Meu amigo João chegou em casa depois do almoço. Pelo telefone ele tinha dito que precisava pedir um favor e que passaria lá por volta das 4 da tarde. Nós nos sentamos, ele e eu juntos em um dos sofás, e no outro minha esposa.
Ele explicou que naquela mesma noite teria um jantar na casa de um dos donos da empresa onde trabalhava, e que todos os funcionários iriam. Era um jantar de gala e ele precisava de uma acompanhante, motivo pelo qual nos pediu o favor de que minha esposa o acompanhasse, já que ele não tinha ninguém.
Eu não disse nada. Não estava muito a fim da ideia, pois sei que ele curte muito minha mulher, mas confio nos dois e, por que não dizer, a putaria de saber que minha esposa poderia estar com outros me excitou um pouco. Olhei pra ela e disse que eu não tinha problema, que decidisse ela, já que no final das contas seria ela quem iria à festa. Ela aceitou gentilmente o pedido do nosso amigo, e ele se levantou e deu um beijo na bochecha dela, agradecendo.
Ele disse que, por ser um jantar de gala, ela deveria usar um vestido longo. Ele iria de smoking preto e passaria para buscá-la às 8 da noite. Assim, se despediu e foi embora. Sozinhos, minha mulher me perguntou se eu não me importava, e eu disse que não. Que ela se divertisse, que eu ficaria em casa fazendo alguma coisa.
Estava se aproximando a hora em que João viria buscá-la, e minha esposa foi tomar um banho para depois se vestir. Eu estava vendo TV quando nosso amigo chegou. Fiz ele entrar na sala, já que Ana, minha mulher, ainda estava terminando de se arrumar. Nos sentamos e ofereci uma bebida. Enquanto conversávamos, minha esposa chegou na sala. Ela estava impressionante. Perfeitamente maquiada, com o cabelo preso e duas mechas caindo na frente do rosto, que davam um ar doce e sensual. Ela usava um vestido longo azul bem claro, sem mangas, que subia até o pescoço, deixando os ombros à mostra. Seus peitos grandes se adivinhavam perfeitamente, já que a A parte de cima era transparente e só cobria o corpo com os enfeites salpicados pelo vestido. A parte de baixo era como uma gaze totalmente transparente que mostrava quase completamente suas lindas pernas, e apenas um pequeno forro interno escondia o mínimo para que sua parte mais íntima não ficasse visível; também tinha uma grande abertura lateral que chegava até sua cintura, mas como havia muito tecido embaixo, não dava para ver nada a menos que ela se agachasse ou se sentasse. Nos pés, ela exibia umas lindas sandálias de tiras finas prateadas e salto alto bem fino.
Ela estava muito sexy, pois usava um vestido longo que a cobria completamente e, ao mesmo tempo, estava quase nua, já que não usava sutiã e seus peitões se moviam com liberdade sob o vestido. Quando ela se abaixou para pegar a bolsa que tinha caído, eu vi perfeitamente que ela estava usando um fio dental bem pequeno, que cobria só o mínimo na frente e nada atrás. Ela percebeu e ajustou um pouco o forro que tinha subido, mostrando-nos sua virilha entre as transparências do vestido.
Juan estava de boca aberta, devorando minha mulher com os olhos. Ele disse que ela estava linda e que ia ser a inveja da festa. Eu estava me arrependendo de deixar aquela gostosa ir com nosso amigo, que eu sabia que a desejava tanto quanto eu. Minha mulher, por outro lado, estava feliz por saber que ia a uma festa se divertir e ainda me sorriu de modo provocador, como se quisesse me deixar com ciúmes.
Me despedi dela dando um beijo e dizendo para ela se divertir e não fazer besteiras, ao que ela respondeu com um sorriso malicioso, dizendo que me contaria tudo quando voltasse.
O tempo não passava e o ciúme foi me consumindo pouco a pouco. Eu estava nervoso, impaciente para que as horas passassem e minha mulher chegasse em casa. Ao mesmo tempo, a curiosidade mórbida de saber que ela estava com meu amigo, que certamente a devorava com os olhos, e que ela estava imponente, me excitava. um pouco, sem contar que era uma festa e que o álcool e a música fariam com que talvez minha mulher se divertisse um pouco mais do que o normal.
A tarde virou noite e eu acabei dormindo.
Não sei quanto tempo passou, mas acordei com o barulho da porta da rua, ouvi a voz sussurrante da minha mulher e do Juan, depois um breve silêncio que se tornou eterno, ouvi de novo a voz do Juan sussurrando algo e minha mulher rindo baixinho e finalmente o barulho da porta fechando. Sem dúvida ele a beijou naquele espaço de silêncio e não devia ter sido um beijo na bochecha de amigo, já que durou demais.
Eu estava deitado na cama ouvindo o som dos saltos das sandálias da minha esposa se aproximando do quarto. No escuro vi sua silhueta e acendi a luz do criado-mudo. Ela me sorriu e se aproximou para me beijar.
