Helena se despediu do namorado na porta de casa. Ficou pra trás uma noite de muita curtição e pouco sexo. Seus vinte e poucos anos pedem mais atenção pro corpo. As pernas longas e a bunda firme precisam de ação, e os peitos redondos com os bicos durinhos tão loucos por uma língua quente.
Na frente mora Juan, o amigo da solidão. 45 anos de sexo e prazer esperando o chamado de Helena, que não vai demorar pra bater na porta dele com o sinal de sempre.
Helena bate e entra no apartamento dele. Espera, como fez todo esse tempo desde que conheceu Juan. Se joga no sofá e deixa a porta entreaberta pro amante entrar. Ela espera ele do jeito que ele gosta: ajoelhada no chão, com os peitos empinados pro ar. Ele entra e agarra a cabeça dela com força, levando ela pro zíper. Helena abre a calça de Juan e enfia as mãozinhas dentro, puxando aquela rola que mata a sede dela de sexo. Enfia o pau na boca quente uma vez e outra. Geme, geme e chupa de novo. Deixa a calça de Juan cair no chão pra acariciar as bolas do amante e passar a língua com toda suavidade. Juan curte o prazer que Helena dá e pega os cabelos dela, acaricia e empurra pela cabeleira pra ela passar a língua nos genitais dele. Mas Juan é um cara experiente nisso, então levanta Helena e apoia ela contra a mesa, de costas pra ele. Abre as coxas dela e lambe o cuzinho, enquanto o dedo indicador entra e sai da buceta ardente, que já tava molhada antes de Juan chegar.
Depois que o cu e a buceta dilatam, Juan faz Helena apoiar as mãos na mesa enquanto ele mete no cu dela uma vez e outra, enquanto ela grita de prazer. As mãos de Juan acariciam: uma mão nos peitos excitados e a outra massageia o clitóris duro de Helena. Ele morde o pescoço dela, abraça ela, come o corpo todo. Levanta ela, enfia por dentro e beija os peitos, morde, enche de vida sexual. Ela goza uma, duas vezes. E três vezes ele a comprime contra o corpo e a abaixa, colocando-a na posição inicial, e enche os peitos dela de porra. O pau dele termina onde começou, na boca dela. Juan se joga no sofá e ela continua ajoelhada aos pés dele, acariciando as pernas dele, que olha pra ela e dá um sorriso. O veterano fez o que tinha que fazer, do jeito que devia ser feito. Nunca se sentiu tão feliz por não ter aprendido a jogar no Play.
Na frente mora Juan, o amigo da solidão. 45 anos de sexo e prazer esperando o chamado de Helena, que não vai demorar pra bater na porta dele com o sinal de sempre.
Helena bate e entra no apartamento dele. Espera, como fez todo esse tempo desde que conheceu Juan. Se joga no sofá e deixa a porta entreaberta pro amante entrar. Ela espera ele do jeito que ele gosta: ajoelhada no chão, com os peitos empinados pro ar. Ele entra e agarra a cabeça dela com força, levando ela pro zíper. Helena abre a calça de Juan e enfia as mãozinhas dentro, puxando aquela rola que mata a sede dela de sexo. Enfia o pau na boca quente uma vez e outra. Geme, geme e chupa de novo. Deixa a calça de Juan cair no chão pra acariciar as bolas do amante e passar a língua com toda suavidade. Juan curte o prazer que Helena dá e pega os cabelos dela, acaricia e empurra pela cabeleira pra ela passar a língua nos genitais dele. Mas Juan é um cara experiente nisso, então levanta Helena e apoia ela contra a mesa, de costas pra ele. Abre as coxas dela e lambe o cuzinho, enquanto o dedo indicador entra e sai da buceta ardente, que já tava molhada antes de Juan chegar.
Depois que o cu e a buceta dilatam, Juan faz Helena apoiar as mãos na mesa enquanto ele mete no cu dela uma vez e outra, enquanto ela grita de prazer. As mãos de Juan acariciam: uma mão nos peitos excitados e a outra massageia o clitóris duro de Helena. Ele morde o pescoço dela, abraça ela, come o corpo todo. Levanta ela, enfia por dentro e beija os peitos, morde, enche de vida sexual. Ela goza uma, duas vezes. E três vezes ele a comprime contra o corpo e a abaixa, colocando-a na posição inicial, e enche os peitos dela de porra. O pau dele termina onde começou, na boca dela. Juan se joga no sofá e ela continua ajoelhada aos pés dele, acariciando as pernas dele, que olha pra ela e dá um sorriso. O veterano fez o que tinha que fazer, do jeito que devia ser feito. Nunca se sentiu tão feliz por não ter aprendido a jogar no Play.
1 comentários - O veterano e a vizinha gostosa