Fala aí, poringa boys/as, bem-vindos ao post. Hoje vou contar a primeira vez que comi a que seria minha namorada até hoje. Espero que curtam o relato, leiam ele completo, não tem desperdício. É uma história totalmente real e é isso, vocês leiam e comentem ^^

Já conhecia a Luciana de vista há um tempão (minha atual namorada, a gorda puta). Ela tinha um corpanzil, já que media 1,75, costas normais, uns pneuzinhos a mais, e o mais importante: era muito caderuda, mas MUITO. Calculo que naquela época, por volta de 2005, ela devia ter uns 115 de quadril ou mais, o que por tabela fazia a bunda dela ser gigante. Resumindo, as pernas e a bunda dela tinham formato de vaso, pra dar uma descrição: a raba era enorme e, conforme descia até os pés, ia afinando. Fiquei muito amigo dela por ir dançar na mesma balada e por vê-la no bairro.
A gorda se comportava normal na balada, bebia de boa, dançava sozinha — talvez pra idade dos caras do lugar, eles não "topassem" dançar com ela, parecia mais velha que eles. Mas dava pra ver que a gorda tava no cio. Várias vezes ela passava onde a gente se juntava na balada e sabia que a gente apalpava ela quando passava, mesmo que na brincadeira. Dava pra ver que ela gostava. Uma vez ela veio com uma bebida me oferecer, eu sabia que ela tava a fim de mim... bom, de todo mundo. Nessa vez, a gente tava num canto conversando, a gorda já tava meio bebida, e num momento, dançando, ela baixou a mão e, como quem não quer nada, passou a mão no meu volume. Por dentro, pensei: essa gorda quer pica pra caralho. Me fazendo de besta, fui com ela pra outro lado da balada e, dançando, comecei a descer a mão na bunda dela. Era gigante mesmo e bem carnuda. A gorda, feliz, não dizia nada; mais que isso, ela se virava um pouco de lado pra eu apalpar melhor. A gorda começou a me tocar na altura do cinto. Nessa altura, eu já tava duro. Eu continuei com a mão na raba dela, e ela começou a massagear a pica por cima da calça. Depois de um bom tempo nessa, num determinado momento, não sei o que aconteceu, mas a gorda foi embora. Não sei se as amigas chamaram ou o que foi.
Desde aquele dia, pensei: essa gorda é muito puta. E fiquei sabendo de várias coisas, tipo: ela tinha fama de chupadora master no bairro, topava qualquer um. Enfim. a gorda se entregava.


