Mi ahijada

Já faz uns 10 anos, um amigo daqueles de ocasião escolheu eu e minha esposa como padrinhos da filha dele, a Analía. Uma bebona linda, gordinha, sorridente e com uns olhos azuis de matar. A vida nos separou e a gente perdeu contato.

Outro dia, tocam a campainha aqui em casa e quando vou atender, me deparo com uma mulherão, de no mínimo 1,75m, loira, gostosa, uns olhões azuis que, puta merda! E as tetas, nem vou contar!. Vestindo uma calça jeans preta que ia estourar as costuras a qualquer momento e uma camiseta verde fluorescente que marcava os bicos dos peitos como se não tivesse nada por baixo.

Pergunto: "É da família tal?"
"Sim" – respondo – "O que deseja?"
"Olha, estou procurando fulano." – e fala meu nome.
"Sou eu…"
"Ah!!! Que sorte! Oi, padrinho!"
Fiquei sem reação…
"Padrinho? Quem? Eu?"
Eu tinha esquecido completamente que era padrinho da Analía, já fazia mais de 10 anos que não a via.
"Sim." – diz aquela gostosa – "Não lembra da Analía? A filha do Horácio?"
"Analía?" – falo, colocando a mão na altura da cintura, como indicando uma altura baixa.
"Sim" – ela diz – "Essa Analía mesmo"
"Entra, entra" – falo e chamo minha esposa – "Adri, olha quem veio."

Quando a Adriana entra, me olha com cara de "quem é essa gostosa?". Quando conto de quem se trata, beijos, abraços, "como você está?" e todas aquelas formalidades que a gente fala quando encontra alguém depois de muito tempo.

"E a que devemos sua visita?" – pergunta a Adriana.
"É que vou casar e queria que vocês viessem ao casamento…"
"E como nos encontrou?"
"Foi um parto, principalmente no começo, porque a fábrica onde seu pai e você trabalharam juntos fechou."

A Adriana me olhava de canto, porque eu olhava pra ela com uma cara de "te como aqui mesmo", e tava com um tesão que dava pra ver.

Ela entrega o convite e quando a acompanho até a porta, me dá um beijinho e fala num tom de brincadeira:

"Interessante o que se vê por aí…"
"Você se salvou porque a Adri tá em casa" – respondo. que se não…
Padrinho, não vai me dizer que tá pensando na sua afilhada como companheira de cama, né?
Não seria má ideia
Tão mal te tratam?
Entra de novo e pergunta pra ela.
Não preciso – ele diz – Pela cara da madrinha dá pra ver que ela leva porrada.
Que é que tu sabe de levar porrada… – e dou um tapão na bunda dela, como despedida.

Quando entro, a Adriana me olha e diz:

Ela tem 20 anos e se te pegar, te amassa…
Cê tem razão, mas… que lombo que ela tem! (aqui eu disse que comia um bife, hahaha)
É, ela é realmente gostosa – ela me diz

Dois dias depois, me chamam no escritório e quando atendo, ouço:

Padrinho, hoje à tarde, cê vai ter duas horinhas livres?
Analia! Como cê tá…
Falando sério, padrinho, vai ter duas horinhas?
Preciso do quê, Analia?
Preciso bater um papo com você.

Combinamos e nos encontramos um tempinho depois num café. Se da primeira vez que ela veio em casa ela tava de matar, dessa vez ela tava arrasando. Minissaia branca, mas mini, calcinha preta, uma regatinha justa que mostrava mais do que escondia, sandália de salto que marcava as pernas de um jeito fenomenal e uma bolsinha a tiracolo. Pedimos um café e pergunto do que ela queria falar.

Aquilo que eu percebi outro dia, continua na mesma? – ela pergunta
Calma aí, que eu sou teu padrinho sumido e mal te conheço…
Eu diria que pra isso não precisa se conhecer muito…
Ah, não? E o que precisa?
Precisa ter vontade… e eu tenho…

Se quando eu vi ela já tinha ficado duro, quando ela disse isso eu fiquei sem reação. Chamei o garçom e saímos sem falar nada. Coloquei ela no carro e em 5 minutos a gente tava num motel 😀

Assim que entrei no quarto, abracei ela de leve e tirei a saia e a regata. Com aqueles peitos e ela sem sutiã! Me perdi entre os peitos e comecei a lamber e chupar eles enquanto ela tirava minha camisa, minha calça e a cueca.

Quando me deixou pelado e pegou na porra da pica, ela disse:

Porra! Que pedaço! – e se abaixou, enfiando a cabecinha na boca e passando a língua em volta. Eu tava nas nuvens e todo cheio de mim, feito a puta da mãe. Agarrei ela pelos ombros e guiei até a cama, e a gente se enfiou num 69 foda. O cheiro que saía daquela argola era espetacular. Forte e denso, e o fluxo era grosso, clarinho e salgado. E muito abundante. Ela aperta minha cabeça com as coxas e sinto a barriga dela ficar tensa, e começam os espasmos de um orgasmo. Ela joga uma quantidade impressionante de fluxo na minha cara e começa a gemer e suspirar e a morder minha porra de pau, o que fez eu gozar na boca dela — e ela engoliu toda a porra! Eu ainda tava duro e ela parecia que não tinha acabado, porque me agarrava a cabeça com as mãos e empurrava ela entre as pernas dela.

