Do medo ao prazer

—Se você continuar se mexendo, vai acabar se machucando.
Fazia umas duas horas que ela tinha acordado naquela cama, só de calcinha e sutiã.
Com os olhos vendados.
Com os pés e as mãos amarrados.
Ela tinha gritado e gritado por ajuda, mas até uns dez minutos atrás ninguém parecia ter ouvido. Mas, em vez de ajudarem, tiraram a calcinha dela. Quando ela se debateu, a ponto de machucar os pulsos, pensando que iam estuprá-la, quem quer que fosse molhou a buceta dela e os lábios vaginais com água morna e uma coisa que parecia espuma. Logo depois, começou a depilá-la.
E agora que ele tinha falado com ela, tinha certeza de que era um homem.
— Por que você tá fazendo isso comigo? — perguntou; mas, como das outras vezes, não obteve resposta.
Não teve escolha a não ser ficar parada enquanto ele terminava, o que não demorou muito, já que ela tinha pouco pelo. Em seguida, sentiu o frescor de um paninho limpando o excesso de espuma.
— Linda — disse o homem. Quase pareceu um suspiro pra ela. Ela nunca tinha se orgulhado muito da aparência da própria buceta, mas os poucos homens com quem tinha transado ficavam encantados com o quanto ela era apertada. Ela, por outro lado, sempre se sentiu mais satisfeita com os peitos. Adorava que olhassem pra eles, e mais ainda que montassem nela pra apalpar.
Como se aquele homem tivesse lido a mente dela, ele montou na barriga dela, pele com pele.
Ela ainda não tinha se acostumado com a ideia de que ele estava nu em cima dela quando tiraram a venda dos olhos dela e ela pôde vê-lo. Sim, completamente pelado, com a pele morena e lisa brilhando, perlada de suor, e com olhos que pareciam devorá-la.
Ele olhou diretamente nos olhos dela enquanto, com um dedo, acariciava a pele do peito esquerdo dela na borda do sutiã. E não desviou o olhar nem quando usou a navalha pra cortar as alças. os ombros e a junção entre as copas. Então passou a contemplar suas grandes tetas naturais e um arrepio, metade de medo metade de excitação, percorreu suas costas quando aquele homem lambeu os lábios.

Sem perder um segundo, arrancou completamente o sutiã dela e jogou no chão, enquanto ela, pela primeira vez, reparava na pica do homem que sem dúvida ia estuprá-la; não era a mais longa que já tinha visto, mas era de longe a mais grossa, circuncidada e ereta.

Para confirmar suas suspeitas, ele desceu de cima dela e se ajoelhou entre suas pernas. Então se inclinou para frente, apoiando as mãos perto das axilas dela. Por um instante, ela se debateu de novo, mas assim que percebeu a futilidade de seus movimentos, se resignou. Relaxou os braços e as pernas, apertou os olhos e esperou o doloroso momento da penetração.

