Já fazia uns meses que eu tava saindo com a Brenda, uma das minhas primeiras namoradinhas.
A Brenda morava com a mãe dela, que era separada fazia uns dois anos, e o pai vivia no sul, tocando a vida dele e raramente falava com a ex-família.
Norma, esse era o nome da mãe da minha namorada, era uma mulher espetacular, na casa dos quarenta e poucos anos, que não tinham diminuído os encantos dela — pelo contrário, tinham dado a ela uma beleza e uma sensualidade que nenhuma garotinha, por mais gostosa que fosse, conseguiria imitar. Era algo etéreo, que se constrói com o tempo e que algumas mulheres sabem tirar da vida. E ela era a prova viva do que eu tô falando.
Muitas vezes a gente transava no quarto da Brenda enquanto a mãe tava no trabalho. Não consigo dizer o momento exato em que comecei a ficar fascinado pela mãe da Brenda, mas meus pensamentos deram asas às minhas fantasias. Sem deixar de lado meu papel de namorado, minha atenção foi se voltando pra Norma.
Uma das minhas primeiras experiências nessa área foi um detalhe que eu nunca tinha reparado antes. Ela sempre deixava as calcinhas no banheiro depois de tomar banho, quando voltava do trabalho. Minha namorada e eu sempre esperávamos ela com um mate e assistíamos TV na sala, comentando as coisas que tinham acontecido no dia. Quando ela sentava na sala, eu ia pro banheiro, enquanto a Brenda conversava com a mãe. Antes mesmo de entrar, eu já tava excitado, e depois, sentado no vaso, pegava a calcinha dela na mão, enrolava no meu pau e começava a bater uma lentamente, de olhos fechados, tentando fazer aqueles minutos durarem o máximo possível e serem os mais intensos. Eu pensava que aquele tecido, que tava ficando molhado com meus fluidos, tinha estado cobrindo a buceta dela, e, como já disse, achava que com os quarenta anos dela ela tava mais gostosa do que nunca e, por ser separada, com certeza era bem fogosa e cheia de vontade.
Já não me contentava mais só em bater uma com as calcinhas dela: eu seguia todos os movimentos dela, revistava as gavetas onde ela guardava a roupa íntima e, cheirando elas, me imaginava com ela. terminava gozando em cima das roupas dela. Cheguei a saber que cor de calcinha ela usava a qualquer hora do dia. Quando a gente jantava, se ela tava de saia curta, sempre caía alguma coisa debaixo da mesa, porque eu era fascinado pelas peças dela, mas mais ainda gostava de ver ela vestindo elas. Não perdia um minuto pra olhar as calcinhas dela, chegando a ver como cobriam a intimidade dela e aquele buraquinho que se formava entre os lábios da buceta dela, ou algum dos pelinhos pubianos.
Com o tempo, percebi que ela desconfiava do meu comportamento e descobri que tava longe de desagradar ela, pelo contrário, ela até me incentivava nesse jogo. Notei a mudança dela comigo porque ficou muito mais fácil achar as roupas íntimas dela, e confirmei no dia em que, ao sair do banheiro, a gente se cruzou na porta e ela disse:
— Parece que hoje a gente tá com pressa, hein, de entrar?
Com um sorriso provocante e cheio de malícia. Eu sorri, vermelho de vergonha.
— Entra, na sua idade eu também vivia apressada...
Quando entrei, ela tinha deixado a calcinha recém-usada. Levei ela até o nariz pra sentir o cheiro do fluxo da buceta dela, meio seco e meio úmido, enrolei meu pau nela e bati uma punheta sem me importar se ia ficar toda cheia de porra. Nessa hora, a Norma bateu na porta e eu me apressei pra abrir.
— Vim pegar minha calcinha. Não viu ela?
— Vi, mas acabou de cair no chão e tá molhada.
— Não tem problema, tenho que lavar mesmo.
E quando ela viu, percebeu que tava cheia de porra, aí completou me olhando. Gasty, eu não imaginava que...
— Mãe, já começou seu programa...
Por sorte, a Brenda interrompeu na hora, lá da sala.
— Já vou, meu amor. E segurando a peça, disse:
— Bom... disso a gente conversa outro dia, agora vamos pra sala.
Quando a série terminou, tudo ficou normal, minha namorada e eu continuamos conversando e minha sogra foi preparar o jantar. Uns quinze minutos depois, fui até a cozinha e perguntei se ela precisava de ajuda, mas o que eu O que eu realmente queria era saber como tinha ficado a situação e adivinhar qual ia ser o próximo passo dela.
— Posso ajudar?
— Não, o molho é fácil de fazer...
— Ou melhor, sim, cuida dele pra mim enquanto eu troco de roupa, mexe de vez em quando pra não grudar no fundo.
— Neném!! Ela chamou a atenção da filha, que estava no outro cômodo.
— Sim, mãe...!
— Por que você não vai comprar pão? Não faz essa cara, é aqui do lado.
— Tá bom, já volto.
