Olá, eu trabalho num hospital de luxo, sou o encarregado da manutenção e tenho 4 pessoas de limpeza sob meu comando, entre elas a Mary, uma mãe solteira de 27 anos com uma cara bem triste e um corpo escondido entre aventais e roupas largadas. Ela é muito quieta e reservada, não costuma ser pesada, mas eu brinco com ela usando palavras de duplo sentido e ela só fica vermelha e me diz —Ai Danny, como você pensa!— Depois de alguns meses, ela começou a me contar seus segredos, que era mãe solteira e que fazia muito tempo que não ficava com um homem, e eu respondi —Você sofre porque quer, menina— Ela começou a descrever o tipo de homem dela e acho que eu me encaixava no perfil, e quando ela menos esperou, comecei a beijá-la com um daqueles beijos molhados bem gostosos, aí subimos pro depósito de limpeza, nos trancamos, e ela me dizia —Hoje sim, papai, quero ser comida como não fui há anos—
—Claro, putinha, hoje é sua vez—
Ela se ajoelha, desabotoa minha calça e meu pau duro salta pra fora, com muita habilidade ela enfiou na boca e fez uns movimentos muito gostosos com a língua. Eu mandei ela parar, sentia que ia gozar, e na hora tirei a calça dela e descobri uma bunda linda, redonda, durinha, uma calcinha fio dental preta e bem molhadinha. Tirei ela e comecei a chupar aquela buceta que tinha um gosto muito doce, ela soltava gemidos de prazer e segurava minha cabeça pra eu não parar, aí senti ela apertar meu cabelo e comecei a sentir um líquido quente, ela já tinha gozado, a putinha.
—Me come logo, mete teu pau agora—
—Sim, putinha—
E com desespero ela tirou minha calça, enfiei tudo até o fundo, ela deu um grito de prazer, tinha uma buceta muito apertada e molhada, apertava gostoso demais. Comecei a bombar e chupei os biquinhos pretinhos que ela tinha, ela gemia tão gostoso, aí coloquei ela de quatro, uma bunda no ar perfeita, ela gritava
—Aaa aaaaaa aaaaaa—
—Isso, putinha, geme como a vagabunda que você é—
—Sim, papai, me dá tudo até dentro, papai, não para—
—Toma esse pau, é seu—
—Arrebenta minha buceta até eu chorar—
—Sim, putinha—
Cuspi no cuzinho dela cu e devagar meti meu pau quente e duro no cu dela,
— devagar, papai, é minha primeira vez —
depois de uma empurrada, meti tudo
— aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa —
ela gemeu de prazer
— tá doendo, gostoso —
— tiro ele —
— não, vadiazinha, arromba meu cu —
e comecei a bombar tão forte,
— vadiazinha, vai me partir o cu no meio, mas continua —
— puta, quer meu leite, sim? —
— sim, filho da puta, me dá —
senti o cu dela se contrair e nós dois gozamos juntos, a buceta dela encharcou e meu pau esvaziou todo o leite dentro do cu daquela rabuda
— papai, quero chupar ele de novo —
tirei ele do cu dela ainda bem duro e ela começou a chupar tão gostoso, depois ela me deitou no chão e colocou a buceta na minha cara, começamos um 69, ela gozou primeiro com um gemido de puta tão sexy, aí eu falei
— já vou gozar, puta —
— sim, papai, joga o leite na minha cara —
comecei a gozar dentro da boca dela
aí ela tirou ele e recebeu tudo na cara como se fosse a coisa mais gostosa que já tinha comido, com muito prazer e luxúria
terminamos muito felizes, vesti minha roupa de novo e desci pra ver um defeito
—Claro, putinha, hoje é sua vez—
Ela se ajoelha, desabotoa minha calça e meu pau duro salta pra fora, com muita habilidade ela enfiou na boca e fez uns movimentos muito gostosos com a língua. Eu mandei ela parar, sentia que ia gozar, e na hora tirei a calça dela e descobri uma bunda linda, redonda, durinha, uma calcinha fio dental preta e bem molhadinha. Tirei ela e comecei a chupar aquela buceta que tinha um gosto muito doce, ela soltava gemidos de prazer e segurava minha cabeça pra eu não parar, aí senti ela apertar meu cabelo e comecei a sentir um líquido quente, ela já tinha gozado, a putinha.
—Me come logo, mete teu pau agora—
—Sim, putinha—
E com desespero ela tirou minha calça, enfiei tudo até o fundo, ela deu um grito de prazer, tinha uma buceta muito apertada e molhada, apertava gostoso demais. Comecei a bombar e chupei os biquinhos pretinhos que ela tinha, ela gemia tão gostoso, aí coloquei ela de quatro, uma bunda no ar perfeita, ela gritava
—Aaa aaaaaa aaaaaa—
—Isso, putinha, geme como a vagabunda que você é—
—Sim, papai, me dá tudo até dentro, papai, não para—
—Toma esse pau, é seu—
—Arrebenta minha buceta até eu chorar—
—Sim, putinha—
Cuspi no cuzinho dela cu e devagar meti meu pau quente e duro no cu dela,
— devagar, papai, é minha primeira vez —
depois de uma empurrada, meti tudo
— aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa —
ela gemeu de prazer
— tá doendo, gostoso —
— tiro ele —
— não, vadiazinha, arromba meu cu —
e comecei a bombar tão forte,
— vadiazinha, vai me partir o cu no meio, mas continua —
— puta, quer meu leite, sim? —
— sim, filho da puta, me dá —
senti o cu dela se contrair e nós dois gozamos juntos, a buceta dela encharcou e meu pau esvaziou todo o leite dentro do cu daquela rabuda
— papai, quero chupar ele de novo —
tirei ele do cu dela ainda bem duro e ela começou a chupar tão gostoso, depois ela me deitou no chão e colocou a buceta na minha cara, começamos um 69, ela gozou primeiro com um gemido de puta tão sexy, aí eu falei
— já vou gozar, puta —
— sim, papai, joga o leite na minha cara —
comecei a gozar dentro da boca dela
aí ela tirou ele e recebeu tudo na cara como se fosse a coisa mais gostosa que já tinha comido, com muito prazer e luxúria
terminamos muito felizes, vesti minha roupa de novo e desci pra ver um defeito
4 comentários - La chica de limpieza