relatos ke me cuenta una amiga

Depois da marcha de Oleg e Natasha, minha vida diária ficou bastante desorganizada. Na realidade, haviam ocupado um lugar mais importante do que eu mesma havia valorizado, e como consequência de sua partida, fiquei muito triste e abatida durante semanas. Só o presente prateado que me deixaram mitigava minhas longas horas de solidão, tornando mais suportável sua ausência.

Lhes perdia. Sobretudo quando chegava a noite e o timbre da minha porta não soava. Inclusive tive que comprar uma garrafa de vodca e, na solidão do meu apartamento, voltava a beber meus polvos com vodca aos quais me havia aficionado. Depois, tomava o vibrador prateado e ia para a cama com ele, onde me masturbava lentamente, recreando as doces cenas de sexo que durante tantos meses, Oleg e Natasha me haviam feito viver em sua companhia.

Pelas manhãs, a crua realidade da minha solidão me despertava.

Uma manhã, ao sair para fazer algumas compras, encontrei meu casero na porta.

-Hola, Candela... -disse.

-Hola... -respondi.

-Vine a revisar o apartamento de Oleg, bom, você sabe...

-É que vai alugá-lo...?

-Sim, assim que tiver algum solicitante.

A ideia de voltar a ter um vizinho como Oleg me produziu um estremecimento em meu interior.

Meu casero me olhou com curiosidade. Creio que notou minha emoção.

-Bom rapaz este Oleg! É verdade...?

-Ehhh... sim, claro! Bom rapaz!

Creio que meu casero adivinhou que entre Oleg e eu havia algo mais que uma relação de vizinhos.

-Bem, então vamos ver se conseguimos que você tenha um bom vizinho novamente, como você merece. Claro, se você quiser, eu mesmo me vou embora... je,je,je...

Don Antonio, meu casero, começava a babear...

-Ay, Don Antonio! Que coisas tem você!

-Não me chame de você, por favor... chame-me Toni, se não te importa.

-Está bem, Toni... (Fazia-se difícil o tratamento, mas se ele preferia...)

-Claro, melhor assim... -me olhou de cima a baixo- Se tivesse alguns anos menos!... -suspirou.

-Vamos, Toni, não me diga... Seguro que a sua mulher está bem satisfeita...! Ojala fosse assim, Candela… mas a verdade, às vezes a vida faz-se tão difícil…! -Difícil?... Me surpreende, Toni. Qualquer um diria que você, vamos, que tu –corrigi-… Por que diz isso…? –Bom, não tenho direito de meter-me onde não me importa… -Não, se assim me desahogo… bom, se não te importa a ti… Presentí que ia confessar comigo. -Verás… Eu… Minha mulher… -Espera. Melhor vamos adentro. Voltei a abrir a porta do meu apartamento e lhe convidado a entrar. Sentamo-nos nos sofás da sala. Toni carraspeou. -Verás… Creio que você é uma pessoa de mente aberta. Você é jovem, independente… vamos, creio que não me engano ao pensar que você entenderá o que vou contar… -Claro, Toni… a mim posso contar tudo o que quiseres… –dsei. -É que… Conhecês o que é a dominação sexual? -Pois… não muito, na verdade. -(Na realidade, não sabia nada, mas presentí que ia me informar imediatamente…) -É uma forma diferente de viver a sexualidade entre duas pessoas. Na realidade tem duas facetas. Uma delas é a dominante, isto é, a que desempenha o papel do amo (ou ama), e a outra pessoa assume o papel da escrava ou sumisa. -Entendi… –não, não entendi nada. Em alguma ocasião li algo parecido com isso, mas me pareceu coisas estranhas, raríssimas. -Como podes entender, para poder desfrutar deste jogo sexual, são necessárias duas pessoas… cada uma delas desempenha seu papel. Papel com o qual se desfruta e se chega a alcançar o clímax sexual… o orgasmo. -Já vejo… Queres dizer que tu…? -Assim é… mas à minha mulher, isso não lhe agrada, repele… –dsei. -Claro, a ninguém agrada sentir-se dominada, pobrecita… sobretudo, se não o sente… -Não, não… O sumiso, sou eu… –disse. -Como…? –tratei de ajustar meu cérebro. -Que, nesse caso, ela teria que fazer o papel da Ama, mas não quer fazer porque acha humilhante, desagradável. Não entende que é um jogo que se desenvolve Durante um tempo para o prazer, e logo se esquece...

-Porém... o que tem ela fazer?

-Eh... o que lhe ocorrer. É questão de imaginação. Exploram-se novos territórios, e vai-se incorporando aos jogos aquilo que resulta mais placentero para ambos...

¡Vaya surpresa! Don Antonio, no papel de sumiso... mmmm...

