Hoje trago um conto que não é de minha autoria, mas gostei tanto que resolvi compartilhar com vocês. Espero que gostem. O conto é do www.relatoseroticos.es, embora não sei por que não deixa eu colocar na fonte, então vou postar aqui hehe. Ela veio morar na minha casa porque entrou na universidade da minha cidade, uma garota muito alegre, 19 anos, morena clara, cabelo preto e liso, olhos escuros e grandes, e com uns peitões bem bonitos, magra, com uma bunda gostosa e pernas bem torneadas. Ela tava num grupo de dança moderna e logo arrumou um grupo aqui na cidade, ficou popular na vizinhança e na escola com maior facilidade por causa de todas essas qualidades. Eu tinha 16 anos, gostava de ir pra academia três vezes por semana, então me mantinha em forma. A amizade com ela era boa, mas eu ficava com ciúmes toda vez... todo santo dia, quando os amigos dela chegavam e chamavam ela pra sair, pior ainda quando vi um deles comendo ela de beijos e apalpando ela na parte de trás do prédio onde a gente morava. Ela ria quando me via puto de ciúmes, na verdade era inveja de ver outros caras aproveitando os encantos dela enquanto eu tinha que me contentar só em olhar. Às vezes a gente brincava e eu abraçava ela, colado no corpo dela, tocando nos peitos, pernas ou bunda "sem querer". Um dia ela tava usando um short jeans e uma blusinha cropped de alcinha, sem sutiã, a gente começou a brincar e um peito dela escapou. Eu fiquei uns segundos paralisado com o espetáculo maravilhoso, ela levou na brincadeira e continuou brincando comigo. Eu direcionei a brincadeira pra tocar nos peitos dela e ela pra impedir, várias vezes consegui, até tirei eles da blusa dela, a gente ria a cada momento, até que numa dessas, um dos peitos dela ficou perto da minha boca e eu não perdi a chance de dar uma chupadinha. Ela ficou parada uns dois ou três segundos, mas me afastou com um tom de raiva que me assustou. — Ah, seu babaca, você passou dos limites! — Ela disse, arrumando a blusa — Se acalma, seu sem-vergonha! —Você passa dos limites! — acrescentou num tom irritado e sentou no sofá pra ver TV. Eu sentei noutra poltrona e fiquei sério, envergonhado, meu jogo tinha ido longe demais, foi o que pensei. Mas notei que ela pegava nos peitos, roçava os bicos, tava inquieta. De repente, levantou e foi ao banheiro, demorou mais que o normal pra sair. Quando saiu, só me deu boa noite e se trancou no quarto. No dia seguinte, cheguei da academia e tomei banho na hora. Saí do banho só de short e com o celular na mão. Nisso, ela chegou das aulas de dança, vestindo um legging de lycra e um top que deixava o corpinho gostoso à mostra. Me cumprimentou educadamente, entrou no quarto e, de costas pra porta, tirou o top pra vestir a mesma blusa do dia anterior. Foi pra cozinha preparar algo pra jantar, ficou falando do dia dela e de coisas sem importância. Foi pro quarto e sentou na cama. Eu entrei atrás dela, coloquei o celular numa mesinha e sentei numa cadeira, continuando a conversa. Quando o celular tocou, ela se jogou em cima pra ver quem tava me ligando. Tentei impedir, começamos a brigar de brincadeira. Abracei ela por trás, ela esticou os braços pra eu não alcançar o celular. Enfiei a mão por baixo da blusa dela, no meio dos peitos. Ela continuava rindo e se debatendo. Aí peguei um peito dela. — Se não me der o celular, vou te apalpar toda — falei pra ela me dar. — Não vou te dar! — ela ria, sem se importar que eu tava segurando um peito dela. Com a luta, ela esfregava a bunda na minha barriga, e com um dos peitos na minha mão, meu pau ficou bem duro. Como eu não tava de cueca, ela sentiu o volume. — Seu tarado! Já ficou duro! — disse rindo enquanto descia uma das mãos e pegava no meu pau. — Me dá meu celular! — falei rindo e continuando a brincadeira, levantei a blusa dela pra tirar. Ela mexeu os braços pra se livrar da blusa. — Não vou te dar! ¡hahaha! – rindo, ela se jogou na cama e eu caí por cima dela. Ela esticou os braços pra enfiar o