O carro parou na frente da mansão luxuosa, dela desceu aquela mulher gostosa; loira como uma deusa, olhar sedutor e ardente, um pescoço elegante, uns peitos que se marcavam sob a seda branca da blusa, uma cintura fininha, uma bunda redonda e durinha, umas pernas torneadas e fortes, longas e lindas, que se ajustavam na minissaia que tinha um rasgo do lado direito, seus saltos altos pretos ecoavam no calçamento da entrada da mansão.
Seu nome verdadeiro era protegido, mas seu nome disfarçado era Ambrósia. Sua missão era parar o dono daquela casa, que era traficante de mulheres e lavava dinheiro, seu treinamento era diferente das outras agentes, pois ela era uma agente especial para casos como esse.
-Olha só... então você é a candidata a acompanhante... disse o sujeito, alto, forte, de olhos azuis e cabelo preto, com aparência limpa e refinada... -Sim... sou eu... o que acha?... disse ela com um ar de timidez (parte do trabalho disfarçado).
-Veja, tenho que fazer uns testes... o que me diz... respondeu ele enquanto percorria com seu olhar azul todo o corpaço da agente Ambrósia... -Foi pra isso que vim, não acha?... respondeu...
-Então, anda como numa passarela pelo lobby... disse o cara enquanto se sentava numa poltrona de couro e servia um uísque...
Seus rebolados graciosos faziam os olhos do cara se fixarem naquela bunda soberba, ela avançava com graça felina por todo o lugar, aproveitando pra dar uma olhada em como cada coisa estava posicionada, enquanto seus quadris se moviam de um jeito que o cara nem percebia a verdadeira intenção da mulher gostosa... -Agora dança pra mim... desculpa... pra efeitos do teste... ela se aproximou do sistema de som e, fingindo ignorância... -Liga pra mim, por favor... disse, apesar de ser uma das melhores agentes em tecnologia e dispositivos que tinha na agência.
O safado se levantou e com Um sorriso largo e generoso, colocou uma música e voltou pro seu lugar... — Aí está... me mostra o que você sabe... e deu um gole no copo... A música tomou conta do recinto inteiro. Agora, de frente pro cara, as cadeiras dela se moviam sinuosamente, deixando ver como as pernas duras e torneadas se mexiam com uma sensualidade incrível. Esse movimento forçava as nádegas a se balançarem de um jeito que parecia que ambas tinham vida própria. E com as mãos delicadas, ela esfregava de vez em quando aqueles peitos enormes e túrgidos. A boca carmesim entreaberta deixava ver uns dentes brancos que, entreabertos, davam ao rosto angelical uma sensualidade inusitada. Os botões da blusa se abriram no ritmo da música e, lentamente, ela foi parar no chão. O sutiã de renda branca deixava ver uma aréola marrom-claro e uns mamilos lindos. Agora, as mãos daquela agente gostosa estavam uma de cada lado da cintura, que, se movendo no ritmo cadenciado da música, iam descendo a minissaia. Ela se virou e ficou de costas pro sujeito, que, hipnotizado, via aquele rabo enorme e delicioso aparecendo, enquanto a saia descia pelas pernas longas e torneadas até o chão. A calcinha fio dental de renda combinava com o sutiã, e agora só com os dois e os saltos agulha, ela se requebrava sensualmente pelo chão da sala... — Uau! Caralho, como você é gostosa... O que mais tem? — disse o cara enquanto acendia um cigarro. Ambrosía se virou e, com o olhar fixo na presa, fez uma cara de gata no cio e baixou as alças do sutiã uma de cada vez. Agora, as duas mãos cobriam um peito, e o sutiã amassado era a única coisa que tapava a imensidão dos dois. Com inocência, ela foi abaixando uma mão de cada vez, deixando ver todo o esplendor das "ânforas celestiais". O movimento cadenciado fazia o balanço daquelas duas tetas lindas parecer o embalo de uma deusa... — Hummm... tetas lindas... — disse o cara enquanto soltava a fumaça. Baforada de fumaça.
