foi minha primeira vez
Bom, o que vou contar aconteceu de verdade, foi minha primeira vez. Sou uma garota normal, comum, sempre me dei bem com os caras (na amizade, claro). Tinha vários amigos, na verdade a gente era um grupo. Olha! Eu NÃO era a puta da escola, sempre me fiz respeitar, e quando alguém queria passar dos limites comigo, meus amigos me defendiam.
Bom, o que vou contar aconteceu de verdade, foi minha primeira vez.
Sou uma garota normal, comum, sempre me dei bem com os caras (na amizade, claro). Tinha vários amigos, na verdade a gente era um grupo. Olha! Eu NÃO era a puta da escola, sempre me fiz respeitar, e quando alguém queria passar dos limites comigo, meus amigos me defendiam.
Vou direto ao ponto… Eu era uma garota alta (era a 3ª mais alta da minha sala), tinha olhos castanhos, magra, meus peitos já eram bem formados (e como eram), era muito amigável e sociável.
Eu estudava num colégio religioso, na verdade um dos mais prestigiados da região.
Ah! Esqueci de falar, meu nome é Andrea.
Toda essa história aconteceu comigo e meu amigo Rodrigo, um cara muito popular que também tava no meu grupo de amigos mais próximos. Ele tinha a minha idade, era alto, um pouco mais que eu, porque jogava basquete, cabelo castanho, olhos pretos, pele branca, e era muito simpático.
**************************
Tudo começou num dia normal de aula.
Rodrigo sentava do meu lado. Umas duas semanas antes, a gente tinha pego um trabalho de pesquisa pra Química, e tava tudo pronto pra apresentação do relatório, quando…:
— Alunos, a apresentação dos relatórios está suspensa, porque hoje vamos ter prova.
— Andrea
— O que foi?
— Preciso te falar uma coisa no recreio, é importante.
— Ah, OK.
Passaram umas duas horas de aula e tocou o sinal do recreio. Naquela época, eu tava começando a gostar do Rodrigo, mas sabia esconder muito bem o que sentia, porque se ele descobrisse, podia estragar nossa amizade.
— Andrea, preciso te falar uma coisa. — Mas você não fica brava?
Caramba, já tá me assustando, fala logo o que foi.
— É sobre o relatório…
— O quê? O que tem o relatório?
— Meu irmão jogou ele na piscina de casa e estragou tudo.
— E o que você acha que a gente vai apresentar amanhã, hein? Será que você não pensa? São duas semanas de trabalho, sabia… Não sei como você faz, mas amanhã você vai apresentar esse relatório.
Me levantei e fui andando muito irritada para a minha sala.
Quando senti alguém me segurar pelos braços e me disse:
— Mas, Andrea, você sabe que é impossível eu terminar o relatório sozinho até amanhã.
— Tá bom, vou te ajudar.
Ele me abraçou e sussurrou no meu ouvido: Por isso você é minha melhor amiga.
— Na saída, a gente fica na biblioteca pra terminar o trabalho.
— OK?
— OK.
Meu colégio tinha uma biblioteca grande, que lotava nos intervalos com os alunos que ficavam pra terminar a tarefa ou estudar pra alguma prova, mas à tarde ninguém ficava, só o bibliotecário, que tinha as chaves.
Tanto eu quanto Rodrigo ligamos pra casa pra avisar que íamos ficar fazendo o trabalho de Química. Minha mãe não queria me dar permissão, mas quando soube que o trabalho era com Rodrigo, deixou, porque nossas mães são muito amigas.
O sinal tocou anunciando que as aulas tinham acabado.
— Andrea, vamos pra biblioteca.
— Humm… já são umas 4, mas o Jaime (o bibliotecário) vai embora às 6 da tarde.
— Droga, e agora? Em duas horas a gente não vai terminar.
Fomos pra biblioteca, e Rodrigo falou com o Jaime:
— Jaime, eu e a Andrea vamos ficar pra fazer um trabalho de Química, mas…
— Mas é um trabalho muito grande e até as seis acho que não dá tempo, expliquei.