Subo e dou um chupão nela que quase arranco a língua, e começo a beijar ela e a passar a mão, acariciando o clitóris dela com a palma. Quando vou meter um dedo, ela resiste, então eu coloco ela embaixo, subo e encaixo a porra do pau na entrada da pussy. Ela abre bem as pernas e me abraça a cintura com elas. Começo a meter devagar, entra a cabeça e um pouco mais quando sinto uma resistência, como se algo impedisse a entrada. Faço um pouco mais de pressão e ela dá um gritinho de "Ai, dói!", eu saio um pouco e de novo um empurrãozinho, e a mesma coisa. Ela era virgem, a puta!!!!!!

Quando repeti o movimento de empurrar, como ela tava me abraçada com as pernas, ela me puxou pra dentro com força. Senti o hímen rasgando, enquanto ela soltava um "Agghh! AAAyyyy!" (CONFESSO QUE TÔ ESCREVENDO ISSO E TÔ COM A cock DURO) E dava uns suspiros profundos, ficando parada com a porra toda do pau enfiado. Aos poucos, sozinha, ela começou a se mexer e eu a acompanhar o movimento até que ela começou a ter as contrações de um orgasmo, que dessa vez foi algo espetacular. Ela se contorcia, gemia, gritava, tirava ele todo e metia de uma vez, apertava ele com as paredes da buceta até que eu gozei dentro uma quantidade de porra. Impressionante. Aí ela começou a reclamar que tava ardendo e saiu, se virando, toda suja de sangue, fluxo e porra, enfiou a pica na boca e fez o boquete mais sensacional que eu já vi na vida.

Depois de duas gozadas sensacionais, eu não queria mais guerra, mas ela continuava pedindo.
Ela esfregava os peitos no meu corpo inteiro, colocava a buceta na minha cara enquanto chupava minha pica, lambia meu rego, até que aos poucos o amigo ressuscitou e ela enfiou devagar, bem devagar até chegar no fundo, e aí começou a se mexer suave, pra dentro e pra fora, tirando quase tudo, deixando só a cabecinha e enfiando de novo. Enquanto fazia isso, eu babava os dedos e comecei a acariciar o cu dela.

Como eu tava por baixo, não era difícil, e enfiei a pontinha de um dedo e comecei a mexer.
Ela ficou parada, como se estivesse curtindo as carícias, até que saiu e colocou o travesseiro dobrado embaixo da barriga e apoiou a cabeça na cama. Me deixou a área toda livre! E eu comecei a lamber a buceta e o cu dela, babando bem e enfiando dois dedos já. Vejo que ela levanta a bunda como se quisesse que entrasse melhor, então me ajeito e aproximo a cabeça.

— Não, não! Com a pica não, vai doer!

Aí coloquei um terceiro dedo e comecei a abrir devagar. No começo ela reclamou um pouco, mas continuei cuspindo até que os três entraram confortáveis. Aproximo a cabeça de novo, só que dessa vez não esperei e dei uma empurradinha até que a cabeça entrou. Fico parado um momento e depois vou empurrando aos poucos até que ela diz: "Chega, por favor, que eu vou me mijar toda!". Aí mandei com tudo até o fundo e que seja o que Deus quiser!!!!

Vocês não têm ideia de como ela suspirou! Ficou parada um momento como se estivesse se ajustando, enquanto eu mexia um pouquinho. De repente, ela se moveu pra frente até quase tirar e enfiou de novo até o fundo. Dá pra ver que ela gostou, porque se mexia pra cima e pra baixo bem rápido, até que num momento, eu me mexo um pouco e tiro ela, enfiando de volta, do jeito que vinha, na pussy. Começamos um culo na pussy espetacular. Com as duas mãos ela abria as nádegas e tava tão molhada, dilatada e excitada, que entrava em qualquer um dos buracos, com uma facilidade impressionante. Eu percebi que já tava perto de gozar, quando ela grita: "Deixa no culo!" coisa que eu faço e ela tem o terceiro orgasmo, bem mais intenso que os anteriores, com uma porra no culo e eu enchendo ele de porra.

Quando terminamos os espasmos, ela me olha e diz:

"Você sempre dá assim?"
"Aham – respondo – e às vezes mais 😀 (aumentando o cock hahaha)"
"Por isso que a madrinha tem a cara e o lombo que tem..."

Daí a pouco, como quem pensa em voz alta:

"Meu namorado é um otário..."
"Por quê?"
"A única coisa que ele sabe fazer é a Booty... e mal"
"Então você vai ter que ensinar ele 😉"
"😳"
"Sim, mas antes vou ter que pegar mais umas aulas... 🙎‍♂️"
"Pra próxima aula, convence a tua madrinha e você vai saber o que é bom..."

Tomamos banho e fomos embora.

Quando rolar a próxima, conto pra vocês. Tomara que seja logo.

Salve, galera puteira!!!

8 comentários - Mi ahijada

increible pone fotos de esa guacha mortal 😳 😳 😳 😳
andaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!! contate una de vaqueros ahora. Quien te va a creer jajajaj!! igual como ficcion esta bueno el relato.
PD: borra ese comentario spamero
...se agacho y me dijo: a la mierda q pedazo!!! jajajaajaj tomatela!!!! es increible la historia!!!!
parece mas una fantasia.. pero la verdad estaria bueno 😉 saludso