Também encontrei esse relato, espero que vocês gostem. Vou dizer que meu nome é Maria, pra não ser só mais uma anônima. Sou professora e atriz de teatro, e há vários anos venho montando peças de autores diferentes. Mas, recentemente, há alguns meses, enquanto ensaiávamos uma peça em que faço o papel de prostituta, não estava satisfeita com minha própria atuação. Até porque o Sr. Diretor, com todas as suas frescuras, disse que minha caracterização de uma vadia de rua estava boa, mas que se eu colocasse um pouco mais de vida, ficaria melhor. Eu também não estava contente com a interpretação que tinha acabado de fazer.
No mesmo dia do aniversário da minha filha, com pressa, não troquei de roupa e saí exatamente como estava durante o ensaio geral. Logo antes de abrir a porta do meu carro, o motorista de outro veículo parou ao lado do meu e, sem nenhuma vergonha, me perguntou quanto eu cobrava para ir me deitar com ele. No começo, meio assustada, não entendi e até tentei tirá-lo do erro, já que ele me confundiu com uma garota de programa. Mas diante da insistência dele, disse um valor que, obviamente, pareceu extremamente caro pra ele. A última coisa que ele disse ao arrancar com o veículo foi: "Nem se tivesse uma buceta de ouro, gata".
Isso no início me irritou e indignou. Como era possível que aquele cara me confundisse, uma atriz renomada, com uma vadia de rua? Mas conforme ia dirigindo para casa, percebi que, sem querer, tinha convencido aquele cara de que eu era uma puta, o que me deixou orgulhosa. Mas logo entendi que era por causa da roupa que estava usando: uma minissaia bem curta, que praticamente deixava grande parte das minhas coxas e bunda à mostra, com meia preta de arrastão presa por uma liga chamativa da mesma cor, sapatos de salto bem alto e uma blusa apertada, semitransparente, que deixava grande parte dos meus seios de fora, sem contar a peruca vermelha tipo afro que eu usava. pronta. O que me deixou um tanto frustrada, já que o que eu queria era incorporar aquela personagem, não só pelas roupas que ela usava, mas pela maneira como devia se comportar, falar e se mover o tempo todo. Cheguei em casa e, diante do espanto do meu marido e de alguns convidados com minha roupa, e após uma breve explicação sobre o papel que eu faria na próxima peça, me desculpei e fui direto para o nosso quarto para trocar de roupa. Depois, cantei parabéns para nossa filha, cortei e distribui o bolo entre os convidados e, finalmente, os despachei.
Logo antes de irmos dormir, meu marido se aproximou de mim e, de um jeito bem manhoso, me pediu para vestir novamente a roupa que eu tinha usado no ensaio. Como nós dois somos pessoas de mente aberta, o pedido dele me causou um pouco de graça, e eu o atendi.
Assim que nos certificamos de que nossa filha estava dormindo profundamente, vesti toda a mesma roupa de novo, até mesmo a peruca vermelha chamativa. Depois disso, meu marido me pediu para sair na rua vestida assim e esperar que ele passasse me pegando de carro. Quando ele parou o carro ao meu lado na esquina, me perguntou quanto eu cobrava. Em vez de dizer o mesmo valor que eu tinha falado para aquele cara na rua, pedi uma quantia bem mais modesta, e ele imediatamente me convidou para entrar no carro.
Demos uma volta no quarteirão e paramos em frente à nossa casa. Como se fosse um motel, depois de supostamente fazermos o check-in, fomos direto para o nosso quarto. Eu achava que a brincadeira tinha acabado, mas meu marido insistiu que eu agisse como uma verdadeira puta, e como se ele fosse meu cliente. Então, ele logo tirou a quantia que havíamos combinado e, ao mesmo tempo que me entregava, se dirigiu a mim como se eu fosse realmente uma puta a quem ele estava pagando pelos serviços. Ele disse que, antes de irmos para a cama, queria que eu chupasse o pau dele. A verdade é que eu nem sabia o que dizer, então recorri aos diálogos que tenho na peça de teatro. Mesmo me sentindo completamente fora de lugar, meu marido insistiu que eu fosse tirando toda a roupa enquanto chupava o pau dele. Coisa que eu realmente não gostava de fazer, mas diante da insistência dele, fiz só pensando no papel que precisava interpretar. Então, depois de puxar um pouco minha minissaia para cima, me agachei na frente do meu marido, que tinha sentado na nossa cama com o membro já para fora da calça, me dizendo: "Bom, minha amiga, como já falei, quero que me dê um bom boquete enquanto vai tirando a roupa". Peguei o pau dele entre meus dedos, com algum cuidado, mas na hora meu marido falou: "Parece uma puta novata. As profissionais de verdade, antes de fazer qualquer coisa, seguram o pau do cliente com muito mais