parte... tô devendo as fotos desse segundo post... parte 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/2062677/mi-prima-y-yo_-parte-1_-la-seduccion_-relato-e-imagenes_.htmlParte 2. Passaram-se alguns dias, Maria e eu mal nos falávamos. Ela me evitava a todo momento e tentava fugir do assunto. Por mim, eu não queria que tudo ficasse só naquela tentativa, queria mais, queria ter poder total sobre o corpo dela, sobre a vontade dela, queria rasgar suas roupas; chupar sua buceta, enfiar minha rola dura na sua vagina e deixar os sucos genitais do prazer escorrerem... Uma vez, estávamos vendo TV na sala, meu tio estava lá, então minha prima se aproximou e sentou comigo no sofá. Era quase meia-noite, o filme não acabava, então meu tio venceu o sono e foi pra cama. Era minha chance de adoçar o ouvido dela, de envolvê-la, de enganá-la, enfim, de convencê-la... — Maria, preciso te perguntar uma coisa: o que aconteceu naquele dia? Por que você ficou tão arisca? Desde então, não fala comigo nem nada? — falei, fingindo um pouco de tristeza. — Olha, primo, não estou acostumada com esse tipo de coisa, nunca tinha passado por algo assim. Gostei do que aconteceu, mas não é certo, e me desculpa se te fiz sentir mal com minha indiferença, tenho vergonha de olhar na sua cara depois que você me viu, você sabe como. Não sou qualquer uma. — disse ela, respondendo minha pergunta. — Olha, isso é normal, não penso mal de você. Mesmo sendo primos, eu gosto de você e tô louco de paixão por ti. À noite, não faço outra coisa senão pensar em você... naquele dia... aquele dia só cedemos aos nossos impulsos, aquele beijo, aquelas carícias, nada disso foi forçado, tudo foi espontâneo e muito lindo... eu gostaria de fazer de novo... — Não sei, é que... Interrompi ela e falei — Só beijinhos, não me negue um beijo... isso é como negar um copo d'água a um viajante que vai pelo deserto... — Tá bom... mas só beijos... — Ok. Começamos a nos beijar, primeiro foram beijos muito ternos, como de crianças, depois esquentaram até que eu percebi que estava em cima dela, enfiando minha língua infame na sua boquinha molhada. Puxava seus lábios, chupava eles e, enquanto isso, minhas mãos percorriam seu rosto e seu pescoço... ela, por outro lado... parte já tinha começado a meter a língua na minha boca, eu chupava ela como se fosse um pau, era bem comprida, ela adorava isso e eu também… passo seguinte, comecei a beijar o pescoço dela, a maioria das mulheres fica louca com isso, eu, pessoalmente, acho foda, tipo agarrar sua presa desmaiada e não soltar. A Maria adorava, já tinha começado a dar uns uivinhos, uns gemidinhos de mulher no cio; gemidos que pra mim eram um aviso da avalanche de paixão que estava por vir… por isso comecei a trabalhar nisso… Sem parar de beijar o pescoço, boca e orelhas dela… deslizava minha mão pelas pernas dela, alternando carícias suaves com carícias fortes, cravando minhas unhas na pele dela… depois comecei a tocar a mão dela e a levar suavemente pelas minhas pernas até chegar na minha calça, ela apertou o volume que eu tinha e parou…. Já obcecada pela paixão, me perguntou por que meu pau estava duro. – porque você me excita e como me beija, porque fico excitado com o quão gostosa você é. Respondi. – quero ver, nunca vi um, quando beijei outros caras sinto como o pipi deles fica duro… e me dá nojo… nem ouso olhar… mas agora quero, não sei o que tá rolando, meu coração tá batendo rápido e me sinto muito nervosa mas ao mesmo tempo não quero parar… – ok… Maria, por você faria qualquer coisa… te desejo…. Comecei a brincar… tava de jeans, um cinto bem pesado (daqueles de peão), o que fiz primeiro foi ficar brincalhão, não mostrei que era novato. Meu pau, que nessa altura já tava pulsando, duro e com a ponta melada… que claro queria sair voando e pousar naquele buraquinho lindo e inexplorado. Comecei então a desabotoar o cinto devagar, depois a calça, me tocava de forma insinuante, até que meu troço apareceu de repente… os olhos dela brilharam, ela mordeu o lábio e disse – que grande, já tinha visto o pipi do meu irmãozinho mas isso é diferente… eu me sentia chapado…. Ela inspecionava meu aparelho De perto, impressionada mas ao mesmo tempo com medo de tocar nele... não tirava os olhos do... comecei a me tocar como se estivesse me masturbando... e perguntei se ela queria tocar... ela aceitou, primeiro tocou como quem toca num bicho pela primeira vez, agora acho engraçado, depois eu ensinei como. - uau, é quase como se pulsasse, dá pra sentir quando mexe. Dizia enquanto puxava meu prepúcio pra cima e pra baixo... - hummm... é muito gostoso quando você faz assim... eu tava em êxtase, não acreditava que agora as mãos dela acariciavam meu pau, que nessa altura já tava roxo de tesão. A cabeça do meu pênis brilhava com a luz fraca dos abajures da sala, minhas bolas também estavam duras, e parecia que as veias e artérias do meu pau iam explodir... mas não podia me dar ao luxo de soltar meu leite, meu orgasmo, meu prazer assim tão fácil. Primeiro tinha que conquistar o céu. Veio outra rodada de beijos apaixonados, minha querida já tava só de calcinha no sofá. Eu lambia os peitos dela, o que a deixava louca, e ela não tirava as mãos do meu pau... não queria perder aquilo por nada, já era uma expert e eu tava me segurando pra não gozar. Devagar fui descendo a calcinha dela, até me livrar dela, mas não toquei na buceta dela, na parte interna