Em vez disso, sentiu uma boca envolvendo seu mamilo direito, chupando e lambendo com vontade. Abriu os olhos e viu aquele homem fazendo barulhos molhados, suspirando cada vez que trocava de mamilo. E se surpreendeu ao perceber que olhava para ele com os olhos semicerrados e a boca aberta. Apoiando o peito contra a barriga dela, usou as mãos para amassar as tetas dela, e enquanto se dedicava com avidez a lamber toda a teta esquerda, empurrou com força mas delicadamente a teta direita dela até colocar o mamilo ao alcance da boca, enquanto a olhava, chupando e mordiscando. Ela aceitou o convite de saborear o próprio corpo com mais luxúria do que achava que era capaz e, durante um minuto delicioso, os dois chuparam avidamente. Ela se soltou com um gemido depois de uma chupada particularmente forte, mas ele ofereceu desta vez a teta esquerda enquanto ele se dedicava à direita. Quando, depois de alguns minutos, ela se soltou novamente, foi ao sentir a umidade e o calor de um orgasmo crescendo em seu baixo ventre. Suave, mas infinitamente mais intenso do que os que tinha sentido se masturbando nos últimos dois anos. Para ajudá-la a completar, enquanto continuava chupando, beliscou o mamilo que ela acabara de soltar. Agora eles estavam marrons e bem marcados, diferente do rosado que tinham normalmente. Gemendo, ela viu ele se afastar e colocar uns travesseiros debaixo do quadril dela, e sem dar tempo pra ela recuperar o fôlego, começou a explorar a bucetinha dela com os dedos, acariciando primeiro os lábios externos, e depois entre eles, abrindo-a devagar e deixando passar a umidade lá dentro.
Indecisa entre fechar as pernas ou abri-las o máximo que pudesse, as amarras a mantiveram imóvel enquanto uma língua habilidosa saboreava os sucos dela e beijava a parte interna das coxas. As mãos daquele homem não paravam quietas, acariciavam com frenesi o quadril e a barriga dela, os peitos e as pernas, mas a língua se movia com uma lentidão insuportável, mal aprofundando, e sem nunca chegar no clitóris dela. Aos poucos, os movimentos dela deixaram de ser bruscos e ela começou a rebolá, a gemer; fazia anos que ninguém a chupava tão bem e ela queria que aquilo durasse o máximo possível, mas ao mesmo tempo não aguentava aquele ritmo tão suave, queria que ele fosse logo pro cl...
De novo, adiantando-se ao desejo dela, as mãos abriram os lábios recém-depilados, deixando à mostra o clitóris inchado, sumindo na mesma hora dentro daquela boca gulosa, uma boca que tratou ele do mesmo jeito que tinha tratado os mamilos dela minutos antes. Com as pernas imóveis, ela começou um movimento giratório de quadril, e ele acompanhou o ritmo pra dar mais prazer. Não demorou muito até que um novo orgasmo a inundasse, fazendo-a tremer de prazer; mas parar naquele momento não parecia estar nos planos dele; com um ritmo cada vez mais forte, as lambidas continuaram, e não pararam até terem levado ela ao clímax pela terceira vez.
Exausta, ela viu meio borrado ele tirar os travesseiros debaixo dela. quadris e se armou de novo com a navalha; calmamente, abriu e usou pra cortar as amarras das pernas dela. Ela fechou e dobrou as pernas, mas ele se levantou por cima dela e sentou bem embaixo dos peitos dela. Enquanto acomodava a pica entre eles, deixou cair um fiozinho de cuspe na pele dela, e ao olhar pra ela sorriu, percebendo que ela mesma tava sorrindo de boca aberta naqueles instantes. Ele apertou os peitos dela com força e começou a esfregar a pica devagar, num ritmo hipnótico. Mal conseguiam desviar o olhar um do outro, mas quando faziam, ele olhava pros seios voluptuosos dela e ela olhava praquele pedaço de carne, duro como uma barra de ferro, aparecendo e sumindo de novo. Uns dez minutos depois, ele se posicionou sobre o pescoço dela e, empurrando a pica pra baixo desde a base, colocou ela ao alcance dos lábios dela.

Há meia hora atrás, pra ela teria sido impensável, mas agora começou a beijar e depois a lamber a cabecinha, animada pelos suspiros que aquele homem soltava. Quando a busca pelo prazer fez ele se inclinar mais sobre ela, ela engoliu mais da metade daquela pica grossa, já tão excitada que mal se impressionou com a quantidade que tava metendo.

Os gemidos foram aumentando até o ponto em que a excitação do homem fez ele acompanhar com uma metida as sugadas e lambidas que ela dava. Durante aqueles segundos, passaram muitas coisas pela cabeça dela: o corpo musculoso e fibrado daquele macho, a suavidade e ao mesmo tempo a dureza do pau dele, o cheiro almiscarado que tomava o quarto graças aos próprios orgasmos dela...

Só uma coisa não passou pela cabeça dela: tirar a pica da boca; e então aconteceu.