Tentei imaginá-lo no papel. Nunca o teria suspeitado dele. Claro que essas coisas sempre te pareciam distantes do seu entorno, longe da sua vida. Eram das coisas que ocorriam em outros países, onde são muito raros para as coisas do sexo entre outras.

Sentiu um espasmo na minha vagina, e uma repentina umidade. Sem dúvida, a confidência de Toni, me surpreendeu, mas maior foi a minha surpresa, ao sentir que me estava excitando com o relato da mesma...

-Eh... se eu sinto, Toni...

-Eu... havia pensado... se tu...

-¿Eu...? ¿Eu, o quê...?

Agachou a cabeça, mirando para o solo.

-Se tu querrias ser minha Ama... -disse, sem levantar a vista do solo.

¿Como...? ¿Que eu seja tua Ama...?

-Porém, se eu não sabia... é dizer, não sei o que fazer... ¿A ver Toni, estás dizendo em sério? ¿De verdade queres que seja tua Ama...?

Por toda resposta, Toni moveu a cabeça afirmativamente, sem levantar a cara, sem me mirar.

Minha pussy estava molhada e palpitando de emoção. Tendría condições para ser Ama, e nem sequer sabia...? ¡Ufff! Aquilo estava resultando toda uma revelação.

-Mira, Toni... não quero complicar a vida, nem complicá-la a ti... seguramente seria um erro...

-Candela... por favor... me custou muito abrir-me para ti. Gosto de você como Ama, só desejo complacê-lo e ser seu escravo... não o lamentarei, te prometo.

-Porém Toni, se alguém se entera...

-Ninguém se enterará, se tu não disseres. Eu desde logo, não farei...

-Toni, deixa-me pensar...

-Compreendo... -disse incorporando-se. –Só te peço que penses, que eu só desejo ser seu servo, e através disso, sentir minha sexualidade realizada. Não há muitas oportunidades para Poder fazer isso realidade... mas se você quiser, serei o melhor dos escravos para ti...

Joder!... outro jato de líquidos saiu da minha vagina e se depositou em minhas calcinhas! Estava me excitando saber que Toni se oferecia a mim com tanto fervor...

Creio que nesse momento, soube que seria o Ama de Toni, pois só pensá-lo me fazia ter o pussy encharcado, embora disimulasse meu entusiasmo interior.

Mira, Toni... se você quiser, vamos experimentar, mas não prometo nada. Se não gostar, podemos parar sem mais. Não quero malos rollos, isso eu faço por ti, então procura que me agrade...

Entendido?

Sim Ama... -disse.

Outro jato de líquido escapou do meu pussy... já começava a escorrer muslo abaixo...mmm,.. Meu cérebro havia se posto a trabalhar no novo papel de Ama, muito mais quando Toni me disse:

-Não te defraudarás, Ama. Quero que me ponhas à prova. Ordene algo, o que for, e eu o cumpriré, de verdade...

-Está bem. Em prova da tua submissão, amanhã, quero que venhas com sexo completamente depilado... mostrar-te-lo-ei. Se o fizeste, pode ser que tenhas um prêmio... De contrário, se termina o jogo, entendido?

Uffff... como me estava gostando do papel de Ama!

A Toni, os seus olhos iluminaram-se. De verdade, creio que minha petição foi demasiado para a primeira vez, mas a ele parecia ter-lhe tocado a loteria.

-Agora, vá embora. Amanhã veremos como te has portado.

-Ama...

-Que você quer?

-Pode beijar meus sapatos?

Ufff... isso iria ser mais excitante do que eu pensava...

-Não, não pode. Se amanhã tiveres cumprido, terás o teu prêmio.

-Por hoje, creio que já estou bem servido... -disse ao mesmo tempo que olhei sua bragueta que estava como uma tenda de campanha...

-Sim Ama...como você dispõe...

Abri a porta do apartamento e deixei que Toni saísse. Depois de fechá-la atrás dele, fui para meu quarto. Desnudei-me. Minhas calcinhas estavam empapadas. As acerrei sobre a mesa, enquanto me ocorria que isso iria ser o presente que lhe faria a... Toni, se cumpriria. Saquei o vibrador do estojo, pus em marcha o motor, e logo, introduzi-lo até o fundo da minha pussy, enquanto me deixava cair de costas jadeando como puta em celo. Estava muito excitada, muito. A minha pussy rebosava de fluxos, que agora corriam sem dificuldade alguma, molhando também o meu ânus. Mudei de orifício, saboreando o prazer que me oferecia o instrumento plateado, enquanto o metia e sacava lentamente mas acompasadamente. A outra mão, ocupou-se em acariciar o meu clitóris, alternando com carícias breves mas intensas com dois dedos no interior da minha pussy. Meus olhos, se fecharam.