confiança do que você está mostrando agora, lavam e observam para garantir que o cliente não tem nenhuma ferida ou algo saindo". Logo em seguida continuou: "Mas no meu caso, pode continuar fazendo o que ia fazer". Eu agarrei o pau dele com muito mais confiança e, sem hesitar, comecei a lamber a cabecinha vermelha como se fosse meu sorvete favorito. O pau do meu marido em questão de segundos já estava bem duro e ereto, então continuei enfiando ele completamente na minha boca. E conforme eu começava a chupar lentamente, ele colocou as mãos na minha cabeça, enquanto eu, como dava, fui tirando a pouca roupa que tinha até ficar completamente nua e ajoelhada no chão, chupando o pau dele, até que Raúl, meu marido, me ordenou que parasse. Finalmente nos deitamos na cama e eu abri as pernas. Meu marido fez eu perceber que eu estava muito quieta, que a maioria das putas, para fazer o cliente se sentir melhor, dizem que o pau dele é extraordinário ou bem grande, e pedem para não machucar, já depois na cama... Ainda nem terminaram de meter, e elas já estão gemendo de suposto prazer. Eu comecei a exagerar um pouco, e depois de um bom tempo, com meu marido metendo como um verdadeiro selvagem, enfiando sua rola completamente dentro da minha buceta depilada, enquanto eu continuava exagerando tudo, finalmente desfrutei de um orgasmo super exagerado. Depois disso, ficamos na cama por um bom tempo conversando, até que me levantei e fui tomar um bom banho. Ao voltar, meu marido brincou: "A verdade é que, como puta, você tem um bom futuro. Só falta experiência. Além disso, as putas mal terminam, já se levantam e vão lavar a buceta. Rara é a que toma banho como você acabou de fazer".
Eu levei as palavras do meu marido como um elogio e, depois de um beijo, ele se preparou para dormir, enquanto eu fiquei pensando em como adquirir essa experiência. No ensaio seguinte, imprimi um pouco do que havia aprendido na minha personagem, e o diretor, louco de emoção, não parava de elogiar o quanto minha atuação havia melhorado.
Depois disso, de maneira bem discreta, me dediquei a buscar mais informações sobre a vida das putas, e até cheguei a visitar uma na casa dela, graças a um dos meus colegas do teatro. A mina me ajudou bastante, dando uma infinidade de recomendações, conselhos e até contando experiências pelas quais ela havia passado.
No teatro, fizemos mais um ensaio geral e, ao terminar, em vez de trocar de roupa, com a desculpa de que estava com pressa, saí vestida daquele jeito mesmo. Entrei no meu carro e fui para um dos lugares onde as putas costumam ficar esperando os clientes. Aproveitei que meu marido estava fora da cidade e que minha mãe estava cuidando da minha filha. Minha intenção era apenas caminhar e pedir uma quantia alta para quem se aproximasse. Claro que várias vezes me responderam: "Nem que sua buceta fosse de ouro para cobrar tão caro". Caro. Mas depois que recusei várias propostas, fiquei curiosa pra saber como seria me deitar com um homem que não conheço, só pelo dinheiro que ele pudesse me dar. Mas naquele momento, no meio da rua naquela hora avançada da noite, vestida como uma puta barata e toda maquiada, quando o próximo carro se aproximou e ele me perguntou quanto eu cobrava, enquanto eu levantava um pouco a minissaia e mostrava grande parte da minha bunda e da minha buceta quase descoberta por um fio dental, me veio à cabeça dizer um preço adequado. E quando ele perguntou o que eu fazia por aquela quantia, a única coisa que pensei em dizer foi: "Te chupo o pau, te dou a buceta, e se quiser me comer no cu, cobro um extra." Eu mesma fiquei surpresa com minhas palavras e com a naturalidade com que falei, mas fiquei ainda mais surpresa quando o cara me disse pra entrar no carro dele. Apesar de ter hesitado um instante, acabei entrando, enquanto me perguntava até onde estava disposta a ir. O cara não era nada demais, um pouco mais alto que eu, meio careca, magro, uns quarenta e poucos anos, mas assim que decidi entrar no carro, comecei a dizer que pelo jeito dele dava pra ver que ele tinha um pau bom, e isso pareceu agradá-lo. Imediatamente, enquanto ele dirigia, eu timidamente coloquei minha mão no pau dele e conseguia senti-lo pulsando através da calça. Naqueles momentos, me senti uma verdadeira puta, tentando agradar meu cliente. Assim que chegamos ao motel e ele pagou a suíte, ao entrar, depois que ele me adiantou o dinheiro que eu tinha pedido, percebi que não tinha mais volta. Enquanto tirava parte da minha roupa, ficando só com a cinta-liga e as meias, mostrando totalmente minha buceta depilada, seguindo uma das recomendações que a puta a... que fui visitar a casa dele, comecei