Una loca fantasía.

Desta vez, meu relato é sobre uma louca fantasia de uma amiga gostosa. Pra você, que sabe quem é, escrevo o que você quer… Medax. Glenda é uma gordinha daquelas que te deixam de queixo caído quando você vê: um rosto lindo, uns olhos sedutores, uma boca que dá vontade de colocar mais que só os lábios nela, umas tetas deliciosas e um cuzão de infarto, tudo acompanhado de um belo par de pernões yummy e torneados. Some a isso a atitude dela de “sempre pronta”. Ela já teve várias experiências, porque se tudo der certo, ela aproveita a oportunidade que aparece. Esta semana, estão trocando o software do escritório dela, então dois técnicos jovens e gostosos passaram a manhã inteira no cubículo dela. Paqueradora como é, Glenda percebeu que os dois tentaram dar uma olhada nas pernas lindas dela, então não dificultou e ficou mostrando. — Moça… pode testar o sistema pra gente? — disse John, um jovem de uns 22 anos, pele branca, olhos castanhos e cabelo castanho, corpo fibroso e um sorriso que derrete qualquer uma. Glenda se acomodou na cadeira e fez os testes… — Sim… tá tudo em ordem… — disse ela, tentando garantir que o decote fosse bem visto. Daquela posição, John conseguia ver o lado interno da teta esquerda dela, e Peter, o outro cara, o lado interno da teta direita. Peter estava sentado no chão arrumando os cabos… — Beleza, só me fala se quiser que eu mexa alguma coisa aqui… — Glenda, vendo ele tão perto da buceta dela, pensou em pedir um boquete na buceta, mas riu por dentro… — Não, assim tá perfeito! — disse ela. — Moça… meu amigo e eu queríamos que você nos levasse pra tomar uns drinks. A gente paga tudo, não conhecemos seu país e queremos relaxar um pouco… — disse John pra Glenda quando ela ia pro estacionamento do escritório na hora da saída. Ela, que sempre tá disposta a “ajudar”. — Claro!!!... Vamos, meninos! — disse a gordinha gostosa com um olhar de satisfação. Os drinks foram o… O estímulo de uma conversa que ia esquentando, e as investidas das mãos de John e Peter, ficaram mais claras. -Psit… menino, o que você procura… disse Glenda a Peter, que roçava a coxa dela pra cima. O moreno claro tinha um corpo musculoso e um olhar amendoado que fazia você suspirar, a voz grave dele dava um charme interessante à sua figura muito bem torneada. -Bom… não sei o que ela esconde aí… disse o jovem sorridente, que devia ter uns 20 anos. -Hummm… algo muito meu… disse Glenda. Os drinques viraram cervejas e a conversa girou em torno do que Glenda escondia entre as pernas, tomando um rumo excitante, pois pareciam garotos fazendo perguntas muito quentes. -Vamos ver… o que você tem aí é peludo?... disse Peter. -Hahahaha… não é totalmente careca… disse Glenda. -Tá seco?... disse John. -De jeito nenhum, tá se afogando… disse Glenda. -O que você tem aí tá com fome?... disse blow job. -Hummm… sim, e muita… disse Glenda. -Não se fala mais, a gente cuida de alimentar o coitadinho… disse John. Ela levou os dois pro hotel dela e, no quarto, a boca dela alternava entre um e outro dos garotos. O hálito etílico dos dois a excitava ainda mais, as mãos deles iam dos peitos dela pro rabo e apalpavam todo o corpinho lindo e gordinho dela. As roupas dos três foram sumindo, o corpo branco e fibroso de John contrastava com o moreno e musculoso de Peter. Os peitos dela, com os bicos duros, eram lambidos, um por cada um deles, com tanta delicadeza que cada lambida mandava ondas de excitação por todo o ser dela. A pussy dela já escorria fluidos fora de si, até as gordurinhas dela eram presas daqueles lábios e línguas gostosos que não se cansavam de lamber e beijar. Chegou a hora, e quando as mãos dela agarraram as cocks dos caras, ela teve uma surpresa agradável: não eram descomunais, mas grandes o suficiente pra dar o que ela queria: uma fodida deliciosa. Sentada na cama, uma cock em cada mão, agora ela só virava a cabeça e se enchia. aquela boca linda de pau, a do John, branco, com a cabeça vermelhinha e dura, escorrendo saliva e líquido seminal, a do Peter um pouco mais grossa e morena, com a cabeça