Noche prohibida

Ela se chama Teresa, tem 43 anos, divorciada há uns 3 anos, mãe de dois filhos, um de 18 e outro de 20. Teresa era advogada numa firma importante da minha cidade. Era uma mulher loira, olhos verdes, um corpo incrível porque malhava muito na academia. Daqueles corpos que, mesmo sendo uma mulher de tamanho médio, era magra, com umas pernas lindas, sem barriga nenhuma e se cuidava muito bem. Além disso, ia bem no trabalho, então vivia muito bem e podia se dar ao luxo de cuidar do corpo.

Eu, por outro lado, tenho 25 anos, sou um cara de corpo bom, nem muito alto nem baixo, altura média, pratico muito esporte e trabalho numa empresa que avalia projetos turísticos pra ver se são viáveis economicamente ou não. O caso é que a conheci um dia numa atividade de trabalho — ela representava umas pessoas que queriam fazer negócios com a minha empresa. Aí eu soube quem ela era, mas também não conversei muito com ela, porque meu chefe era quem tocava o caso, eu só ajudava basicamente.

Mesmo sem conhecê-la, eu já sabia quem ela era, porque é uma mulher famosa pelo seu jeito e dedicação ao trabalho, além de todo mundo ter muito respeito por ela pelo tipo de mulher que é. Um tempo depois, encontrei ela com umas amigas num restaurante bem badalado do meu país, daqueles que de noite todo mundo fica em pé e vira tipo um bar. Eu também tava lá, tomando uns drinks com uns amigos. Eu a cumprimentei, ela lembrou de mim, perguntou como é que tava tudo, mas mais por educação, porque tava com as amigas e devia me ver como um garoto muito novo, que não interessava nada pra ela.

Eu respondi que tava tudo bem, que tava ali com uns amigos tomando uns drinks, e ela disse: "Que bom, aproveita a noite." Ela tava muito gostosa, com um vestido preto quase até o joelho e uns saltos altos. As pernas dela eram lindas, a pele bronzeada com o cabelo loiro me matava, de verdade. Assim passou a noite, e já tinha mais gente. No local, já tinha muita gente de pé, outros sentados, e quando fui ao banheiro, encontrei com ela e perguntei como estava sendo a noite. Ela disse que estava bem, mas já meio alterada pelas bebidas e queria ir pra casa. Falei pra ela por que não ia, e ela respondeu que estava com as amigas e que naquele dia não tinha ido com o carro. Eu disse que se ela quisesse, eu já estava quase indo embora e podia levar ela até a casa dela. A verdade é que ela hesitou um pouco e disse que não, obrigada, mas insisti, falando que não tinha problema nenhum e que, além disso, ela estava meio bêbada e não era legal ver uma mulher como ela naquele estado naquele lugar. Ela perguntou: "É verdade mesmo?" Eu respondi que sim, e que se ela quisesse, eu já ia saindo e podia acompanhá-la. Foi assim que ela aceitou e disse que um amigo a levaria, e fomos para o carro. Já no carro, a gente conversou sobre coisas safadas, sobre o tempo que ela estava solteira, a idade dela que não aparentava, por que eu estava solteiro e essas coisas. Mas percebi que ela estava bem bêbada e falei que ela tinha sorte de estar com um cara jovem como eu, que além de ser bonito, sabe dar uns massagens boas. Ela sorriu e disse que não duvidava disso. Eu falei: "Olha só", e acariciei os ombros dela enquanto dirigia, depois passei a mão na nuca dela, e ela disse que estava bem gostoso. E assim foi o caminho até a casa dela. Eu disse que ela nem imaginava como eu dava meus melhores massagens, e ela, meio alterada, falou que não queria nem saber. Respondi que era melhor não saber mesmo, porque depois ela não me deixaria em paz, e ela riu. Já na casa dela, me ofereci para ajudá-la a entrar, e ela aceitou porque estava caindo de bêbada. Era tarde da noite e os filhos dela já deviam estar dormindo, embora eu sentisse vergonha e culpa, porque pelo que eu sabia, ela não era de beber muito e sempre se dava ao respeito na rua. Mas mesmo assim, ajudei ela, entramos na casa dela em silêncio, levei ela até o quarto para deitar, e lá perguntei como ela tinha sentido minhas massagens. Ela disse que foi muito gostoso, e eu respondi: Beleza, vou te dar mais um e vou embora, e ela aceitou. Já enquanto dava a massagem, falei que ela ia ter sorte de provar como eu sou bom nisso, e assim tirei o cabelo do pescoço dela e comecei a beijar a nuca, mordiscar de leve enquanto massageava os ombros. Continuei assim por um bom tempo até perceber que ela tava ficando excitada, e ela falou "já chega", e aí beijei o pescoço dela e, sem perceber, a gente já tava se beijando e eu acariciando o corpo dela na cama. Sentados na beirada da cama, a gente se beijou, acariciei o corpo dela, desci devagar até o peito e acariciei, puxei as alças do vestido pra fora para soltar os peitos gostosos dela, que percebi que eram bem bons, tamanho médio mas bem formados, e ela gemia dizendo que aquilo não era certo, e eu falei "vamos aproveitar a noite". Ela dizia "só mais não"… aí coloquei a mão dela no meu pau duro e quente por cima da calça, e ela não hesitou em acariciar. Depois de um tempo, eu não aguentava mais… abaixei o zíper da calça, puxei a calça pra baixo e tirei meu pau enorme e grosso, e ela olhou surpresa, dizendo que não acreditava que aquilo tava acontecendo com ela e o que ia fazer. Eu fiquei de pé na frente dela, bem perto do rosto dela, e ela pegou ele nas mãos e, sem perceber, já tava com meu pau grosso e babado na boca, chupando e saboreando com vontade, como só uma mulher assim saberia. Eu sou meio grande, adoro ver a cara das mulheres quando tentam comer ele, e aquilo me deixava a mil, ver aquela senhora assim sentada na cama dela. Enquanto ela continuava chupando com gosto, eu tinha esquecido de fechar a porta do quarto, e ali na porta a gente percebeu que o filho dela, de 18 anos, tava vendo a cena e, surpreso, falou "Mãe?"… aí ela tentou tirar meu pau da boca, mas eu tava tão excitado, e ainda mais por causa daquela situação, que segurei a cabeça dela com força, ali na frente do filho dela, e enfiei mais forte a pica na boca dela… ela tava sendo fodida de boca ali por mim, sem poder fazer nada. mesmo tentando separar as mãos da cabeça dela, não consegui, e depois de 5 segundos disso eu comecei a gozar tudo na boca dela e, pra piorar, ela começou a gozar e a ter espasmos ali sentada na cama dela com meu pau na boca dela enquanto o filho dela via a mãe levando cock na boca e como ela mesma teve um orgasmo sem conseguir evitar. Depois eu soltei ela e ela disse que eu era louco, pra eu vazar, e se sentiu muito mal. Eu não pude fazer nada, só sair da casa dela sem acreditar no que tinha acontecido. Minha pergunta é: o que será que aconteceu depois? Como uma mulher, mãe, nessa situação, com um pau enorme na boca, pega pelo filho, pode ter um orgasmo só por ser agarrada assim e levarem gozo na boca enquanto o filho vê? Por que depois que isso aconteceu ela me expulsou de casa, me xingou e falou todas aquelas coisas? Não sei? O que as minas pensam sobre isso? E sejam sinceras, tá?

1 comentários - Noche prohibida

swan28
Que rico relato.. Felicidades
Sigue así 🙂
Noche prohibida