Já com uma filha de 2 anos, casada, uma amiga sugeriu a mim e ao meu marido que tivéssemos uma experiência swinger.
Ela já tinha me falado sobre isso e a fantasia em si me parecia excitante, mas daí a transar com desconocidos era outra história. Mesmo assim, a insistência da minha amiga continuava.
Tenho um corpo bonito ainda, cabelo castanho claro com mechas loiras, rosto atraente, peitos bons, bunda empinada - do jeito que eles gostam. Mabel dizia que eu devia aproveitar e transar com outros homens. Chegou o momento, numa noite de drinks, em que meu marido me propôs realizarmos o que Mabel estava sugerindo. Por causa do trabalho dele, mantínhamos constantemente reuniões sociais, e ele decidiu que convidássemos Mabel para uma delas.
Foi assim, e ela, Mabel, me indicava com qual dos caras ela gostaria de me ver fazendo oral. Achei a proposta muito ousada, mas a verdade é que começou a dar voltas na minha cabeça. Para aquela ocasião, Pedro decidiu que eu não usasse sutiã naquela noite. Usei um vestido ocre brilhante, aberto nas costas, com fenda lateral até acima da cintura. Embora o vestido fosse longo, se eu me mexesse muito, a fenda se abria até em cima.
Usei uma liga preta e fio dental preto, mas sem meias - a liga só se fixava na minha coxa. Na frente, o decote era bem profundo, até o esterno.
Já estávamos com vários drinks na cabeça. Eu devia alternar conversas com os amigos do meu marido, como era de costume e educado. Mabel foi notando quais dos presentes eram desconhecidos para mim e começou a estudá-los detalhadamente. Eu tinha me despreocupado por um instante com a proposta, mas quando Mabel mencionou novamente, imediatamente começou a dar uma coceira na minha buceta - claro, o álcool também fazia parte do jogo e já estava fazendo efeito. Mabel voltou a dizer sobre me ver, ou pelo menos imaginar, que eu subisse para um dos quartos daquele hotel, ou em um dos banheiros - o de serviço ou no estacionamento coberto - com alguns types to suck their cock and drink their semen while my husband drank liquor with his friends. I told Mabel I felt the need to go to the bathroom, to pee, and she whispered this in my ear:
-"Or maybe it's the need to feel like a real, true slut."
I had the right to slap her for such an insult, but… it was true. At that moment, I just wanted my husband to get lost, and even though I had his permission, I preferred him not to notice and… that's what I decided. My husband signaled to me, as if asking how I was doing. I smiled at him with the cognac glass in hand, but I was waiting for Mabel to have already chosen my first "Stud."
-"Okay, that one with the chest hair who's looking at you."
-"Which one?" I said while continuing to smile with my husband's friends.
-"The one who took off his bow tie. He's looking at you like he wants to ask, 'How much do you charge?'"
-"Does he see me as an escort?" I said, keeping the smile for those present and the glass in hand.
-"He sees you as what you're going to be in a few moments, a slut!"
I looked at the man Mabel was pointing out, and realizing he was staring at me with lust, I sighed heavily, bit my lips, and smiled at him.
-"It's not enough," Mabel told me. "Wink at him and discreetly stick out the tip of your tongue while pressing your lips together. It'll be very obvious to him. Take advantage that no one is looking at you right now!"
I did it. I looked around—no one was watching me. I pressed my lips together and stuck out the tip of my tongue. I felt my pussy get wet. The man started approaching, and when he was close, Mabel went up to him, whispered something in his ear, and he came over to me, saying:
-"Is that true?"
Me: "What did she tell you?"
-"She told me you're a total cocksucker, that you'd like to suck my cock, drink my sperm, like the slut you want to be starting tonight… Well, let me tell you, I'll pay you like an escort. What's your rate? 50? 80? 180 for it being a social gathering, but how about if I fuck you… around 30?… I'll only give you 20, and let's go now!"
I looked him in the eyes with extreme hatred, Queria ter dado um tapa nele, mas o insulto dele era óbvio e meu marido interviria, então lembrei que no estacionamento tinha um quarto onde dorme a mulher da limpeza. O lugar eu já conhecia e ali pedi que ele me seguisse. Dito e feito, deitada como uma puta, só de liga, abri as pernas pra ele e chupei seu pau até sentir que ele gozou dentro da minha boca enquanto me dedava. Sem tirar da boca, deixei ele ficar duro de novo e pedi que me penetrasse. Com minhas pernas em volta da cintura dele, ele chupou meus peitos e me chamou de vagabunda, me fazendo gozar ao mesmo tempo que ele, sem camisinha. Ele ficou um tempinho dentro sem tirar, dizendo como eu era boa pra ser uma puta.
Estava encharcada de suor e agradeci pelo sexo que ele me deu. Ele, por sua parte, cumpriu o combinado, tirou os dois mil e colocou do lado do meu corpo nu, em cima da cama. Sem ter chuveiro ali, quando voltei pra reunião, Mabel me disse que dava pra ver o quanto eu tinha suado enquanto trepava. Perguntei se meu marido tinha perguntado por mim na minha ausência. — "Claro que sim, ele sabe que você foi cumprir sua tarefa, mas... ele te pagou?"
Demorei uns segundos pra responder e disse a Mabel: — Sim, claro que me pagou! Me pagou o combinado, o que fixei como minha taxa, isso ele me pagou! Obrigada, amiga!
