Um dia de verão eu fiquei com o João para beber cerveja, pois ele estava trabalhando como rodríguez e Verónica trabalhava até tarde. Depois de estar conversando no bar, recebi uma ligação da minha mulher perguntando onde eu estava. Eu expliquei o que fazia e ela achou uma ideia estupenda para nos acompanhar à saída do trabalho dela, então pediu que a recolhêssemos na saída e fôssemos os três beber algo.
Chegada a hora, fomos com o carro de João e a encontramos já esperando por nós na porta do edifício. Ela subiu ao veículo e fomos para um bar que tinha uma varanda exterior estupenda, onde fazia muito fresco, o que era algo para se agradecer nas feiras.
Sentamo-nos os três e pedimos as nossas consumições respectivas. Mal haviam sido servidas pelo garçom, Verónica recebeu uma ligação no seu telefone: era sua colega de trabalho Sonia, que disse ter visto como ela se ia conosco e que lhe apetecia sair também, mas que a seu namorado, um tio um pouco preguiçoso, não lhe apetecia. Ela pensou que, se não estávamos muito longe, poderia juntar-se a nós, desde que não nos importasse, e assim poderia sair um tempo.
Verónica não sabia se a nossa companhia lhe interessava, então perguntou-nos e, um pouco por compromisso, aceitamos que se unisse ao grupo, concordando em recolhê-la na porta de sua casa em quinze minutos.
Beberam as nossas consumições e pedimos a conta rapidamente, pois senão seria impossível chegar à casa de Sonia no tempo que havíamos marcado.
Dirigimo-nos ao carro de João e este, sempre tão perspicaz, disse que Verónica se subiu ao carro quando a recolhemos e nem a saudou como era devido.
Sem perder um segundo, minha mulher se aproximou para dar-lhe os dois beijos de rigor, mas ele lhe propinou um beijo na boca, ao qual ela correspondeu como era de esperar.
-Eh, meu mulher não me cumprimenta nem assim, comentei em brincadeira.
Na verdade, eu entendia João, pois minha mulher está muito bem e sabiendo que além disso é uma cachonda que gosta de um rabo mais do que nada, era natural tentar tudo. Subimos ao carro, obrigando-me a Verónica a que eu o fizesse na parte traseira, e assim ela poderia ir na do passageiro do condutor. - Sabes que me fizestes cachonda de vos beijardos. - Pues já somos dois, disse Juan. - Não, disse melhor que já somos três, acrescentou Verónica. - Eres capaz de tirar o rabo de Juan e meneá-la enquanto dirige até chegar à casa de Sonia? - Pues claro, olha. Sem pensar duas vezes começou a procurar no calção de Juan desabotoando o botão e baixando a cremallera, meteu sua mão dentro do calção e sacou o rabo de Juan, não sem esforço devido às dimensões que ele já havia adquirido. Uma vez fora começou a meneá-la lentamente, desfrutando com o que estava fazendo. Quando chegávamos aos semáforos, aproveitava o parêntesis na condução e se agachava metiéndola na boca e chupando-a durante os instantes que permanecia fechada a circulação. Quando se incorporava continuava meneándola, enquanto eu aproveitava desde a parte de trás para tocar suas tetas. Já restava pouco para chegar à casa de Sonia, por isso recompôs Juan seu calção e ela se colocou bem o cabelo e a roupa. Ao chegar desceu do veículo, notava-se a excitação que levávamos pelo ocorrido. Llamou ao porteiro Verónica avisando que estávamos esperando-a, contestando uma voz que já descia. No momento vimos avançar em direção a nós a Sonia. Era morena, com olhos escuros rasgados, cabelo longo e complexão semelhante à de Verónica. Lhe havia dado tempo para mudar de roupa, desfazendo-se da que levaria no trabalho, e mudando-a por uma minissaia, muito mini, vaquera, e uma blusa atada ao pescoço e que fazia que seus peitos se pronunciassem muito favoravelmente. Em resumo, a garota estava muito