Era uma noite de verão, típica pra ficar com os amigos bebendo, ainda mais fim de semana, tinha que aproveitar. Com uns amigos, compramos dois engradados de "breja", fomos pro point de sempre, começamos às 9 da noite e lá pelas 12 já estávamos bem altos. Vários foram pra balada, outros foram com a namorada pra casa, etc. No fim, ficamos só eu e meu amigo, sobrou mais uma breja, a gente tava conversando besteira enquanto bebia, quando a gorda passou andando. Parece que ia pra balada. A gorda tava vestida com uma calça social, tipo de secretária, justa, marcando a bunda carnuda dela, meio deformada mas bem grandona. Em cima, uma regata roxa decotada, ela tinha uns peitões bonitos! Maquiada bem gostosa, e bem perfumada.
Enquanto passava, ela se aproximou, cumprimentou nós dois, a gente ofereceu um gole e ela ficou batendo papo com a gente. Já nessa hora a gente tava com um tesão, vontade de meter em qualquer lugar. Enquanto conversava, falei: "Vamos tomar um negócio lá em casa, tenho um gancia lá". A gorda não recusou, meu amigo menos ainda. Enquanto caminhava pra minha casa, a gente zuava ela, falando coisas tipo: "Luciana, você aguenta nós dois?", etc. Ela dizia que não, enquanto formava um risinho cúmplice na boca dela.
Chegamos em casa e fomos pro quarto. Ela sentou na cama, meu amigo na escrivaninha do PC, e eu numa poltrona do quarto, enquanto ouvíamos uns sons. Peguei minha carteira, tirei uma camisinha que tinha e falei: "Luciana, quem você quer que experimente?" Ela não disse nada, só deitou na cama olhando pro teto. Nessa hora, meu amigo arranca a camisinha de mim e fala: "Apaga a luz". Acho que não passou nem 3 segundos quando acendi a luz de novo, e meu amigo já tava em cima dela, transando e apalpando a buceta dela por cima da calça. Naquele momento, pensei em entrar, mas não sei por que não tive coragem. Deixei a luz apagada e saí pra fora. Atrás da porta, ouvia o som típico de quando alguém mete forte numa novinha, e os gritinhos meio inocentes da gorda. A A cama batia na parede, tava dando mesmo duro na gorda, acho que ficaram uns 15 minutos assim. Num momento pararam, e eu prestei mais atenção no que falavam: meu amigo fala pra ela, faz eu gozar, e a gorda responde: então tira a camisinha; a gorda começou a chupar o pau, não demorou muito, só uns minutos. Depois de tudo isso, senti que meu amigo ia sair, me afastei da porta e fui pra sala. Quando ele passou por ali já com um cigarro aceso, perguntei: e aí, a gorda? Ele respondeu: é uma puta, faz você chupar ela. Já dava pra imaginar como ia foder ela. Fui pro quarto e vi que a gorda tava no banheiro lavando a boca. Fomos pro quarto quando ela saiu do banheiro, ela deitou na cama, eu me despi ao pé dela. Tava com o pau muito duro (não tenho grande coisa, uns 17 x 4). A gorda ajudou tirando a calça, já queria apalpar aquela bunda gorda. A gorda não usava fio dental, uma calcinha comum. Assim que deitei em cima dela, ela abriu as pernas, tava toda molhada, e comecei a meter. A gorda cravava as unhas nas minhas costas, enquanto eu separava bem as coxas dela, sentia a respiração ofegante no meu ouvido. Depois de um bom tempo nessa posição, falei pra ela subir em cima de mim, sem reclamar ela fez. Enquanto cavalgava, eu tocava aquela bunda branquinha e gorda, e ela me dizia: me dá um beijo. Chupei a boca dela, logo senti cheiro de pau na boca dela. Não me incomodou nada, pelo contrário, me excitou ainda mais. Enquanto transava, a bunda dela ficava suspensa no ar e eu metendo bem forte. Como era óbvio, não ia conseguir gozar, já que, como falei, estávamos bem bêbados. Falei no ouvido dela: faz um boquete, Lu. Primeiro ela disse não, e não foi difícil convencê-la no final. Tirei a camisinha, eu sentado na cama e ela ajoelhada no chão, começou a chupar o pau. Pegava e chupava a cabeça, sentia a boca quente dela, e era uma sensação muito gostosa. Também não ficou muito tempo chupando, e como... Sabia que não ia gozar, terminamos ali. Depois que ela se levantou do chão, nos vestimos e ela me pediu pra levar ela de volta, não tive problema. Saímos do quarto, meu amigo já tinha ido embora e ela já tava chamando um Uber.
Acho que não foi uma boa foda, mas geralmente quando você não conhece bem a outra pessoa e não tem intimidade, não dá pra fazer muita coisa, é o que eu acho. Depois dessa vez, eu comi ela quase todo dia por um ano, até a gente ficar de namorados. E desde aquele dia, comecei a sair com a gordinha head master do bairro.