Fonte:http://www.blogswinger.com
Ela já tinha me falado sobre isso e a fantasia em si me parecia excitante, mas daí a transar com desconocidos era outra história. Mesmo assim, a insistência da minha amiga continuava.
Tenho um corpo bonito ainda, cabelo castanho claro com mechas loiras, rosto atraente, peitos bons, bunda empinada - do jeito que eles gostam. Mabel dizia que eu devia aproveitar e transar com outros homens. Chegou o momento, numa noite de drinks, em que meu marido me propôs realizarmos o que Mabel estava sugerindo. Por causa do trabalho dele, mantínhamos constantemente reuniões sociais, e ele decidiu que convidássemos Mabel para uma delas.
Foi assim, e ela, Mabel, me indicava com qual dos caras ela gostaria de me ver fazendo oral. Achei a proposta muito ousada, mas a verdade é que começou a dar voltas na minha cabeça. Para aquela ocasião, Pedro decidiu que eu não usasse sutiã naquela noite. Usei um vestido ocre brilhante, aberto nas costas, com fenda lateral até acima da cintura. Embora o vestido fosse longo, se eu me mexesse muito, a fenda se abria até em cima.
Usei uma liga preta e fio dental preto, mas sem meias - a liga só se fixava na minha coxa. Na frente, o decote era bem profundo, até o esterno.
Já estávamos com vários drinks na cabeça. Eu devia alternar conversas com os amigos do meu marido, como era de costume e educado. Mabel foi notando quais dos presentes eram desconhecidos para mim e começou a estudá-los detalhadamente. Eu tinha me despreocupado por um instante com a proposta, mas quando Mabel mencionou novamente, imediatamente começou a dar uma coceira na minha buceta - claro, o álcool também fazia parte do jogo e já estava fazendo efeito. Mabel voltou a dizer sobre me ver, ou pelo menos imaginar, que eu subisse para um dos quartos daquele hotel, ou em um dos banheiros - o de serviço ou no estacionamento coberto - com alguns types to suck their cock and drink their semen while my husband drank liquor with his friends. I told Mabel I felt the need to go to the bathroom, to pee, and she whispered this in my ear:
-"Or maybe it's the need to feel like a real, true slut."
I had the right to slap her for such an insult, but… it was true. At that moment, I just wanted my husband to get lost, and even though I had his permission, I preferred him not to notice and… that's what I decided. My husband signaled to me, as if asking how I was doing. I smiled at him with the cognac glass in hand, but I was waiting for Mabel to have already chosen my first "Stud."
-"Okay, that one with the chest hair who's looking at you."
-"Which one?" I said while continuing to smile with my husband's friends.
-"The one who took off his bow tie. He's looking at you like he wants to ask, 'How much do you charge?'"
-"Does he see me as an escort?" I said, keeping the smile for those present and the glass in hand.
-"He sees you as what you're going to be in a few moments, a slut!"
I looked at the man Mabel was pointing out, and realizing he was staring at me with lust, I sighed heavily, bit my lips, and smiled at him.
-"It's not enough," Mabel told me. "Wink at him and discreetly stick out the tip of your tongue while pressing your lips together. It'll be very obvious to him. Take advantage that no one is looking at you right now!"
I did it. I looked around—no one was watching me. I pressed my lips together and stuck out the tip of my tongue. I felt my pussy get wet. The man started approaching, and when he was close, Mabel went up to him, whispered something in his ear, and he came over to me, saying:
-"Is that true?"
Me: "What did she tell you?"
-"She told me you're a total cocksucker, that you'd like to suck my cock, drink my sperm, like the slut you want to be starting tonight… Well, let me tell you, I'll pay you like an escort. What's your rate? 50? 80? 180 for it being a social gathering, but how about if I fuck you… around 30?… I'll only give you 20, and let's go now!"
I looked him in the eyes with extreme hatred, Queria ter dado um tapa nele, mas o insulto dele era óbvio e meu marido interviria, então lembrei que no estacionamento tinha um quarto onde dorme a mulher da limpeza. O lugar eu já conhecia e ali pedi que ele me seguisse. Dito e feito, deitada como uma puta, só de liga, abri as pernas pra ele e chupei seu pau até sentir que ele gozou dentro da minha boca enquanto me dedava. Sem tirar da boca, deixei ele ficar duro de novo e pedi que me penetrasse. Com minhas pernas em volta da cintura dele, ele chupou meus peitos e me chamou de vagabunda, me fazendo gozar ao mesmo tempo que ele, sem camisinha. Ele ficou um tempinho dentro sem tirar, dizendo como eu era boa pra ser uma puta.
Estava encharcada de suor e agradeci pelo sexo que ele me deu. Ele, por sua parte, cumpriu o combinado, tirou os dois mil e colocou do lado do meu corpo nu, em cima da cama. Sem ter chuveiro ali, quando voltei pra reunião, Mabel me disse que dava pra ver o quanto eu tinha suado enquanto trepava. Perguntei se meu marido tinha perguntado por mim na minha ausência. — "Claro que sim, ele sabe que você foi cumprir sua tarefa, mas... ele te pagou?"
Demorei uns segundos pra responder e disse a Mabel: — Sim, claro que me pagou! Me pagou o combinado, o que fixei como minha taxa, isso ele me pagou! Obrigada, amiga!
Fonte:http://www.blogswinger.com
8 comentários - Mi primera experiencia swinger
FELICITACIONES
GRACIAS POR COMPARTIR !!