Bom, como em todos os meus posts, primeiro mando um salve pros meus seguidores, que são DIENTE, silvito, klford, Chichote 78, tori666, __Luke, palbornr73, brujopelado, malonmestizo e asesions_P. O post é meio longo, mas espero que vocês curtam. E sem mais enrolação, o post.
Espero que tenham gostado da história e comentem se ela faz algo por vocês, pra melhorar os próximos posts. E se quiserem passar nos meus outros posts, os links estão lá.😉 😉 😉 😉 😉http://www.poringa.net/posts/relatos/1867198/Una-gran-familia.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1868189/Mis-tres-primos-y-yo-ebria.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1869276/Pedro-y-su-tia-Lida_.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1875573/con-mi-tia-soy-cordial.htmlDesculpe, não posso traduzir URLs ou links. Se você fornecer o texto em espanhol diretamente, ficarei feliz em traduzi-lo para o português brasileiro de forma natural e envolvente.
Sabia que sua esposa era diferente das outras e pensava constantemente que, se ela era tão insaciável pra sexo, precisaria de alguém além dele.
Conheci minha mulher quando tava terminando o ensino médio. Quando vi ela, não pude evitar me apaixonar. Era doce, de modos suaves e meio quietinha. Era magra, mas tinha uns peitões bem bons e uma bunda bem formadinha, além de uns olhos verdes que me atraíam pra caralho.
Quando começamos a nos acariciar, notei, surpreso, que era uma mulher diferente do que deixava transparecer à primeira vista. Era sempre ela quem tomava a iniciativa quando começávamos a "amassar" na porta da casa dela, aproveitando a escuridão do lugar. Mal eu tocava nela, as mãos dela iam direto pra minha virilha e massageavam meu volume de um jeito que crescia na hora. Ali, sem eu pedir, ela tirava ele pra fora e me batia uma de um jeito que me fazia gozar rapidinho. Eu, ao mesmo tempo, tentava satisfazer ela enfiando a mão dentro da calcinha dela, onde encontrava a buceta dela já molhada. Quando meu dedo penetrava ela, ela ficava desesperada e acelerava os movimentos no meu pau, daí a gozada tão rápida.
Logo depois, não só me masturbava, mas também me chupava até eu ter um orgasmo, e por mais que eu tentasse afastar ela, ela se agarrava em mim e não tirava a boca até eu derramar todo meu gozo dentro dela. Na primeira vez que fez isso, fiquei todo nervoso porque, ao se abaixar e ficar na posição de chupar meu pau, podia ser alvo de olhares curiosos dos vizinhos, apesar das sombras. Depois, não me preocupei mais com nada.
Lembro que, quando íamos ao cinema e eu começava a tocar as pernas dela pra depois subir até a caverninha dela, ela rapidamente tirava meu pau pra fora da calça e me masturbava primeiro devagar e depois freneticamente até me fazer gozar na mão dela. Uma vez, lembro, ela me pegou desprevenido e, quando tirou ele, se inclinou de repente e começou a chupar ele, sob o olhar atônito de casal vizinho. Tentei desencorajar ela porque, apesar de eu gostar do que ela tava fazendo, achava que não era lugar pra isso e pensei que iam nos expulsar do cinema, mas meu pedido foi em vão e ela continuou até me fazer gozar na boca dela mais uma vez.
Nessa altura, eu já me perguntava onde ela tinha aprendido todas essas coisas. As amigas dela, aparentemente, eram iguais a ela, e lembro como criticavam outras que saíam com mais de um cara ao mesmo tempo. Diziam que eram umas putas e não mereciam ser amigas delas, que ficavam se acariciando em qualquer lugar e quem sabe o que mais faziam. (Se soubessem o que minha namorada fazia comigo, morreriam de vergonha, a menos que estivessem disfarçando e fossem todas iguais a ela).
Quando começamos a transar, ela era uma máquina, me fazia gozar igual um louco. Primeiro, ela me chupava até deixar bem durinho, o que não era difícil pra mim, depois queria que eu beijasse a pussy dela, então a gente mandava uns 69 incríveis. A gente gozava quase ao mesmo tempo e, depois de um tempo, eu colocava na pussy dela e era ela quem me comia, cavalgando no melhor estilo. Pouco tempo depois, ela me pediu pra fazer no cu dela.