bem. Depois das apresentações correspondentes, nos subimos de nuevo al vehículo, quedando ahora yo acompañado por Sonia en la parte trasera. - Ahora no te quejarás de que vas solo ahí atrás ¿no? Dijo pícaramente Juan - La verdad es que ahora no se puede quejar, pues además de tener compañía, es la calidad de esta. ¿Os habéis fijado que compañera más guapa tengo? - Por favor Vero, vas a hacer que me ruborice. Así fue el resto del camino, con las trivialidades propias de quienes aún no tienen confianza. Llegamos a un bar, en donde Sonia y yo nos quedamos un poco retrasados porque estuvimos fumando un cigarrillo. Al entrar vimos que Juan y Verónica ocupaban ya una mesa y se reían por algo que les había sucedido. - ¿Qué pasa? Pregunté al llegar. - Que el camarero nos ha dicho que qué iba a tomar este matrimonio, y le he contestado que no éramos matrimonio, que éramos amantes, que nuestras parejas llegaban ahora. - ¡cómo eres! Lo que te gusta provocar. - Pues sí, además, para que lo sepas, el resto de la noche mi pareja va a ser Juan y la tuya va a ser Sonia. - Ah, por mí encantado, acepté yo mientras miraba socarronamente a Sonia. - Y por mi parte también, añadió esta, al mismo tiempo que se agarraba abrazándose a mi brazo en un gesto cariñoso. Llegó el camarero y se quedó mirando incrédulo la escena, mientras tomaba nota de las consumiciones que le solicitábamos. Tomamos un par de rondas más, y propuse ir a nuestra casa y sentarnos tranquilos al fresquito del jardín. Pareció buena idea, por lo que nos volvimos a colocar en igual forma en el vehículo y nos dirigimos allí. Pude observar cómo con disimulo Verónica en alguna ocasión apoyaba su mano en el muslo de Juan y la movía acariciándolo, tratando de llegar a tocar su paquete. Estaba claro que mi mujer andaba caliente esa noche. Cuando llegamos nos fuimos al jardín, a la pérgola junto a la piscina, donde tenemos unos sillones muy cómodos y, además, hace algo mais fresco que em outros lugares graças à vegetação e ao água próxima.
Preguntei o que cada um ia beber e dirigi-me a casa para prepará-los. Sonia seguiu oferecendo-se para me ajudar, argumentando que era o menos que minha parceira podia fazer, rindo conosco por alguns minutos pelo comentário.
Uma vez preparadas as taças, saímos para o jardim e vimos como Juan e Verónica se haviam metido na piscina e estavam mantendo uma espécie de luta dentro da água. Deixamos as taças sobre a mesa e nos aproximamos da piscina.
- Vem, traze as taças para o bordo e entre também vocês, que está a água muito boa, disse Verónica.
- Mas é que eu não trouxe roupão de banho, respondeu Sonia.
- Nós não estamos usando, indicou minha mulher, ao mesmo tempo em que mostrava seus peitos nus. De qualquer maneira, há um de meus biquinis no vestiário que há junto ao quarto da depuradora. Póntelo se você se sentir mais confortável.
Dirigiu-se até lá, enquanto eu me despejava da roupa e me introduzia na água. Verónica e Juan continuaram com sua luta particular, que não tinha outro propósito além de tocar um ao outro com alguma discrição diante de Sonia.
Quando ela chegou, eu estava perdendo a baba para ver ela. Estava riquíssima. Entrou na água pouco a pouco oferecendo uma visão estupenda do seuculo enquanto descia a escada da piscina.
Uma vez dentro, olhava divertida a contenda dos amantes, até que por fim Juan a agarrou desde atrás, rodeando-a por debaixo do peito, e fazendo com que não pudesse mover os braços.
- Se você quiser que eu te solte, deve pagar um preço.
- Qual é?
- Não sei... deixe-me pensar... Você me tem de dar um beijo.
- De nada.
- Puxa, então não me solta.
O que a ela parecia não desagradar muito, pois provavelmente estaria sentindo o membro nu de Juan sobre seuculo.