— Não se preocupem, jovens, vou deixar as chaves aqui. Quando terminarem, fecham a biblioteca, ele disse.
Jaime foi embora e deixou eu e Rodrigo sozinhos naquela biblioteca enorme, já que ela tinha… Ligamos os computadores e começamos a pesquisar de novo.
— Andrea, você lembra o site onde a gente achou a informação?
— Já esqueci... viu, tudo culpa sua, falei brincando.
Eu tava sentada na frente do computador e Rodrigo do meu lado.
— Andrea, tenho que confessar uma coisa.
— O quê?
— O relatório tá guardado na minha casa.
— Mas por que você disse que tinha...
Não me deixou terminar de falar quando senti ele me beijar, eu respondi... pra ser nosso primeiro beijo, foi muito intenso.
— Andrea, desde que te conheci me apaixonei por você, você é uma garota diferente das outras.
— Você também me atrai pra caralho.
A gente se beijou de novo quando de repente ouvimos um barulho vindo da enfermaria da escola, nos assustamos, pegamos as chaves e fomos ver o que tava rolando.
— Rodrigo, abre a porta rápido, falei.
— Mas não sei qual chave é.
Achamos a chave e abrimos, percebemos que não era nada, só que a janela tava aberta e ventava um pouco, o que derrubou um copo de vidro.
— Só isso, um copo de vidro? Um copo interrompeu nosso trabalho de química, falei sorrindo enquanto me sentava na "maca", na verdade não era uma maca, era grande demais pra ser, era tipo uma cama.
— Vou deitar um pouco, tô muito cansada e ainda tá frio, falei enquanto me cobria com um lençol.
Rodrigo sentou do meu lado e me beijou, já tava em cima de mim quando entre um beijo e outro começou a passar a mão nas minhas pernas, o que tava me excitando pra caralho e ele também, foi descendo devagar, começou a beijar meu pescoço.
Quando começou a desabotoar minha blusa, olhou nos meus olhos como quem pergunta "posso?", e eu confirmei com o olhar, ele tirou meu sutiã que não tinha alças, por isso eu ainda tava de blusa, quando começou a chupar meus peitos com delicadeza. Foi descendo, quando desabotoou minha saia e tirou minha calcinha, ele disse que gostou muito dela, lembro que era de cor azul celeste quando, ele começou a me chupar a buceta.
- Rodrigo... uhmmm... continua... continua...
- Umm... você gosta, né?
- Ahhhhh... adoro... uhmmm...
Ele começou a meter um dedo, eu tava explodindo de prazer, quando começou a meter dois.
- Au...!! Dói, mas pouco...
- Desculpa.
- Uhmmm, continua... Ahhh, acho que...
Naquele momento foi quando tive meu primeiro orgasmo, consegui ver a cara de excitação do Rodrigo na hora, quando de repente ouvimos um barulho.
Rodrigo naquele instante sei lá por que, mas me colocou a calcinha rapidinho e viramos pra ver o que era, percebemos que era só uns papéis porque a janela ainda tava aberta.
Eu tava me cobrindo com o lençol e Rodrigo levantou, arrumou os papéis, fechou a maldita janela que nos deu o susto das nossas vidas e também trancou a porta com chave.
- Que bom que era só os papéis, falei sorrindo
- Me assustei, ele disse enquanto se deitava do meu lado.
Eu só com uma blusa desabotoada e uma calcinha me joguei em cima dele, já cara a cara começamos a nos beijar. Tinha algo em mim que começou a descer, até chegar no zíper da calça dele, sem pensar duas vezes comecei a lamber o pau dele já duro e rijo.
- Uhmmm... Andrea, continua... assim... uhmmm... não pensei que ia ser tão bom...
- Pensei que ia me dar... uhmm... nojo mas... uhmmm... tem um gosto bom, falei
Eu de baixo olhava nos olhos dele, e percebi que ele gostava muito.