das coxas, na bunda e nos arredores da rachinha... não queria me apressar. Minha prima já tava que tava montando, digo isso porque mexia os quadris procurando alívio pro sofrimento gostoso na minha linguinha... - chupa minha bucetinha como na outra noite, não aguento mais, quero sentir aquela coisa maravilhosa... que me dá medo... Obviamente não fiz questão, comecei a lamber de cima a baixo o clitóris dela ereto, chupava e pressionava minha língua nele... isso a deixava louca... ela soltava gemidinhos e mordia a língua, às vezes perdia o controle do corpo e dava uns tremeliques... - quero fazer algo que nunca fiz... mas quero tentar agora - disse Maria O que você vai... Ela chupou meu pau sem avisar aviso, queria dizer que foi prazeroso, mas pelo contrário, doeu com os dentes dela roçando a pele do meu pau… me segurei por um tempo… e propus ensinar ela. Falei: “Coloca na boca e chupa com o céu da boca e os lábios, sem os dentes, você pode me machucar. Brinca com a língua como se fosse um picolé.” Ela não disse nada e continuou com o boquete, não igual à linda lovelance (deep throat), mas pelo menos não doeu, até cheguei a aproveitar. XD Do mesmo jeito, queria dizer que naquela noite gozei na cara dela, desvirginei minha prima e fiz ela sentir o primeiro orgasmo de verdade, mas não foi assim… alguém levantou… e ouvindo os barulhos, a gente se escondeu. Era meu tio, tinha levantado pra pegar um copo d’água… o medo de ser descoberto não apagou, a gente se beijou e foi dormir. Nos dias seguintes, os beijos e as carícias incestuosas rolavam de vez em quando… toda vez que ficávamos sozinhos… uma vez ao meio-dia, minha avó, que andava com um andador, foi dormir no quarto dela. Minha prima e eu ficamos vendo TV, dessa vez no quarto dela, até que tocou uma música na TV e ela começou a dançar de um jeito sugestivo, meu pau começou a endurecer, dava pra ver, porque eu tava de bermuda. Minha prima começou a tirar a pouca roupa que tinha até ficar só de calcinha fio-dental transparente que mostrava tudo (às vezes ver pela metade o que dá pra ver por inteiro é imensamente excitante). Ela mexia a bunda exuberante dela de um jeito muito sensual… era impressionante a habilidade que ela tinha de fazer movimentos tão sexys, era igual a uma puta dançarina de cabaré… eu já tinha começado a me masturbar, quando de repente, vi a calcinha dela molhada numa posição de quatro, a bunda toda mostrava o cuzinho cor de chocolate dela engolindo o fio da calcinha; tudo isso me pareceu tão erótico que não tive outra opção a não ser me esvaziar, levantei rápido da cama, apontei meu pau durão na direção dela, que agora tava de quatro, e disparei meu precioso fluido na bunda dela… Saiu muito e com muita força, ele estava superexcitado, meu esperma escorria pelo seu pequeno cuzinho, parte das suas nádegas e costas. Ela, que estava desprevenida, se assustou com a grossura, o toque morno e o cheiro… sentiu uma agonia, talvez nojo, e foi se lavar. Era a primeira vez que tinha contato com sêmen, então achou perturbador, embora pela reação não tenha desgostado totalmente… Depois que expliquei e esclareci outros detalhes, ela me pediu para chupar sua pequena bucetinha. O que eu estava disposto a fazer, foi como das outras vezes, só que dessa vez eu queria ir além… comecei a beijar tudinho, quando minha prima ficou bem excitada, me aventurei a colocar um dedinho na sua ppk, entrou bem e ela adorou tudo, tanto que quando tirei, ela pegou minha mão, meu dedo e enfiou na sua buceta molhada… nesse ponto, ela estava de novo sob meu poder, tinha perdido o controle outra vez. Eu, que não era nenhum expert ainda, enfiei meu dedo na vagina dela e comecei a mexer pra todos os lados, isso a deixava louca… achei que era uma boa ideia colocar outro dedinho, então comecei. Já tinha o indicador enfiado, então comecei a colocar o dedo do meio (bom nome, por sinal). A vagina dela naquele momento me parecia larga e, por algum motivo, não parecia que ela fosse virgem, nem que estivesse sentindo dor, então continuei até que de repente senti algo rasgar. Ela não percebeu, mas já não era mais uma mocinha, tinha rompido o hímem, rasgado… e saiu um pouco de sangue, mas continuei até que ela teve seu primeiro orgasmo… A reação dela foi igual à de alguém tomando um choque elétrico, ficou dura e depois relaxou completamente… aí tirei meu dedo da sua ppk, encharcado de prazer e dor… quando viu meu dedo com um pouco de sangue, soube que não era mais virgem. Evitamos o assunto completamente… E então nos preparamos para transar, eu a penetrei com um pouco de rudeza, nessa altura já estava muito excitado e precisava descontar na buceta dela… meti com força. arremetidas que não sabia se gemia de dor ou de prazer; acho que dos dois. Trocamos de posição e a cada troca meu pau ficava mais e mais duro, até que chegou o momento do êxtase: tirei o pênis e gozei copiosamente em cima dela… em cima da reputação de mocinha dela. Foi algo animal, algo brutal, primitivo e, além disso, sem trégua — naquela altura, eu só queria aquilo, saciar meus instintos básicos que ela tinha despertado. Depois disso, nos vestimos. Na semana seguinte, a gente transou até cansar, tanto que não quis mais saber dela. Com o tempo, minha avó morreu e eu perdi contato com toda a minha família, inclusive minha prima. A última coisa que soube é que ela estava grávida…
6 comentários - mi prima y yo. parte 2. sexo.
no!!!!!