Tentei imaginar que coisas poderia ordenar a Toni. Estava me excitando saber que ia ter ele à minha mercê e poderia convertê-lo em meu escravo sexual.

Estava me masturbando enquanto pensava em algumas cenas que havia podido ler em alguma ocasião, mas não me pareceram que fossem demasiado reais. Provavelmente teriam mais de fantasias do que outra coisa. Em qualquer caso, estava decidida a provar, embora tivesse que inventar as situações e cenas. Toni, teria que se desculpar por falta de experiência, então deixei de me preocupar com o tema e me concentrei no meu próximo orgasmo, que já estava em caminho.

Uma vez mais, lembrei como Oleg me fodia o cu, enquanto Natasha me comia a pussy, e eu, comia-a ela, enquanto me atrapava um violento orgasmo. Saquei o meu vibrador e o deixei cair sobre a cama, enquanto minhas pernas se fechavam atrapando o prazer que emanava da minha pussy e do meu cu. Trembia de puro prazer. Fiz um ovillo sobre mim mesma, até parar de jadear e ter espasmos. Adormeci. Não há melhor sedante que um bom orgasmo, e aquele o havia sido graças à excitacão previa que havia tido com a conversa com Toni.

Despertei após uns quinze minutos. Me duche, me vesti e arreglei, e saí novamente para fazer as compras.

No dia seguinte, quando despertei, o primeiro que me veio à cabeça foi a cita com Toni. Não havíamos marcado hora alguma, então me dediquei à rotina habitual, esperando que de um momento a outro, tocassem a campainha da porta. A cerca das onze, a campainha tocou. Olhei pela mira, e vi Toni, com um ramo de flores na mão direita, e uma bolsa grande na esquerda. Abri a porta, e convidé Toni a entrar. -Olá, Candela… -Ofereceu-me as flores, enquanto uma sonrisa se desenhava em sua cara. Ao fechar a porta, sua atitude mudou por completo. -Ama… Aqui está seu escravo, para servi-la… -Disse adoptando o papel de sumiso imediatamente. ¡Joder…! Essa atitude me afetava enormemente. Me correram várias pequenas descargas desde meu pussy... Em seguida, compreendi que ele esperava que eu começasse também a interpretar meu papel de Ama. -Vamos ver… -Diss e pondo cara de circunstâncias... -Você cumpriu as ordens, escravo…? -Sim, minha Ama… Toni começou a soltar o cinto. -Espere, escravo… vamos fazer isso bem... Conduzi-o ao meu quarto, onde ofereceu-me a bolsa que trazia. -É um presente para ti… -Disse. Peguei a bolsa e saí o que continha. Fiquei perpleja. Um corsé de látex negro, uma máscara, guantes longos, botas com tacos altos e meias negras também, além de uma fusta e outros acessórios. -Gostaria que você se vestisse… -Disse. -Bem. Nesse caso, espere-me na sala. -Sim, minha Ama… -Saiu dócilmente sem dizer mais nada. Comecei a me vestir com o disfarce. A verdade é que, se ele tivesse me medido as tallas, não teriam me caído melhor. Olhei-me no espelho do armário. Estava impressionante. Meus peitos sobressaíam acima das cazoletas do corsé mostrando quase todos os pezones, dando a impressão de serem muito mais volumosos que na realidade. Minhas pernas luciam realmente estilizadas dentro das botas apertadas, que se ajustavam perfeitamente ao seu contorno, assim como os longos guantes procuravam uma visão realmente distinta dos meus braços... Fazendo-os mais largos. Me dei volta, e olhei meu cu enfundado dentro do látex. Impressionante, realmente estava de infarto.

Pensei que a Toni, me daria um telele quando me visse. Recolei meu cabelo em um pequeno coque, e pus o antifaz. Agora, sim estava tremenda. Peguei a fusta, e diante do espelho, golpeei várias vezes minha mão esquerda com ela, em postura de autoridade. Até me escorregou o pussy novamente, só com ver-me no espelho desse jeito.

-Ésclave...! Já podes ir desvistindo-te...! –gritei desde o quarto, enquanto me recostava sobre a cama.

-Já estou, minha Ama...

-Já bem, agora quero que venhas aqui, como um cachorro...

Toni apareceu na porta do quarto, completamente nu.

-É que não sabes como andam os cães...? A quatro patas!

Toni se jogou a quatro patas no chão. Rodeei-o, observando seu corpo nu. A verdade, não estava nada mal o maduro. Tinha um corpo agradecido apesar dos anos, e se conservava bem. Ainda se podiam ver alguns músculos em seus braços e pernas, que faziam certamente atraente. Mas havia chegado a hora de ver se havia sido obediente. Me situei atrás dele, e pude ver que duas grossas bolas pendiam detrás de um pênis grande, embora um tanto morcillón ainda.