Assim continuei por um bom tempo até ele falar:
- Andrea... acho que vou gozar... você liga?
Não falei nada, só balancei a cabeça... tirei a boca e comecei a acariciar pra porra sair rápido. Toda a porra dele tava nas minhas mãos, que comecei a lamber.
- Tem um gosto bom, falei
Descansamos um pouco, os dois de lado quando sinto ele me abraçar e se colocar em cima de mim, e tirar minha calcinha.
- Rodrigo, o que cê tá fazendo?
- Andrea, quero que minha primeira vez seja com você, ele disse.
- Eu também, quero ser sua, mas tenta não me machucar Muito.
-OK, não vou fazer nada que você não queira.
Dito isso, ele começou a me masturbar com os dedos, o que me deixou muito excitada. Quando tirou os dedos, começou a roçar o pau dele na minha bucetinha, ainda virgem.
E começou a colocar a pontinha.
-Au!! Rodrigo…tá doendo!!
-Se você quiser, eu paro, não quero que você sinta dor.
Isso me deixou feliz… o jeito delicado e excitante que ele tinha comigo.
-Continua, deve ser assim no começo, falei sorrindo.
Quando, de repente, aos poucos, ele encontrou meu hímen, me olhou e me beijou enquanto, com um movimento leve, me desvirginou. O pau dele já estava todo dentro da minha buceta, já não tão virgem, quando ele começou a bombar.
-mmmmmm, aaaaaahhhhhhh que gostoso, sinto você quente e molhada…ahhh…
-Rodrigo, continua…assim…mais…rápido…ahh
- ahhhhhhhhhhhhhhh já
- mmmmmmmmmmmmm, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh
-Mais…forte…ahhhhhh…
-Andrea,… acho que vou gozar….
-O quê?...ahhh
Ele não conseguiu terminar quando senti que gozou dentro de mim. Se jogou na cama e começou a dizer que me amava muito, quando então me perguntou:
-Andrea, o que é isso? É impressão minha ou é sangue…?
-Sim, é, confirmei.
-Mas você me disse que já não doía tanto, por que saiu sangue? Não me diga que você está menstruada e não me contou?
-Olha, relaxa… olha, saiu sangue porque é minha primeira vez, lembra que tinha uma coisa que impedia de entrar tudo? Então, isso é… não lembro o nome, mas é a virgindade e quando você rompe, sangra.
-Ahh, entendi… e você como sabe tudo isso?
-É que minha prima me contou.
-ahh
-Mas você como sabe de sexo oral, hein? Se não sabia dessa parada da virgindade, como vai saber de sexo oral? Rodrigo, você não disse que era sua primeira vez?
-Igual você, ué, foi o Miguel (um garoto que tava no 4º ano do ensino médio) que me contou.
-Ah
-Mas, que horas são?
-Merda!! Já são 15 pras 8 da noite.
-Vamos… se troca rápido!
Me troquei rápido, abrimos a porta, já tinha escurecido, fomos pro quartinho de serviço (onde estavam os faxineiros e funcionários da escola).
— Seu Gerardo! Aqui estão as chaves que o Jaime deixou com a gente, eu e a Andrea já terminamos o serviço.
— Tá bom, muleque, eu aviso o Jaime, mas vão pra casa de vocês que já é tarde.
Agradecemos ele e pegamos um táxi. Ele me deixou em casa e foi pra dele.
No outro dia apresentamos o trabalho, tiramos a melhor nota da sala (pela primeira vez a gente tinha a nota mais alta)... Mas não foi isso que ficou na minha memória até hoje... e sim a minha primeira vez com o Rodrigo, que desde então a gente ficava se vendo umas duas vezes por semana à tarde pra fazer "O trabalho de Química".
**************************
Bom, esse foi meu primeiro relato, espero que tenham gostado. Quero comentários, sejam ruins ou bons, mas lembrem-se que essa história realmente aconteceu comigo quando eu tinha 14. Outros relatos que eu escrever vão ser, sei lá, "imaginados", mas por enquanto espero os comentários de vocês.