celular entre a cama e a parede, eu tava com as duas mãos agarrando os peitos nus dela e meu pau encostado na bunda dela, instintivamente comecei a me mexer como se tivesse metendo, ela ficou parada, eu continuei me movendo, senti ela levantando a bundinha e segui com o movimento, era uma delícia sentir meu pau esfregando naquela bunda tão gostosa e minhas mãos apertando os peitos dela pressionados pela cama, comecei a beijar o pescoço e o ombro dela. – Aaah! – ela soltou um gemidinho. Meus movimentos eram sem vergonha, como se tivesse metendo, continuei beijando o pescoço, ombro e bochecha dela, e quando ia chegar na boca dela, gozei, relaxei o corpo em cima do dela, um instante depois rolei pra ficar do lado dela, ela se levantou e virou o corpo segurando a bunda. – Você molhou minha legging? – perguntou preocupada com a roupa. – Não! Tudo ficou no meu short. – respondi sem graça, não sabia como ela ia reagir depois daquilo. – Você já se satisfez, mas eu ainda não. Surpreso com o comentário dela, aproximei minha boca de um dos peitos dela e chupei, ela acariciou meu cabelo, enquanto pressionava suavemente minha cabeça contra o peito. – Aaah! – gemeu e suspirou no momento em que se afastou bruscamente e levantou da cama – Não! Ontem tive que ir no banheiro me masturbar depois do que você fez e fiquei a noite toda inquieta. Eu sentei na beira da cama, surpreso com o que tava ouvindo, não acreditava, ela na minha frente, nua da cintura pra cima, com uma legging que deixava pouco pra imaginação. – Hoje não vou deixar você se masturbar – abracei ela pela cintura, minha boca sugou um dos mamilos dela enquanto uma das minhas mãos acariciava o outro peito e a outra mão acariciava a bunda dela. Ela se deixou fazer por uns momentos, mas depois senti que tentava se afastar de mim, apertei ela com mais força, enquanto minha boca pulava de um peito pro outro, ela me empurrou. Com mais força, e eu tive que aceitar me afastar do corpo delicioso dela. Ela me olhou de um jeito que nunca tinha feito antes, as mãos dela pousaram na cintura e ela puxou a lycra, ficando só de tanga. — Tira teu short — ela falou, enquanto tirava a tanga e me deixava ver a buceta dela completamente depilada, com os cantos dos lábios ligeiramente mais escuros. Tirei o short na hora que ela se deitou na cama de barriga pra cima, nua, abrindo as pernas de leve. Eu me aproximei pra ver a buceta dela, e ela, com uma das mãos, separou os lábios, me deixando ver como tava rosada e molhada. Sem pensar, comecei a chupar aquela delícia. Ela gemia e se contorcia, me puxou pelos cabelos e me jogou pros peitos dela enquanto falava: — Mete logo! Tô muito tesuda, já quero sentir teu pau dentro de mim. Sem demora, posicionei meu pau na entrada da buceta dela e enfiei de uma vez. Entrou suave, ela gemeu na hora que me abraçou com as mãos e as pernas, e a boca dela grudou na minha, nossas línguas se enrolando entre gemidos e respiração ofegante. Mais algumas estocadas e ela me virou na cama, ficando por cima de mim, e começou a cavalgar. Os peitos dela balançavam no ritmo, e eu segurava e acariciava com tesão. Quando ela viu que eu tava quase gozando, se separou de mim, virou e ficou de quatro. — Mete na buceta! Quando me posicionei atrás dela, me preparando pra penetrar de novo, ela abaixou a cara, colando o rosto na cama e deixando a bunda bem pra cima. A vista era maravilhosa. Coloquei as mãos na cintura dela e empurrei até minha virilha bater na bunda dela, e comecei o vai e vem. Ela gemia e gemia, e senti meu pau molhando com um líquido quentinho saindo da buceta dela, enquanto ela apertava os punhos no lençol da cama. Continuei metendo até gozar dentro dela. Me joguei na cama, e ela se aninhou do meu lado. Depois de uns minutos, ela falou: — Vai pro teu quarto! deixa eu dormir, já estamos satisfeitos os dois. Foi fantástica aquela primeira noite de sexo com minha prima Glória, depois conto outras pra vocês.
1 comentários - Minha prima gostosa
salu2!!