a pensar no que meu marido diria se me visse daquele jeito. Enquanto aquele cara não parava de me observar, com os olhos esbugalhados, eu continuava dizendo a mim mesma que o que ia fazer era só para melhorar minha atuação, e procurei não pensar mais no meu esposo, nem no que ele diria. Me aproximei do meu cliente, e depois de ajudá-lo a tirar a calça, bem confiante peguei no pau dele e o levei até a pia, onde enquanto lavava seu membro me certifiquei que não tinha feridas, nem que estivesse soltando pus. Imediatamente, sem parar de dizer que ele tinha um pauzão, o levei até a cama, e depois de sentá-lo na cama, me agachei na frente dele, me dediquei a chupar seu pau por um tempinho, em questão de segundos já estava mais que ereto, com certeza se eu tivesse continuado a chupar ele teria gozado na minha boca. Mas como a intenção dele era me comer, me deitei com as pernas bem abertas, e o tempo todo dizendo que ele tinha um pauzão. Assim que ele começou a me penetrar, eu comecei a gemer exageradamente, e ele ficava mais excitado, e me penetrava mais forte uma vez atrás da outra, até que cheguei a um ponto em que meus gemidos deixaram de ser exagerados, e comecei a curtir divinamente tudo o que estávamos fazendo. Meu cliente metia e tirava seu pau completamente da minha buceta depilada, enquanto eu pedia para ele me dar mais forte e mais fundo, movendo meus quadris como uma louca, intensamente. Até que de repente ele me apertou com todas as forças contra seu corpo e parou. Senti o sêmen dele inundando minha buceta molhada, e até tive um orgasmo muito diferente dos que tenho com meu marido. Imediatamente, como minha nova amiga me recomendou tantas vezes, levantei da cama, lavei toda minha buceta no bidê, enquanto ele se vestia apressadamente. De volta no carro dele, antes de me deixar no mesmo lugar onde me pegou, ele disse: "Da próxima vez, você vai me dar o cu." E depois que desci do carro dele, tremendamente satisfeita, ele arrancou. não conseguia acreditar no que tinha acabado de fazer, me tornei uma verdadeira puta, ou pelo menos era o que eu pensava naquele momento, até que outro carro parou ao meu lado e me perguntou quanto eu cobrava para dar o cu. Por um instante pensei em dizer que já ia dormir, mas imediatamente comecei a pensar: o que uma verdadeira puta faria? E minha resposta imediata foi aceitar, dizendo meu preço enquanto mostrava minha bunda.
Aquele outro cliente era um cara moreno, gordo, muito peludo e baixinho. Quando eu disse que ele devia ter uma boa pica, ele sorriu e falou: "Você fala e não sabe…" A resposta dele me deixou meio confusa, mas mesmo assim coloquei minha mão onde deveria estar o pau dele, e só pelo toque percebi que ou estava pegando a coxa da perna dele ou a pica devia ser descomunal.
Mal chegamos ao mesmo motel, o atendente cumprimentou ele com muita intimidade. Ao entrar no quarto, o gordo tirou um maço de notas e, me dando a quantia que eu tinha pedido, disse: "Só quero que me dê o cu, nada de chupar nem me dar a buceta. Eu só quero que me dê o cu."
Eu, meio assustada, mas sem demonstrar, depois de pegar o dinheiro e contar, tirei a roupa, mas fiquei só com as meias e a liga. Depois disso, pedi que ele tirasse a calça, e foi quando vi ao vivo e a cores o tremendo pau que pendia entre as pernas dele. Quase disse que não, mas quando vi o rosto dele, fiquei com pena — aparentemente, nenhuma das putas da região queria atendê-lo por causa do tamanho da pica.
Agarrei ela, levei ele até a pia e, enquanto lavava bem com água e sabão, o pau dele foi ficando bem duro entre meus dedos, e o tamanho aumentou ainda mais. Não era um fenômeno de circo, mas o cara tinha uma pica realmente grande e grossa. Depois de me certificar de que não tinha chato nem nada de errado, fomos... para a cama, onde me deitei de bruços, deixando minha bunda aberta e exposta. Foi quando, antes de começar a me penetrar, ele pegou um tubinho de algo que parecia remédio e começou a passar os dedos no meu ânus, deixando-o completamente besuntado com algo parecido com vaselina. Antes que eu pudesse perguntar o que estava fazendo, ele disse: "É um creminho chamado Analeasy, pra não doer quando eu enfiar". Quase saí correndo ao ouvir isso. Mas já era tarde, e quase imediatamente senti uma das mãos dele no meu quadril e a ponta do pau dele no meio da minha bunda. De repente, comecei a sentir aquele pauzão abrindo caminho dentro de mim, e com as mãos ele me segurava firme pelos quadris. Tudo que pude fazer foi tentar relaxar enquanto sentia aquela monstruosidade me penetrando. Até algumas lágrimas escaparam enquanto ele continuava pressionando seu pau imenso dentro de mim.