De perfil, as nádegas dela se mexiam sensualmente e as mãos dela já desciam o fio que segurava a peça restante. Ela se virou e se agachou sem dobrar os joelhos, deixando assim que o cara contemplasse a buceta depilada dela, de lábios grossos e pálidos, em todo seu esplendor, apesar de estar com as duas pernas juntas... Ffuuuuuu... disse o cara enquanto já se dava uma leve massageada no pau comprido e venoso que tinha tirado da calça...
Ambrósia ficou de quatro e foi engatinhando na direção dele... Grrr... miau... ela dizia enquanto o jeito felino de engatinhar deixava ver as tetonas dela balançando a cada passo, e por cima das costas, as nádegas redondas apareciam numa visão por demais lasciva... — Me dá gozo... — disse ela com uma voz sensual pra caralho...
Sem mais, ela se apossou daquele pau com veias azuladas e marcadas, cuja veia central pulsava de uma vontade voraz. Com uma engolida, fez desaparecer aquele membro na garganta dela e, começando a descer e subir, fazia um barulho delicioso de chupada... Huuuummm!!!... Que boca... Assiiii... dizia o cara entregue àquela carícia tão quente. Agora ela lambia todo o tronco do pau, da cabeça até os ovos, parando nestes para meter os dois na boca de uma vez e chupar de um jeito tão ardente que os inchava mais do que já estavam. Num momento assim, começou a se ver como aquele pau pulsava ansioso pra derramar o gozo quente nos lábios lindos dela... — Vem... quero provar teu sabor... — disse o cara, e levando ela até a grande mesa de cedro da sala, a colocou de costas. Os peitões enormes dela se erguiam, firmes e túrgidos, a barriga lisa ficou ainda mais lisa, as pernas lindas abertas por completo deixavam ver a pussy aberta, molhada e rosa, se oferecendo como um manjar. A língua dele fez um percurso em círculos pequenos pelas coxas internas dela pra depois lamber a racha, de cima pra baixo, devagar. Depois penetrando a gruta dela com a mesma, pra num movimento rápido lamber os lábios, clitóris e entrar e sair, as paredes da buceta se apertavam e jorravam fluidos em cachoeiras, aquela língua fazia ela gozar tanto e tão gostoso, as mãozonas do cara agarradas nos peitos dela, dando beliscões nos bicos agora durinhos, enquanto a língua dele fazia estrago na buceta inundada de fluidos e saliva. Sem mais, parou de lamber e de uma vez se posicionou e soltou a pica enorme até o fundo da gruta, cada veia, cada relevo daquela pica foi sentido pela buceta sensível e ardente da mina que se mexia de um jeito pra encaixar melhor o pedaço de pica que tava penetrando ela. Assim que ficou pronto, a bombada não demorou, ele metia tão forte e rápido, a barriga dela deu lugar àquele calor crescente que só o orgasmo iminente causa, cada estocada era uma onda de prazer puro e ardente, as pernas lindas dela agora enganchadas na cintura do homem que tava arrebentando ela com força e safadeza, ela sentia aquela pica batendo no fundo da gruta, tocando a própria luxúria dela e fazendo crescer o orgasmo que já vinha lá dentro...
— De quatro... te quero de quatro... — falou ofegante o homem enquanto levantava uma das pernas torneadas dela.
Agora o espetáculo era único, uma bunda redonda e linda, uma rachadura aberta ao máximo que escorria fluido num fio contínuo que se depositava na madeira da mesa, essa visão enlouqueceu ele e sem mais soltou de novo a pica enorme naquele buraco glorioso, metendo tão forte quanto podia, o dedo indicador dele começou a brincar com o cu dela que ainda tava fechado. Ambrosía não aguentou mais, aquele toque no cu levou ela ao segundo orgasmo, que selvagem e súbito levou ela a...
— Siiii... me dá... o leite... me dá... — gemia ela em gritos convulsos e ardentes. O cara sem dizer palavra tirou a pica da gruta escorrendo e com aqueles... Líquidos. Coloco no buraco do cu, empurro devagar no começo pra depois meter com força bruta. A gostosa não aguentou mais, os orgasmos vinham um atrás do outro, enquanto, por impulso, ela se tocava ferozmente no clitóris inchado, se dando tanto prazer que se contorcia, cravada naquele pedaço de carne maciça e venosa...