Não tinham passado três minutos quando ela voltou do quarto. Quando a vi, tive que prender a respiração e tentar não parecer um idiota. A situação era normal, mas minha cabeça funcionava a mil.
Ela vestiu uma saia curta, não muito curta, mas com bastante movimento, que a deixava muito provocante. Quando acendeu o forno, com a contraluz que a lâmpada criou, pude seguir em detalhe as pernas dela e entrever a calcinha rosa de algodão. O jeito dela não mudou muito, só o suficiente pra eu perceber, o que me excitava ainda mais. Na mesa, a gente conversava e discutia alguma besteira ou outra, mas eu tava durasso, não sabia o que fazer e ao mesmo tempo tava ansioso com a situação.
— O que foi, amor?
— Nada, meu amor.
— Talvez você não goste da comida.
— Não, de jeito nenhum, pelo contrário, a senhora já sabe como eu gosto da sua comida. Acho que é só uma dor de cabeça passageira. Pelo menos é o que eu espero. — Naquele instante, eu derrubei uma faca, e não foi de propósito como outras vezes, foi por distração.
Fiquei imóvel, enquanto elas continuavam conversando. — Se for passageiro, uma aspirina resolve. Se não for, é mal de amor.
— Mãe, não fala isso!
Abaixado debaixo da mesa, não consegui evitar tentar olhar as pernas dela, e pra minha surpresa, ela as afastou um pouco enquanto continuava falando com a Brenda, deixando eu ver a calcinha dela e os pelinhos do púbis que faziam um volume ali. E naquele instante, que pra mim durou uma eternidade, ela cruzou as pernas, mas não sem antes abri-las muito mais, deixando eu ver que no meio da buceta dela... lábios estava molhada pelos seus fluidos, dando assim fim à sua função.
Poucos minutos depois pedi desculpas e fui ao banheiro, e lá, pardo, tirei ela pra fora e comecei a bater uma, ainda não tinha terminado, quando ouvi baterem na porta.
— Sou eu, Gasty. Você tá se sentindo muito melhor agora?
Esse "agora" me pareceu com um duplo sentido, então respondi com a voz levemente alterada, pra que ela realmente pensasse no que eu estava fazendo, porque em nenhum momento parei de bater uma.
— Sim, Norma, agora me sinto muito melhor..
— Bárbaro! Viu que eu tinha razão. Quando você acabar... vem pra mesa. Eu vou pegar a sobremesa e uma aspirina, caso você ainda precise.
— Beleza, obrigado, já tô terminando.
O que era verdade e de que jeito: Um jorro branco nos azulejos!
Continua...
A Brenda morava com a mãe dela, que era separada fazia uns dois anos, e o pai vivia no sul, tocando a vida dele e raramente falava com a ex-família.
Norma, esse era o nome da mãe da minha namorada, era uma mulher espetacular, na casa dos quarenta e poucos anos, que não tinham diminuído os encantos dela — pelo contrário, tinham dado a ela uma beleza e uma sensualidade que nenhuma garotinha, por mais gostosa que fosse, conseguiria imitar. Era algo etéreo, que se constrói com o tempo e que algumas mulheres sabem tirar da vida. E ela era a prova viva do que eu tô falando.
Muitas vezes a gente transava no quarto da Brenda enquanto a mãe tava no trabalho. Não consigo dizer o momento exato em que comecei a ficar fascinado pela mãe da Brenda, mas meus pensamentos deram asas às minhas fantasias. Sem deixar de lado meu papel de namorado, minha atenção foi se voltando pra Norma.
Uma das minhas primeiras experiências nessa área foi um detalhe que eu nunca tinha reparado antes. Ela sempre deixava as calcinhas no banheiro depois de tomar banho, quando voltava do trabalho. Minha namorada e eu sempre esperávamos ela com um mate e assistíamos TV na sala, comentando as coisas que tinham acontecido no dia. Quando ela sentava na sala, eu ia pro banheiro, enquanto a Brenda conversava com a mãe. Antes mesmo de entrar, eu já tava excitado, e depois, sentado no vaso, pegava a calcinha dela na mão, enrolava no meu pau e começava a bater uma lentamente, de olhos fechados, tentando fazer aqueles minutos durarem o máximo possível e serem os mais intensos. Eu pensava que aquele tecido, que tava ficando molhado com meus fluidos, tinha estado cobrindo a buceta dela, e, como já disse, achava que com os quarenta anos dela ela tava mais gostosa do que nunca e, por ser separada, com certeza era bem fogosa e cheia de vontade.
Já não me contentava mais só em bater uma com as calcinhas dela: eu seguia todos os movimentos dela, revistava as gavetas onde ela guardava a roupa íntima e, cheirando elas, me imaginava com ela. terminava gozando em cima das roupas dela. Cheguei a saber que cor de calcinha ela usava a qualquer hora do dia. Quando a gente jantava, se ela tava de saia curta, sempre caía alguma coisa debaixo da mesa, porque eu era fascinado pelas peças dela, mas mais ainda gostava de ver ela vestindo elas. Não perdia um minuto pra olhar as calcinhas dela, chegando a ver como cobriam a intimidade dela e aquele buraquinho que se formava entre os lábios da buceta dela, ou algum dos pelinhos pubianos.