Conhecem a história da puta velha que pede a um cliente com um pau enorme para enfiar as bolinhas, e o cara, pensando que são as bolas dele, diz que não pode? Aí a velha fala: "Não, essas bolas não, as dos meus olhos, que você arrancou pra fora!" Pois é, me senti mais ou menos assim com aquele trambolho dentro de mim. Mas depois de um tempo, enquanto o gordo continuava metendo e tirando aquele mastodonte da minha bunda, fui me acostumando. Em pouco tempo, já estava rebolando com força contra a barriga do cliente e dizendo o quanto aquela rola enorme estava gostosa dentro de mim.
Enquanto ele continuava enfiando com gosto seu instrumento colossal, eu gemía de prazer dolorido cada vez que ele metia e tirava aquela coisa do meu cu aberto. Até que finalmente ele gozou todo dentro de mim. Quando tirou o pau, fez um barulho como se estivesse abrindo uma garrafa de champanhe. Por um instante, eu... fiquei assim mesmo, com a bunda pro alto, meio dolorida, mas lá no fundo muito satisfeita, pelo que tinha acabado de fazer. Quando finalmente consegui me levantar e ir até o banheiro com minhas pernas bem abertas e minha bunda um pouco dolorida, continuei dizendo pra ele como a rola dele era gostosa, enquanto ele, todo orgulhoso, se aproximou. Depois que eu expulsei e limpei o que ele tinha deixado dentro das minhas nádegas, ele lavou a rola dele de novo com água e sabão. Já tinha lavado, e eu estava prestes a secar aquela rola enorme, quando, não sei por que, deu vontade de chupar ela de novo. Talvez porque pensei que isso é o que uma verdadeira puta deveria fazer pra um cliente daquele.
Embora ele tenha ficado surpreso quando peguei a rola dele e, depois de dar umas lambidas, enfiei na minha boca, enquanto eu continuava chupando com muita insistência, o gordinho foi ficando excitado e aquela rola enorme foi ficando dura de novo, a ponto de quase não caber na minha boca. Foi aí que, sem nem perguntar, tirei ela da boca e, segurando com as mãos, guiei direto pra minha buceta.
Isso definitivamente deixou meu cliente doido, e enquanto eu sentia todas as paredes da minha vagina se expandindo, comecei a cavalgar nele como se estivesse possuída por um espírito, dizendo o quanto eu adorava aquela rola enorme. Sei que ele gozou de novo, enquanto eu curtia um orgasmo selvagem, era como se tivesse feito com um animal, pelo tamanho e grossura do instrumento dele.
Depois, mal terminamos, ainda andando mais aberta que nunca, mas tremendamente satisfeita, lavei minha buceta e minha boca. Mal consegui colocar a minissaia e a blusa, ficando sem calcinha e sem sutiã. Meu cliente estava super feliz com tudo que eu tinha feito, e mesmo que eu tenha feito pra me dar o prazer de sentir aquela rola enorme dentro da minha buceta. Quando desci do carro dele, ele me deu um dinheiro extra, de tão satisfeito que estava comigo. Naquela noite voltei pra casa com minha bunda e até minha buceta meio doloridas, mas tremendamente satisfeita comigo mesma. A experiência que acumulei foi inestimável pra mim, e quando finalmente montamos a peça, os críticos elogiaram minha atuação no palco, dizendo que eu tinha me entregado completamente à pele da personagem, que executei de maneira tão excelente. O lógico seria que eu parasse de atuar como uma puta na rua sempre que surgisse uma oportunidade, mas a verdade é que gosto tanto do que faço que, ocasionalmente, quando meu marido viaja, eu me dedico a fazer programa. E embora numa ocasião já estivesse quase indo pra casa cansada de ter transado com uns quatro clientes, fui parada por uma viatura da polícia. Eu já tinha pensado no que diria ao promotor quando me levassem presa: que estava fazendo um estudo pra um papel de prostituta. Mas mal entrei na viatura, um dos dois policiais que me prenderam disse: "Bom, minha amiga, você tem duas opções: ou transa com nós dois, ou a gente te leva detida pra delegacia. Você decide". Bom, como isso também faz parte da vida das putas, simplesmente disse que escolhia a primeira opção. Então, naquela noite, eles me levaram pra um beco escuro na zona industrial e, depois de estacionar a viatura, me levaram pro fundo do beco, onde me mandaram tirar a roupa. No meio da madrugada, pra não perder tempo, os dois ao mesmo tempo primeiro me fizeram chupar seus paus fedidos e depois, enquanto um me comia pela buceta, o outro policial enfiou seu pau na minha bunda. A verdade é que me senti muito mal pelo que os dois me fizeram, já que praticamente me estupraram, mas por outro lado, mesmo não tanto quanto eu gostaria, também aproveitei em parte. Mas isso me levou a decidir deixar as ruas. Como as coisas estão tão difíceis e preciso de uma renda extra, agora faço programa junto com uma amiga, do apartamento dela, onde atendemos alguns clientes exclusivos, claro, sem meu marido ficar sabendo
No mesmo dia do aniversário da minha filha, com pressa, não troquei de roupa e saí exatamente como estava durante o ensaio geral. Logo antes de abrir a porta do meu carro, o motorista de outro veículo parou ao lado do meu e, sem nenhuma vergonha, me perguntou quanto eu cobrava para ir me deitar com ele. No começo, meio assustada, não entendi e até tentei tirá-lo do erro, já que ele me confundiu com uma garota de programa. Mas diante da insistência dele, disse um valor que, obviamente, pareceu extremamente caro pra ele. A última coisa que ele disse ao arrancar com o veículo foi: "Nem se tivesse uma buceta de ouro, gata".
