Conto Erótico - Só Uma Noite

Boa noite, poringuer@s. Essa é minha primeira contribuição, sou novo na grande rede do t/aringa e quero dizer que sou escritor, então tô compartilhando meu primeiro conto erótico. Espero que curtam:

O relógio marcava 3 da manhã. Sem conseguir dormir. Mergulhado num desejo tão forte que seus olhos arregalavam pela necessidade de prazer. Enterrado em tudo que é considerado banal pela alma e vital pela carne. Ao longe, ele vê uma silhueta por debaixo da porta, que lentamente se abre. Com um leve rangido, a porta revela um ser envolto em escuridão, e ele observa a silhueta de uma musa gostosa entrando devagar e se aproximando sorrateiramente da cama dele. Com um peitão excepcional e uma raba em formato de pêssego — isso era perceptível mesmo ela estando imersa na noite. O rosto dela era a única coisa invisível.

Arrastando e puxando devagar os lençóis brancos dele, o homem percebeu que a musa não usava nada além daquela pele apertada de cor impossível de definir por causa das trevas que tomavam o quarto. Arrancando a roupa do homem de forma violenta, ele fica pasmo e não faz nenhum movimento pra impedir. A dama desliza a mão devagar pela virilha do homem, pegando no pau dele com cuidado e acariciando até o fundo da alma dele. Naquele instante, a temperatura do corpo do homem sobe pra caralho, excitado só pelo desejo e por não saber quem é a dama. O coração dele bate tão rápido e forte quanto os tambores que anunciam a fertilidade, prestes a explodir com os pensamentos sujos e obscenos na mente dele.

Rasgando o colchão com as unhas, ele ficou parado diante daquela situação, enquanto a silhueta aproximava os lábios do corpo dele. Ele começou a sentir o hálito daquela silhueta tão perto que a pele toda dele estava num puta prazer. A dama então começou a dar um beijo lascivo no pau daquele homem, rápido mas suave. O homem não entendia a quantidade de prazer que sentia em cada... átomo da carne dela, sabia que cada carícia daquela silhueta ficaria pra sempre marcada no ser dele. Com uma mão, a dama arranha o peito do homem, fazendo ele se contorcer de desejo. O homem, sem aguentar tanta luxúria, pega a dama nas mãos e a penetra de forma violenta, e continua o ato com repetições rápidas e fortes, enquanto a dama ri com prazer diante de tanta atitude animal — nada de sentimentos, só prazer carnal. O homem sabia exatamente que não esqueceria aquela noite, aquela noite de carne, aquela noite de prazer e luxúria sem controle, só guiada pela imaginação e purificada pela paixão. A mulher assume o domínio das repetições, batendo o corpo com tanta força que as carnes dos dois seres, que de longe parecem um só, explodem como uma tempestade. O homem não aguenta mais, sente que o fim tá chegando... e parece que a fécutie também sabe que esse ato de paixão vai acabar. Com um grito de prazer, a fécutie droga o homem com tanto êxtase que ele explode dentro dela. Naquele momento, o homem acorda na cama solitária, sem aquela dama do lado. A única coisa que vê são os lençóis molhados, e a única coisa que sente é um desejo sufocado, tão forte que não deixa ele querer continuar vivendo.

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