- Está bem, você ganha. Vou lhe dar um beijo.
A soltou e girou-a de forma que... quedaram-se frenteiros. Aproximaram-se e começaram a se beijar na boca. Sonia os olhava sem uma expressão clara. Depois me olhou como verificando que eu aceitasse aquela situação.
Verónica separou-se de Juan e dirigiu-se para Sonia.
- É verdade ou não é o que te disse sobre que tenho dois homens que estão muito bem?
- Bem... isso... sim. Está claro que os dois estão muito bem.
- Anda, não sejas tímida e faça como nós. Tire o biquini e verá que sensação tão diferente. Disse Verónica ao mesmo tempo em que começava a desabotoar o biquini de Sonia, diante da sua fingida oposição.
Por fim conseguiu tirar o biquini completo daquela, fazendo com que mostrasse seu corpo debaixo d'água. Colocou-se pudicamente no filo, olhando para fora, ao mesmo tempo em que acendia um cigarro. Eu me aproximei por trás e pedi-lhe que me desse um, aproximando-me tanto que meu cock começou a roçar com seu cul, o que era justamente o que eu pretendia.
Juan e Verónica também se aproximaram do filo, colocando-se ao lado de Sonia. Abraçaram-se e começaram a se beijar diante da atenta mirada dela.
- O que penses sobre o que estás vendo?
- Não sei. Me parece bem se para vocês parece bem.
- Seu namorado te permitiria beijar outro em frente dele?
- Nem loco!
- E a ti não te apeteciu nunca beijar outro?
- Vai ser uma pergunta! Em alguma ocasião eu vi alguém que me chamou a atenção e com quem não me importaria provar. Mas para isso teria que estar em uma situação especial.
- É hoje um dos dias em que estás nessa situação?
- Podria ser.
- Não te gustaría probar comigo e ver o que sientes?
- Essa pergunta é um pouco comprometedora, especialmente se pensas que estou ao seu lado nua.
- A verdade é que sim. Mas por essa mesma razão, e já que estás assim, acho que seria mais fácil que tomassem uma decisão.
- Bem... Você está certo. Hoje é um desses dias, e certamente eu gostaria de experimentar estar com outro cara que não fosse meu namorado, disse Sonia ao mesmo tempo em que se virava e se colocava frente a mim, mostrando seu corpo nu através da água.
Avancei um pouco em direção a ela até nossos corpos nus se encontrarem. Passei minhas mãos por sua espinha até chegar à zona onde começava seu bumbum, enquanto ela passava seus braços pelo meu pescoço, aproximando-se até que nossas bocas se encontraram e se uniram em um beijo muito quente e apaixonado.
Sentiu como se metera sua língua na minha boca procurando brincar com a minha língua, ao mesmo tempo em que seus dedos se metiam entre meu cabelo segurando-se nele. Baixei minhas mãos e agarrei seu bumbum com elas.
Era redondo e duro. Comecei a passar uma das minhas mãos pela racha de seu bumbum, descendo até sua entreperna, e voltando para cima quando estava prestes a chegar ao destino, para em seguida voltar a descer, até que finalmente cheguei a tocar seu pussy por trás, provocando que nesse momento ela separasse sua boca da minha para emitir um gemido de prazer. Parecia que nunca alguém havia tocado ali pelas sensações que mostrava.
Baixei uma das minhas mãos até agarrar meu pau começando a balançá-la com urgência. A outra mão passei pela frente procurando seu pussy, que não demorei para encontrar. Tinha muito despejado, apenas acompanhado por uma fina fileira de pêlos acima da racha.
Metli meu dedo entre os lábios do seu pussy, encontrando-o muito lubrificado pela excitação que provavelmente fazia tempo sofria.
Baixei por sua racha até chegar ao seu buraco, metendo o dedo com facilidade total nele.
- Ummmm... sim, sim, métemelo todo dentro!
Comecei a meter e sacar meu dedo do seu pussy fazendo-lhe uma masturabation, enquanto minha outra mão tocava por trás seu bumbum, procurando em algumas ocasiões seu buraco, o qual rozava durante alguns instantes quando o encontrava.