Isso no início me irritou e indignou. Como era possível que aquele cara me confundisse, uma atriz renomada, com uma vadia de rua? Mas conforme ia dirigindo para casa, percebi que, sem querer, tinha convencido aquele cara de que eu era uma puta, o que me deixou orgulhosa. Mas logo entendi que era por causa da roupa que estava usando: uma minissaia bem curta, que praticamente deixava grande parte das minhas coxas e bunda à mostra, com meia preta de arrastão presa por uma liga chamativa da mesma cor, sapatos de salto bem alto e uma blusa apertada, semitransparente, que deixava grande parte dos meus seios de fora, sem contar a peruca vermelha tipo afro que eu usava. pronta. O que me deixou um tanto frustrada, já que o que eu queria era incorporar aquela personagem, não só pelas roupas que ela usava, mas pela maneira como devia se comportar, falar e se mover o tempo todo. Cheguei em casa e, diante do espanto do meu marido e de alguns convidados com minha roupa, e após uma breve explicação sobre o papel que eu faria na próxima peça, me desculpei e fui direto para o nosso quarto para trocar de roupa. Depois, cantei parabéns para nossa filha, cortei e distribui o bolo entre os convidados e, finalmente, os despachei.
Logo antes de irmos dormir, meu marido se aproximou de mim e, de um jeito bem manhoso, me pediu para vestir novamente a roupa que eu tinha usado no ensaio. Como nós dois somos pessoas de mente aberta, o pedido dele me causou um pouco de graça, e eu o atendi.
Assim que nos certificamos de que nossa filha estava dormindo profundamente, vesti toda a mesma roupa de novo, até mesmo a peruca vermelha chamativa. Depois disso, meu marido me pediu para sair na rua vestida assim e esperar que ele passasse me pegando de carro. Quando ele parou o carro ao meu lado na esquina, me perguntou quanto eu cobrava. Em vez de dizer o mesmo valor que eu tinha falado para aquele cara na rua, pedi uma quantia bem mais modesta, e ele imediatamente me convidou para entrar no carro.
Demos uma volta no quarteirão e paramos em frente à nossa casa. Como se fosse um motel, depois de supostamente fazermos o check-in, fomos direto para o nosso quarto. Eu achava que a brincadeira tinha acabado, mas meu marido insistiu que eu agisse como uma verdadeira puta, e como se ele fosse meu cliente. Então, ele logo tirou a quantia que havíamos combinado e, ao mesmo tempo que me entregava, se dirigiu a mim como se eu fosse realmente uma puta a quem ele estava pagando pelos serviços. Ele disse que, antes de irmos para a cama, queria que eu chupasse o pau dele. A verdade é que eu nem sabia o que dizer, então recorri aos diálogos que tenho na peça de teatro. Mesmo me sentindo completamente fora de lugar, meu marido insistiu que eu fosse tirando toda a roupa enquanto chupava o pau dele. Coisa que eu realmente não gostava de fazer, mas diante da insistência dele, fiz só pensando no papel que precisava interpretar. Então, depois de puxar um pouco minha minissaia para cima, me agachei na frente do meu marido, que tinha sentado na nossa cama com o membro já para fora da calça, me dizendo: "Bom, minha amiga, como já falei, quero que me dê um bom boquete enquanto vai tirando a roupa". Peguei o pau dele entre meus dedos, com algum cuidado, mas na hora meu marido falou: "Parece uma puta novata. As profissionais de verdade, antes de fazer qualquer coisa, seguram o pau do cliente com muito mais confiança do que você está mostrando agora, lavam e observam para garantir que o cliente não tem nenhuma ferida ou algo saindo". Logo em seguida continuou: "Mas no meu caso, pode continuar fazendo o que ia fazer". Eu agarrei o pau dele com muito mais confiança e, sem hesitar, comecei a lamber a cabecinha vermelha como se fosse meu sorvete favorito. O pau do meu marido em questão de segundos já estava bem duro e ereto, então continuei enfiando ele completamente na minha boca. E conforme eu começava a chupar lentamente, ele colocou as mãos na minha cabeça, enquanto eu, como dava, fui tirando a pouca roupa que tinha até ficar completamente nua e ajoelhada no chão, chupando o pau dele, até que Raúl, meu marido, me ordenou que parasse. Finalmente nos deitamos na cama e eu abri as pernas. Meu marido fez eu perceber que eu estava muito quieta, que a maioria das putas, para fazer o cliente se sentir melhor, dizem que o pau dele é extraordinário ou bem grande, e pedem para não machucar, já depois na cama... Ainda nem terminaram de meter, e elas já estão gemendo de suposto prazer. Eu comecei a exagerar um pouco, e depois de um bom tempo, com meu marido metendo como um verdadeiro selvagem, enfiando sua rola completamente dentro da minha buceta depilada, enquanto eu continuava exagerando tudo, finalmente desfrutei de um orgasmo super exagerado. Depois disso, ficamos na cama por um bom tempo conversando, até que me levantei e fui tomar um bom banho. Ao voltar, meu marido brincou: "A verdade é que, como puta, você tem um bom futuro. Só falta experiência. Além disso, as putas mal terminam, já se levantam e vão lavar a buceta. Rara é a que toma banho como você acabou de fazer".