Eu tava me divertindo pra caralho, mas uma ideia fixa não saía da minha cabeça. Como que ela sabia e fazia todas essas coisas? Será que aprendeu com as amigas lendo livros de sexo? Será que algum outro cara ensinou? Será que ela tava transando com outros além de mim? O ciúme começou a agir. Eu pensava direto que, se ela era tão insaciável pro sexo, precisaria de alguém além de mim, e isso me enlouquecia.
Mesmo assim, como eu amava ela, a gente casou direitinho. Na lua de mel, a gente quase não saía do quarto. Transávamos o dia inteiro e, às vezes, ela não me dava descanso, mas eu tentava me recuperar (era mais novo) o mais rápido possível pra não falhar e passar vergonha.
Depois que nos instalamos na casa que ainda dividimos, lembro que ela fez uma festa com colegas do trabalho e Trouxeram ela pra casa, o chefe e um colega. Eu tava esperando na varanda, preocupado com o atraso dela (de novo o ciúme), e quando o carro parou a uns metros do lar conjugal e não na porta em si, tentei apertar a vista pra ver o que ela tava olhando. Não sei se foi minha imaginação doentia ou se realmente aconteceu. Me pareceu ver então que ela, que vinha sentada no meio dos dois caras, se inclinou pra chupar o chefe enquanto o outro metia por trás. O que é fato é que ficaram um tempão os três juntos antes dela descer, e não sei se teve sexo ou se só bateram um papo qualquer.
Com o tempo, enquanto a gente transava, comecei a insinuar — porque parecia que com meu pau sozinho não tava dando conta e eu já não era o mesmo de antes — se ela queria chamar outro cara pra cama. Ela, sorrindo e com uma certa ironia, respondia que podia ser uma boa ideia, que ia pensar no assunto, o que me dava tesão e raiva ao mesmo tempo.
Aí me decidi: ia arrumar uns dois caras pra comer ela (isso, na minha frente, porque assim eu controlava a parada e também porque sou meio voyeur). Então comecei a procurar nos classificados dos jornais. Tava com medo de meter qualquer um lá em casa, mas um dia um amigo me falou de uma agência, que ele usava pra mulheres, que era muito séria e tinha tanto homens quanto mulheres, e que eram muito responsáveis e de total confiança. Eram discretos e, depois de cobrar o valor que pediam, sumiam rapidinho com qualquer relação que tinham tido. Mais ainda, era difícil repetir a mesma pessoa, mesmo que a gente pedisse. A agência fazia isso pra não criar um vínculo estável.
Foi assim que fui lá e me mostraram o book dos diferentes modelos que tinham. Escolhi dois que achei que iam satisfazer minha mulher. Um era um cara loiro, de uns 25 anos, e pelo que dava pra ver na foto, tinha um corpo espetacular e um pau de tamanho considerável. O outro era um moreno tipo caribenho, da mesma idade e com uma pica descomunal. Pensei nas comparações, mas não dei muita importância.
Sem contar nada pra minha esposa, mandei eles virem em casa uma noite que ela tinha me avisado que chegaria um pouco mais tarde e me pediu pra fazer a janta. Preparei uma mesa especial pro jantar com frutos do mar e muito champanhe.
Quando ela chegou, ficou surpresa e me perguntou se estava comemorando algo especial. Falei que tinha uma surpresa e que ela já ia saber. Suponho que pensou que passaríamos uma noite especial, com um bom sexo, mas acho que não tanto quanto eu tinha preparado. Ela tomou banho e vestiu um vestido decotado que realça as curvas dela e que me deixa com muito tesão.
Comemos leve e incentivei ela a tomar várias taças. Depois comecei a beijá-la e acariciá-la, e aos poucos fui tirando o vestido, deixando ela só com a pequena calcinha fio dental de renda que cai tão bem nela.
Ela tentava acariciar minha pica, mas eu não deixava. Em alguns momentos até ficou meio irritada com isso, mas não liguei. Continuei beijando ela e fui levando ela pro quarto, onde os caras estavam escondidos dentro do closet (eles se posicionaram lá depois que ela foi se trocar).
Deitei ela na cama e continuei beijando, enquanto acariciava os peitos dela, que estavam com os mamilos duros como nunca. Tirei a calcinha dela devagar e comecei a beijar as pernas dela até chegar na buceta. Aí caprichei no trabalho no clitóris dela como acho que nunca tinha feito, e ela ficou louca. Ela pedia pra eu meter, e aí aproveitei pra perguntar se ela não gostaria que, enquanto eu me dedicava à buceta dela, ela tivesse outra pica à disposição.