Pude ver como Verónica estava chupando a cock de Juan, que se havia sentado no filo. de piscina, jogado para trás oferecendo seu enorme membro à minha mulher. A vezes sua boca abandonava o cock deixando lugar à sua mão, a qual continuava a mexer, enquanto sua língua passava por seus testículos, metendo-os às vezes na boca como se quisesse comer.
Senti muito excitada Sonia, então sem aviso a tomei pelas axilas e saí-la ao bordo da piscina, abrindo logo suas pernas, oferecendo-me seu pussy completamente aberto, ao qual me apressei a lançar-me, lambê-lo e meter minha língua em seu buraco.
Sonia e Juan estavam sentados um ao lado do outro, então aproximaram suas bocas e começaram a se beijar enquanto minha mulher e eu trabalhávamos suas entrepernas.
Comecei a meter dois meus dedos em seu buraco enquanto passava minha língua por seu clitóris, de maneira que em alguns instantes sentia que com uma das suas mãos agarrava minha cabeça contra seu pussy, gemendo ao mesmo tempo que beijava Juan, explodindo num orgasmo como certamente nunca havia tido.
Juan se inclinou um pouco mais e enquanto ela continuava a sentir o orgasmo, ele começou a chupar suas tetas, o que acentuou as sensações que estava sentindo.
Uma vez terminado de correr, aprovechamos Verónica e eu para sair do água e nos juntarmos aos outros dois fora da água.
Pus uma colchoneta no chão sobre a qual me estendi de bruços, chamando Sonia para que viesse comigo. Não fez falta dar-lhe mais instruções, sabia logo o que fazer. Subiu sobre mim, tomou meu cock e levou-o até seu pussy para em seguida meter toda dentro dela. Minha mulher sentou-se sobre minha cara de forma que lhe comeria o pussy. E Juan pôs seu cock entre as duas oferecendo-a para que elas a chupassem ao mesmo tempo, coisa que não tardaram em fazer, lambendo-a por ambos os lados, metendo-a na boca alternadamente uma ou outra, e até, e mais surpreendente, se beijando entre si enquanto acariciavam seu cock e seus testículos.
Consegui que ambas chegassem ao orgasmo quase simultaneamente, aproveitando Juan esse momento de relativamente confusão para colocar-se atrás de Sonia e, após fazer que ela se inclinasse em direção a mim, coisa que aproveitei para chupar seus peitos. Colocou seu pau no cu daquela metendo-a pouco a pouco. Uma vez dentro começou a bombearla o que fez com que, em alguns segundos, Sonia voltasse a gritar de prazer correndo-se novamente.
- Eu também quero, observou Verónica que quase deslocou do lugar um empurrão a Sonia, ocupando seu lugar imediatamente.
Em seguida, teve seus dois buracos ocupados pelas nossas pirogas, movendo-se com avidez essa por sentir-nos muito dentro de si. E de igual modo não tardou em explodir em um orgasmo similar ao de Sonia.
Desceu do meu pau e me ordenou deixar-lhe o lugar. O cedi-lo com prazer, ocupando-o ela e ordenando a Sonia que ocupasse o lugar ao lado. Uma vez estiveram as duas deitadas de barriga para cima, dirigimo-nos Juan e eu em busca dos seus coitos. Juan se me antecipou ocupando o pussy de Sonia, então eu, sem qualquer reparo, fiquei com o de Verónica. Começamos a foder-las até que senti que não aguentava mais e tive que parar.
Mudamos de mulheres, foder-me agora eu a Sonia, enquanto Juan fazia o mesmo com minha mulher. Essa vez sim que nem queria nem podia parar. Queria correr e assim o avisei.
- Vou correr
- Faze-o sobre nossas caras, amor
Me movi rapidamente e vazi todo meu cúm sobre a cara e boca de Sonia, alcançando os jatos na de Verónica.
Juan pareceu se excitar ainda mais ante aquela visão e imitou o feito por mim, sobre a cara de minha mulher.