Eu levei as palavras do meu marido como um elogio e, depois de um beijo, ele se preparou para dormir, enquanto eu fiquei pensando em como adquirir essa experiência. No ensaio seguinte, imprimi um pouco do que havia aprendido na minha personagem, e o diretor, louco de emoção, não parava de elogiar o quanto minha atuação havia melhorado.
Depois disso, de maneira bem discreta, me dediquei a buscar mais informações sobre a vida das putas, e até cheguei a visitar uma na casa dela, graças a um dos meus colegas do teatro. A mina me ajudou bastante, dando uma infinidade de recomendações, conselhos e até contando experiências pelas quais ela havia passado.
No teatro, fizemos mais um ensaio geral e, ao terminar, em vez de trocar de roupa, com a desculpa de que estava com pressa, saí vestida daquele jeito mesmo. Entrei no meu carro e fui para um dos lugares onde as putas costumam ficar esperando os clientes. Aproveitei que meu marido estava fora da cidade e que minha mãe estava cuidando da minha filha. Minha intenção era apenas caminhar e pedir uma quantia alta para quem se aproximasse. Claro que várias vezes me responderam: "Nem que sua buceta fosse de ouro para cobrar tão caro". Caro. Mas depois que recusei várias propostas, fiquei curiosa pra saber como seria me deitar com um homem que não conheço, só pelo dinheiro que ele pudesse me dar. Mas naquele momento, no meio da rua naquela hora avançada da noite, vestida como uma puta barata e toda maquiada, quando o próximo carro se aproximou e ele me perguntou quanto eu cobrava, enquanto eu levantava um pouco a minissaia e mostrava grande parte da minha bunda e da minha buceta quase descoberta por um fio dental, me veio à cabeça dizer um preço adequado. E quando ele perguntou o que eu fazia por aquela quantia, a única coisa que pensei em dizer foi: "Te chupo o pau, te dou a buceta, e se quiser me comer no cu, cobro um extra." Eu mesma fiquei surpresa com minhas palavras e com a naturalidade com que falei, mas fiquei ainda mais surpresa quando o cara me disse pra entrar no carro dele. Apesar de ter hesitado um instante, acabei entrando, enquanto me perguntava até onde estava disposta a ir. O cara não era nada demais, um pouco mais alto que eu, meio careca, magro, uns quarenta e poucos anos, mas assim que decidi entrar no carro, comecei a dizer que pelo jeito dele dava pra ver que ele tinha um pau bom, e isso pareceu agradá-lo. Imediatamente, enquanto ele dirigia, eu timidamente coloquei minha mão no pau dele e conseguia senti-lo pulsando através da calça. Naqueles momentos, me senti uma verdadeira puta, tentando agradar meu cliente. Assim que chegamos ao motel e ele pagou a suíte, ao entrar, depois que ele me adiantou o dinheiro que eu tinha pedido, percebi que não tinha mais volta. Enquanto tirava parte da minha roupa, ficando só com a cinta-liga e as meias, mostrando totalmente minha buceta depilada, seguindo uma das recomendações que a puta a... que fui visitar a casa dele, comecei a pensar no que meu marido diria se me visse daquele jeito. Enquanto aquele cara não parava de me observar, com os olhos esbugalhados, eu continuava dizendo a mim mesma que o que ia fazer era só para melhorar minha atuação, e procurei não pensar mais no meu esposo, nem no que ele diria. Me aproximei do meu cliente, e depois de ajudá-lo a tirar a calça, bem confiante peguei no pau dele e o levei até a pia, onde enquanto lavava seu membro me certifiquei que não tinha feridas, nem que estivesse soltando pus. Imediatamente, sem parar de dizer que ele tinha um pauzão, o levei até a cama, e depois de sentá-lo na cama, me agachei na frente dele, me dediquei a chupar seu pau por um tempinho, em questão de segundos já estava mais que ereto, com certeza se eu tivesse continuado a chupar ele teria gozado na minha boca. Mas como a intenção