Faz vários meses que tô tentando convencer ela a virar poringa girl, mas ela diz que não porque acha que não tem um corpo bom. Vou deixar uma das poucas fotos que ela deixou tirar, óbvio que sem certificar, senão ela me enche de porrada ^^


Primeiro uma pequena introdução de como eu conheci ela
Já conhecia a Luciana de vista há um tempão (minha atual namorada, a gorda puta). Ela tinha um corpanzil, já que media 1,75, costas normais, uns pneuzinhos a mais, e o mais importante: era muito caderuda, mas MUITO. Calculo que naquela época, por volta de 2005, ela devia ter uns 115 de quadril ou mais, o que por tabela fazia a bunda dela ser gigante. Resumindo, as pernas e a bunda dela tinham formato de vaso, pra dar uma descrição: a raba era enorme e, conforme descia até os pés, ia afinando. Fiquei muito amigo dela por ir dançar na mesma balada e por vê-la no bairro.
A gorda se comportava normal na balada, bebia de boa, dançava sozinha — talvez pra idade dos caras do lugar, eles não "topassem" dançar com ela, parecia mais velha que eles. Mas dava pra ver que a gorda tava no cio. Várias vezes ela passava onde a gente se juntava na balada e sabia que a gente apalpava ela quando passava, mesmo que na brincadeira. Dava pra ver que ela gostava. Uma vez ela veio com uma bebida me oferecer, eu sabia que ela tava a fim de mim... bom, de todo mundo. Nessa vez, a gente tava num canto conversando, a gorda já tava meio bebida, e num momento, dançando, ela baixou a mão e, como quem não quer nada, passou a mão no meu volume. Por dentro, pensei: essa gorda quer pica pra caralho. Me fazendo de besta, fui com ela pra outro lado da balada e, dançando, comecei a descer a mão na bunda dela. Era gigante mesmo e bem carnuda. A gorda, feliz, não dizia nada; mais que isso, ela se virava um pouco de lado pra eu apalpar melhor. A gorda começou a me tocar na altura do cinto. Nessa altura, eu já tava duro. Eu continuei com a mão na raba dela, e ela começou a massagear a pica por cima da calça. Depois de um bom tempo nessa, num determinado momento, não sei o que aconteceu, mas a gorda foi embora. Não sei se as amigas chamaram ou o que foi.
Desde aquele dia, pensei: essa gorda é muito puta. E fiquei sabendo de várias coisas, tipo: ela tinha fama de chupadora master no bairro, topava qualquer um. Enfim. a gorda se entregava.

Depois de toda essa introdução, pra vocês saberem como conheci ela etc, vem aí o relato da primeira vez que meu amigo comeu ela, e depois eu.

