Capítulo 1, A Captura
Na Venezuela; encontram-se infiltrados há mais de 20 anos uma espiã e sua filha, uma aprendiz de espiã. Seus nomes são Gabriela Yrene Barzana Salas, de profissão educadora universitária, nascida em Santiago, Chile; mulher branca, estatura 1,80 m, medidas 89-62-91, tamanho do pé USA: 10.5 (EUR: 41 sapatos-42 sandálias), com uns olhos grandes de cor verde marinho, cabelo loiro até os ombros e um corpo atlético (forma física invejável para qualquer mulher daquela idade), trabalha para a Agência de Missões Secretas do Chile (AMSC) e é espiã para eles desde 1978 (contava com 18 anos), quando, ao ser detida pela polícia chilena com as acusações de roubo e furto à mão armada, é processada com 3 anos de cadeia. Mediante um rigoroso processo de seleção, a agência secreta toma a decisão de recrutá-la para suas fileiras, levando em conta sua habilidade para furtar objetos (desde então tem uns 25 anos de serviço). Andrea Gabriella Orioli Barzana, nascida na Venezuela; de 22 anos, estudante universitária, é a única filha de Gabriella, resultante da união matrimonial com Bruno Orioli. Pele cor dourada, tem uma estatura de 1,77 m, medidas 88-60-88, tamanho do pé USA: 8 (EUR: 37 sapatos-38 sandálias), com uns olhos de cor marrom escuro, cabeleira negra corvo longa até a cintura, possui um corpo bem modelado, graças às horas e horas de treinamento recebidas por sua mãe. Gabriella (de agora em diante, Gaby) tem em seu currículo secreto o ter desmascarado o governo de Augusto Pinochet com poucos anos de experiência no espionagem, e além disso, infiltra-se dentro da União Soviética, conseguindo capturar importantes documentos que serviram, a longo prazo, a separar a URSS, conseguindo méritos suficientes para ser catalogada como a melhor espiã do mundo. O início de 2011 servirá para que esta internacional e famosa espiã, trabalhe para a DISS (Divizione Italiana di Servizio Secretto), já que anteriormente, eles tinham oferecido trabalho, mas Gaby recusou, já que era para fins maléficos. A DISS, querendo garantir que Gaby trabalhe para eles, traça um plano meticuloso e bem estudado: chama seu melhor agente, Giampiero Bonera (de agora em diante, Gian), de 26 anos, que mora nessa cidade há 4 anos, amigo de Gaby (Gaby dá aulas pra ele na universidade onde trabalha) e de Andrea (colegas de classe; em várias ocasiões, Gian tinha ido à casa de Gaby e Andrea, com o pretexto de estudar) para cumprir esse objetivo. Gian bolou seu plano para executar essa missão; um dia, com a desculpa de que ela o levasse até o centro da cidade, ele vai com ela (Gaby) na sua caminhonete, acompanhado de Andrea Gabriella e da melhor amiga de Andrea, Anna Karina Pannitti (garota de uns 21 anos, altura 1,75 m, pele branquinha, medidas 87-62-91, tamanho do pé USA: 8.5 (EUR: 38 sapatos-39 sandálias), estuda com eles, mas não se relacionava muito com Gian), aproximadamente às 10 da noite, uma hora depois que Gaby deu sua última aula; e saíram da universidade, que ficava numa zona afastada da cidade. Enquanto vão pela estrada em direção à cidade, Gian pede pra parar, porque estava tonto e queria vomitar (era um pretexto pra preparar tudo). Ao entrar novamente na caminhonete, rapidamente Gian coloca uma máscara antigás e antes que arrancassem, começou a borrifar um recipiente com gás-insônia (clorofórmio). Gaby, tentando se manter acordada, diz: "Andrea..., Anna..., Giamp...". Deixa cair a cabeça em cima do volante e adormece. Assim como Gaby, as outras 2 mulheres caem no sono. Gian afasta Gaby (que estava dirigindo), e leva o carro até um lugar afastado da estrada onde ninguém pudesse ver nada, e em seguida amarra as 3 mulheres de mãos e pés, coloca Gaby e Andrea na parte de carga da caminhonete, ambas com a boca amordaçada com um lenço de clorofórmio, pra evitar que acordem, e deixa Anna Karina no banco de trás do carro, também com a boca amordaçada com um lenço de clorofórmio, cobrindo elas com uma lona que estava no porta-malas do carro, para evitar qualquer suspeita; e se dirigem a uma casa abandonada nos arredores da cidade. Dentro da casa há uma porta que os leva a um elevador; ele pega as 3 mulheres (uma por uma) e as coloca lá dentro do elevador, entra e o ativa. Quando o elevador chega ao final do seu percurso, uns 25 metros abaixo do solo, as portas se abrem e na frente há um corredor que os leva a uma grande sala à prova de som. Ali, há uma cadeira de dentista parafusada fortemente ao chão; Gian traz Gaby e a amarra na cadeira (começa com os tornozelos e os joelhos amarrando-os entre si, depois a cintura, os punhos, os braços, o peito, e o pescoço) enquanto que às outras, Gian ordena a uns ajudantes que as buscassem, as trouxessem, e as despisse de suas roupas (Andrea estava usando uma camisa azul e preta, uma calça jeans, meias brancas, e tênis azul marinho. Anna Karina estava usando uma camisa rosa, com um jeans preto, e uns tamancos, sem meias, e de sola baixa; deixando à mostra (em roupa íntima) uns corpos espetaculares, e uns pés bem cuidados e bonitos de ambas as garotas). Finalmente, esses ajudantes as algemam com grilhões nos tornozelos e nos punhos (com a cabeça para baixo) em uns grandes madeiros em forma de X, e de frente para Gaby, mas com um vidro grosso entre elas, de tal forma que possam se ver, mas não se ouvir.
Capítulo 2, Por que Gaby não trabalhou para a DISS?