"Te acordei, querido?", ela disse, ao que eu respondi para não se preocupar, que estava esperando ela voltar.
Olhei para ela enquanto se afastava para deixar a bolsa na cômoda e vi como ela estava linda. Algo não batia nela e na imagem que eu tinha gravado de quando ela saiu, tão linda e sedutora com aqueles jogos de transparências... e o cabelo dela já não estava preso! Como pôu ter soltado? Seria a dança? Dava pra ver que ela estava um pouco bebida, mas não bêbada.
"Estou muito cansada, vou me deitar agora mesmo", ela disse.
Perguntei como tinha sido a festa e ela respondeu que foi ótima, que nunca tinha estado numa festa daquelas. Que estava doida pra repetir, mas que dessa vez iríamos juntos, que eu também me divertiria muito, com certeza.
Sua resposta me deixou um pouco inquieto e minhas suspeitas de que algo mais tinha acontecido cresciam. Ela sentou na cama para tirar as sandálias e seu vestido deixou completamente à mostra suas pernas e seus quadris.
"Que abertura que esse vestido tem, né?", eu disse nervoso.
"Sim, foi mais ou menos isso que o Juan disse quando me sentei no carro para irmos para a... festa.
Aquilo já me deixou a mil. E me atrevi a perguntar sobre
seu cabelo:
"Como é que você soltou o cabelo?"
"A festa ficou muito animada e ele deve ter se soltado, não lembro em que momento."
Nesse momento, agarrei ela pelo pulso e a deitei na
cama, dizendo em tom ameaçador que me contasse
o que tinha acontecido e que não tirasse mais sarro de mim, que
queria saber tudo.
"Tudo, tudo?", ela me perguntou com um sorriso
intrigante.
"Sim, com detalhes", respondi, enquanto já ficava
um pouco excitado, porque sabia que algo tinha rolado.
"Tá bom, mas não fica bravo. Muitas vezes a gente já
brincou com coisas assim ou leu relatos na
Internet de mulheres que fazem com outros caras, e
dessa vez o que você vai ouvir é real."
Eu já estava mais excitado e com vontade de saber do que
ciumento ou bravo como antes. Era uma sensação estranha
que eu gostei, e pedi que ela me contasse tudo.
Ela começou a me contar assim:
"Quando a gente desceu no elevador, o Juan e eu, ele não
tirava o olho de mim. E ficava me dizendo como eu estava
gata, que se fosse sua esposa não me deixaria sair
sozinha pra lugar nenhum. Chegamos na rua e ele, muito
galanteador, abriu a porta do carro pra mim. Ao me sentar, o
vestido deixou minhas pernas e meu thong completamente à mostra, eu me cobri olhando pra ele com um pouco de vergonha e
vi que ele estava me devorando com os olhos.
No caminho, ele não parava de olhar enquanto
dirigia, e eu tive que dizer pra ele prestar atenção na
estrada, senão a gente ia se estourar. Ele me disse que não
conseguia tirar os olhos de mim, que eu estava linda e,
dizendo isso, colocou a mão suavemente na minha
perna. Senti um arrepio no corpo ao sentir uma
mão diferente da sua na minha pele, já que ele soube
colocar a mão no lugar certo pra encontrar a
abertura do vestido, que foi se abrindo com o movimento
da estrada, pouco a pouco.
Não disse nada, gostei do jeito que ele estava me acariciando, e ele,
percebendo isso, subiu a mão devagar até chegar no
interior das minhas coxas e roçar... Minha buceta estava um pouco molhada e umedeceu levemente o meu thong.
Ele sorriu ao ver que eu não me afastava e continuou
acariciando minhas pernas e tocando mais vezes minha buceta,
parando nela e brincando de separar meus lábios
vaginais com os dedos. Eu estava no céu e me
recostei para trás no assento com os olhos
fechados, aproveitando aquele massagem e instintivamente
levei minha mão até a virilha dele. Ao notar seu pau duro
e grande debaixo da calça, abri os olhos de repente
e, olhando para o rosto dele, sorri. Ele respondeu enfiando sua
mão entre o thong e minha pele, introduzindo-se
lentamente entre meus lábios vaginais e penetrando um
pouco no meu interior. Tirou a mão e levou-a à
boca, chupando meus fluidos.
Eu já não sabia mais o que fazia, estava fora de mim.
Estava me dando muito prazer e isso fez com que eu
me desinibisse completamente, abaixando sua braguilha e tirando seu
pau para fora. Era muito grande e eu estava molhada,
eu o desejava, então me abaixei debaixo dos braços dele que
seguravam o volante e o enfiei na minha boca. Chupava
com ansiedade, querendo engoli-lo todo, sem soltá-lo, e
desejava seu sêmen.
Ele já não aguentava mais e teve que parar no acostamento, jogou
seu assento para trás e enfiou a mão por trás de
mim, agarrando minhas nádegas e brincando com os dedos na
fenda da minha bunda enquanto eu chupava seu pau.
