Historias de oficina: a la mañana siguiente con mi jefa

Quando pude, liguei pro escritório pra avisar que não ia ir de manhã porque tava me sentindo mal, até tive que forçar a voz pra me levarem a sério.
Assim que desliguei, obriguei minha chefe a deitar de bruços e abrir as pernas dobrando os joelhos, era uma posição meio desconfortável, mas como a gostosa se matava em yoga e Pilates, ela tinha uma flexibilidade incrível, a buceta e o cuzinho dela ficaram expostos pra mim, adorava ver o cu dela dilatado, os consolos de borracha da máquina eram bem grandes, isso tinha deixado o ânus dela bem aberto.
Me acomodei pra começar a penetrar ela devagar, queria meter com calma, pra não apressar meu orgasmo nem o dela, mas ao ouvir ela gemer, ao ver as contrações do corpo dela, a tesão me dominou, então comecei a meter com frenesi, sem que ela soubesse, tinha soltado um dos consolos de borracha da máquina, sem aviso nenhum, enfiei até a metade no cu dela.
Minha chefe soltou um "ai" forte, virou a cabeça pro lado, me olhou com os olhos meio de raiva, meio de prazer e disse: — Filho da puta, vou te mandar pra merda, viadinho, juro que falo pro meu marido te demitir… le… — nesse momento, empurrei o pau de borracha até o fundo. Minha chefe gritou de novo, mas dessa vez mordeu os lábios e abafou o grito no travesseiro enquanto o apertava.
— Quer que eu pare? — perguntei, meio metido.
— Não sei — ela respondeu.
— Como assim não sabe? — perguntei.
— Não sei, ninguém nunca tinha me comido pelo cu, tipo, é errado… — quando ela disse isso, tirei devagar o pau de borracha e coloquei o meu, claro que comparado com aquele negócio de borracha, o meu era pequeno.
— Por que é errado? — perguntei sem parar de meter.
— Não sei, acho que não é normal… —
— E por que não? — voltei à carga.
— Porque por ali eu faço cocô — ela respondeu.
— Ah é… e quando você chupa meu pau? Isso não é errado, porque com a boca você come? —
— Bom, não sei… não sei… não me parece normal, e no início doía muito, agora só um pouquinho. —
— Então, não te parece normal, pra você… você gosta?
- não sei...
- como assim não sabe? É simples, você gosta ou não? - perguntei.
- um pouco... um pouco - ela respondeu.
- você gosta ou não gosta??? - repeti, insistindo.
- sim, eu gosto...
- grita... "eu gosto de levar no cu" - ordenei. Ela não falou, então voltei à carga - fala.
- eu gosto de levar no cu - ela disse, enquanto eu me movia com mais frenesi.
- eu gosto de sentir um pau na minha bunda... fala agora - ordenei.
- ai sim... eu gosto de pau no... ai, eu gosto de um pau na minha bunda.
Rapidamente gritei para ela - fecha os olhos e abre bem a boca.
Quando ela fez, tirei meu pau e rapidamente apoiei na boca dela, gozando dentro. Minha chefe tentou recuar, mas agarrei sua cabeça, forçando todo o meu gozo a entrar na boca dela. Quando senti que tinha terminado de gozar, procurei seus olhos. Ela me olhou e notei que parecia se sentir humilhada. Não era minha intenção, mas ela tinha me pedido para foder ela como uma puta.
- chupa, mas bem devagar - ordenei.
Ela apoiou os lábios na cabeça do meu pau e o colocou na boca duas ou três vezes.
- me olha - ordenei de novo.
Ela obedeceu.
- abre a boca - ordenei. Ela abriu e vi que estava cheia de porra. - engole - ordenei, e ela obedeceu.
- abre a boca - ordenei mais uma vez e vi que ela tinha engolido tudo.
Deitei na cama de costas e com as minhas mãos indiquei que ela se sentasse em cima de mim, colocando sua buceta ao alcance da minha boca. Apoiei minha mão direita nas costas dela, forçando-a a se inclinar até alcançar meu pau. Ela entendeu que tinha que chupar e começou a fazer isso. Por minha parte, comecei a lamber sua buceta bem devagar. Sentindo que ela começou a chupar com mais dedicação porque estava recebendo prazer das minhas lambidas, peguei de novo o pau de borracha, apoiei na bunda dela e enfiei.
- ai não, por favor! - ela disse.
Por minha parte, peguei o pau com as duas mãos, movendo ritmicamente como se estivesse enfiando. Ela retomou a chupada até... que depois de um tempo, pela situação, voltei a soltar porra, ela parou de chupar, acho que pensou que já tinha acabado, mas eu não tinha parado de mover o pau de borracha na bunda dela, então resignada voltou a chupar meu pau todo cheio de porra, fez várias pausas pra engolir e voltou a chupar até que depois de um tempo meu pau já não estava mais rígido.
Devagar tirei o pau de borracha da bunda dela, ela sentou no meio da cama, me olhou nos olhos e procurou os lençóis pra se cobrir, não queria que eu a visse nua, estava meio envergonhada, peguei sua mão e a aproximei de mim, comecei a beijá-la suavemente por uns quinze minutos, enquanto brincava com seu cabelo, ela começou a gemer assim que introduzi meus dedos na sua buceta.
Deitei ela de costas, aos poucos comecei a penetrá-la sem parar de olhar nos seus olhos, aos poucos a vergonha foi passando, enquanto a fodia suavemente sem parar de olhar nos seus olhos, ela se dedicou a me acariciar com as mãos, até que chegou o orgasmo.
No final, além de uma foda como puta, ela precisava de uma foda com carinho.
Gatinhas, quem as entende… como disse o profeta “não podemos viver com elas, mas também não podemos viver sem elas”

3 comentários - Historias de oficina: a la mañana siguiente con mi jefa

Ah no! Yo tengo que leer la anterior parte, me gusto viejo, estoy harto de leer que todos los tipos tienen dos metros son de acero y la verga es monumental... Gordas petes y flasheras, toma un diego pérez