Ela estava tão com tesão e um pouco alterada pelo álcool que, quando perguntei se, enquanto eu chupava a buceta dela, ela não gostaria de ter nas mãos dois membros de bom tamanho, ela ficou ainda mais excitada e, semi-cerrando os olhos, concordou com a cabeça.
Então falei que a surpresa especial que eu tinha pra ela... Tava tudo pronto pra rolar. Fui até a porta do vestiário e quando abri, os dois caras apareceram pelados, ela ficou de boca aberta. Os olhos dela iam rapidinho do meu rosto pras picas dos caras e vice-versa. Ela até exclamou que não acreditava, que eu era maluco, mas não recusou eles.
Quando começaram a acariciar ela, me olhou meio assustada, mas com meu sorriso cúmplice ela relaxou e começou a agir também. Deitada na cama, começou a acariciar as picas deles enquanto eu me dedicava à buceta dela, exatamente como tinha prometido.
Depois me afastei por um instante e os dois caras começaram a curtir ela enquanto eu assistia a cena. Beijavam o corpo todo dela e ela me olhava de um jeito libidinoso (nunca fiquei tão tesudo). Ela foi penetrada de todas as formas possíveis e não ficou atrás, chupou os membros deles de um jeito incrível. Ela gemia e até chegou a gritar por causa dos orgasmos que os caras provocavam nela. Eram uns verdadeiros experts e sabiam como satisfazer uma mulher. Agiam com delicadeza e isso parecia deixar ela ainda mais excitada.
Quando tudo acabou, o corpo dela tava exausto e cheirando ao esperma que os caras tinham derramado nessa espécie de batalha sexual.
Depois de umas duas horas, os caras foram embora e quando fiquei só com ela, enquanto a gente transava como nunca, ela me agradeceu pela surpresa. Então tô pensando em repetir isso de vez em quando, porque assim eu deixo ela feliz e tiro da cabeça a ideia de que ela anda dando pra qualquer um por aí. Ela dá, sim, mas em casa e na minha frente. Eu me excito com isso e quando eles vão embora, eu meto a melhor transa da minha vida.
Conheci minha mulher quando tava terminando o ensino médio. Quando vi ela, não pude evitar me apaixonar. Era doce, de modos suaves e meio quietinha. Era magra, mas tinha uns peitões bem bons e uma bunda bem formadinha, além de uns olhos verdes que me atraíam pra caralho.
Quando começamos a nos acariciar, notei, surpreso, que era uma mulher diferente do que deixava transparecer à primeira vista. Era sempre ela quem tomava a iniciativa quando começávamos a "amassar" na porta da casa dela, aproveitando a escuridão do lugar. Mal eu tocava nela, as mãos dela iam direto pra minha virilha e massageavam meu volume de um jeito que crescia na hora. Ali, sem eu pedir, ela tirava ele pra fora e me batia uma de um jeito que me fazia gozar rapidinho. Eu, ao mesmo tempo, tentava satisfazer ela enfiando a mão dentro da calcinha dela, onde encontrava a buceta dela já molhada. Quando meu dedo penetrava ela, ela ficava desesperada e acelerava os movimentos no meu pau, daí a gozada tão rápida.
Logo depois, não só me masturbava, mas também me chupava até eu ter um orgasmo, e por mais que eu tentasse afastar ela, ela se agarrava em mim e não tirava a boca até eu derramar todo meu gozo dentro dela. Na primeira vez que fez isso, fiquei todo nervoso porque, ao se abaixar e ficar na posição de chupar meu pau, podia ser alvo de olhares curiosos dos vizinhos, apesar das sombras. Depois, não me preocupei mais com nada.
Lembro que, quando íamos ao cinema e eu começava a tocar as pernas dela pra depois subir até a caverninha dela, ela rapidamente tirava meu pau pra fora da calça e me masturbava primeiro devagar e depois freneticamente até me fazer gozar na mão dela. Uma vez, lembro, ela me pegou desprevenido e, quando tirou ele, se inclinou de repente e começou a chupar ele, sob o olhar atônito de casal vizinho. Tentei desencorajar ela porque, apesar de eu gostar do que ela tava fazendo, achava que não era lugar pra isso e pensei que iam nos expulsar do cinema, mas meu pedido foi em vão e ela continuou até me fazer gozar na boca dela mais uma vez.