Joguei minha bunda para trás para facilitar o trabalho dele, e
ele enfiou os dedos na minha buceta enquanto também
massageava meu ânus. Eu estava fora de mim e chupava
completamente seu pau grande enquanto ele tocava minha
buceta e minha bunda com as mãos.
Finalmente ele gozou e eu engoli tudo que pude, sem
evitar que um pouco escapasse dos meus lábios, e ao
mesmo tempo gozei, sentindo seus dedos dentro do meu ânus e da
minha bunda, bem lá dentro.
Me levantei e ele me beijou na boca, segurando meus
peitos com as mãos, foi excitante. Nos arrumamos um
pouco, ele guardou o pau e ligou o carro,
entrando no portão. que ficava a uns duzentos metros de onde estávamos parados.
Era um grande portão de ferro bem alto que dava acesso a uma enorme floresta e, no final, uma mansão. Havia muitos carros e gente indo em direção à escadaria da entrada, parecia um castelo. Eu estava muito excitada e contrariada pela chupada que tinha dado a ele na frente daquela propriedade.
Já dentro, entramos em um grande salão que parecia uma quadra de basquete, era imenso e tinha muita gente. Uma orquestra animava a festa e havia pessoas dançando. Um jovem atraente se aproximou, cumprimentou Juan e me apresentou. Era o filho do dono daquela mansão e da empresa onde seu amigo trabalha.
O jovem me disse que eu estava linda e muito gostosa, ao mesmo tempo que ria um pouco. Eu sorri com uma cara de quem não gostou muito do elogio, e ele pediu desculpas. Me apresentou a alguns amigos, todos garotos da mesma idade dele, uns 25 anos. Estavam me despindo com os olhos, no pouco que dava para despir, já que dava para ver quase tudo através da transparência do meu vestido, que estava causando estragos na festa.
Fiquei dançando um pouco com Juan e depois fomos nos sentar com seu chefe e a esposa dele e outro casal. Eles ficaram falando de negócios enquanto as mulheres conversávamos sobre tudo um pouco. Entre a gente, vi Luis, o filho do dono, me olhando lá no fundo enquanto tomava uma taça e me cumprimentou de longe. Juan deve ter percebido e me disse para ir com ele, que eu não me entediaria, que ele tinha remédios para os momentos chatos das festas. Me deu a entender para ir com ele, que depois ele se juntaria a nós.
Eu me levantei e fui em direção a ele, sabendo que algo estava sendo tramado, já que estavam sorrindo como se tudo estivesse indo bem dentro de um plano. Ao chegar, Luis me perguntou se eu estava entediada e eu disse que um pouco. Ele me disse para acompanhá-lo, que sempre fazia festas paralelas na parte de cima, em outro grande salão que a mansão tinha.
Ao chegar lá em cima, outra A grande sala recebia um grupo de caras que se viraram ao me ver chegar. Eu era a única mulher no lugar e isso me deixou um pouco nervosa. Me apresentei e um por um foram me beijando. Nem sei quantos eram, pelo menos uma dúzia ou mais. Me convidaram para beber algo e me sentei numa poltrona com Luis e mais uns dois. A conversa foi agradável no começo, mas depois mudou para o meu lado. Meu vestido virou assunto primeiro, e depois meu corpo. Eu já tinha tomado vários drinks e estava alegre e desinibida. Pediram para eu dançar para eles, e eu dancei.
No começo me mexi de forma sensual, e com o passar dos minutos eles iam me provocando e eu tentava corresponder, me acariciando por cima do vestido ou balançando os ombros para meus peitos dançarem livremente na frente de todos. Aos poucos, todos os caras foram se juntando até me cercar num círculo, e Luis, que era o líder — afinal, era o anfitrião — se aproximou de mim dançando colado no meu corpo e pondo as mãos onde bem quisesse. Eu não me importei e estava ficando excitada a cada momento, por causa da bebida e porque ainda lembrava do jeito que me entreguei para Juan no carro, o que me deixava com tesão, já que era uma situação que nunca imaginei viver.
Agora não era só Luis que me tocava, mais alguns deles também. Estava cercada por dois ou três caras que me apalpavam livremente no ritmo da música, e o resto só olhava e gritava, pedindo para eu tirar a roupa aos poucos, fazendo um striptease. Gostei da ideia e fiz isso. Primeiro fui levantando a parte de baixo do vestido até mostrar minha bunda nua por causa do thong, e depois, com a ajuda do Luis e outro cara, tirei a parte de cima, ficando só de thong e sandálias.