Bom, o que vou contar aconteceu de verdade, foi minha primeira vez. Sou uma garota normal, comum, sempre me dei bem com os caras (na amizade, claro). Tinha vários amigos, na verdade a gente era um grupo. Olha! Eu NÃO era a puta da escola, sempre me fiz respeitar, e quando alguém queria passar dos limites comigo, meus amigos me defendiam.
Bom, o que vou contar aconteceu de verdade, foi minha primeira vez.
Sou uma garota normal, comum, sempre me dei bem com os caras (na amizade, claro). Tinha vários amigos, na verdade a gente era um grupo. Olha! Eu NÃO era a puta da escola, sempre me fiz respeitar, e quando alguém queria passar dos limites comigo, meus amigos me defendiam.
Vou direto ao ponto… Eu era uma garota alta (era a 3ª mais alta da minha sala), tinha olhos castanhos, magra, meus peitos já eram bem formados (e como eram), era muito amigável e sociável.
Eu estudava num colégio religioso, na verdade um dos mais prestigiados da região.
Ah! Esqueci de falar, meu nome é Andrea.
Toda essa história aconteceu comigo e meu amigo Rodrigo, um cara muito popular que também tava no meu grupo de amigos mais próximos. Ele tinha a minha idade, era alto, um pouco mais que eu, porque jogava basquete, cabelo castanho, olhos pretos, pele branca, e era muito simpático.
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Tudo começou num dia normal de aula.
Rodrigo sentava do meu lado. Umas duas semanas antes, a gente tinha pego um trabalho de pesquisa pra Química, e tava tudo pronto pra apresentação do relatório, quando…:
— Alunos, a apresentação dos relatórios está suspensa, porque hoje vamos ter prova.
— Andrea
— O que foi?
— Preciso te falar uma coisa no recreio, é importante.
— Ah, OK.
Passaram umas duas horas de aula e tocou o sinal do recreio. Naquela época, eu tava começando a gostar do Rodrigo, mas sabia esconder muito bem o que sentia, porque se ele descobrisse, podia estragar nossa amizade.
— Andrea, preciso te falar uma coisa. — Mas você não fica brava?
Caramba, já tá me assustando, fala logo o que foi.
— É sobre o relatório…
— O quê? O que tem o relatório?
— Meu irmão jogou ele na piscina de casa e estragou tudo.
— E o que você acha que a gente vai apresentar amanhã, hein? Será que você não pensa? São duas semanas de trabalho, sabia… Não sei como você faz, mas amanhã você vai apresentar esse relatório.
Me levantei e fui andando muito irritada para a minha sala.
Quando senti alguém me segurar pelos braços e me disse:
— Mas, Andrea, você sabe que é impossível eu terminar o relatório sozinho até amanhã.
— Tá bom, vou te ajudar.
Ele me abraçou e sussurrou no meu ouvido: Por isso você é minha melhor amiga.
— Na saída, a gente fica na biblioteca pra terminar o trabalho.
— OK?
— OK.
Meu colégio tinha uma biblioteca grande, que lotava nos intervalos com os alunos que ficavam pra terminar a tarefa ou estudar pra alguma prova, mas à tarde ninguém ficava, só o bibliotecário, que tinha as chaves.
Tanto eu quanto Rodrigo ligamos pra casa pra avisar que íamos ficar fazendo o trabalho de Química. Minha mãe não queria me dar permissão, mas quando soube que o trabalho era com Rodrigo, deixou, porque nossas mães são muito amigas.
O sinal tocou anunciando que as aulas tinham acabado.
— Andrea, vamos pra biblioteca.
— Humm… já são umas 4, mas o Jaime (o bibliotecário) vai embora às 6 da tarde.
— Droga, e agora? Em duas horas a gente não vai terminar.
Fomos pra biblioteca, e Rodrigo falou com o Jaime:
— Jaime, eu e a Andrea vamos ficar pra fazer um trabalho de Química, mas…
— Mas é um trabalho muito grande e até as seis acho que não dá tempo, expliquei.
