além do sangue capítulo 2: mais que sua secretária... sua amante
olá meus 4 seguidores haha amo vocês, obrigada por lerem essa história. bom, depois daquele beijo tão patético que demos, eu e meu irmãozinho selamos um pacto de que ELE SERIA MEU, SÓ MEU, e que eu faria de tudo ao meu alcance para seduzi-lo e arrastá-lo pro pecado (quem não gostaria de ser arrastado pro delicioso incesto :o). enfim, depois de me levar pra casa, no dia seguinte ele tinha voltado pra minha cidade, porque só tinha vindo um dia pro dia das mães (isso! 10 de maio, comemoração do nosso encontro).
mas eu sabia que tinha que voltar e convenci minha mãe de que queria ficar mais perto da minha avó, então me mandaram pra san carlos e dessa vez pra sempre. ao chegar a noite, meu irmão lênin chegou com meu pai, exigi minha senha porque uns dias atrás ele tinha hackeado minha senha de uma rede social minha e eu precisava dela.
- vem buscar - ele tinha me escrito
meu irmão disse que amanhã eu me apresentasse no psycho shop às 7h da manhã pra trabalhar, depois da noite passada ele ter me "ensinado" o que eu precisava fazer (lembram do beijo?). acordei às 6h e comecei a me arrumar, minha roupa era tão provocante... uma minissaia jeans deixando minhas pernas à mostra, por baixo sempre usava calcinhas fio dental bem gostosas, e nas pernas usava meias e sempre minhas botas góticas. me maquiei de um jeito sexy e agressivo, me perfumei, pronta, comecei a jornada que era umas ruas da minha casa até o trabalho, e de fato vários homens me olhavam, algumas mulheres me vaiaram por causa da minha roupa estranha. ao chegar no psycho shop, li o bilhete do meu irmão.Cindy, por favor, limpa tudo, tira o pó dos computadores, varre com água e passa o pano. Nos vemos às 3 da tarde.— que mal que só vou te ver de tarde... enfim —
comecei minhas tarefas de limpeza quando começaram a chegar pessoas trazendo seus computadores. Eu atendia todo mundo com um sorriso doce, e isso fazia os clientes se sentirem bem. Meu trabalho pesado terminou quando meu irmão apareceu entrando pela porta com a bicicleta, uniformizado e provocante. Quando me viu, me cumprimentou e eu, nervosa, sorri pra ele.
— Como vai o trabalho, Cindy? (até hoje eu detesto que ele me chame de Cindy)
— Bem, trouxeram aqueles computadores... — apontei pro canto da mesa.
— Beleza, vamos começar a trabalhar. Se quiser, pode ir comer...
— Não, meu pai já me deu comida...
— Ok, quer me ajudar?
— Sim...
O tempo passou e a noite caiu. Eu observava o rosto dele enquanto ele se distraía, concentrado em arrumar o computador. Ver ele de uniforme me excitava, queria possuir ele. Então usei de novo a desculpa de que queria ir ao banheiro... Ele me acompanhou, me aproximei dele e puxei ele pra perto da minha boca. Dessa vez ele correspondeu meus beijos e começamos a nos deliciar com o sabor das nossas bocas... Que delícia provar a boca dele. Começamos a conhecer nossas línguas e, enquanto nos beijávamos, ele acariciava meus peitos... Eu queria que ele fosse meu. Enfiei ele num canto perto de um tanque, ele abaixou a calça e comecei a chupar o pau dele (pra ele era uma experiência nova, já que era virgem). Aproveitei aquele sabor virginal, mas eu queria que ele entrasse em mim. Ele colocou a camisinha e começou a me penetrar... Lembro muito bem que meu irmão estava tão extasiado sentindo como me metia que, com umas 5 ou 6 penetradas, já tinha gozado. Ele pediu desculpas pra mim, o que me deu risada, porque meu objetivo era simplesmente fazer ele meu.