Meus peitões eram acariciados pelas mãos deles, assim como minha bunda e minha buceta por cima do thong. Um deles se ajoelhou e começou a lamber minha buceta, afastando O thong de lado, era delicioso sentir aquela língua na minha xerequinha e outro me tocava as nádegas e enfiava os dedos entre elas, acariciando minha buceta e o ânus por trás. Eu estava fora de mim e me deixava levar. Foi aí que vi o João na minha frente, sorrindo e me dizendo que eu estava me divertindo muito, como eu mereço, e acho que ele tinha razão. Luis e João conversaram entre si e me disseram que era hora de brincar com a caixa do prazer. Eu perguntei o que era aquilo e eles disseram que iam me mostrar na hora.
Três caras foram até a sala ao lado e trouxeram um grande aparelho com rodas. Era uma enorme caixa de metal aberta em cima e com buracos por todos os lados. Ela estava montada sobre umas pernas com rodas, e embaixo da caixa havia uma espécie de colchonete a uns 50 cm dela. Entre vários, me colocaram lá dentro sozinha, me disseram para jogar o thong fora e eu fiz isso. Em seguida, vi como todos eles foram se despindo e se aproximando, me cercando por fora da caixa. Ela era alta, e eu só via movimento através dos buracos que tinha por todos os lados.
Foi aí que muitos dos buracos foram tampados e apareceram, em alguns deles, os paus dos caras. O jogo consistia em que eu devia brincar com todos aqueles paus à vontade, sem deixar nenhum de fora. Então, como estava excitadíssima, comecei tocando alguns com as mãos, masturbando-os devagar e vendo como iam ficando duros e grandes. Depois, enfiava outros na boca enquanto esticava meu corpo para esfregar os que ficavam na parte de trás com minha bunda.
Foi muito excitante sentir tantos paus tocando meu corpo todo. Eu sentava em algum dos que estavam embaixo e cavalgava neles, ao mesmo tempo que, com as mãos, agarrava outros e, com a boca, chupava os que conseguia. Estavam todos bem duros e molhados. Eu não aguentava mais e acho que gozei algumas vezes. Luis abriu a portinhola de um dos... Ele me levou para os lados daquele
compartimento e me disse para sair, que agora eu teria
paus até cansar.
Me colocou de quatro na frente dele em cima de um enorme
colchão que estava no centro da sala, no chão,
e enfiou o pau dele na minha boca, me fodendo com força
quase me fazendo engasgar a cada empurrão. O resto
deles se masturbava ao meu redor e eu, de vez em
quando, soltava uma mão e agarrava o que podia.
Enquanto alguns me apalpavam a buceta e o cu,
enfiavam os dedos até dentro, e foi quando um
deles me cuspiu algumas vezes na buceta e no
cu para lubrificar e enfiou o pau na buceta,
me fodendo rápido e sem piedade. Eu estava
gostando como uma puta, me sentia como uma e estava muito
excitada. Quando senti que ele gozou, inundando minha
buceta com a porra quente, outro ocupou seu lugar e fez
o mesmo e me fodeu à vontade. Assim foram passando
pela minha buceta e pelo meu cu todos eles, alguns sem
gozar, me dizendo que se eu fosse uma boa puta, teria
como prêmio final um banho como o dos pilotos de
Fórmula 1, mas sem champanhe, com porra de homem. Isso
me deixou a mil por hora e acho que tive outro
orgasmo, entre tantos dessa noite. Na minha boca também
se revezavam, ao mesmo tempo que na minha buceta e cu, fodendo
ao mesmo tempo, me fazendo um sanduíche. O pior momento, embora
só por um instante, foi quando dois deles
enfiaram os paus ao mesmo tempo no meu cu. Doeu
pra caralho, mas passou logo, já que meu cu se
dilatou o suficiente para receber aqueles dois lindos
paus que me perfuravam. Também fizeram
pela frente, mas minha buceta dilatava melhor, já que
quase todos os paus já tinham passado por ela.
Quando já não aguentavam mais, me ordenaram deitar de
costas e, colocando-se todos ao meu redor se masturbando,
me disseram para aproveitar a recompensa e começou a
cair uma chuva grossa de sêmen quente por todo o meu
corpo nu. Eu me acariciava e engolia o que caía na o rosto e a boca. Com minhas mãos, espalhei por todo o meu corpo como se fosse um creme qualquer. Era muito excitante ter todos aqueles paus gozando sobre meu corpo.
Assim que terminaram, fiquei de joelhos e fui chupando o que sobrou dos paus deles, deixando tudo bem limpinho. Alguns deles também limparam minha buceta e meu cu com as línguas, aproveitando meus buracos dilatados e escorrendo porra.
Depois de um tempo assim, me levaram para um jacuzzi e me deram uma massagem entre vários, me ensaboando e lavando completamente. Foi muito relaxante e excitante, por que não? Tantas mãos tocando meu corpo, as bolhas, a água quente... foi delicioso.
Depois me vesti e o Juan me trouxe para casa. O que você achou da festa que seu amigo me levou?
Eu não sabia o que dizer, estava de pau duro e chocado com aquilo. Parecia um filme pornô hardcore e tinha acontecido com minha esposa, que me contou como se fosse a coisa mais normal. Eu estava a mil, e ela sabia, então nem preciso dizer que no resto da noite fui só eu que aproveitei seu corpo lindo e o quão fantástica ela é na cama.