Com o tempo, percebi que ela desconfiava do meu comportamento e descobri que tava longe de desagradar ela, pelo contrário, ela até me incentivava nesse jogo. Notei a mudança dela comigo porque ficou muito mais fácil achar as roupas íntimas dela, e confirmei no dia em que, ao sair do banheiro, a gente se cruzou na porta e ela disse:
— Parece que hoje a gente tá com pressa, hein, de entrar?
Com um sorriso provocante e cheio de malícia. Eu sorri, vermelho de vergonha.
— Entra, na sua idade eu também vivia apressada...
Quando entrei, ela tinha deixado a calcinha recém-usada. Levei ela até o nariz pra sentir o cheiro do fluxo da buceta dela, meio seco e meio úmido, enrolei meu pau nela e bati uma punheta sem me importar se ia ficar toda cheia de porra. Nessa hora, a Norma bateu na porta e eu me apressei pra abrir.
— Vim pegar minha calcinha. Não viu ela?
— Vi, mas acabou de cair no chão e tá molhada.
— Não tem problema, tenho que lavar mesmo.
E quando ela viu, percebeu que tava cheia de porra, aí completou me olhando. Gasty, eu não imaginava que...
— Mãe, já começou seu programa...
Por sorte, a Brenda interrompeu na hora, lá da sala.
— Já vou, meu amor. E segurando a peça, disse:
— Bom... disso a gente conversa outro dia, agora vamos pra sala.
Quando a série terminou, tudo ficou normal, minha namorada e eu continuamos conversando e minha sogra foi preparar o jantar. Uns quinze minutos depois, fui até a cozinha e perguntei se ela precisava de ajuda, mas o que eu O que eu realmente queria era saber como tinha ficado a situação e adivinhar qual ia ser o próximo passo dela.
— Posso ajudar?
— Não, o molho é fácil de fazer...
— Ou melhor, sim, cuida dele pra mim enquanto eu troco de roupa, mexe de vez em quando pra não grudar no fundo.
— Neném!! Ela chamou a atenção da filha, que estava no outro cômodo.
— Sim, mãe...!
— Por que você não vai comprar pão? Não faz essa cara, é aqui do lado.
— Tá bom, já volto.
Não tinham passado três minutos quando ela voltou do quarto. Quando a vi, tive que prender a respiração e tentar não parecer um idiota. A situação era normal, mas minha cabeça funcionava a mil.
Ela vestiu uma saia curta, não muito curta, mas com bastante movimento, que a deixava muito provocante. Quando acendeu o forno, com a contraluz que a lâmpada criou, pude seguir em detalhe as pernas dela e entrever a calcinha rosa de algodão. O jeito dela não mudou muito, só o suficiente pra eu perceber, o que me excitava ainda mais. Na mesa, a gente conversava e discutia alguma besteira ou outra, mas eu tava durasso, não sabia o que fazer e ao mesmo tempo tava ansioso com a situação.
— O que foi, amor?
— Nada, meu amor.
— Talvez você não goste da comida.
— Não, de jeito nenhum, pelo contrário, a senhora já sabe como eu gosto da sua comida. Acho que é só uma dor de cabeça passageira. Pelo menos é o que eu espero. — Naquele instante, eu derrubei uma faca, e não foi de propósito como outras vezes, foi por distração.
Fiquei imóvel, enquanto elas continuavam conversando. — Se for passageiro, uma aspirina resolve. Se não for, é mal de amor.
— Mãe, não fala isso!
Abaixado debaixo da mesa, não consegui evitar tentar olhar as pernas dela, e pra minha surpresa, ela as afastou um pouco enquanto continuava falando com a Brenda, deixando eu ver a calcinha dela e os pelinhos do púbis que faziam um volume ali. E naquele instante, que pra mim durou uma eternidade, ela cruzou as pernas, mas não sem antes abri-las muito mais, deixando eu ver que no meio da buceta dela... lábios estava molhada pelos seus fluidos, dando assim fim à sua função.
Poucos minutos depois pedi desculpas e fui ao banheiro, e lá, pardo, tirei ela pra fora e comecei a bater uma, ainda não tinha terminado, quando ouvi baterem na porta.
— Sou eu, Gasty. Você tá se sentindo muito melhor agora?
Esse "agora" me pareceu com um duplo sentido, então respondi com a voz levemente alterada, pra que ela realmente pensasse no que eu estava fazendo, porque em nenhum momento parei de bater uma.
— Sim, Norma, agora me sinto muito melhor..
— Bárbaro! Viu que eu tinha razão. Quando você acabar... vem pra mesa. Eu vou pegar a sobremesa e uma aspirina, caso você ainda precise.
— Beleza, obrigado, já tô terminando.
O que era verdade e de que jeito: Um jorro branco nos azulejos!
Continua...
5 comentários - Norma, a mãe gostosa da Brenda
Repito, es de destacar lo bien escrito que está