— Não se preocupem, jovens, vou deixar as chaves aqui. Quando terminarem, fecham a biblioteca, ele disse.
Jaime foi embora e deixou eu e Rodrigo sozinhos naquela biblioteca enorme, já que ela tinha… Ligamos os computadores e começamos a pesquisar de novo.
— Andrea, você lembra o site onde a gente achou a informação?
— Já esqueci... viu, tudo culpa sua, falei brincando.
Eu tava sentada na frente do computador e Rodrigo do meu lado.
— Andrea, tenho que confessar uma coisa.
— O quê?
— O relatório tá guardado na minha casa.
— Mas por que você disse que tinha...
Não me deixou terminar de falar quando senti ele me beijar, eu respondi... pra ser nosso primeiro beijo, foi muito intenso.
— Andrea, desde que te conheci me apaixonei por você, você é uma garota diferente das outras.
— Você também me atrai pra caralho.
A gente se beijou de novo quando de repente ouvimos um barulho vindo da enfermaria da escola, nos assustamos, pegamos as chaves e fomos ver o que tava rolando.
— Rodrigo, abre a porta rápido, falei.
— Mas não sei qual chave é.
Achamos a chave e abrimos, percebemos que não era nada, só que a janela tava aberta e ventava um pouco, o que derrubou um copo de vidro.
— Só isso, um copo de vidro? Um copo interrompeu nosso trabalho de química, falei sorrindo enquanto me sentava na "maca", na verdade não era uma maca, era grande demais pra ser, era tipo uma cama.
— Vou deitar um pouco, tô muito cansada e ainda tá frio, falei enquanto me cobria com um lençol.
Rodrigo sentou do meu lado e me beijou, já tava em cima de mim quando entre um beijo e outro começou a passar a mão nas minhas pernas, o que tava me excitando pra caralho e ele também, foi descendo devagar, começou a beijar meu pescoço.
Quando começou a desabotoar minha blusa, olhou nos meus olhos como quem pergunta "posso?", e eu confirmei com o olhar, ele tirou meu sutiã que não tinha alças, por isso eu ainda tava de blusa, quando começou a chupar meus peitos com delicadeza. Foi descendo, quando desabotoou minha saia e tirou minha calcinha, ele disse que gostou muito dela, lembro que era de cor azul celeste quando, ele começou a me chupar a buceta.
- Rodrigo... uhmmm... continua... continua...
- Umm... você gosta, né?
- Ahhhhh... adoro... uhmmm...
Ele começou a meter um dedo, eu tava explodindo de prazer, quando começou a meter dois.
- Au...!! Dói, mas pouco...
- Desculpa.
- Uhmmm, continua... Ahhh, acho que...
Naquele momento foi quando tive meu primeiro orgasmo, consegui ver a cara de excitação do Rodrigo na hora, quando de repente ouvimos um barulho.
Rodrigo naquele instante sei lá por que, mas me colocou a calcinha rapidinho e viramos pra ver o que era, percebemos que era só uns papéis porque a janela ainda tava aberta.
Eu tava me cobrindo com o lençol e Rodrigo levantou, arrumou os papéis, fechou a maldita janela que nos deu o susto das nossas vidas e também trancou a porta com chave.
- Que bom que era só os papéis, falei sorrindo
- Me assustei, ele disse enquanto se deitava do meu lado.
Eu só com uma blusa desabotoada e uma calcinha me joguei em cima dele, já cara a cara começamos a nos beijar. Tinha algo em mim que começou a descer, até chegar no zíper da calça dele, sem pensar duas vezes comecei a lamber o pau dele já duro e rijo.
- Uhmmm... Andrea, continua... assim... uhmmm... não pensei que ia ser tão bom...
- Pensei que ia me dar... uhmm... nojo mas... uhmmm... tem um gosto bom, falei
Eu de baixo olhava nos olhos dele, e percebi que ele gostava muito.