Quando acorda Gaby, que é a primeira a acordar, percebe que está amarrada desde o pescoço até os tornozelos, em uma cadeira como especialmente desenhada para ela. Ela tenta se soltar, mas vê que é praticamente impossível, além disso percebe que essas amarrações que ela tem, estão unidas em muitos pontos à cadeira, tornando ainda mais impossível que consiga se soltar. Nisso, alguém lhe... Venda os olhos, e em seguida, um estalar de dedos faz com que uma lâmpada que está bem acima da cabeça de Gaby se acenda, iluminando apenas ela. (Gaby estava usando uma blusa laranja, com jaqueta e calça preta, além de meia-calça e sapatos de salto alto pretos). Naquele momento, uma voz familiar falou com ela, mas ela, ainda atordoada pelo efeito do clorofórmio, não conseguia reconhecê-la. Essa pessoa disse seu nome completo, descreveu toda sua vida, seus traços físicos, o que fazia, onde morava, onde nasceu, tudo (menos que era espiã). Ela achou que era um daqueles sequestros "relâmpago" que aconteciam na Venezuela, que depois iam pedir resgate, e caso encerrado. Ele continuou falando, mas quando Gian disse que ela era uma espiã infiltrada, e todas as coisas que havia feito, ela percebeu que não era um simples sequestro, mas sim que eram pessoas bem organizadas que sabiam de tudo. Depois disso, Gaby disse falando de forma normal: "Escuta, não sei de onde você conseguiu essa informação, mas eu não sou essa pessoa a quem você se refere. Quanto querem pelo meu resgate? Hein!? 5 milhões?, 10 milhões?, me deixa fazer uma ligação, eu consigo o dinheiro que você pedir!". Gian replica dizendo: "Resgate?, não, você se enganou; dinheiro?, muito menos, Gaby!; nós temos, e de sobra!. Olha, vamos começar por algo, não minta para mim. Você já cometeu o primeiro erro!. Eu sei que você é espiã, na sua casa descobri muitos documentos sobre você e sobre Andrea Gabriella Orioli Barzana, ou seja, sua filha, então, pelo seu bem, recomendo que não continue com essa farsa". Naquele momento, ela se lembra da sua voz, "Giampiero!?, É você?, Você é quem está por trás de tudo isso?" disse ela. "Primeiro acerto!, agora nivelamos a coisa!. Devo dizer, você é melhor do que pensávamos" disse Gian. Depois, Gaby diz: "Bem, você me descobriu, mas não sabe com quem está se metendo, esse serviço secreto para o qual eu trabalho que você mencionou é um dos melhores do mundo, não vai passar um dia e você estará morto, menino bobo! (Diz Gaby como se a situação fosse ao contrário). Como você tem coragem de fazer isso comigo!? Hein? Você não sabe, mas eu tenho um minichip satelital inserido no meu corpo que indica a eles tudo que eu faço, digo e até penso, logo vão saber se estou bem ou não! Me solta!". Ao que Gian responde: "Gaby, seu serviço secreto é muito bom, sim, mas, depois do FBI, M16 e a KGB, a Divisão Italiana de Serviço Secreto é a quarta da lista, então, você está falando com um membro da DISS. E além disso, você já cometeu duas falhas, desnivelamos a coisa de novo, a meu favor! Ouça, este quarto foi especialmente projetado para evitar essa tecnologia que você tem no seu corpo, porque nós que a criamos! Então não sou tão burro quanto você disse há pouco". "São uns malditos filhos da puta! O que vocês querem?" disse Gaby. "Que trabalhe para nós!" replica Gian. "Acham que vou trabalhar com vocês sabendo que queriam roubar os planos e instruções da bomba biológica?! Estão loucos! Italianos de merda!" disse Gaby. "Como quiser, mas no final, veremos qual vontade se impõe." disse Gian. "Ah é? Então olha o que eu faço!" nesse momento, Gaby tinha mordido um dente, que tinha uma pequena pílula de cianeto, mas nada, mais duas tentativas, e nada. Aí, Gian diz: "Ah, algo que esqueci de te contar, sua pílula de cianeto está comigo! Meu serviço secreto é melhor que o seu, portanto, sou melhor treinado que você. Pelo que vejo, você tinha esse plano de contingência caso ocorressem essas situações, mas agora já não te serve mais (a pílula). Bruno Orioli, seu ex-marido e pai da Andrea, trabalhou para nós; antes de morrer, ele nos passou muita informação sobre você e sua filha; muito útil, por sinal. Por isso é que você está aqui! Porque da Itália decidiram que você trabalharia para nós, graças ao seu currículo! Vamos começar pelo bom caminho. Vou te perguntar: Você quer trabalhar para nós?" (ao mesmo tempo removendo a atadura dos olhos). Agora sim parece ter um pouco de terror no rosto da Gaby, mas ela, corajosamente responde: "tá bom, você me tem aqui amarrada, sem que eu possa fazer nada, mas minha resposta é NÃO! (e ela cospe na cara do Gian, que estava com o rosto perto do dela) Não vou trabalhar com vocês! Vão se foder! Italianos filhos da puta!". "Você acabou de cometer sua terceira e quarta falta, Gaby. Parece que essa é sua resposta definitiva, né? Muito bem. Francesco, Plano A! Vamos!!!" diz Gian enquanto limpava o rosto. Francesco ordena em italiano pelos alto-falantes para acenderem as luzes e prepararem as garotas que estavam do outro lado. Os ajudantes, um em cada uma delas, as acordam jogando um pouco de água fervendo nas solas dos pés de cada uma. Enquanto isso acontece, Gian se afasta dos olhos da Gaby, para que ela pudesse ver (ela percebe que não está sozinha nisso, também estão sua filha e Anna Karina, a amiga da Andrea, e ao virar a cabeça, nas paredes onde estão Andrea e Anna ela vê que há uma série de instrumentos, e muitos, para torturar) Capítulo 3: As Operações Ambas as mulheres acordam de um sobressalto emitindo um gemido de dor. Nisso Andrea diz: "Mãe!?, o que você está fazendo aí?, o que é isso?, o que eu estou fazendo aqui amarrada?, Gian!? (ela disse com espanto e terror ao ver Gian do outro lado do vidro e ao se ver fortemente amarrada)". Anna também se levanta dizendo: Gian?! o que você está fazendo aí?! o que é isso! por que estamos amarradas assim? (olhando para si mesma e para Andrea) o que a senhora Gabriela está fazendo aí? SOCORRO!, SOCORROOOOO!". "Ora, Andrea, você nem cumpriu sua primeira missão e já está encrencada, hein?. Parece que vai ter um treinamento especial hoje, riscos do espião de verdade!", diz Gian, "e você, senhorita Pannitti, não gaste sua energia, economize, porque você vai ver o quão arriscado é o verdadeiro trabalho da Andrea e da mãe dela!, e caso você não saiba, Andrea e Gabriela são espiãs, (Nisso, Anna olha com espanto para Andrea e depois para Gaby) E como você está aqui, 2 espiãs extras que vão trabalhar para a DISS, não é ruim. Né, Francesco? (olhando para ele), parece que depois disso vamos ganhar um bom reconhecimento!" disse a elas pelo interfone. "Si, signore. Eu lindo, due femmene piu per L´DISS!" disse Francesco. Enquanto alguns ajudantes terminam de preparar as garotas, Gaby diz a Gian: "Você me tem, não é? Pra que quer elas? Deixa elas irem!". "Aha!! Aqui é onde eu queria chegar. Elas são minha garantia de que você vai trabalhar pra gente!" diz Gian, "Sua maior fraqueza é que não aguenta ver sua filha sofrer, por isso o plano saiu perfeito! Porque você vai ver sua filha e a amiga dela sofrerem, mas depois vem 'Lo speziale'; ah!" E logo em seguida, Gaby pergunta: "Lo speziale? O que é iss..." e nisso Gian coloca uma mangueira com algumas tiras na boca de Gaby, depois foi abrir uma torneira, e da mangueira saiu uma forte pressão de água que estava sufocando ela, assim Gaby não podia falar, muito menos gritar! Fazem sinais pra Gian que estão prontos. Quando Gaby vê, fica aterrorizada (e impotente pra fazer nada, balança a cadeira como uma louca pra ver se conseguia algo, mas nada) ao ver que Andrea e Anna estão completamente nuas, e colocaram nos mamilos e em todos os dedos de cada pé delas uns fios de cobre, que iam pra uma máquina. Gian pergunta "E aí, mudou de ideia? Vai trabalhar pra gente?". Pelos movimentos que Gaby fez, deu pra ver que não, então Gian diz: "Sabe, água e eletricidade não se dão muito bem! Vamos ver se elas sabem