— Dá pra mim... me arrebenta... toda...
O túnel estreito e ardente sentia cada dobra que entrava e saía com investidas poderosas, isso a enchia de gozo e prazer. A mão no clitóris mantinha um fluxo constante de prazer. De repente, o cu dela foi inundado de esperma morno e grosso, que enchia todo o túnel até os intestinos. As investidas foram diminuindo, e o cum escorria misturado com a gozada dela. As coxas, vigorosas e percorridas por grossos jatos de esperma e fluido vaginal, formavam poças na mesa de cedro.
— Contratada... com todos os benefícios... — disse o cara, enquanto admirava o cu aberto dela, que escorria cum para baixo, passando pela pussy babeante e rosada, que também fluía em sucos de mulher.
— Sério?... Tô contratada?... Que alegria... — disse ela, enquanto caminhava sensual em direção à janela. Um barulho delicioso se ouvia quando as nádegas deliciosas batiam uma na outra, misturando os líquidos que ainda escorriam delas. Ela se aproximou da janela e se deixou ver por um momento. Essa era a chave. Ela se aproximou do sujeito e deu um longo beijo na boca dele.
Minutos depois...
— PARADO!!!!... MÃOS NA CABEÇA!!!!... — O homem que entrou jogou algo para Ambrósia...
— Você está preso por tráfico de pessoas... — disse a garota, segurando o distintivo que a identificava como agente disfarçada...
— Filho da puta!!... Como não percebi, mas você é tão gostosa... — disse o sujeito, agora imobilizado pelo parceiro inseparável de Ambrósia, Ruben.
— Bom trabalho, gata. Você é a melhor... — disse Ruben, esboçando o sorriso mais sincero.
— Você quem me ensinou... Você esperava... respondeu enquanto se vestia.......
beijinhos onde quiser.....mas me diz onde você coloca eles.....João.
Seu nome verdadeiro era protegido, mas seu nome disfarçado era Ambrósia. Sua missão era parar o dono daquela casa, que era traficante de mulheres e lavava dinheiro, seu treinamento era diferente das outras agentes, pois ela era uma agente especial para casos como esse.
-Olha só... então você é a candidata a acompanhante... disse o sujeito, alto, forte, de olhos azuis e cabelo preto, com aparência limpa e refinada... -Sim... sou eu... o que acha?... disse ela com um ar de timidez (parte do trabalho disfarçado).
-Veja, tenho que fazer uns testes... o que me diz... respondeu ele enquanto percorria com seu olhar azul todo o corpaço da agente Ambrósia... -Foi pra isso que vim, não acha?... respondeu...
-Então, anda como numa passarela pelo lobby... disse o cara enquanto se sentava numa poltrona de couro e servia um uísque...
Seus rebolados graciosos faziam os olhos do cara se fixarem naquela bunda soberba, ela avançava com graça felina por todo o lugar, aproveitando pra dar uma olhada em como cada coisa estava posicionada, enquanto seus quadris se moviam de um jeito que o cara nem percebia a verdadeira intenção da mulher gostosa... -Agora dança pra mim... desculpa... pra efeitos do teste... ela se aproximou do sistema de som e, fingindo ignorância... -Liga pra mim, por favor... disse, apesar de ser uma das melhores agentes em tecnologia e dispositivos que tinha na agência.