Quedamos todos muito satisfeitos e fizemos prometer a Sonia que participaria em alguma ocasião mais nasquelas reuniões.
Chegada a hora, fomos com o carro de João e a encontramos já esperando por nós na porta do edifício. Ela subiu ao veículo e fomos para um bar que tinha uma varanda exterior estupenda, onde fazia muito fresco, o que era algo para se agradecer nas feiras.
Sentamo-nos os três e pedimos as nossas consumições respectivas. Mal haviam sido servidas pelo garçom, Verónica recebeu uma ligação no seu telefone: era sua colega de trabalho Sonia, que disse ter visto como ela se ia conosco e que lhe apetecia sair também, mas que a seu namorado, um tio um pouco preguiçoso, não lhe apetecia. Ela pensou que, se não estávamos muito longe, poderia juntar-se a nós, desde que não nos importasse, e assim poderia sair um tempo.
Verónica não sabia se a nossa companhia lhe interessava, então perguntou-nos e, um pouco por compromisso, aceitamos que se unisse ao grupo, concordando em recolhê-la na porta de sua casa em quinze minutos.
Beberam as nossas consumições e pedimos a conta rapidamente, pois senão seria impossível chegar à casa de Sonia no tempo que havíamos marcado.
Dirigimo-nos ao carro de João e este, sempre tão perspicaz, disse que Verónica se subiu ao carro quando a recolhemos e nem a saudou como era devido.
Sem perder um segundo, minha mulher se aproximou para dar-lhe os dois beijos de rigor, mas ele lhe propinou um beijo na boca, ao qual ela correspondeu como era de esperar.
-Eh, meu mulher não me cumprimenta nem assim, comentei em brincadeira.
Na verdade, eu entendia João, pois minha mulher está muito bem e sabiendo que além disso é uma cachonda que gosta de um rabo mais do que nada, era natural tentar tudo. Subimos ao carro, obrigando-me a Verónica a que eu o fizesse na parte traseira, e assim ela poderia ir na do passageiro do condutor. - Sabes que me fizestes cachonda de vos beijardos. - Pues já somos dois, disse Juan. - Não, disse melhor que já somos três, acrescentou Verónica. - Eres capaz de tirar o rabo de Juan e meneá-la enquanto dirige até chegar à casa de Sonia? - Pues claro, olha. Sem pensar duas vezes começou a procurar no calção de Juan desabotoando o botão e baixando a cremallera, meteu sua mão dentro do calção e sacou o rabo de Juan, não sem esforço devido às dimensões que ele já havia adquirido. Uma vez fora começou a meneá-la lentamente, desfrutando com o que estava fazendo. Quando chegávamos aos semáforos, aproveitava o parêntesis na condução e se agachava metiéndola na boca e chupando-a durante os instantes que permanecia fechada a circulação. Quando se incorporava continuava meneándola, enquanto eu aproveitava desde a parte de trás para tocar suas tetas. Já restava pouco para chegar à casa de Sonia, por isso recompôs Juan seu calção e ela se colocou bem o cabelo e a roupa. Ao chegar desceu do veículo, notava-se a excitação que levávamos pelo ocorrido. Llamou ao porteiro Verónica avisando que estávamos esperando-a, contestando uma voz que já descia. No momento vimos avançar em direção a nós a Sonia. Era morena, com olhos escuros rasgados, cabelo longo e complexão semelhante à de Verónica. Lhe havia dado tempo para mudar de roupa, desfazendo-se da que levaria no trabalho, e mudando-a por uma minissaia, muito mini, vaquera, e uma blusa atada ao pescoço e que fazia que seus peitos se pronunciassem muito favoravelmente. Em resumo, a garota estava muito bem. Depois das apresentações correspondentes, nos subimos de nuevo al vehículo, quedando ahora yo acompañado por Sonia en la parte trasera. - Ahora no te quejarás de que vas solo ahí atrás ¿no? Dijo pícaramente Juan - La verdad es que ahora no se puede quejar, pues además