disso!" (nesse momento, levantou a mão direita com o dedo indicador em forma de 1, e um ajudante do outro lado jogou água nas garotas, enquanto outro pisou num botão e as garotas soltaram um grito forte de dor por uns 15 seg, já que pelos fios nos pés passava eletricidade, e saía pelos fios nos mamilos, além disso, a água dobrava a força disso. Gaby ouviu elas, porque Francesco tinha aberto o interfone para que ela pudesse ouvir. Nisso Gian disse: "nossos métodos são bem persuasivos, Gaby (que não respirava bem, graças à água na sua boca), então te recomendo que mude de ideia!" "MMMNNGGGJJJLLLUUUAAAMMMPPPPPMS" (girando a cabeça como uma louca de um lado pro outro pra ver se soltava a mangueira, ao mesmo tempo dizendo nunca) "Nunca, hein!". "Bom, depois de mais 4 choques; Andrea, e a senhorita Pannitti vão chegar num ponto onde não vão aguentar mais e vão desmaiar de dor, e você, não se esforce pra se soltar, essa mangueira tá bem presa na sua cabeça, por mais movimentos bruscos que faça, não vai soltar, você aguenta, não é?" Gian levantou novamente a mão direita mas com os dedos indicador e médio em forma de 2, e a operação com as garotas se repetiu, mas dessa vez a eletricidade foi de 30 seg, então dessa vez o grito foi mais forte e mais intenso. Nesse momento, desmaia Anna, que não aguentou a dor produzida. Andrea, que não podia mais, mas aguentava, gritou: "MALDITO! POR QUE VOCÊ FAZ ISSO COM A GENTE!" entre lágrimas. Gian disse pra Gaby de má vontade: "Opa, você é uma professora ruim, não ensinou essas 'ragazza' esse exercício, porque não durou o que eu esperava!". Gaby, que já não suportava a água na sua boca, voltou a gritar coisas nada entendíveis e girando a cabeça bruscamente pra ver se conseguia alguma coisa. Gian, com raiva, vai até onde está Francesco e diz: "Acabou o plano A, preparem a da direita pro especial, a da esquerda, mete no balde, com as rodas", apontando pras garotas. "Sim, signore" disse Francesco. Gian decide tirar a mangueira da boca de Gaby, que já tinha toda a roupa encharcada. Ela, tossindo, expulsando toda a água que podia, disse: "AH AH AH AH MALDITO! AH AH AH AH DEIXA ELAS IR! AH AH AH ELAS NÃO TÊM NADA A VER! ME TEM A MIM! AH AH AH AAAAA AH AH AH FAZ O QUE QUISER COMIGO!". Nesse momento, Gian pega de novo o lenço preto e venda os olhos de Gaby, de tal forma que ela não possa ver. nada. Capítulo 4: Lo Speziale "Sabe, se sua filha quiser ser espiã para nós, ela vai precisar ter um sexto sentido, a intuição. Você parece ter, mas ela aparentemente não herdou", disse Gian. "Francesco, pronto? Vai lá!; va tutto benne, eh Franco!" Francesco se retira e então Gian começa a contar: "Lo speziale, o sistema que inventamos, é capaz de captar movimentos do corpo humano e transformá-los em energia". Nesse momento, Gian pisa em um botão, e a parte de baixo da cadeira se levanta, deixando as pernas em ângulo reto, e ele começa a tirar os sapatos dela, com as meias-calças ainda vestidas. Gaby, sem forças e mal retomando o ritmo normal da respiração, não ofereceu resistência e não tinha entendido para que Gian estava fazendo isso. Gian lhe diz: "Te digo uma coisa, ao vê-los, fiquei surpreso com a beleza dos seus pés, Gaby. Geralmente, mulheres com mais de 40 anos tendem a descuidar dos pés, mas você manteve os seus bem cuidados. Sua filha e a amiga dela também têm pés lindos, bem cuidados! (as unhas dos pés de Gaby estavam pintadas de verde pastel, as de Andrea de azul-itália, e as de Anna Karina de rosa-choque claro). Parece que me equivoquei quando te chamei de má professora; essa cor azul e rosa dos pés delas, e agora ao ver seus pés, te concederam um ponto a seu favor! Seu corpo, através de alguns adesivos que instalei, está conectado a um dispositivo que transforma movimento em energia, elétrica neste caso. Quando você fizer um pequeno movimento, sua filha... vai começar a sentir algo. Como? Bom, um pequeno motor elétrico fará girar umas rodas no sentido anti-horário, cheias de unhas postiças longas". Gaby imaginava de tudo, menos uma única coisa, porque não conseguia ver. "A amiga dela, a senhorita Pannitti, está trancada em um cubo com as mãos e pés em um tronco que fazem de tampa de ambos os lados (direito e esquerdo), ficando bem esticadinha! Bem fechado e sem fissuras, este cubo está destampado pela parte superior, e ela está a 1m de distância da parte inferior. Além disso, o cubo tem uma mangueira conectada, que por sua vez está ligada a uma bomba de água que vai encher o cubo de água aos poucos. Chegará um momento em que a água vai transbordar sobre a cabeça, ou melhor dizendo, sobre o corpo da senhorita Pannitti, que, por estar esticada, só poderá levantar a cabeça alguns centímetros, e aí veremos se ela aguenta a pressão de ficar debaixo d'água sem ar. Além disso, tem um motor que possui rodas iguais às da sua filha, com unhas longas também, que farão o mesmo com ela. Sua filha está amarrada em forma de "L"; também possui adesivos como o que você tem, tem penas nas axilas que se moverão no sentido anti-horário e seus pés têm um cepo bem fixado, assim como seus dedões estão amarrados de tal forma que seus lindos pés não possam se mover de forma alguma, só o corpo. Além disso, seus olhos estão vendados. Ela está conectada a outro dispositivo igual ao que você tem, e assim conseguirá produzir energia para sua amiga, eu diria... mais do que você produzirá! NOSSA, QUE SENTIDO DE IRMANDADE E AMIZADE! Quanto mais bruscos e rápidos forem os movimentos que você fizer, e especialmente ela, mais energia é produzida, e mais rápido irá o motor de ambas". Nisso, Gaby não tinha entendido muito tudo até que em sua mente percebeu algo... 'Mas... como ele conseguirá que Andrea e eu nos movamos para produzir essa ener... AHHHH!!! NÃO!, pensou. "Gian", disse Gaby, "me responde uma coisa; como você conseguirá que Andrea e eu nos movamos para produzir essa energia?". Ao que Gian responde: "Ainda não adivinhou? Nossa, os elogios meus tiraram sua vontade de pensar, hein? Bem, desta forma: seus pés e os da Andrea!" disse Gian. "Meus, (engole seco)... MEUS PÉS?" Disse Gaby, pensando ao mesmo tempo: "AS CÓCEGAS!!? E AS CÓCEGAS SERÃO NOS MEUS PÉS!! Não pode ser!!, MEUS PÉS!!!, minha parte mais sensível, NÃÃÃO!!". "Bem, acertou de novo!", disse Gian. "Você é um desgraciado! Eu gostaria Nunca ter conhecido você, Maldito! Criatura do demônio!" disse Gaby, numa última tentativa corajosa. "Informo que você não está em posição de me dizer nada contra mim, Gaby, isso pode influenciar 'Lo Speziale'. O ponto que te dei pelos pés, eu tiro! Então você volta para -3. Ontem, quando visitei o salão de beleza onde você esteve há algumas horas com Andrea, a dona, uma senhora muito gentil, me deu uma informação valiosa. Ela disse que você é sensível nos pés, e Andrea muito mais que você; as moças, quando gentilmente pintavam suas unhas, infelizmente tocaram a sola do seu pé, e você soltou uma gargalhada, e disse que você, e Andrea mais que você, tinham hipersensibilidade nas solas dos pés, que tivessem cuidado." "MENTIRA! ISSO É TUDO MENTIRA!! Você nunca foi a nenhum salão de beleza! Além disso, meus pés não são nada sensíveis, OS DE ANDREA MENOS AINDA!" disse Gaby, desesperada e preocupada. "Pois agora vamos comprovar se o que eu disse é mentira ou não, Gaby! Esta eu te perdôo. Ah, um detalhe; desta vez nem Francesco nem eu vamos ordenar que façam nada, nem na sua filha, nem na senhorita Pannitti; você mesma vai fazer!" disse Gian. "Vê como este sistema é perfeito? Desta vez você mesma vai fazer o treinamento dos 'riscos do espião real'... tema: a capacidade de aguentar cócegas!" De repente, Gian, olhando para Anna, diz a Gaby: "Que coisa, não é?! Não tinha percebido este detalhe! Mais um tema para o ensino: 'capacidade de aguentar cócegas debaixo d'água'; para a senhorita Pannitti!!! O que você acha? 2 temas na mesma aula!, hein? Estamos melhorando o ensino!!"