Ela sentiu a rigidez da gozada duas vezes sem sentir nenhuma descarga. Na terceira vez, em vez de sentir o leite jorrando, foi como se a porra escorresse na língua dela, quente e grossa pra caralho, e deslizasse até a garganta. Sem perceber, ela tinha feito o que nunca antes. Quando a pica saiu da boca dela, estava completamente limpa; e quando ele abriu a própria boca, ela também abriu a dela, mostrando a língua e exibindo que não restava mais nada além de uns fios finos entre a língua e o céu da boca.
Finalmente, ele cortou as cordas dos braços dela e se deitou ao lado dela. Por um momento de dúvida, ela não soube se fugia ou se o abraçava; mas decidiu rápido. Aquele homem tinha lhe dado um prazer maior do que todos os outros que ela conhecera, então dessa vez era a vez dela se sentar de pernas abertas sobre a barriga dele, inclinar-se para frente... e beijá-lo. Ela estava morrendo de vontade de fazer isso desde o momento em que aqueles lábios sensuais começaram a chupar os mamilos dela. Agora era a vez dela de brincar com OS mamilos dele.
Passando as palmas das mãos cheias de saliva, ela os esfregou de leve e depois lambeu um por um com a ponta da língua; mas o tempo da delicadeza durou pouco, e lembrando como tinha estado amarrada até pouco antes, ela chupou e mordeu com força, de modo que ele soltou uns gemidos deliciosos. Ela se sentia tão excitada pelo domínio dela quanto tinha estado antes pela própria indefensão. Ao se inclinar para trás, sentiu a pica quase completamente ereta contra as nádegas dela, então se levantou de novo e se posicionou entre as pernas dele. Ali, lambeu os ovos dele e os colocou na boca, chupando-os; ao tirá-los cobertos de saliva, os amassou até ver que o pau dele ficava com uma dureza considerável.
Para terminar a preparação, ela se sentou sobre as pernas dele, de modo que o púbis dela ficava colado na base da pica, dando a impressão de que ela saía dela. Ela envolveu o tronco o máximo que pôde, com uma mão bem em cima da outra, e começou a masturbá-lo, com sacudidas vigorosas; umas gotinhas de sêmen que tinham ficado dentro apareceram então, e quando ela as recolheu com os dedos, viu a boca aberta do homem, então levou até ela aquela porra que ele sorveu com deleite.
Finalmente, chegou o momento da verdade; nada Daquela grossura ele já tinha penetrado ela antes, mas ela tinha a vantagem de estar lubrificada como nunca. Ela se segurou de joelhos enquanto segurava a pica com a mão direita, e usava a esquerda pra se apoiar no torso do dono dela. Entrou com facilidade uns poucos centímetros, mas teve que fazer força pra deslizar mais pra dentro, aos poucos. Quando quase a metade já tinha entrado, ela começou a montar nele com cuidado, enfiando cada vez mais na buceta apertada dela. Depois de uma boa quantidade de investidas, conseguiu que os lábios dela encostassem nos ovos dele. A partir daí, começou a cavalgar ele como se a vida dela dependesse disso, e durante todo aquele tempo, a única coisa que se ouvia no quarto era o barulho da chapada dos sexos se chocando, e os gemidos de prazer dela. Apesar da vontade de gozar, ela sentia os braços, apoiados nos ombros do homem, fraquejarem, e teria caído pra frente se não fossem as mãos que seguravam os peitos redondos e pesados dela. O ritmo acelerou, e depois diminuiu enquanto ela curtia outro orgasmo, toda tensa e apertando aquela pica, enquanto ele sentia um gosto indescritível ao ver os fluidos da mulher escorrerem até molhar os ovos dele.
Tonta de tanto êxtase que tomava conta dela, ela nem percebeu como se desmontou e ficou deitada de bruços na cama; só sentiu o prazer de novo quando, abraçada num travesseiro, notou que a penetravam de novo com os joelhos fincados na cama. No começo, tentou se mover no ritmo, mas por causa do cansaço já não conseguia mais. Também não importava muito, já que depois do que seriam uns cinco minutos, ela começou a sentir umas metidas muito mais fortes, que só podiam anunciar a gozada iminente do homem.
Em vez disso, sentiu a buceta dela ficar vazia, e foi como se tivessem tirado um doce da boca dela. Na hora, viraram ela, de modo que ficou de barriga pra cima e, enquanto duas mãos fortes mantinham as pernas dela abertas, voltou a ser penetrada, dessa vez com muito mais facilidade, mas não com menos prazer. As estocadas ganharam ainda mais força e passaram de espaçadas a aceleradas. Um grunhido de prazer e os olhos fechados com força do macho que a fodia a avisaram por apenas dois segundos da sensação pegajosa e quente do gozo se espalhando por dentro da buceta dela. Por quase meio minuto as descargas continuaram, mas a foda não terminou até que ela sentiu aquele pedaço de carne ficar mole de novo.
Um beijo, terno e molhado, de uns lábios de seda, a acompanhou enquanto ela mergulhava num sono profundo.

3 comentários - Do medo ao prazer

Este post no tiene comentarios, Soyez le premier!