-Toquei com a fusta suas testículos. Estavam completamente depilados. Parece que havia cumprido sua promessa.

-Em pé, esclave...! Quero ver como te quedou o sexo depilado...

Efectivamente, estava absolutamente depilado. Seu cock, ao poder ver-me, começou a erguer-se. Seus olhos estavam próximos a sair de suas órbitas. Não em os melhores sonhos, havia imaginado poder desfrutar de uma visão como a que tinha ante seus olhos. Sua excitação crescia por momentos.

-Ama... Qual será meu presente...

-Mmmm... Deixe-me pensar... Talvez te agrade poder me tocar... Mas não, não te deixarei.

Sua cara fez uma mueca de disgusto, mas apenas disse...

-Sim, minha Ama, o que tu ordenas.

-Por outro lado... -ditei, segurando seu cock na minha mão- Tens uma bonita... coca... Talvez gostarias que eu a mamasse, verdade? - Sim, minha ama, me encantaria... - Pois hoje... creio que é demasiado premio para o que fizeste. Não farei... - Como tu dizes, minha ama... Desde atrás, meti a fusta entre seus glúteos, fazendo com que ao sair pela frente rasgasse suas gordas bolas e sua coca semirreta. Estremeceu. Não havia menor dúvida de que estava desfrutando. - Mas para que eu veja que realmente és meu cachorro, vou te dar um colar. Venha, senta-se na cama... Tomei um colar de couro que havia entre as coisas da bolsa, e o ceimei no pescoço. Tomei a corrente do mesmo em minha mão, e puxando-o, disse: - Agora sim, porta-te como um cachorro...! Immediatamente, se jogou ao chão a quatro patas, e começou a lamber meus sapatos, desde o calcanhar até as pernas, como um autêntico cachorro. A cada volta que dava, parecia crescer em tamanho o grosso cipóte que pendia entre seus muslos. Eu aproveitava para acariciar-lhe com minhas mãos, dando pequenos apertões sobre ele e sobre suas testículos, que ele agradecia com mais e mais lametos, enquanto continuava puxando-o com a corrente do colar. Parecia ser seu número preferido, pois já era tal sua excitação que pensei que seria hora de lhe dar o seu prêmio e fazer-lhe alcançar o orgasmo. Tomei em minha mão as calças que havia tirado a noite anterior e guardara na mesinha de cabeceira... - Agora, cachorro,... vamos buscar o prêmio...! Aproximei-as à nariz, e aspirou profundamente os aromas que atesoravam. Fechou os olhos, e crei que se corría nesse instante. Ah não, cachorro... terás que trabalhar para consegui-las...! As arrojei ao outro extremo da habitação. Immediatamente, fez ademir de gatear em direção a elas, mas então me subi sobre suas caderas e puxei o colar fortemente com o fim de dificultar realmente o deslocamento, e comecei a cavalgá-lo frotando minha vulva intensamente sobre suas costas, de maneira que lhe custou muito chegar a... Ela, enquanto a temperatura da minha vagina e do seu pau subia muitos graus...

Quando faltavam apenas alguns centímetros para alcançá-las, eu me corrí sobre suas costas e soltei o laço. Então Toni alcançou as calças com sua boca e aplastando-as entre sua cara e o chão, correu no chão, entre suas pernas, jadeando como um verdadeiro cão.

Nos custou alguns minutos recuperar o fôlego a ambos. Foi toda uma experiência completamente nova para mim. Eu gostei. E Toni parecia que também gostara muito.

Nós nos duchamos e nos sentamos já relaxados para tomar um refresco na sala.

- Já vês... - disse - Algumas pessoas têm um gosto diferente da maioria. Não somos nem piores, nem melhores. Simplesmente somos diferentes. É tão difícil entender isso...?

- Realmente desconhecia essa faceta. Mas tenho que reconhecer que, se bem não for minha preferida, não a descartarei no futuro de minha vida sexual.

- Obrigado por sua compreensão e estarei eternamente grato por me ter proporcionado um dos melhores orgasmos da minha vida. Embora espero do coração que este não seja o último...

- Claro que não, Toni. Te prometo que teremos muitos mais, se você quiser...

- Agora, tenho que ir... - disse levantando-se.

Ao chegar à porta, antes de abri-la, sacou minhas calças do bolso e aspirou profundamente com os olhos fechados. Sua boca emitiu um som como ¡Hummm!... como se evocasse na memória a batalha que se havia librado minutos antes. Estou segura de que muitas outras vezes repetiria a ação, da mesma maneira que outras pessoas faziam com um perfume.

Bem, é que para ele, devia ser um perfume...

Continuará...Agradecemos os comentários!!!

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