Capítulo 5: Uma vai embora
No momento em que Gian ia buscar uma caneta, Gaby disse desesperadamente: "Eu aguento qualquer coisa, Gian, mas cócegas nos pés não, EU TE IMPLORO! NÃO FAÇA ISSO COMIGO! Não faça cócegas na Andrea! Ela é mais sensível nos pés que eu. E a Anna nem se fala!! Além disso, ela não tem esse tipo de resistência que a Andrea e eu temos, DEIXA ELAS FORA DISSO! ME TEM A MIM!!" gritou com desespero e lágrimas. Gian responde: "Te informo que eu sabia que a senhorita Pannitti é mais sensível que vocês duas, por isso coloquei a Andrea nessa posição, porque assim como está ela vai se mexer muito mais que você! Acho que você me chamou de mentiroso, não foi? Gaby, eu conheço muitas coisas sobre vocês, até sobre a senhorita Pannitti, por isso pedi para me trocarem para a sala onde você dá aula, porque eu sabia que sua filha estava lá, me tornei amigo dela, e assim consegui entrar na sua casa, roubando muitas coisas e detalhes que hoje estou usando com você. Viu? Agora, por todas as vezes que você mentiu para mim, Andrea, e ainda mais a senhorita Pannitti vão saber o que é ser espiã!". Para Gabriella Irene Barzana Salas, o mundo estava desabando, e para sua filha e Anna Karina também. "Bem, aqui vou eu!" disse Gian. "Gian, não, NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ não havia escapatória possível para nenhuma das três mulheres. Cada segundo parecia uma eternidade. Depois de uns 15 minutos de tortura, Gian decide parar. Quando Gaby volta a um estado de lucidez, Gian conta: "Um detalhezinho que me escapou, Gaby", enquanto Gian tirava a venda dos olhos dela. Ela via que nem os pés nem o corpo de Andrea paravam de se mexer, graças à roda de unhas e às penas; aliás, os gemidos emitidos por ambas as garotas pioravam sua situação péssima, mergulhadas em sua própria angústia. Os poucos puxões que o corpo de Anna Karina conseguia produzir eram tão violentos que moviam o balde, mas ela não podia fugir daquelas unhas do demônio, que a cada momento pareciam mais e mais passeando pelas suas plantas dos pés. "A energia que você produziu durante esses 15 minutos só serviu para carregar as baterias dos dois dispositivos, mas de agora em diante, isso não vai parar, vai continuar até você dizer. E te lembro: o balde da senhorita Pannitti já está em um quarto, então te restam 3/4 de balde para você decidir." Andrea se sacudia como uma louca, de um lado para o outro, tentando ao mesmo tempo que seus pés e axilas fugissem das unhas e das penas, sem saber o que aquilo acabava provocando. A pobre Gaby não sabia o que fazer, estava perdida. Aquilo era demais, ela não aguentaria por muito tempo, mas continuava fiel aos seus ideais. "Bem, como quiser", disse Gian, ao mesmo tempo que tapava os olhos dela de novo. Com a ponta de escrever da caneta, ele decidiu rasgar a meia do pé direito de Gaby, o que provocou nela uma forte gargalhada; em seguida, passa para o pé esquerdo, repete a operação, e vai buscar um cordão. Amarra os dedões dos pés dela, e decide então continuar com a tortura, ao mesmo tempo que Andrea não aguentava mais (já estava se mijando de rir) e Anna Karina parecia estar em um estado de descontrole, seus dedos inutilmente tentavam proteger a planta do pé, mas as rodas com unhas cumpriam seu propósito à perfeição. Com o cubo já pela metade, agora Anna parecia ter entrado em um estado de loucura, por aguentar as cócegas; mas ela aguentava, mesmo gritando por piedade, ao mesmo tempo dando gargalhadas sem conseguir parar nem respirar direito. Gian, depois de uns três minutos retomando a tortura com Gaby, decide parar novamente, e tira a venda dos olhos dela, que vê que sua filha e Anna Karina não aguentam mais a tortura graças às rodas nos pés de ambas as mulheres. Gaby tenta se soltar como uma louca, mas já percebe que é impossível para ela sozinha, se outra pessoa não a ajudar. Gian, gentilmente, repete a pergunta: "Vai trabalhar para a gente?", Gaby, que não aguentava mais ver Andrea e Anna sendo torturadas, disse: "SIM!, sim, vou trabalhar com vocês, mas, e o que vai acontecer com minha filha e a Anna?". "Está reconsiderando? Bom, bom, bom! Estamos melhorando!" disse Gian, ao mesmo tempo cobrindo os olhos de Gaby novamente, que gritava: EU DISSE QUE SIM!!, QUE VOU TRABALHAR COM VOCÊS!!!, DEIXA ELAS IR!!!, NÃO ERA ISSO QUE VOCÊ QUERIA?!!!". Ao que Gian responde: "Sim, em parte. Mas falta a outra parte, SABER O QUÃO BOA VOCÊ É EM AGUENTAR CÓCEGAS!, por enquanto, sua filha e a Anna estão te ganhando, mas não se preocupe... olha!, a água já está chegando na cabeça da Anna!". Gian pegou as penas mais uma vez e começou a deslizá-las suavemente sobre as plantas indefesas dos pés de Gaby, mantendo um ritmo lento mas firme, de cima para baixo. Gritos autênticos de risada histérica encheram o quarto. "OUTRAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Nãoãããããããããão. Heeeeeheeeeeeeeheeeeee. Nãoãããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããã?