de tener compañía, es la calidad de esta. ¿Os habéis fijado que compañera más guapa tengo? - Por favor Vero, vas a hacer que me ruborice. Así fue el resto del camino, con las trivialidades propias de quienes aún no tienen confianza. Llegamos a un bar, en donde Sonia y yo nos quedamos un poco retrasados porque estuvimos fumando un cigarrillo. Al entrar vimos que Juan y Verónica ocupaban ya una mesa y se reían por algo que les había sucedido. - ¿Qué pasa? Pregunté al llegar. - Que el camarero nos ha dicho que qué iba a tomar este matrimonio, y le he contestado que no éramos matrimonio, que éramos amantes, que nuestras parejas llegaban ahora. - ¡cómo eres! Lo que te gusta provocar. - Pues sí, además, para que lo sepas, el resto de la noche mi pareja va a ser Juan y la tuya va a ser Sonia. - Ah, por mí encantado, acepté yo mientras miraba socarronamente a Sonia. - Y por mi parte también, añadió esta, al mismo tiempo que se agarraba abrazándose a mi brazo en un gesto cariñoso. Llegó el camarero y se quedó mirando incrédulo la escena, mientras tomaba nota de las consumiciones que le solicitábamos. Tomamos un par de rondas más, y propuse ir a nuestra casa y sentarnos tranquilos al fresquito del jardín. Pareció buena idea, por lo que nos volvimos a colocar en igual forma en el vehículo y nos dirigimos allí. Pude observar cómo con disimulo Verónica en alguna ocasión apoyaba su mano en el muslo de Juan y la movía acariciándolo, tratando de llegar a tocar su paquete. Estaba claro que mi mujer andaba caliente esa noche. Cuando llegamos nos fuimos al jardín, a la pérgola junto a la piscina, donde tenemos unos sillones muy cómodos y, además, hace algo mais fresco que em outros lugares graças à vegetação e ao água próxima.
Preguntei o que cada um ia beber e dirigi-me a casa para prepará-los. Sonia seguiu oferecendo-se para me ajudar, argumentando que era o menos que minha parceira podia fazer, rindo conosco por alguns minutos pelo comentário.
Uma vez preparadas as taças, saímos para o jardim e vimos como Juan e Verónica se haviam metido na piscina e estavam mantendo uma espécie de luta dentro da água. Deixamos as taças sobre a mesa e nos aproximamos da piscina.
- Vem, traze as taças para o bordo e entre também vocês, que está a água muito boa, disse Verónica.
- Mas é que eu não trouxe roupão de banho, respondeu Sonia.
- Nós não estamos usando, indicou minha mulher, ao mesmo tempo em que mostrava seus peitos nus. De qualquer maneira, há um de meus biquinis no vestiário que há junto ao quarto da depuradora. Póntelo se você se sentir mais confortável.
Dirigiu-se até lá, enquanto eu me despejava da roupa e me introduzia na água. Verónica e Juan continuaram com sua luta particular, que não tinha outro propósito além de tocar um ao outro com alguma discrição diante de Sonia.
Quando ela chegou, eu estava perdendo a baba para ver ela. Estava riquíssima. Entrou na água pouco a pouco oferecendo uma visão estupenda do seuculo enquanto descia a escada da piscina.
Uma vez dentro, olhava divertida a contenda dos amantes, até que por fim Juan a agarrou desde atrás, rodeando-a por debaixo do peito, e fazendo com que não pudesse mover os braços.
- Se você quiser que eu te solte, deve pagar um preço.
- Qual é?
- Não sei... deixe-me pensar... Você me tem de dar um beijo.
- De nada.
- Puxa, então não me solta.
O que a ela parecia não desagradar muito, pois provavelmente estaria sentindo o membro nu de Juan sobre seuculo.
- Está bem, você ganha. Vou lhe dar um beijo.
A soltou e girou-a de forma que... quedaram-se frenteiros. Aproximaram-se e começaram a se beijar na boca. Sonia os olhava sem uma expressão clara. Depois me olhou como verificando que eu aceitasse aquela situação.