Ele explicou que naquela mesma noite teria um jantar na casa de um dos donos da empresa onde trabalhava, e que todos os funcionários iriam. Era um jantar de gala e ele precisava de uma acompanhante, motivo pelo qual nos pediu o favor de que minha esposa o acompanhasse, já que ele não tinha ninguém.
Eu não disse nada. Não estava muito a fim da ideia, pois sei que ele curte muito minha mulher, mas confio nos dois e, por que não dizer, a putaria de saber que minha esposa poderia estar com outros me excitou um pouco. Olhei pra ela e disse que eu não tinha problema, que decidisse ela, já que no final das contas seria ela quem iria à festa. Ela aceitou gentilmente o pedido do nosso amigo, e ele se levantou e deu um beijo na bochecha dela, agradecendo.
Ele disse que, por ser um jantar de gala, ela deveria usar um vestido longo. Ele iria de smoking preto e passaria para buscá-la às 8 da noite. Assim, se despediu e foi embora. Sozinhos, minha mulher me perguntou se eu não me importava, e eu disse que não. Que ela se divertisse, que eu ficaria em casa fazendo alguma coisa.
Estava se aproximando a hora em que João viria buscá-la, e minha esposa foi tomar um banho para depois se vestir. Eu estava vendo TV quando nosso amigo chegou. Fiz ele entrar na sala, já que Ana, minha mulher, ainda estava terminando de se arrumar. Nos sentamos e ofereci uma bebida. Enquanto conversávamos, minha esposa chegou na sala. Ela estava impressionante. Perfeitamente maquiada, com o cabelo preso e duas mechas caindo na frente do rosto, que davam um ar doce e sensual. Ela usava um vestido longo azul bem claro, sem mangas, que subia até o pescoço, deixando os ombros à mostra. Seus peitos grandes se adivinhavam perfeitamente, já que a A parte de cima era transparente e só cobria o corpo com os enfeites salpicados pelo vestido. A parte de baixo era como uma gaze totalmente transparente que mostrava quase completamente suas lindas pernas, e apenas um pequeno forro interno escondia o mínimo para que sua parte mais íntima não ficasse visível; também tinha uma grande abertura lateral que chegava até sua cintura, mas como havia muito tecido embaixo, não dava para ver nada a menos que ela se agachasse ou se sentasse. Nos pés, ela exibia umas lindas sandálias de tiras finas prateadas e salto alto bem fino.
Ela estava muito sexy, pois usava um vestido longo que a cobria completamente e, ao mesmo tempo, estava quase nua, já que não usava sutiã e seus peitões se moviam com liberdade sob o vestido. Quando ela se abaixou para pegar a bolsa que tinha caído, eu vi perfeitamente que ela estava usando um fio dental bem pequeno, que cobria só o mínimo na frente e nada atrás. Ela percebeu e ajustou um pouco o forro que tinha subido, mostrando-nos sua virilha entre as transparências do vestido.
Juan estava de boca aberta, devorando minha mulher com os olhos. Ele disse que ela estava linda e que ia ser a inveja da festa. Eu estava me arrependendo de deixar aquela gostosa ir com nosso amigo, que eu sabia que a desejava tanto quanto eu. Minha mulher, por outro lado, estava feliz por saber que ia a uma festa se divertir e ainda me sorriu de modo provocador, como se quisesse me deixar com ciúmes.
Me despedi dela dando um beijo e dizendo para ela se divertir e não fazer besteiras, ao que ela respondeu com um sorriso malicioso, dizendo que me contaria tudo quando voltasse.
O tempo não passava e o ciúme foi me consumindo pouco a pouco. Eu estava nervoso, impaciente para que as horas passassem e minha mulher chegasse em casa. Ao mesmo tempo, a curiosidade mórbida de saber que ela estava com meu amigo, que certamente a devorava com os olhos, e que ela estava imponente, me excitava. um pouco, sem contar que era uma festa e que o álcool e a música fariam com que talvez minha mulher se divertisse um pouco mais do que o normal.
A tarde virou noite e eu acabei dormindo.
Não sei quanto tempo passou, mas acordei com o barulho da porta da rua, ouvi a voz sussurrante da minha mulher e do Juan, depois um breve silêncio que se tornou eterno, ouvi de novo a voz do Juan sussurrando algo e minha mulher rindo baixinho e finalmente o barulho da porta fechando. Sem dúvida ele a beijou naquele espaço de silêncio e não devia ter sido um beijo na bochecha de amigo, já que durou demais.
Eu estava deitado na cama ouvindo o som dos saltos das sandálias da minha esposa se aproximando do quarto. No escuro vi sua silhueta e acendi a luz do criado-mudo. Ela me sorriu e se aproximou para me beijar.
"Te acordei, querido?", ela disse, ao que eu respondi para não se preocupar, que estava esperando ela voltar.