Na Venezuela; encontram-se infiltrados há mais de 20 anos uma espiã e sua filha, uma aprendiz de espiã. Seus nomes são Gabriela Yrene Barzana Salas, de profissão educadora universitária, nascida em Santiago, Chile; mulher branca, estatura 1,80 m, medidas 89-62-91, tamanho do pé USA: 10.5 (EUR: 41 sapatos-42 sandálias), com uns olhos grandes de cor verde marinho, cabelo loiro até os ombros e um corpo atlético (forma física invejável para qualquer mulher daquela idade), trabalha para a Agência de Missões Secretas do Chile (AMSC) e é espiã para eles desde 1978 (contava com 18 anos), quando, ao ser detida pela polícia chilena com as acusações de roubo e furto à mão armada, é processada com 3 anos de cadeia. Mediante um rigoroso processo de seleção, a agência secreta toma a decisão de recrutá-la para suas fileiras, levando em conta sua habilidade para furtar objetos (desde então tem uns 25 anos de serviço). Andrea Gabriella Orioli Barzana, nascida na Venezuela; de 22 anos, estudante universitária, é a única filha de Gabriella, resultante da união matrimonial com Bruno Orioli. Pele cor dourada, tem uma estatura de 1,77 m, medidas 88-60-88, tamanho do pé USA: 8 (EUR: 37 sapatos-38 sandálias), com uns olhos de cor marrom escuro, cabeleira negra corvo longa até a cintura, possui um corpo bem modelado, graças às horas e horas de treinamento recebidas por sua mãe. Gabriella (de agora em diante, Gaby) tem em seu currículo secreto o ter desmascarado o governo de Augusto Pinochet com poucos anos de experiência no espionagem, e além disso, infiltra-se dentro da União Soviética, conseguindo capturar importantes documentos que serviram, a longo prazo, a separar a URSS, conseguindo méritos suficientes para ser catalogada como a melhor espiã do mundo. O início de 2011 servirá para que esta internacional e famosa espiã, trabalhe para a DISS (Divizione Italiana di Servizio Secretto), já que anteriormente, eles tinham oferecido trabalho, mas Gaby recusou, já que era para fins maléficos. A DISS, querendo garantir que Gaby trabalhe para eles, traça um plano meticuloso e bem estudado: chama seu melhor agente, Giampiero Bonera (de agora em diante, Gian), de 26 anos, que mora nessa cidade há 4 anos, amigo de Gaby (Gaby dá aulas pra ele na universidade onde trabalha) e de Andrea (colegas de classe; em várias ocasiões, Gian tinha ido à casa de Gaby e Andrea, com o pretexto de estudar) para cumprir esse objetivo. Gian bolou seu plano para executar essa missão; um dia, com a desculpa de que ela o levasse até o centro da cidade, ele vai com ela (Gaby) na sua caminhonete, acompanhado de Andrea Gabriella e da melhor amiga de Andrea, Anna Karina Pannitti (garota de uns 21 anos, altura 1,75 m, pele branquinha, medidas 87-62-91, tamanho do pé USA: 8.5 (EUR: 38 sapatos-39 sandálias), estuda com eles, mas não se relacionava muito com Gian), aproximadamente às 10 da noite, uma hora depois que Gaby deu sua última aula; e saíram da universidade, que ficava numa zona afastada da cidade. Enquanto vão pela estrada em direção à cidade, Gian pede pra parar, porque estava tonto e queria vomitar (era um pretexto pra preparar tudo). Ao entrar novamente na caminhonete, rapidamente Gian coloca uma máscara antigás e antes que arrancassem, começou a borrifar um recipiente com gás-insônia (clorofórmio). Gaby, tentando se manter acordada, diz: "Andrea..., Anna..., Giamp...". Deixa cair a cabeça em cima do volante e adormece. Assim como Gaby, as outras 2 mulheres caem no sono. Gian afasta Gaby (que estava dirigindo), e leva o carro até um lugar afastado da estrada onde ninguém pudesse ver nada, e em seguida amarra as 3 mulheres de mãos e pés, coloca Gaby e Andrea na parte de carga da caminhonete, ambas com a boca amordaçada com um lenço de clorofórmio, pra evitar que acordem, e deixa Anna Karina no banco de trás do carro, também com a boca amordaçada com um lenço de clorofórmio, cobrindo elas com uma lona que estava no porta-malas do carro, para evitar qualquer suspeita; e se dirigem a uma casa abandonada nos arredores da cidade. Dentro da casa há uma porta que os leva a um elevador; ele pega as 3 mulheres (uma por uma) e as coloca lá dentro do elevador, entra e o ativa. Quando o elevador chega ao final do seu percurso, uns 25 metros abaixo do solo, as portas se abrem e na frente há um corredor que os leva a uma grande sala à prova de som. Ali, há uma cadeira de dentista parafusada fortemente ao chão; Gian traz Gaby e a amarra na cadeira (começa com os tornozelos e os joelhos amarrando-os entre si, depois a cintura, os punhos, os braços, o peito, e o pescoço) enquanto que às outras, Gian ordena a uns ajudantes que as buscassem, as trouxessem, e as despisse de suas roupas (Andrea estava usando uma camisa azul e preta, uma calça jeans, meias brancas, e tênis azul marinho. Anna Karina estava usando uma camisa rosa, com um jeans preto, e uns tamancos, sem meias, e de sola baixa; deixando à mostra (em roupa íntima) uns corpos espetaculares, e uns pés bem cuidados e bonitos de ambas as garotas). Finalmente, esses ajudantes as algemam com grilhões nos tornozelos e nos punhos (com a cabeça para baixo) em uns grandes madeiros em forma de X, e de frente para Gaby, mas com um vidro grosso entre elas, de tal forma que possam se ver, mas não se ouvir.
Capítulo 2, Por que Gaby não trabalhou para a DISS?