Verónica separou-se de Juan e dirigiu-se para Sonia.
- É verdade ou não é o que te disse sobre que tenho dois homens que estão muito bem?
- Bem... isso... sim. Está claro que os dois estão muito bem.
- Anda, não sejas tímida e faça como nós. Tire o biquini e verá que sensação tão diferente. Disse Verónica ao mesmo tempo em que começava a desabotoar o biquini de Sonia, diante da sua fingida oposição.
Por fim conseguiu tirar o biquini completo daquela, fazendo com que mostrasse seu corpo debaixo d'água. Colocou-se pudicamente no filo, olhando para fora, ao mesmo tempo em que acendia um cigarro. Eu me aproximei por trás e pedi-lhe que me desse um, aproximando-me tanto que meu cock começou a roçar com seu cul, o que era justamente o que eu pretendia.
Juan e Verónica também se aproximaram do filo, colocando-se ao lado de Sonia. Abraçaram-se e começaram a se beijar diante da atenta mirada dela.
- O que penses sobre o que estás vendo?
- Não sei. Me parece bem se para vocês parece bem.
- Seu namorado te permitiria beijar outro em frente dele?
- Nem loco!
- E a ti não te apeteciu nunca beijar outro?
- Vai ser uma pergunta! Em alguma ocasião eu vi alguém que me chamou a atenção e com quem não me importaria provar. Mas para isso teria que estar em uma situação especial.
- É hoje um dos dias em que estás nessa situação?
- Podria ser.
- Não te gustaría probar comigo e ver o que sientes?
- Essa pergunta é um pouco comprometedora, especialmente se pensas que estou ao seu lado nua.
- A verdade é que sim. Mas por essa mesma razão, e já que estás assim, acho que seria mais fácil que tomassem uma decisão.
- Bem... Você está certo. Hoje é um desses dias, e certamente eu gostaria de experimentar estar com outro cara que não fosse meu namorado, disse Sonia ao mesmo tempo em que se virava e se colocava frente a mim, mostrando seu corpo nu através da água.
Avancei um pouco em direção a ela até nossos corpos nus se encontrarem. Passei minhas mãos por sua espinha até chegar à zona onde começava seu bumbum, enquanto ela passava seus braços pelo meu pescoço, aproximando-se até que nossas bocas se encontraram e se uniram em um beijo muito quente e apaixonado.
Sentiu como se metera sua língua na minha boca procurando brincar com a minha língua, ao mesmo tempo em que seus dedos se metiam entre meu cabelo segurando-se nele. Baixei minhas mãos e agarrei seu bumbum com elas.
Era redondo e duro. Comecei a passar uma das minhas mãos pela racha de seu bumbum, descendo até sua entreperna, e voltando para cima quando estava prestes a chegar ao destino, para em seguida voltar a descer, até que finalmente cheguei a tocar seu pussy por trás, provocando que nesse momento ela separasse sua boca da minha para emitir um gemido de prazer. Parecia que nunca alguém havia tocado ali pelas sensações que mostrava.
Baixei uma das minhas mãos até agarrar meu pau começando a balançá-la com urgência. A outra mão passei pela frente procurando seu pussy, que não demorei para encontrar. Tinha muito despejado, apenas acompanhado por uma fina fileira de pêlos acima da racha.
Metli meu dedo entre os lábios do seu pussy, encontrando-o muito lubrificado pela excitação que provavelmente fazia tempo sofria.
Baixei por sua racha até chegar ao seu buraco, metendo o dedo com facilidade total nele.
- Ummmm... sim, sim, métemelo todo dentro!
Comecei a meter e sacar meu dedo do seu pussy fazendo-lhe uma masturabation, enquanto minha outra mão tocava por trás seu bumbum, procurando em algumas ocasiões seu buraco, o qual rozava durante alguns instantes quando o encontrava.
Pude ver como Verónica estava chupando a cock de Juan, que se havia sentado no filo. de piscina, jogado para trás oferecendo seu enorme membro à minha mulher. A vezes sua boca abandonava o cock deixando lugar à sua mão, a qual continuava a mexer, enquanto sua língua passava por seus testículos, metendo-os às vezes na boca como se quisesse comer.