dele era me comer, me deitei com as pernas bem abertas, e o tempo todo dizendo que ele tinha um pauzão. Assim que ele começou a me penetrar, eu comecei a gemer exageradamente, e ele ficava mais excitado, e me penetrava mais forte uma vez atrás da outra, até que cheguei a um ponto em que meus gemidos deixaram de ser exagerados, e comecei a curtir divinamente tudo o que estávamos fazendo. Meu cliente metia e tirava seu pau completamente da minha buceta depilada, enquanto eu pedia para ele me dar mais forte e mais fundo, movendo meus quadris como uma louca, intensamente. Até que de repente ele me apertou com todas as forças contra seu corpo e parou. Senti o sêmen dele inundando minha buceta molhada, e até tive um orgasmo muito diferente dos que tenho com meu marido. Imediatamente, como minha nova amiga me recomendou tantas vezes, levantei da cama, lavei toda minha buceta no bidê, enquanto ele se vestia apressadamente. De volta no carro dele, antes de me deixar no mesmo lugar onde me pegou, ele disse: "Da próxima vez, você vai me dar o cu." E depois que desci do carro dele, tremendamente satisfeita, ele arrancou. não conseguia acreditar no que tinha acabado de fazer, me tornei uma verdadeira puta, ou pelo menos era o que eu pensava naquele momento, até que outro carro parou ao meu lado e me perguntou quanto eu cobrava para dar o cu. Por um instante pensei em dizer que já ia dormir, mas imediatamente comecei a pensar: o que uma verdadeira puta faria? E minha resposta imediata foi aceitar, dizendo meu preço enquanto mostrava minha bunda.
Aquele outro cliente era um cara moreno, gordo, muito peludo e baixinho. Quando eu disse que ele devia ter uma boa pica, ele sorriu e falou: "Você fala e não sabe…" A resposta dele me deixou meio confusa, mas mesmo assim coloquei minha mão onde deveria estar o pau dele, e só pelo toque percebi que ou estava pegando a coxa da perna dele ou a pica devia ser descomunal.
Mal chegamos ao mesmo motel, o atendente cumprimentou ele com muita intimidade. Ao entrar no quarto, o gordo tirou um maço de notas e, me dando a quantia que eu tinha pedido, disse: "Só quero que me dê o cu, nada de chupar nem me dar a buceta. Eu só quero que me dê o cu."
Eu, meio assustada, mas sem demonstrar, depois de pegar o dinheiro e contar, tirei a roupa, mas fiquei só com as meias e a liga. Depois disso, pedi que ele tirasse a calça, e foi quando vi ao vivo e a cores o tremendo pau que pendia entre as pernas dele. Quase disse que não, mas quando vi o rosto dele, fiquei com pena — aparentemente, nenhuma das putas da região queria atendê-lo por causa do tamanho da pica.
Agarrei ela, levei ele até a pia e, enquanto lavava bem com água e sabão, o pau dele foi ficando bem duro entre meus dedos, e o tamanho aumentou ainda mais. Não era um fenômeno de circo, mas o cara tinha uma pica realmente grande e grossa. Depois de me certificar de que não tinha chato nem nada de errado, fomos... para a cama, onde me deitei de bruços, deixando minha bunda aberta e exposta. Foi quando, antes de começar a me penetrar, ele pegou um tubinho de algo que parecia remédio e começou a passar os dedos no meu ânus, deixando-o completamente besuntado com algo parecido com vaselina. Antes que eu pudesse perguntar o que estava fazendo, ele disse: "É um creminho chamado Analeasy, pra não doer quando eu enfiar". Quase saí correndo ao ouvir isso. Mas já era tarde, e quase imediatamente senti uma das mãos dele no meu quadril e a ponta do pau dele no meio da minha bunda. De repente, comecei a sentir aquele pauzão abrindo caminho dentro de mim, e com as mãos ele me segurava firme pelos quadris. Tudo que pude fazer foi tentar relaxar enquanto sentia aquela monstruosidade me penetrando. Até algumas lágrimas escaparam enquanto ele continuava pressionando seu pau imenso dentro de mim.