Assim continuei por um bom tempo até ele falar:
- Andrea... acho que vou gozar... você liga?
Não falei nada, só balancei a cabeça... tirei a boca e comecei a acariciar pra porra sair rápido. Toda a porra dele tava nas minhas mãos, que comecei a lamber.
- Tem um gosto bom, falei
Descansamos um pouco, os dois de lado quando sinto ele me abraçar e se colocar em cima de mim, e tirar minha calcinha.
- Rodrigo, o que cê tá fazendo?
- Andrea, quero que minha primeira vez seja com você, ele disse.
- Eu também, quero ser sua, mas tenta não me machucar Muito.
-OK, não vou fazer nada que você não queira.
Dito isso, ele começou a me masturbar com os dedos, o que me deixou muito excitada. Quando tirou os dedos, começou a roçar o pau dele na minha bucetinha, ainda virgem.
E começou a colocar a pontinha.
-Au!! Rodrigo…tá doendo!!
-Se você quiser, eu paro, não quero que você sinta dor.
Isso me deixou feliz… o jeito delicado e excitante que ele tinha comigo.
-Continua, deve ser assim no começo, falei sorrindo.
Quando, de repente, aos poucos, ele encontrou meu hímen, me olhou e me beijou enquanto, com um movimento leve, me desvirginou. O pau dele já estava todo dentro da minha buceta, já não tão virgem, quando ele começou a bombar.
-mmmmmm, aaaaaahhhhhhh que gostoso, sinto você quente e molhada…ahhh…
-Rodrigo, continua…assim…mais…rápido…ahh
- ahhhhhhhhhhhhhhh já
- mmmmmmmmmmmmm, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh
-Mais…forte…ahhhhhh…
-Andrea,… acho que vou gozar….
-O quê?...ahhh
Ele não conseguiu terminar quando senti que gozou dentro de mim. Se jogou na cama e começou a dizer que me amava muito, quando então me perguntou:
-Andrea, o que é isso? É impressão minha ou é sangue…?
-Sim, é, confirmei.
-Mas você me disse que já não doía tanto, por que saiu sangue? Não me diga que você está menstruada e não me contou?
-Olha, relaxa… olha, saiu sangue porque é minha primeira vez, lembra que tinha uma coisa que impedia de entrar tudo? Então, isso é… não lembro o nome, mas é a virgindade e quando você rompe, sangra.
-Ahh, entendi… e você como sabe tudo isso?
-É que minha prima me contou.
-ahh
-Mas você como sabe de sexo oral, hein? Se não sabia dessa parada da virgindade, como vai saber de sexo oral? Rodrigo, você não disse que era sua primeira vez?
-Igual você, ué, foi o Miguel (um garoto que tava no 4º ano do ensino médio) que me contou.
-Ah
-Mas, que horas são?
-Merda!! Já são 15 pras 8 da noite.
-Vamos… se troca rápido!
Me troquei rápido, abrimos a porta, já tinha escurecido, fomos pro quartinho de serviço (onde estavam os faxineiros e funcionários da escola).
— Seu Gerardo! Aqui estão as chaves que o Jaime deixou com a gente, eu e a Andrea já terminamos o serviço.
— Tá bom, muleque, eu aviso o Jaime, mas vão pra casa de vocês que já é tarde.
Agradecemos ele e pegamos um táxi. Ele me deixou em casa e foi pra dele.
No outro dia apresentamos o trabalho, tiramos a melhor nota da sala (pela primeira vez a gente tinha a nota mais alta)... Mas não foi isso que ficou na minha memória até hoje... e sim a minha primeira vez com o Rodrigo, que desde então a gente ficava se vendo umas duas vezes por semana à tarde pra fazer "O trabalho de Química".
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Bom, esse foi meu primeiro relato, espero que tenham gostado. Quero comentários, sejam ruins ou bons, mas lembrem-se que essa história realmente aconteceu comigo quando eu tinha 14. Outros relatos que eu escrever vão ser, sei lá, "imaginados", mas por enquanto espero os comentários de vocês.
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