Nessa altura, eu já me perguntava onde ela tinha aprendido todas essas coisas. As amigas dela, aparentemente, eram iguais a ela, e lembro como criticavam outras que saíam com mais de um cara ao mesmo tempo. Diziam que eram umas putas e não mereciam ser amigas delas, que ficavam se acariciando em qualquer lugar e quem sabe o que mais faziam. (Se soubessem o que minha namorada fazia comigo, morreriam de vergonha, a menos que estivessem disfarçando e fossem todas iguais a ela).
Quando começamos a transar, ela era uma máquina, me fazia gozar igual um louco. Primeiro, ela me chupava até deixar bem durinho, o que não era difícil pra mim, depois queria que eu beijasse a pussy dela, então a gente mandava uns 69 incríveis. A gente gozava quase ao mesmo tempo e, depois de um tempo, eu colocava na pussy dela e era ela quem me comia, cavalgando no melhor estilo. Pouco tempo depois, ela me pediu pra fazer no cu dela.
Eu tava me divertindo pra caralho, mas uma ideia fixa não saía da minha cabeça. Como que ela sabia e fazia todas essas coisas? Será que aprendeu com as amigas lendo livros de sexo? Será que algum outro cara ensinou? Será que ela tava transando com outros além de mim? O ciúme começou a agir. Eu pensava direto que, se ela era tão insaciável pro sexo, precisaria de alguém além de mim, e isso me enlouquecia.
Mesmo assim, como eu amava ela, a gente casou direitinho. Na lua de mel, a gente quase não saía do quarto. Transávamos o dia inteiro e, às vezes, ela não me dava descanso, mas eu tentava me recuperar (era mais novo) o mais rápido possível pra não falhar e passar vergonha.
Depois que nos instalamos na casa que ainda dividimos, lembro que ela fez uma festa com colegas do trabalho e Trouxeram ela pra casa, o chefe e um colega. Eu tava esperando na varanda, preocupado com o atraso dela (de novo o ciúme), e quando o carro parou a uns metros do lar conjugal e não na porta em si, tentei apertar a vista pra ver o que ela tava olhando. Não sei se foi minha imaginação doentia ou se realmente aconteceu. Me pareceu ver então que ela, que vinha sentada no meio dos dois caras, se inclinou pra chupar o chefe enquanto o outro metia por trás. O que é fato é que ficaram um tempão os três juntos antes dela descer, e não sei se teve sexo ou se só bateram um papo qualquer.
Com o tempo, enquanto a gente transava, comecei a insinuar — porque parecia que com meu pau sozinho não tava dando conta e eu já não era o mesmo de antes — se ela queria chamar outro cara pra cama. Ela, sorrindo e com uma certa ironia, respondia que podia ser uma boa ideia, que ia pensar no assunto, o que me dava tesão e raiva ao mesmo tempo.
Aí me decidi: ia arrumar uns dois caras pra comer ela (isso, na minha frente, porque assim eu controlava a parada e também porque sou meio voyeur). Então comecei a procurar nos classificados dos jornais. Tava com medo de meter qualquer um lá em casa, mas um dia um amigo me falou de uma agência, que ele usava pra mulheres, que era muito séria e tinha tanto homens quanto mulheres, e que eram muito responsáveis e de total confiança. Eram discretos e, depois de cobrar o valor que pediam, sumiam rapidinho com qualquer relação que tinham tido. Mais ainda, era difícil repetir a mesma pessoa, mesmo que a gente pedisse. A agência fazia isso pra não criar um vínculo estável.
Foi assim que fui lá e me mostraram o book dos diferentes modelos que tinham. Escolhi dois que achei que iam satisfazer minha mulher. Um era um cara loiro, de uns 25 anos, e pelo que dava pra ver na foto, tinha um corpo espetacular e um pau de tamanho considerável. O outro era um moreno tipo caribenho, da mesma idade e com uma pica descomunal. Pensei nas comparações, mas não dei muita importância.
Sem contar nada pra minha esposa, mandei eles virem em casa uma noite que ela tinha me avisado que chegaria um pouco mais tarde e me pediu pra fazer a janta. Preparei uma mesa especial pro jantar com frutos do mar e muito champanhe.