O safado se levantou e com Um sorriso largo e generoso, colocou uma música e voltou pro seu lugar... — Aí está... me mostra o que você sabe... e deu um gole no copo... A música tomou conta do recinto inteiro. Agora, de frente pro cara, as cadeiras dela se moviam sinuosamente, deixando ver como as pernas duras e torneadas se mexiam com uma sensualidade incrível. Esse movimento forçava as nádegas a se balançarem de um jeito que parecia que ambas tinham vida própria. E com as mãos delicadas, ela esfregava de vez em quando aqueles peitos enormes e túrgidos. A boca carmesim entreaberta deixava ver uns dentes brancos que, entreabertos, davam ao rosto angelical uma sensualidade inusitada. Os botões da blusa se abriram no ritmo da música e, lentamente, ela foi parar no chão. O sutiã de renda branca deixava ver uma aréola marrom-claro e uns mamilos lindos. Agora, as mãos daquela agente gostosa estavam uma de cada lado da cintura, que, se movendo no ritmo cadenciado da música, iam descendo a minissaia. Ela se virou e ficou de costas pro sujeito, que, hipnotizado, via aquele rabo enorme e delicioso aparecendo, enquanto a saia descia pelas pernas longas e torneadas até o chão. A calcinha fio dental de renda combinava com o sutiã, e agora só com os dois e os saltos agulha, ela se requebrava sensualmente pelo chão da sala... — Uau! Caralho, como você é gostosa... O que mais tem? — disse o cara enquanto acendia um cigarro. Ambrosía se virou e, com o olhar fixo na presa, fez uma cara de gata no cio e baixou as alças do sutiã uma de cada vez. Agora, as duas mãos cobriam um peito, e o sutiã amassado era a única coisa que tapava a imensidão dos dois. Com inocência, ela foi abaixando uma mão de cada vez, deixando ver todo o esplendor das "ânforas celestiais". O movimento cadenciado fazia o balanço daquelas duas tetas lindas parecer o embalo de uma deusa... — Hummm... tetas lindas... — disse o cara enquanto soltava a fumaça. Baforada de fumaça.
De perfil, as nádegas dela se mexiam sensualmente e as mãos dela já desciam o fio que segurava a peça restante. Ela se virou e se agachou sem dobrar os joelhos, deixando assim que o cara contemplasse a buceta depilada dela, de lábios grossos e pálidos, em todo seu esplendor, apesar de estar com as duas pernas juntas... Ffuuuuuu... disse o cara enquanto já se dava uma leve massageada no pau comprido e venoso que tinha tirado da calça...
Ambrósia ficou de quatro e foi engatinhando na direção dele... Grrr... miau... ela dizia enquanto o jeito felino de engatinhar deixava ver as tetonas dela balançando a cada passo, e por cima das costas, as nádegas redondas apareciam numa visão por demais lasciva... — Me dá gozo... — disse ela com uma voz sensual pra caralho...
Sem mais, ela se apossou daquele pau com veias azuladas e marcadas, cuja veia central pulsava de uma vontade voraz. Com uma engolida, fez desaparecer aquele membro na garganta dela e, começando a descer e subir, fazia um barulho delicioso de chupada... Huuuummm!!!... Que boca... Assiiii... dizia o cara entregue àquela carícia tão quente. Agora ela lambia todo o tronco do pau, da cabeça até os ovos, parando nestes para meter os dois na boca de uma vez e chupar de um jeito tão ardente que os inchava mais do que já estavam. Num momento assim, começou a se ver como aquele pau pulsava ansioso pra derramar o gozo quente nos lábios lindos dela... — Vem... quero provar teu sabor... — disse o cara, e levando ela até a grande mesa de cedro da sala, a colocou de costas. Os peitões enormes dela se erguiam, firmes e túrgidos, a barriga lisa ficou ainda mais lisa, as pernas lindas abertas por completo deixavam ver a pussy aberta, molhada e rosa, se oferecendo como um manjar. A língua dele fez um percurso em círculos pequenos pelas coxas internas dela pra depois lamber a racha, de cima pra baixo, devagar. Depois penetrando a gruta dela com a mesma, pra num movimento rápido lamber os lábios, clitóris e entrar e sair, as paredes da buceta se apertavam e jorravam fluidos em cachoeiras, aquela língua fazia ela gozar tanto e tão gostoso, as mãozonas do cara agarradas nos peitos dela, dando beliscões nos bicos agora durinhos, enquanto a língua dele fazia estrago na buceta inundada de fluidos e saliva. Sem mais, parou de lamber e de uma vez se posicionou e soltou a pica enorme até o fundo da gruta, cada veia, cada relevo daquela pica foi sentido pela buceta sensível e ardente da mina que se mexia de um jeito pra encaixar melhor o pedaço de pica que tava penetrando ela. Assim que ficou pronto, a bombada não demorou, ele metia tão forte e rápido, a barriga dela deu lugar àquele calor crescente que só o orgasmo iminente causa, cada estocada era uma onda de prazer puro e ardente, as pernas lindas dela agora enganchadas na cintura do homem que tava arrebentando ela com força e safadeza, ela sentia aquela pica batendo no fundo da gruta, tocando a própria luxúria dela e fazendo crescer o orgasmo que já vinha lá dentro...