Daí em diante, nossos encontros sexuais foram cada vez mais excitantes... Mas depois eu conto o resto, tenho que ir — meu irmão tá me chamando 😉
Umas fotos
olá meus 4 seguidores haha amo vocês, obrigada por lerem essa história. bom, depois daquele beijo tão patético que demos, eu e meu irmãozinho selamos um pacto de que ELE SERIA MEU, SÓ MEU, e que eu faria de tudo ao meu alcance para seduzi-lo e arrastá-lo pro pecado (quem não gostaria de ser arrastado pro delicioso incesto :o). enfim, depois de me levar pra casa, no dia seguinte ele tinha voltado pra minha cidade, porque só tinha vindo um dia pro dia das mães (isso! 10 de maio, comemoração do nosso encontro).
mas eu sabia que tinha que voltar e convenci minha mãe de que queria ficar mais perto da minha avó, então me mandaram pra san carlos e dessa vez pra sempre. ao chegar a noite, meu irmão lênin chegou com meu pai, exigi minha senha porque uns dias atrás ele tinha hackeado minha senha de uma rede social minha e eu precisava dela.
- vem buscar - ele tinha me escrito
meu irmão disse que amanhã eu me apresentasse no psycho shop às 7h da manhã pra trabalhar, depois da noite passada ele ter me "ensinado" o que eu precisava fazer (lembram do beijo?). acordei às 6h e comecei a me arrumar, minha roupa era tão provocante... uma minissaia jeans deixando minhas pernas à mostra, por baixo sempre usava calcinhas fio dental bem gostosas, e nas pernas usava meias e sempre minhas botas góticas. me maquiei de um jeito sexy e agressivo, me perfumei, pronta, comecei a jornada que era umas ruas da minha casa até o trabalho, e de fato vários homens me olhavam, algumas mulheres me vaiaram por causa da minha roupa estranha. ao chegar no psycho shop, li o bilhete do meu irmão.Cindy, por favor, limpa tudo, tira o pó dos computadores, varre com água e passa o pano. Nos vemos às 3 da tarde.— que mal que só vou te ver de tarde... enfim —
comecei minhas tarefas de limpeza quando começaram a chegar pessoas trazendo seus computadores. Eu atendia todo mundo com um sorriso doce, e isso fazia os clientes se sentirem bem. Meu trabalho pesado terminou quando meu irmão apareceu entrando pela porta com a bicicleta, uniformizado e provocante. Quando me viu, me cumprimentou e eu, nervosa, sorri pra ele.
— Como vai o trabalho, Cindy? (até hoje eu detesto que ele me chame de Cindy)
— Bem, trouxeram aqueles computadores... — apontei pro canto da mesa.
— Beleza, vamos começar a trabalhar. Se quiser, pode ir comer...
— Não, meu pai já me deu comida...
— Ok, quer me ajudar?
— Sim...
O tempo passou e a noite caiu. Eu observava o rosto dele enquanto ele se distraía, concentrado em arrumar o computador. Ver ele de uniforme me excitava, queria possuir ele. Então usei de novo a desculpa de que queria ir ao banheiro... Ele me acompanhou, me aproximei dele e puxei ele pra perto da minha boca. Dessa vez ele correspondeu meus beijos e começamos a nos deliciar com o sabor das nossas bocas... Que delícia provar a boca dele. Começamos a conhecer nossas línguas e, enquanto nos beijávamos, ele acariciava meus peitos... Eu queria que ele fosse meu. Enfiei ele num canto perto de um tanque, ele abaixou a calça e comecei a chupar o pau dele (pra ele era uma experiência nova, já que era virgem). Aproveitei aquele sabor virginal, mas eu queria que ele entrasse em mim. Ele colocou a camisinha e começou a me penetrar... Lembro muito bem que meu irmão estava tão extasiado sentindo como me metia que, com umas 5 ou 6 penetradas, já tinha gozado. Ele pediu desculpas pra mim, o que me deu risada, porque meu objetivo era simplesmente fazer ele meu.
Daí em diante, nossos encontros sexuais foram cada vez mais excitantes... Mas depois eu conto o resto, tenho que ir — meu irmão tá me chamando 😉
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4 comentários - Além do Sangue... Cap. 2