Olhei para ela enquanto se afastava para deixar a bolsa na cômoda e vi como ela estava linda. Algo não batia nela e na imagem que eu tinha gravado de quando ela saiu, tão linda e sedutora com aqueles jogos de transparências... e o cabelo dela já não estava preso! Como pôu ter soltado? Seria a dança? Dava pra ver que ela estava um pouco bebida, mas não bêbada.
"Estou muito cansada, vou me deitar agora mesmo", ela disse.
Perguntei como tinha sido a festa e ela respondeu que foi ótima, que nunca tinha estado numa festa daquelas. Que estava doida pra repetir, mas que dessa vez iríamos juntos, que eu também me divertiria muito, com certeza.
Sua resposta me deixou um pouco inquieto e minhas suspeitas de que algo mais tinha acontecido cresciam. Ela sentou na cama para tirar as sandálias e seu vestido deixou completamente à mostra suas pernas e seus quadris.
"Que abertura que esse vestido tem, né?", eu disse nervoso.
"Sim, foi mais ou menos isso que o Juan disse quando me sentei no carro para irmos para a... festa.
Aquilo já me deixou a mil. E me atrevi a perguntar sobre
seu cabelo:
"Como é que você soltou o cabelo?"
"A festa ficou muito animada e ele deve ter se soltado, não lembro em que momento."
Nesse momento, agarrei ela pelo pulso e a deitei na
cama, dizendo em tom ameaçador que me contasse
o que tinha acontecido e que não tirasse mais sarro de mim, que
queria saber tudo.
"Tudo, tudo?", ela me perguntou com um sorriso
intrigante.
"Sim, com detalhes", respondi, enquanto já ficava
um pouco excitado, porque sabia que algo tinha rolado.
"Tá bom, mas não fica bravo. Muitas vezes a gente já
brincou com coisas assim ou leu relatos na
Internet de mulheres que fazem com outros caras, e
dessa vez o que você vai ouvir é real."
Eu já estava mais excitado e com vontade de saber do que
ciumento ou bravo como antes. Era uma sensação estranha
que eu gostei, e pedi que ela me contasse tudo.
Ela começou a me contar assim:
"Quando a gente desceu no elevador, o Juan e eu, ele não
tirava o olho de mim. E ficava me dizendo como eu estava
gata, que se fosse sua esposa não me deixaria sair
sozinha pra lugar nenhum. Chegamos na rua e ele, muito
galanteador, abriu a porta do carro pra mim. Ao me sentar, o
vestido deixou minhas pernas e meu thong completamente à mostra, eu me cobri olhando pra ele com um pouco de vergonha e
vi que ele estava me devorando com os olhos.
No caminho, ele não parava de olhar enquanto
dirigia, e eu tive que dizer pra ele prestar atenção na
estrada, senão a gente ia se estourar. Ele me disse que não
conseguia tirar os olhos de mim, que eu estava linda e,
dizendo isso, colocou a mão suavemente na minha
perna. Senti um arrepio no corpo ao sentir uma
mão diferente da sua na minha pele, já que ele soube
colocar a mão no lugar certo pra encontrar a
abertura do vestido, que foi se abrindo com o movimento
da estrada, pouco a pouco.
Não disse nada, gostei do jeito que ele estava me acariciando, e ele,
percebendo isso, subiu a mão devagar até chegar no
interior das minhas coxas e roçar... Minha buceta estava um pouco molhada e umedeceu levemente o meu thong.
Ele sorriu ao ver que eu não me afastava e continuou
acariciando minhas pernas e tocando mais vezes minha buceta,
parando nela e brincando de separar meus lábios
vaginais com os dedos. Eu estava no céu e me
recostei para trás no assento com os olhos
fechados, aproveitando aquele massagem e instintivamente
levei minha mão até a virilha dele. Ao notar seu pau duro
e grande debaixo da calça, abri os olhos de repente
e, olhando para o rosto dele, sorri. Ele respondeu enfiando sua
mão entre o thong e minha pele, introduzindo-se
lentamente entre meus lábios vaginais e penetrando um
pouco no meu interior. Tirou a mão e levou-a à
boca, chupando meus fluidos.
Eu já não sabia mais o que fazia, estava fora de mim.
Estava me dando muito prazer e isso fez com que eu
me desinibisse completamente, abaixando sua braguilha e tirando seu
pau para fora. Era muito grande e eu estava molhada,
eu o desejava, então me abaixei debaixo dos braços dele que
seguravam o volante e o enfiei na minha boca. Chupava
com ansiedade, querendo engoli-lo todo, sem soltá-lo, e
desejava seu sêmen.
Ele já não aguentava mais e teve que parar no acostamento, jogou
seu assento para trás e enfiou a mão por trás de
mim, agarrando minhas nádegas e brincando com os dedos na
fenda da minha bunda enquanto eu chupava seu pau.