Quando acorda Gaby, que é a primeira a acordar, percebe que está amarrada desde o pescoço até os tornozelos, em uma cadeira como especialmente desenhada para ela. Ela tenta se soltar, mas vê que é praticamente impossível, além disso percebe que essas amarrações que ela tem, estão unidas em muitos pontos à cadeira, tornando ainda mais impossível que consiga se soltar. Nisso, alguém lhe... Venda os olhos, e em seguida, um estalar de dedos faz com que uma lâmpada que está bem acima da cabeça de Gaby se acenda, iluminando apenas ela. (Gaby estava usando uma blusa laranja, com jaqueta e calça preta, além de meia-calça e sapatos de salto alto pretos). Naquele momento, uma voz familiar falou com ela, mas ela, ainda atordoada pelo efeito do clorofórmio, não conseguia reconhecê-la. Essa pessoa disse seu nome completo, descreveu toda sua vida, seus traços físicos, o que fazia, onde morava, onde nasceu, tudo (menos que era espiã). Ela achou que era um daqueles sequestros "relâmpago" que aconteciam na Venezuela, que depois iam pedir resgate, e caso encerrado. Ele continuou falando, mas quando Gian disse que ela era uma espiã infiltrada, e todas as coisas que havia feito, ela percebeu que não era um simples sequestro, mas sim que eram pessoas bem organizadas que sabiam de tudo. Depois disso, Gaby disse falando de forma normal: "Escuta, não sei de onde você conseguiu essa informação, mas eu não sou essa pessoa a quem você se refere. Quanto querem pelo meu resgate? Hein!? 5 milhões?, 10 milhões?, me deixa fazer uma ligação, eu consigo o dinheiro que você pedir!". Gian replica dizendo: "Resgate?, não, você se enganou; dinheiro?, muito menos, Gaby!; nós temos, e de sobra!. Olha, vamos começar por algo, não minta para mim. Você já cometeu o primeiro erro!. Eu sei que você é espiã, na sua casa descobri muitos documentos sobre você e sobre Andrea Gabriella Orioli Barzana, ou seja, sua filha, então, pelo seu bem, recomendo que não continue com essa farsa". Naquele momento, ela se lembra da sua voz, "Giampiero!?, É você?, Você é quem está por trás de tudo isso?" disse ela. "Primeiro acerto!, agora nivelamos a coisa!. Devo dizer, você é melhor do que pensávamos" disse Gian. Depois, Gaby diz: "Bem, você me descobriu, mas não sabe com quem está se metendo, esse serviço secreto para o qual eu trabalho que você mencionou é um dos melhores do mundo, não vai passar um dia e você estará morto, menino bobo! (Diz Gaby como se a situação fosse ao contrário). Como você tem coragem de fazer isso comigo!? Hein? Você não sabe, mas eu tenho um minichip satelital inserido no meu corpo que indica a eles tudo que eu faço, digo e até penso, logo vão saber se estou bem ou não! Me solta!". Ao que Gian responde: "Gaby, seu serviço secreto é muito bom, sim, mas, depois do FBI, M16 e a KGB, a Divisão Italiana de Serviço Secreto é a quarta da lista, então, você está falando com um membro da DISS. E além disso, você já cometeu duas falhas, desnivelamos a coisa de novo, a meu favor! Ouça, este quarto foi especialmente projetado para evitar essa tecnologia que você tem no seu corpo, porque nós que a criamos! Então não sou tão burro quanto você disse há pouco". "São uns malditos filhos da puta! O que vocês querem?" disse Gaby. "Que trabalhe para nós!" replica Gian. "Acham que vou trabalhar com vocês sabendo que queriam roubar os planos e instruções da bomba biológica?! Estão loucos! Italianos de merda!" disse Gaby. "Como quiser, mas no final, veremos qual vontade se impõe." disse Gian. "Ah é? Então olha o que eu faço!" nesse momento, Gaby tinha mordido um dente, que tinha uma pequena pílula de cianeto, mas nada, mais duas tentativas, e nada. Aí, Gian diz: "Ah, algo que esqueci de te contar, sua pílula de cianeto está comigo! Meu serviço secreto é melhor que o seu, portanto, sou melhor treinado que você. Pelo que vejo, você tinha esse plano de contingência caso ocorressem essas situações, mas agora já não te serve mais (a pílula). Bruno Orioli, seu ex-marido e pai da Andrea, trabalhou para nós; antes de morrer, ele nos passou muita informação sobre você e sua filha; muito útil, por sinal. Por isso é que você está aqui! Porque da Itália decidiram que você trabalharia para nós, graças ao seu currículo! Vamos começar pelo bom caminho. Vou te perguntar: Você quer trabalhar para nós?" (ao mesmo tempo removendo a atadura dos olhos). Agora sim parece ter um pouco de terror no rosto da Gaby, mas ela, corajosamente responde: "tá bom, você me tem aqui amarrada, sem que eu possa fazer nada, mas minha resposta é NÃO! (e ela cospe na cara do Gian, que estava com o rosto perto do dela) Não vou trabalhar com vocês! Vão se foder! Italianos filhos da puta!". "Você acabou de cometer sua terceira e quarta falta, Gaby. Parece que essa é sua resposta definitiva, né? Muito bem. Francesco, Plano A! Vamos!!!" diz Gian enquanto limpava o rosto. Francesco ordena em italiano pelos alto-falantes para acenderem as luzes e prepararem as garotas que estavam do outro lado. Os ajudantes, um em cada uma delas, as acordam jogando um pouco de água fervendo nas solas dos pés de cada uma. Enquanto isso acontece, Gian se afasta dos olhos da Gaby, para que ela pudesse ver (ela percebe que não está sozinha nisso, também estão sua filha e Anna Karina, a amiga da Andrea, e ao virar a cabeça, nas paredes onde estão Andrea e Anna ela vê que há uma série de instrumentos, e muitos, para torturar) Capítulo 3: As Operações Ambas as mulheres acordam de um sobressalto emitindo um gemido de dor. Nisso Andrea diz: "Mãe!?, o que você está fazendo aí?, o que é isso?, o que eu estou fazendo aqui amarrada?, Gian!? (ela disse com espanto e terror ao ver Gian do outro lado do vidro e ao se ver fortemente amarrada)". Anna também se levanta dizendo: Gian?! o que você está fazendo aí?! o que é isso! por que estamos amarradas assim? (olhando para si mesma e para Andrea) o que a senhora Gabriela está fazendo aí? SOCORRO!, SOCORROOOOO!". "Ora, Andrea, você nem cumpriu sua primeira missão e já está encrencada, hein?. Parece que vai ter um treinamento especial hoje, riscos do espião de verdade!", diz Gian, "e você, senhorita Pannitti, não gaste sua energia, economize, porque você vai ver o quão arriscado é o verdadeiro trabalho da Andrea e da mãe dela!, e caso você não saiba, Andrea e Gabriela são espiãs, (Nisso, Anna olha com espanto para Andrea e depois para Gaby) E como você está aqui, 2 espiãs extras que vão trabalhar para a DISS, não é ruim. Né, Francesco? (olhando para ele), parece que depois disso vamos ganhar um bom reconhecimento!" disse a elas pelo interfone. "Si, signore. Eu lindo, due femmene piu per L´DISS!" disse Francesco. Enquanto alguns ajudantes terminam de preparar as garotas, Gaby diz a Gian: "Você me tem, não é? Pra que quer elas? Deixa elas irem!". "Aha!! Aqui é onde eu queria chegar. Elas são minha garantia de que você vai trabalhar pra gente!" diz Gian, "Sua maior fraqueza é que não aguenta ver sua filha sofrer, por isso o plano saiu perfeito! Porque você vai ver sua filha e a amiga dela sofrerem, mas depois vem 'Lo speziale'; ah!" E logo em seguida, Gaby pergunta: "Lo speziale? O que é iss..." e nisso Gian coloca uma mangueira com algumas tiras na boca de Gaby, depois foi abrir uma torneira, e da mangueira saiu uma forte pressão de água que estava sufocando ela, assim Gaby não podia falar, muito menos gritar! Fazem sinais pra Gian que estão prontos. Quando Gaby vê, fica aterrorizada (e impotente pra fazer nada, balança a cadeira como uma louca pra ver se conseguia algo, mas nada) ao ver que Andrea e Anna estão completamente nuas, e colocaram nos mamilos e em todos os dedos de cada pé delas uns fios de cobre, que iam pra uma máquina. Gian pergunta "E aí, mudou de ideia? Vai trabalhar pra gente?". Pelos movimentos que Gaby fez, deu pra ver que não, então Gian diz: "Sabe, água e eletricidade não se dão muito bem! Vamos ver se elas sabem