rosadinha, mas uma delícia. – Hummm… riiiico… dois pra mim… – gemia Glenda enquanto engolia seus docinhos favoritos. Depois de um tempo, Peter se ajoelhou entre as pernas torneadas dela e começou a dar uma comida na buceta que quase a deixou louca, sugando os sucos enquanto mordia com delicadeza os lábios vaginais grossos, depilados e escorrendo, enquanto John era engolido quase por completo por aqueles lábios voluptuosos, e as mãos dele acariciavam os peitos lindos dela. John pediu pra ela ficar de quatro, e Peter se deitou na frente dela. O cu da Glenda começou a se abrir com aquelas carícias que John dava, tentando abrir com a língua, foi dilatando aos poucos, enquanto ela se deliciava com a grossura do pau do Peter. Depois de dilatado, John sentou ela com cuidado no pau do Peter. – Hummm… cui…dado… com meu buraquinho… – gemia Glenda enquanto o pau grosso do Peter abria caminho no cu apertado dela. Depois de empalada pelo cu, John se inclinou e começou a chupar a buceta dela. Sentiu que não aguentava mais e gozou selvagemente, mas a excitação dela transbordou quando, da posição em que estava, viu com espanto que John chupava a buceta dela e de repente descia e chupava os ovos do Peter, enfiando um de cada vez. Isso a enlouqueceu, os ovos morenos nos lábios brancos dela. Ela se perdeu de tesão quando… CLOP!… o pau do Peter escapou do cu dilatado dela e, sem demora, John engoliu ele de uma vez. Ver aquele macho mamando o pau do amigo fez ela gozar só de olhar. Depois de bem molhadinha, ele colocou de novo dentro do cu aberto, pra depois voltar a chupar a buceta dela e os ovos do amigo. Ele se deitou sobre ela e deixou o pau duro ir na buceta já molhada e faminta dela. Eles comiam ela. Os dois ao mesmo tempo, Glenda sentia claramente as duas barras de carne maciça que lhe davam um prazer delicioso, uma coordenação incrivelmente excitante a fez ter um orgasmo fortíssimo. Depois, Peter saiu de debaixo de Glenda e, colocando-a de lado, John a pegou pelo seu cuzão dilatado e, nessa posição de "colherinha", Peter lambia a buceta e os ovos de John. — E você não vai mamar a pica dele? — disse Glenda, toda excitada. Sem responder, Peter tirou a pica de John do cu e a engoliu como um louco. Glenda explodiu em outro orgasmo. Depois, levaram outra dupla penetração, com Peter deitado e ela de frente para ele, enquanto ele chupava as tetas dela, John arrebentava o cu dela — outro orgasmo brutal quando aconteceu o que Glenda sempre fantasiou. Exausta como estava, ficou deitada na cama enquanto os caras faziam um lindo 69 ao lado dela: a pica morena de Peter se enfiava na boca branca de John, e a pica branca de John sumia na boca morena de Peter. Em seguida, John se levantou e Peter começou a chupar a buceta de Glenda enquanto John metia no cu dela. Os movimentos e gemidos dela a deixaram como uma puta no cio. Uns minutos depois, John derramava a porra grossa e abundante nas tetas de Glenda. Ele se inclinou para beijar a boca dela, e um gemido fez Glenda saber que agora Peter estava comendo ele. Os movimentos e os beijos ardentes confirmaram. Bastaram uns minutos, e agora Peter enchia as tetas dela com a porra grossa dele. Os dois homens, um de cada lado, beijavam ela e se beijavam. As três línguas se entrelaçavam num beijo longo enquanto as mãos dos dois espalhavam a porra pelas tetas e barriga dela. Essa é sua fantasia, obrigado por compartilhá-la comigo. Eu só contei do meu jeito, espero que você goste. A todos e todas que me leem, agradeço, e aos que me pedem para contar suas histórias do meu jeito, digo que é uma verdadeira honra que minha perversão seja parte da sua excitação... Medax Perversum.

2 comentários - Una loca fantasía.

uuuuuuuuuuuuuuuyyyyyyy que rico relato!!!! super caliente!! me encanto, de lo mejor que he leido, sos un divino! mi fantasia! espero hacerla realidad algun dia. me enamoro y me cachondeo toda leyendote, ya tengo la conchita ahogada, igual que la protagonista!! 😉 😉
estoy en otra compu asi que no tengo banner ni puedo twittear, pero dejo mis puntos, la reco y mil besos para vos!!!