Senti muito excitada Sonia, então sem aviso a tomei pelas axilas e saí-la ao bordo da piscina, abrindo logo suas pernas, oferecendo-me seu pussy completamente aberto, ao qual me apressei a lançar-me, lambê-lo e meter minha língua em seu buraco.
Sonia e Juan estavam sentados um ao lado do outro, então aproximaram suas bocas e começaram a se beijar enquanto minha mulher e eu trabalhávamos suas entrepernas.
Comecei a meter dois meus dedos em seu buraco enquanto passava minha língua por seu clitóris, de maneira que em alguns instantes sentia que com uma das suas mãos agarrava minha cabeça contra seu pussy, gemendo ao mesmo tempo que beijava Juan, explodindo num orgasmo como certamente nunca havia tido.
Juan se inclinou um pouco mais e enquanto ela continuava a sentir o orgasmo, ele começou a chupar suas tetas, o que acentuou as sensações que estava sentindo.
Uma vez terminado de correr, aprovechamos Verónica e eu para sair do água e nos juntarmos aos outros dois fora da água.
Pus uma colchoneta no chão sobre a qual me estendi de bruços, chamando Sonia para que viesse comigo. Não fez falta dar-lhe mais instruções, sabia logo o que fazer. Subiu sobre mim, tomou meu cock e levou-o até seu pussy para em seguida meter toda dentro dela. Minha mulher sentou-se sobre minha cara de forma que lhe comeria o pussy. E Juan pôs seu cock entre as duas oferecendo-a para que elas a chupassem ao mesmo tempo, coisa que não tardaram em fazer, lambendo-a por ambos os lados, metendo-a na boca alternadamente uma ou outra, e até, e mais surpreendente, se beijando entre si enquanto acariciavam seu cock e seus testículos.
Consegui que ambas chegassem ao orgasmo quase simultaneamente, aproveitando Juan esse momento de relativamente confusão para colocar-se atrás de Sonia e, após fazer que ela se inclinasse em direção a mim, coisa que aproveitei para chupar seus peitos. Colocou seu pau no cu daquela metendo-a pouco a pouco. Uma vez dentro começou a bombearla o que fez com que, em alguns segundos, Sonia voltasse a gritar de prazer correndo-se novamente.
- Eu também quero, observou Verónica que quase deslocou do lugar um empurrão a Sonia, ocupando seu lugar imediatamente.
Em seguida, teve seus dois buracos ocupados pelas nossas pirogas, movendo-se com avidez essa por sentir-nos muito dentro de si. E de igual modo não tardou em explodir em um orgasmo similar ao de Sonia.
Desceu do meu pau e me ordenou deixar-lhe o lugar. O cedi-lo com prazer, ocupando-o ela e ordenando a Sonia que ocupasse o lugar ao lado. Uma vez estiveram as duas deitadas de barriga para cima, dirigimo-nos Juan e eu em busca dos seus coitos. Juan se me antecipou ocupando o pussy de Sonia, então eu, sem qualquer reparo, fiquei com o de Verónica. Começamos a foder-las até que senti que não aguentava mais e tive que parar.
Mudamos de mulheres, foder-me agora eu a Sonia, enquanto Juan fazia o mesmo com minha mulher. Essa vez sim que nem queria nem podia parar. Queria correr e assim o avisei.
- Vou correr
- Faze-o sobre nossas caras, amor
Me movi rapidamente e vazi todo meu cúm sobre a cara e boca de Sonia, alcançando os jatos na de Verónica.
Juan pareceu se excitar ainda mais ante aquela visão e imitou o feito por mim, sobre a cara de minha mulher.
Quedamos todos muito satisfeitos e fizemos prometer a Sonia que participaria em alguma ocasião mais nasquelas reuniões.
5 comentários - A Colaboradora do Trabalho
FELICITACIONES
GRACIAS POR COMPARTIR !!