disso!" (nesse momento, levantou a mão direita com o dedo indicador em forma de 1, e um ajudante do outro lado jogou água nas garotas, enquanto outro pisou num botão e as garotas soltaram um grito forte de dor por uns 15 seg, já que pelos fios nos pés passava eletricidade, e saía pelos fios nos mamilos, além disso, a água dobrava a força disso. Gaby ouviu elas, porque Francesco tinha aberto o interfone para que ela pudesse ouvir. Nisso Gian disse: "nossos métodos são bem persuasivos, Gaby (que não respirava bem, graças à água na sua boca), então te recomendo que mude de ideia!" "MMMNNGGGJJJLLLUUUAAAMMMPPPPPMS" (girando a cabeça como uma louca de um lado pro outro pra ver se soltava a mangueira, ao mesmo tempo dizendo nunca) "Nunca, hein!". "Bom, depois de mais 4 choques; Andrea, e a senhorita Pannitti vão chegar num ponto onde não vão aguentar mais e vão desmaiar de dor, e você, não se esforce pra se soltar, essa mangueira tá bem presa na sua cabeça, por mais movimentos bruscos que faça, não vai soltar, você aguenta, não é?" Gian levantou novamente a mão direita mas com os dedos indicador e médio em forma de 2, e a operação com as garotas se repetiu, mas dessa vez a eletricidade foi de 30 seg, então dessa vez o grito foi mais forte e mais intenso. Nesse momento, desmaia Anna, que não aguentou a dor produzida. Andrea, que não podia mais, mas aguentava, gritou: "MALDITO! POR QUE VOCÊ FAZ ISSO COM A GENTE!" entre lágrimas. Gian disse pra Gaby de má vontade: "Opa, você é uma professora ruim, não ensinou essas 'ragazza' esse exercício, porque não durou o que eu esperava!". Gaby, que já não suportava a água na sua boca, voltou a gritar coisas nada entendíveis e girando a cabeça bruscamente pra ver se conseguia alguma coisa. Gian, com raiva, vai até onde está Francesco e diz: "Acabou o plano A, preparem a da direita pro especial, a da esquerda, mete no balde, com as rodas", apontando pras garotas. "Sim, signore" disse Francesco. Gian decide tirar a mangueira da boca de Gaby, que já tinha toda a roupa encharcada. Ela, tossindo, expulsando toda a água que podia, disse: "AH AH AH AH MALDITO! AH AH AH AH DEIXA ELAS IR! AH AH AH ELAS NÃO TÊM NADA A VER! ME TEM A MIM! AH AH AH AAAAA AH AH AH FAZ O QUE QUISER COMIGO!". Nesse momento, Gian pega de novo o lenço preto e venda os olhos de Gaby, de tal forma que ela não possa ver. nada. Capítulo 4: Lo Speziale "Sabe, se sua filha quiser ser espiã para nós, ela vai precisar ter um sexto sentido, a intuição. Você parece ter, mas ela aparentemente não herdou", disse Gian. "Francesco, pronto? Vai lá!; va tutto benne, eh Franco!" Francesco se retira e então Gian começa a contar: "Lo speziale, o sistema que inventamos, é capaz de captar movimentos do corpo humano e transformá-los em energia". Nesse momento, Gian pisa em um botão, e a parte de baixo da cadeira se levanta, deixando as pernas em ângulo reto, e ele começa a tirar os sapatos dela, com as meias-calças ainda vestidas. Gaby, sem forças e mal retomando o ritmo normal da respiração, não ofereceu resistência e não tinha entendido para que Gian estava fazendo isso. Gian lhe diz: "Te digo uma coisa, ao vê-los, fiquei surpreso com a beleza dos seus pés, Gaby. Geralmente, mulheres com mais de 40 anos tendem a descuidar dos pés, mas você manteve os seus bem cuidados. Sua filha e a amiga dela também têm pés lindos, bem cuidados! (as unhas dos pés de Gaby estavam pintadas de verde pastel, as de Andrea de azul-itália, e as de Anna Karina de rosa-choque claro). Parece que me equivoquei quando te chamei de má professora; essa cor azul e rosa dos pés delas, e agora ao ver seus pés, te concederam um ponto a seu favor! Seu corpo, através de alguns adesivos que instalei, está conectado a um dispositivo que transforma movimento em energia, elétrica neste caso. Quando você fizer um pequeno movimento, sua filha... vai começar a sentir algo. Como? Bom, um pequeno motor elétrico fará girar umas rodas no sentido anti-horário, cheias de unhas postiças longas". Gaby imaginava de tudo, menos uma única coisa, porque não conseguia ver. "A amiga dela, a senhorita Pannitti, está trancada em um cubo com as mãos e pés em um tronco que fazem de tampa de ambos os lados (direito e esquerdo), ficando bem esticadinha! Bem fechado e sem fissuras, este cubo está destampado pela parte superior, e ela está a 1m de distância da parte inferior. Além disso, o cubo tem uma mangueira conectada, que por sua vez está ligada a uma bomba de água que vai encher o cubo de água aos poucos. Chegará um momento em que a água vai transbordar sobre a cabeça, ou melhor dizendo, sobre o corpo da senhorita Pannitti, que, por estar esticada, só poderá levantar a cabeça alguns centímetros, e aí veremos se ela aguenta a pressão de ficar debaixo d'água sem ar. Além disso, tem um motor que possui rodas iguais às da sua filha, com unhas longas também, que farão o mesmo com ela. Sua filha está amarrada em forma de "L"; também possui adesivos como o que você tem, tem penas nas axilas que se moverão no sentido anti-horário e seus pés têm um cepo bem fixado, assim como seus dedões estão amarrados de tal forma que seus lindos pés não possam se mover de forma alguma, só o corpo. Além disso, seus olhos estão vendados. Ela está conectada a outro dispositivo igual ao que você tem, e assim conseguirá produzir energia para sua amiga, eu diria... mais do que você produzirá! NOSSA, QUE SENTIDO DE IRMANDADE E AMIZADE! Quanto mais bruscos e rápidos forem os movimentos que você fizer, e especialmente ela, mais energia é produzida, e mais rápido irá o motor de ambas". Nisso, Gaby não tinha entendido muito tudo até que em sua mente percebeu algo... 'Mas... como ele conseguirá que Andrea e eu nos movamos para produzir essa ener... AHHHH!!! NÃO!, pensou. "Gian", disse Gaby, "me responde uma coisa; como você conseguirá que Andrea e eu nos movamos para produzir essa energia?". Ao que Gian responde: "Ainda não adivinhou? Nossa, os elogios meus tiraram sua vontade de pensar, hein? Bem, desta forma: seus pés e os da Andrea!" disse Gian. "Meus, (engole seco)... MEUS PÉS?" Disse Gaby, pensando ao mesmo tempo: "AS CÓCEGAS!!? E AS CÓCEGAS SERÃO NOS MEUS PÉS!! Não pode ser!!, MEUS PÉS!!!, minha parte mais sensível, NÃÃÃO!!". "Bem, acertou de novo!", disse Gian. "Você é um desgraciado! Eu gostaria Nunca ter conhecido você, Maldito! Criatura do demônio!" disse Gaby, numa última tentativa corajosa. "Informo que você não está em posição de me dizer nada contra mim, Gaby, isso pode influenciar 'Lo Speziale'. O ponto que te dei pelos pés, eu tiro! Então você volta para -3. Ontem, quando visitei o salão de beleza onde você esteve há algumas horas com Andrea, a dona, uma senhora muito gentil, me deu uma informação valiosa. Ela disse que você é sensível nos pés, e Andrea muito mais que você; as moças, quando gentilmente pintavam suas unhas, infelizmente tocaram a sola do seu pé, e você soltou uma gargalhada, e disse que você, e Andrea mais que você, tinham hipersensibilidade nas solas dos pés, que tivessem cuidado." "MENTIRA! ISSO É TUDO MENTIRA!! Você nunca foi a nenhum salão de beleza! Além disso, meus pés não são nada sensíveis, OS DE ANDREA MENOS AINDA!" disse Gaby, desesperada e preocupada. "Pois agora vamos comprovar se o que eu disse é mentira ou não, Gaby! Esta eu te perdôo. Ah, um detalhe; desta vez nem Francesco nem eu vamos ordenar que façam nada, nem na sua filha, nem na senhorita Pannitti; você mesma vai fazer!" disse Gian. "Vê como este sistema é perfeito? Desta vez você mesma vai fazer o treinamento dos 'riscos do espião real'... tema: a capacidade de aguentar cócegas!" De repente, Gian, olhando para Anna, diz a Gaby: "Que coisa, não é?! Não tinha percebido este detalhe! Mais um tema para o ensino: 'capacidade de aguentar cócegas debaixo d'água'; para a senhorita Pannitti!!! O que você acha? 2 temas na mesma aula!, hein? Estamos melhorando o ensino!!"