— De quatro... te quero de quatro... — falou ofegante o homem enquanto levantava uma das pernas torneadas dela.
Agora o espetáculo era único, uma bunda redonda e linda, uma rachadura aberta ao máximo que escorria fluido num fio contínuo que se depositava na madeira da mesa, essa visão enlouqueceu ele e sem mais soltou de novo a pica enorme naquele buraco glorioso, metendo tão forte quanto podia, o dedo indicador dele começou a brincar com o cu dela que ainda tava fechado. Ambrosía não aguentou mais, aquele toque no cu levou ela ao segundo orgasmo, que selvagem e súbito levou ela a...
— Siiii... me dá... o leite... me dá... — gemia ela em gritos convulsos e ardentes. O cara sem dizer palavra tirou a pica da gruta escorrendo e com aqueles... Líquidos. Coloco no buraco do cu, empurro devagar no começo pra depois meter com força bruta. A gostosa não aguentou mais, os orgasmos vinham um atrás do outro, enquanto, por impulso, ela se tocava ferozmente no clitóris inchado, se dando tanto prazer que se contorcia, cravada naquele pedaço de carne maciça e venosa...
— Dá pra mim... me arrebenta... toda...
O túnel estreito e ardente sentia cada dobra que entrava e saía com investidas poderosas, isso a enchia de gozo e prazer. A mão no clitóris mantinha um fluxo constante de prazer. De repente, o cu dela foi inundado de esperma morno e grosso, que enchia todo o túnel até os intestinos. As investidas foram diminuindo, e o cum escorria misturado com a gozada dela. As coxas, vigorosas e percorridas por grossos jatos de esperma e fluido vaginal, formavam poças na mesa de cedro.
— Contratada... com todos os benefícios... — disse o cara, enquanto admirava o cu aberto dela, que escorria cum para baixo, passando pela pussy babeante e rosada, que também fluía em sucos de mulher.
— Sério?... Tô contratada?... Que alegria... — disse ela, enquanto caminhava sensual em direção à janela. Um barulho delicioso se ouvia quando as nádegas deliciosas batiam uma na outra, misturando os líquidos que ainda escorriam delas. Ela se aproximou da janela e se deixou ver por um momento. Essa era a chave. Ela se aproximou do sujeito e deu um longo beijo na boca dele.
Minutos depois...
— PARADO!!!!... MÃOS NA CABEÇA!!!!... — O homem que entrou jogou algo para Ambrósia...
— Você está preso por tráfico de pessoas... — disse a garota, segurando o distintivo que a identificava como agente disfarçada...
— Filho da puta!!... Como não percebi, mas você é tão gostosa... — disse o sujeito, agora imobilizado pelo parceiro inseparável de Ambrósia, Ruben.
— Bom trabalho, gata. Você é a melhor... — disse Ruben, esboçando o sorriso mais sincero.
— Você quem me ensinou... Você esperava... respondeu enquanto se vestia.......
beijinhos onde quiser.....mas me diz onde você coloca eles.....João.
4 comentários - Crônica Quente: Ambrosia
Que relato más calentito....
Me pregunto quién habrá sido la que inspiró el personaje de Ambrosía...la agente encubierta.... 😉 😉 😉 😉
Gracias querido amigo por deleitarme siempre con tus relatos y tener tantas y tan delicadas atenciones conmigo.
Te quiero mucho !
A favoritos y volveré
Angie
Gracias por compartir.
Besos y Lamiditas !!!
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
excelente relato!