Era uma noite de verão, típica pra ficar com os amigos bebendo, ainda mais fim de semana, tinha que aproveitar. Com uns amigos, compramos dois engradados de "breja", fomos pro point de sempre, começamos às 9 da noite e lá pelas 12 já estávamos bem altos. Vários foram pra balada, outros foram com a namorada pra casa, etc. No fim, ficamos só eu e meu amigo, sobrou mais uma breja, a gente tava conversando besteira enquanto bebia, quando a gorda passou andando. Parece que ia pra balada. A gorda tava vestida com uma calça social, tipo de secretária, justa, marcando a bunda carnuda dela, meio deformada mas bem grandona. Em cima, uma regata roxa decotada, ela tinha uns peitões bonitos! Maquiada bem gostosa, e bem perfumada.
Enquanto passava, ela se aproximou, cumprimentou nós dois, a gente ofereceu um gole e ela ficou batendo papo com a gente. Já nessa hora a gente tava com um tesão, vontade de meter em qualquer lugar. Enquanto conversava, falei: "Vamos tomar um negócio lá em casa, tenho um gancia lá". A gorda não recusou, meu amigo menos ainda. Enquanto caminhava pra minha casa, a gente zuava ela, falando coisas tipo: "Luciana, você aguenta nós dois?", etc. Ela dizia que não, enquanto formava um risinho cúmplice na boca dela.
Chegamos em casa e fomos pro quarto. Ela sentou na cama, meu amigo na escrivaninha do PC, e eu numa poltrona do quarto, enquanto ouvíamos uns sons. Peguei minha carteira, tirei uma camisinha que tinha e falei: "Luciana, quem você quer que experimente?" Ela não disse nada, só deitou na cama olhando pro teto. Nessa hora, meu amigo arranca a camisinha de mim e fala: "Apaga a luz". Acho que não passou nem 3 segundos quando acendi a luz de novo, e meu amigo já tava em cima dela, transando e apalpando a buceta dela por cima da calça. Naquele momento, pensei em entrar, mas não sei por que não tive coragem. Deixei a luz apagada e saí pra fora. Atrás da porta, ouvia o som típico de quando alguém mete forte numa novinha, e os gritinhos meio inocentes da gorda. A A cama batia na parede, tava dando mesmo duro na gorda, acho que ficaram uns 15 minutos assim. Num momento pararam, e eu prestei mais atenção no que falavam: meu amigo fala pra ela, faz eu gozar, e a gorda responde: então tira a camisinha; a gorda começou a chupar o pau, não demorou muito, só uns minutos. Depois de tudo isso, senti que meu amigo ia sair, me afastei da porta e fui pra sala. Quando ele passou por ali já com um cigarro aceso, perguntei: e aí, a gorda? Ele respondeu: é uma puta, faz você chupar ela. Já dava pra imaginar como ia foder ela. Fui pro quarto e vi que a gorda tava no banheiro lavando a boca. Fomos pro quarto quando ela saiu do banheiro, ela deitou na cama, eu me despi ao pé dela. Tava com o pau muito duro (não tenho grande coisa, uns 17 x 4). A gorda ajudou tirando a calça, já queria apalpar aquela bunda gorda. A gorda não usava fio dental, uma calcinha comum. Assim que deitei em cima dela, ela abriu as pernas, tava toda molhada, e comecei a meter. A gorda cravava as unhas nas minhas costas, enquanto eu separava bem as coxas dela, sentia a respiração ofegante no meu ouvido. Depois de um bom tempo nessa posição, falei pra ela subir em cima de mim, sem reclamar ela fez. Enquanto cavalgava, eu tocava aquela bunda branquinha e gorda, e ela me dizia: me dá um beijo. Chupei a boca dela, logo senti cheiro de pau na boca dela. Não me incomodou nada, pelo contrário, me excitou ainda mais. Enquanto transava, a bunda dela ficava suspensa no ar e eu metendo bem forte. Como era óbvio, não ia conseguir gozar, já que, como falei, estávamos bem bêbados. Falei no ouvido dela: faz um boquete, Lu. Primeiro ela disse não, e não foi difícil convencê-la no final. Tirei a camisinha, eu sentado na cama e ela ajoelhada no chão, começou a chupar o pau. Pegava e chupava a cabeça, sentia a boca quente dela, e era uma sensação muito gostosa. Também não ficou muito tempo chupando, e como... Sabia que não ia gozar, terminamos ali. Depois que ela se levantou do chão, nos vestimos e ela me pediu pra levar ela de volta, não tive problema. Saímos do quarto, meu amigo já tinha ido embora e ela já tava chamando um Uber.
Acho que não foi uma boa foda, mas geralmente quando você não conhece bem a outra pessoa e não tem intimidade, não dá pra fazer muita coisa, é o que eu acho. Depois dessa vez, eu comi ela quase todo dia por um ano, até a gente ficar de namorados. E desde aquele dia, comecei a sair com a gordinha head master do bairro.

Faz vários meses que tô tentando convencer ela a virar poringa girl, mas ela diz que não porque acha que não tem um corpo bom. Vou deixar uma das poucas fotos que ela deixou tirar, óbvio que sem certificar, senão ela me enche de porrada ^^

Por último, se quiserem saber algo sobre ela ou falar comigo sobre ela, me peçam meu MSN e a gente conversa numa boa.
;)
29 comentários - Minha namorada gostosa foi comida
me encantaria que la humillen delante mi, ojala ella se dejara
que?
y a acabarles todos juntos y abañarla de leche por petera...
saludos Misko
por otro, me mato de ganas de darle carne a esa mina, una buena peteadora es lo mejor que te puede pasarr.