Capítulo 5: Uma vai embora
No momento em que Gian ia buscar uma caneta, Gaby disse desesperadamente: "Eu aguento qualquer coisa, Gian, mas cócegas nos pés não, EU TE IMPLORO! NÃO FAÇA ISSO COMIGO! Não faça cócegas na Andrea! Ela é mais sensível nos pés que eu. E a Anna nem se fala!! Além disso, ela não tem esse tipo de resistência que a Andrea e eu temos, DEIXA ELAS FORA DISSO! ME TEM A MIM!!" gritou com desespero e lágrimas. Gian responde: "Te informo que eu sabia que a senhorita Pannitti é mais sensível que vocês duas, por isso coloquei a Andrea nessa posição, porque assim como está ela vai se mexer muito mais que você! Acho que você me chamou de mentiroso, não foi? Gaby, eu conheço muitas coisas sobre vocês, até sobre a senhorita Pannitti, por isso pedi para me trocarem para a sala onde você dá aula, porque eu sabia que sua filha estava lá, me tornei amigo dela, e assim consegui entrar na sua casa, roubando muitas coisas e detalhes que hoje estou usando com você. Viu? Agora, por todas as vezes que você mentiu para mim, Andrea, e ainda mais a senhorita Pannitti vão saber o que é ser espiã!". Para Gabriella Irene Barzana Salas, o mundo estava desabando, e para sua filha e Anna Karina também. "Bem, aqui vou eu!" disse Gian. "Gian, não, NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ não havia escapatória possível para nenhuma das três mulheres. Cada segundo parecia uma eternidade. Depois de uns 15 minutos de tortura, Gian decide parar. Quando Gaby volta a um estado de lucidez, Gian conta: "Um detalhezinho que me escapou, Gaby", enquanto Gian tirava a venda dos olhos dela. Ela via que nem os pés nem o corpo de Andrea paravam de se mexer, graças à roda de unhas e às penas; aliás, os gemidos emitidos por ambas as garotas pioravam sua situação péssima, mergulhadas em sua própria angústia. Os poucos puxões que o corpo de Anna Karina conseguia produzir eram tão violentos que moviam o balde, mas ela não podia fugir daquelas unhas do demônio, que a cada momento pareciam mais e mais passeando pelas suas plantas dos pés. "A energia que você produziu durante esses 15 minutos só serviu para carregar as baterias dos dois dispositivos, mas de agora em diante, isso não vai parar, vai continuar até você dizer. E te lembro: o balde da senhorita Pannitti já está em um quarto, então te restam 3/4 de balde para você decidir." Andrea se sacudia como uma louca, de um lado para o outro, tentando ao mesmo tempo que seus pés e axilas fugissem das unhas e das penas, sem saber o que aquilo acabava provocando. A pobre Gaby não sabia o que fazer, estava perdida. Aquilo era demais, ela não aguentaria por muito tempo, mas continuava fiel aos seus ideais. "Bem, como quiser", disse Gian, ao mesmo tempo que tapava os olhos dela de novo. Com a ponta de escrever da caneta, ele decidiu rasgar a meia do pé direito de Gaby, o que provocou nela uma forte gargalhada; em seguida, passa para o pé esquerdo, repete a operação, e vai buscar um cordão. Amarra os dedões dos pés dela, e decide então continuar com a tortura, ao mesmo tempo que Andrea não aguentava mais (já estava se mijando de rir) e Anna Karina parecia estar em um estado de descontrole, seus dedos inutilmente tentavam proteger a planta do pé, mas as rodas com unhas cumpriam seu propósito à perfeição. Com o cubo já pela metade, agora Anna parecia ter entrado em um estado de loucura, por aguentar as cócegas; mas ela aguentava, mesmo gritando por piedade, ao mesmo tempo dando gargalhadas sem conseguir parar nem respirar direito. Gian, depois de uns três minutos retomando a tortura com Gaby, decide parar novamente, e tira a venda dos olhos dela, que vê que sua filha e Anna Karina não aguentam mais a tortura graças às rodas nos pés de ambas as mulheres. Gaby tenta se soltar como uma louca, mas já percebe que é impossível para ela sozinha, se outra pessoa não a ajudar. Gian, gentilmente, repete a pergunta: "Vai trabalhar para a gente?", Gaby, que não aguentava mais ver Andrea e Anna sendo torturadas, disse: "SIM!, sim, vou trabalhar com vocês, mas, e o que vai acontecer com minha filha e a Anna?". "Está reconsiderando? Bom, bom, bom! Estamos melhorando!" disse Gian, ao mesmo tempo cobrindo os olhos de Gaby novamente, que gritava: EU DISSE QUE SIM!!, QUE VOU TRABALHAR COM VOCÊS!!!, DEIXA ELAS IR!!!, NÃO ERA ISSO QUE VOCÊ QUERIA?!!!". Ao que Gian responde: "Sim, em parte. Mas falta a outra parte, SABER O QUÃO BOA VOCÊ É EM AGUENTAR CÓCEGAS!, por enquanto, sua filha e a Anna estão te ganhando, mas não se preocupe... olha!, a água já está chegando na cabeça da Anna!". Gian pegou as penas mais uma vez e começou a deslizá-las suavemente sobre as plantas indefesas dos pés de Gaby, mantendo um ritmo lento mas firme, de cima para baixo. Gritos autênticos de risada histérica encheram o quarto. "OUTRAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Nãoãããããããããão. Heeeeeheeeeeeeeheeeeee. Nãoãããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããããã?
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