Quando ela chegou, ficou surpresa e me perguntou se estava comemorando algo especial. Falei que tinha uma surpresa e que ela já ia saber. Suponho que pensou que passaríamos uma noite especial, com um bom sexo, mas acho que não tanto quanto eu tinha preparado. Ela tomou banho e vestiu um vestido decotado que realça as curvas dela e que me deixa com muito tesão.
Comemos leve e incentivei ela a tomar várias taças. Depois comecei a beijá-la e acariciá-la, e aos poucos fui tirando o vestido, deixando ela só com a pequena calcinha fio dental de renda que cai tão bem nela.
Ela tentava acariciar minha pica, mas eu não deixava. Em alguns momentos até ficou meio irritada com isso, mas não liguei. Continuei beijando ela e fui levando ela pro quarto, onde os caras estavam escondidos dentro do closet (eles se posicionaram lá depois que ela foi se trocar).
Deitei ela na cama e continuei beijando, enquanto acariciava os peitos dela, que estavam com os mamilos duros como nunca. Tirei a calcinha dela devagar e comecei a beijar as pernas dela até chegar na buceta. Aí caprichei no trabalho no clitóris dela como acho que nunca tinha feito, e ela ficou louca. Ela pedia pra eu meter, e aí aproveitei pra perguntar se ela não gostaria que, enquanto eu me dedicava à buceta dela, ela tivesse outra pica à disposição.
Ela estava tão com tesão e um pouco alterada pelo álcool que, quando perguntei se, enquanto eu chupava a buceta dela, ela não gostaria de ter nas mãos dois membros de bom tamanho, ela ficou ainda mais excitada e, semi-cerrando os olhos, concordou com a cabeça.
Então falei que a surpresa especial que eu tinha pra ela... Tava tudo pronto pra rolar. Fui até a porta do vestiário e quando abri, os dois caras apareceram pelados, ela ficou de boca aberta. Os olhos dela iam rapidinho do meu rosto pras picas dos caras e vice-versa. Ela até exclamou que não acreditava, que eu era maluco, mas não recusou eles.
Quando começaram a acariciar ela, me olhou meio assustada, mas com meu sorriso cúmplice ela relaxou e começou a agir também. Deitada na cama, começou a acariciar as picas deles enquanto eu me dedicava à buceta dela, exatamente como tinha prometido.
Depois me afastei por um instante e os dois caras começaram a curtir ela enquanto eu assistia a cena. Beijavam o corpo todo dela e ela me olhava de um jeito libidinoso (nunca fiquei tão tesudo). Ela foi penetrada de todas as formas possíveis e não ficou atrás, chupou os membros deles de um jeito incrível. Ela gemia e até chegou a gritar por causa dos orgasmos que os caras provocavam nela. Eram uns verdadeiros experts e sabiam como satisfazer uma mulher. Agiam com delicadeza e isso parecia deixar ela ainda mais excitada.
Quando tudo acabou, o corpo dela tava exausto e cheirando ao esperma que os caras tinham derramado nessa espécie de batalha sexual.
Depois de umas duas horas, os caras foram embora e quando fiquei só com ela, enquanto a gente transava como nunca, ela me agradeceu pela surpresa. Então tô pensando em repetir isso de vez em quando, porque assim eu deixo ela feliz e tiro da cabeça a ideia de que ela anda dando pra qualquer um por aí. Ela dá, sim, mas em casa e na minha frente. Eu me excito com isso e quando eles vão embora, eu meto a melhor transa da minha vida.
Espero que tenham gostado da história e comentem se ela faz algo por vocês, pra melhorar os próximos posts. E se quiserem passar nos meus outros posts, os links estão lá.😉 😉 😉 😉 😉http://www.poringa.net/posts/relatos/1867198/Una-gran-familia.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1868189/Mis-tres-primos-y-yo-ebria.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1869276/Pedro-y-su-tia-Lida_.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1875573/con-mi-tia-soy-cordial.htmlDesculpe, não posso traduzir URLs ou links. Se você fornecer o texto em espanhol diretamente, ficarei feliz em traduzi-lo para o português brasileiro de forma natural e envolvente.
9 comentários - Presente pra minha esposa gostosa
a si para aquellas que son golosas jajajaja
que paso te asusto la historia jajaja 😀 😀 😀 😀
cierto talvez tenga que poner algo mas suave jajajaja 😃 😃 😃 😃 😃
gracias por el comentario y si es cierto es algo larga
Igualmente me calento el relato, pero no se si le haria ese regalo a mi pareja... no se no se...
jejeje
Abrazos!!!!!