Conhecem a história da puta velha que pede a um cliente com um pau enorme para enfiar as bolinhas, e o cara, pensando que são as bolas dele, diz que não pode? Aí a velha fala: "Não, essas bolas não, as dos meus olhos, que você arrancou pra fora!" Pois é, me senti mais ou menos assim com aquele trambolho dentro de mim. Mas depois de um tempo, enquanto o gordo continuava metendo e tirando aquele mastodonte da minha bunda, fui me acostumando. Em pouco tempo, já estava rebolando com força contra a barriga do cliente e dizendo o quanto aquela rola enorme estava gostosa dentro de mim.
Enquanto ele continuava enfiando com gosto seu instrumento colossal, eu gemía de prazer dolorido cada vez que ele metia e tirava aquela coisa do meu cu aberto. Até que finalmente ele gozou todo dentro de mim. Quando tirou o pau, fez um barulho como se estivesse abrindo uma garrafa de champanhe. Por um instante, eu... fiquei assim mesmo, com a bunda pro alto, meio dolorida, mas lá no fundo muito satisfeita, pelo que tinha acabado de fazer. Quando finalmente consegui me levantar e ir até o banheiro com minhas pernas bem abertas e minha bunda um pouco dolorida, continuei dizendo pra ele como a rola dele era gostosa, enquanto ele, todo orgulhoso, se aproximou. Depois que eu expulsei e limpei o que ele tinha deixado dentro das minhas nádegas, ele lavou a rola dele de novo com água e sabão. Já tinha lavado, e eu estava prestes a secar aquela rola enorme, quando, não sei por que, deu vontade de chupar ela de novo. Talvez porque pensei que isso é o que uma verdadeira puta deveria fazer pra um cliente daquele.
Embora ele tenha ficado surpreso quando peguei a rola dele e, depois de dar umas lambidas, enfiei na minha boca, enquanto eu continuava chupando com muita insistência, o gordinho foi ficando excitado e aquela rola enorme foi ficando dura de novo, a ponto de quase não caber na minha boca. Foi aí que, sem nem perguntar, tirei ela da boca e, segurando com as mãos, guiei direto pra minha buceta.
Isso definitivamente deixou meu cliente doido, e enquanto eu sentia todas as paredes da minha vagina se expandindo, comecei a cavalgar nele como se estivesse possuída por um espírito, dizendo o quanto eu adorava aquela rola enorme. Sei que ele gozou de novo, enquanto eu curtia um orgasmo selvagem, era como se tivesse feito com um animal, pelo tamanho e grossura do instrumento dele.
Depois, mal terminamos, ainda andando mais aberta que nunca, mas tremendamente satisfeita, lavei minha buceta e minha boca. Mal consegui colocar a minissaia e a blusa, ficando sem calcinha e sem sutiã. Meu cliente estava super feliz com tudo que eu tinha feito, e mesmo que eu tenha feito pra me dar o prazer de sentir aquela rola enorme dentro da minha buceta. Quando desci do carro dele, ele me deu um dinheiro extra, de tão satisfeito que estava comigo. Naquela noite voltei pra casa com minha bunda e até minha buceta meio doloridas, mas tremendamente satisfeita comigo mesma. A experiência que acumulei foi inestimável pra mim, e quando finalmente montamos a peça, os críticos elogiaram minha atuação no palco, dizendo que eu tinha me entregado completamente à pele da personagem, que executei de maneira tão excelente. O lógico seria que eu parasse de atuar como uma puta na rua sempre que surgisse uma oportunidade, mas a verdade é que gosto tanto do que faço que, ocasionalmente, quando meu marido viaja, eu me dedico a fazer programa. E embora numa ocasião já estivesse quase indo pra casa cansada de ter transado com uns quatro clientes, fui parada por uma viatura da polícia. Eu já tinha pensado no que diria ao promotor quando me levassem presa: que estava fazendo um estudo pra um papel de prostituta. Mas mal entrei na viatura, um dos dois policiais que me prenderam disse: "Bom, minha amiga, você tem duas opções: ou transa com nós dois, ou a gente te leva detida pra delegacia. Você decide". Bom, como isso também faz parte da vida das putas, simplesmente disse que escolhia a primeira opção. Então, naquela noite, eles me levaram pra um beco escuro na zona industrial e, depois de estacionar a viatura, me levaram pro fundo do beco, onde me mandaram tirar a roupa. No meio da madrugada, pra não perder tempo, os dois ao mesmo tempo primeiro me fizeram chupar seus paus fedidos e depois, enquanto um me comia pela buceta, o outro policial enfiou seu pau na minha bunda. A verdade é que me senti muito mal pelo que os dois me fizeram, já que praticamente me estupraram, mas por outro lado, mesmo não tanto quanto eu gostaria, também aproveitei em parte. Mas isso me levou a decidir deixar as ruas. Como as coisas estão tão difíceis e preciso de uma renda extra, agora faço programa junto com uma amiga, do apartamento dela, onde atendemos alguns clientes exclusivos, claro, sem meu marido ficar sabendo
1 comentários - De atriz viro uma puta safada...