Joguei minha bunda para trás para facilitar o trabalho dele, e
ele enfiou os dedos na minha buceta enquanto também
massageava meu ânus. Eu estava fora de mim e chupava
completamente seu pau grande enquanto ele tocava minha
buceta e minha bunda com as mãos.
Finalmente ele gozou e eu engoli tudo que pude, sem
evitar que um pouco escapasse dos meus lábios, e ao
mesmo tempo gozei, sentindo seus dedos dentro do meu ânus e da
minha bunda, bem lá dentro.
Me levantei e ele me beijou na boca, segurando meus
peitos com as mãos, foi excitante. Nos arrumamos um
pouco, ele guardou o pau e ligou o carro,
entrando no portão. que ficava a uns duzentos metros de onde estávamos parados.
Era um grande portão de ferro bem alto que dava acesso a uma enorme floresta e, no final, uma mansão. Havia muitos carros e gente indo em direção à escadaria da entrada, parecia um castelo. Eu estava muito excitada e contrariada pela chupada que tinha dado a ele na frente daquela propriedade.
Já dentro, entramos em um grande salão que parecia uma quadra de basquete, era imenso e tinha muita gente. Uma orquestra animava a festa e havia pessoas dançando. Um jovem atraente se aproximou, cumprimentou Juan e me apresentou. Era o filho do dono daquela mansão e da empresa onde seu amigo trabalha.
O jovem me disse que eu estava linda e muito gostosa, ao mesmo tempo que ria um pouco. Eu sorri com uma cara de quem não gostou muito do elogio, e ele pediu desculpas. Me apresentou a alguns amigos, todos garotos da mesma idade dele, uns 25 anos. Estavam me despindo com os olhos, no pouco que dava para despir, já que dava para ver quase tudo através da transparência do meu vestido, que estava causando estragos na festa.
Fiquei dançando um pouco com Juan e depois fomos nos sentar com seu chefe e a esposa dele e outro casal. Eles ficaram falando de negócios enquanto as mulheres conversávamos sobre tudo um pouco. Entre a gente, vi Luis, o filho do dono, me olhando lá no fundo enquanto tomava uma taça e me cumprimentou de longe. Juan deve ter percebido e me disse para ir com ele, que eu não me entediaria, que ele tinha remédios para os momentos chatos das festas. Me deu a entender para ir com ele, que depois ele se juntaria a nós.
Eu me levantei e fui em direção a ele, sabendo que algo estava sendo tramado, já que estavam sorrindo como se tudo estivesse indo bem dentro de um plano. Ao chegar, Luis me perguntou se eu estava entediada e eu disse que um pouco. Ele me disse para acompanhá-lo, que sempre fazia festas paralelas na parte de cima, em outro grande salão que a mansão tinha.
Ao chegar lá em cima, outra A grande sala recebia um grupo de caras que se viraram ao me ver chegar. Eu era a única mulher no lugar e isso me deixou um pouco nervosa. Me apresentei e um por um foram me beijando. Nem sei quantos eram, pelo menos uma dúzia ou mais. Me convidaram para beber algo e me sentei numa poltrona com Luis e mais uns dois. A conversa foi agradável no começo, mas depois mudou para o meu lado. Meu vestido virou assunto primeiro, e depois meu corpo. Eu já tinha tomado vários drinks e estava alegre e desinibida. Pediram para eu dançar para eles, e eu dancei.
No começo me mexi de forma sensual, e com o passar dos minutos eles iam me provocando e eu tentava corresponder, me acariciando por cima do vestido ou balançando os ombros para meus peitos dançarem livremente na frente de todos. Aos poucos, todos os caras foram se juntando até me cercar num círculo, e Luis, que era o líder — afinal, era o anfitrião — se aproximou de mim dançando colado no meu corpo e pondo as mãos onde bem quisesse. Eu não me importei e estava ficando excitada a cada momento, por causa da bebida e porque ainda lembrava do jeito que me entreguei para Juan no carro, o que me deixava com tesão, já que era uma situação que nunca imaginei viver.
Agora não era só Luis que me tocava, mais alguns deles também. Estava cercada por dois ou três caras que me apalpavam livremente no ritmo da música, e o resto só olhava e gritava, pedindo para eu tirar a roupa aos poucos, fazendo um striptease. Gostei da ideia e fiz isso. Primeiro fui levantando a parte de baixo do vestido até mostrar minha bunda nua por causa do thong, e depois, com a ajuda do Luis e outro cara, tirei a parte de cima, ficando só de thong e sandálias.
Meus peitões eram acariciados pelas mãos deles, assim como minha bunda e minha buceta por cima do thong. Um deles se ajoelhou e começou a lamber minha buceta, afastando O thong de lado, era delicioso sentir aquela língua na minha xerequinha e outro me tocava as nádegas e enfiava os dedos entre elas, acariciando minha buceta e o ânus por trás. Eu estava fora de mim e me deixava levar. Foi aí que vi o João na minha frente, sorrindo e me dizendo que eu estava me divertindo muito, como eu mereço, e acho que ele tinha razão. Luis e João conversaram entre si e me disseram que era hora de brincar com a caixa do prazer. Eu perguntei o que era aquilo e eles disseram que iam me mostrar na hora.
Três caras foram até a sala ao lado e trouxeram um grande aparelho com rodas. Era uma enorme caixa de metal aberta em cima e com buracos por todos os lados. Ela estava montada sobre umas pernas com rodas, e embaixo da caixa havia uma espécie de colchonete a uns 50 cm dela. Entre vários, me colocaram lá dentro sozinha, me disseram para jogar o thong fora e eu fiz isso. Em seguida, vi como todos eles foram se despindo e se aproximando, me cercando por fora da caixa. Ela era alta, e eu só via movimento através dos buracos que tinha por todos os lados.
Foi aí que muitos dos buracos foram tampados e apareceram, em alguns deles, os paus dos caras. O jogo consistia em que eu devia brincar com todos aqueles paus à vontade, sem deixar nenhum de fora. Então, como estava excitadíssima, comecei tocando alguns com as mãos, masturbando-os devagar e vendo como iam ficando duros e grandes. Depois, enfiava outros na boca enquanto esticava meu corpo para esfregar os que ficavam na parte de trás com minha bunda.
Foi muito excitante sentir tantos paus tocando meu corpo todo. Eu sentava em algum dos que estavam embaixo e cavalgava neles, ao mesmo tempo que, com as mãos, agarrava outros e, com a boca, chupava os que conseguia. Estavam todos bem duros e molhados. Eu não aguentava mais e acho que gozei algumas vezes. Luis abriu a portinhola de um dos... Ele me levou para os lados daquele
compartimento e me disse para sair, que agora eu teria
paus até cansar.
Me colocou de quatro na frente dele em cima de um enorme
colchão que estava no centro da sala, no chão,
e enfiou o pau dele na minha boca, me fodendo com força
quase me fazendo engasgar a cada empurrão. O resto
deles se masturbava ao meu redor e eu, de vez em
quando, soltava uma mão e agarrava o que podia.
Enquanto alguns me apalpavam a buceta e o cu,
enfiavam os dedos até dentro, e foi quando um
deles me cuspiu algumas vezes na buceta e no
cu para lubrificar e enfiou o pau na buceta,
me fodendo rápido e sem piedade. Eu estava
gostando como uma puta, me sentia como uma e estava muito
excitada. Quando senti que ele gozou, inundando minha
buceta com a porra quente, outro ocupou seu lugar e fez
o mesmo e me fodeu à vontade. Assim foram passando
pela minha buceta e pelo meu cu todos eles, alguns sem
gozar, me dizendo que se eu fosse uma boa puta, teria
como prêmio final um banho como o dos pilotos de
Fórmula 1, mas sem champanhe, com porra de homem. Isso
me deixou a mil por hora e acho que tive outro
orgasmo, entre tantos dessa noite. Na minha boca também
se revezavam, ao mesmo tempo que na minha buceta e cu, fodendo
ao mesmo tempo, me fazendo um sanduíche. O pior momento, embora
só por um instante, foi quando dois deles
enfiaram os paus ao mesmo tempo no meu cu. Doeu
pra caralho, mas passou logo, já que meu cu se
dilatou o suficiente para receber aqueles dois lindos
paus que me perfuravam. Também fizeram
pela frente, mas minha buceta dilatava melhor, já que
quase todos os paus já tinham passado por ela.
Quando já não aguentavam mais, me ordenaram deitar de
costas e, colocando-se todos ao meu redor se masturbando,
me disseram para aproveitar a recompensa e começou a
cair uma chuva grossa de sêmen quente por todo o meu
corpo nu. Eu me acariciava e engolia o que caía na o rosto e a boca. Com minhas mãos, espalhei por todo o meu corpo como se fosse um creme qualquer. Era muito excitante ter todos aqueles paus gozando sobre meu corpo.
Assim que terminaram, fiquei de joelhos e fui chupando o que sobrou dos paus deles, deixando tudo bem limpinho. Alguns deles também limparam minha buceta e meu cu com as línguas, aproveitando meus buracos dilatados e escorrendo porra.
Depois de um tempo assim, me levaram para um jacuzzi e me deram uma massagem entre vários, me ensaboando e lavando completamente. Foi muito relaxante e excitante, por que não? Tantas mãos tocando meu corpo, as bolhas, a água quente... foi delicioso.
Depois me vesti e o Juan me trouxe para casa. O que você achou da festa que seu amigo me levou?
Eu não sabia o que dizer, estava de pau duro e chocado com aquilo. Parecia um filme pornô hardcore e tinha acontecido com minha esposa, que me contou como se fosse a coisa mais normal. Eu estava a mil, e ela sabia, então nem preciso dizer que no resto da noite fui só eu que aproveitei seu corpo lindo e o quão fantástica ela é na cama.
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