Aquele dia tinha corrido tudo bem, fui pra faculdade como sempre e cheguei em casa sem novidade. Tinha que fazer umas pesquisas na internet, liguei o PC e comecei a fazer minha tarefa. Depois de um tempo, comecei a ficar entediado e resolvi entrar numa sala de chat. Era muito tarde, quase 2 da manhã, e eu não tinha sono – tinha perdido o sono fazendo a tarefa. Mas do nada o PC fez barulho e me acordou por um momento: alguém tinha me escrito no chat. O nick era estranho, então não sabia se era homem ou mulher. Quando terminei a tarefa, decidi ficar mais um pouco no chat. Depois de alguns minutos, perguntei o nome da pessoa conectada, e ela disse que se chamava Eduardo. Por um instante pensei em encerrar a conversa, mas ele pediu pra eu esperar um pouco. A gente começou conversando sobre namoradas e coisas da faculdade (Eduardo estudava na mesma universidade que eu). Depois de um tempo no chat, ele me perguntou se eu tinha jogos de vídeo game e se podia emprestar um. Eduardo me pareceu muito tranquilo, e eu disse que sim, que emprestaria o jogo. Então ele perguntou onde a gente podia se encontrar pra eu passar o jogo, e eu sugeri que ele viesse aqui em casa, já que a gente morava a umas duas ruas de distância, bem perto. Ele disse que chegaria aqui às 8 da manhã (sinceramente, era muito cedo, achei que ele não viria). Falei que tudo bem, dei o endereço, me despedi e fui dormir.
No mesmo dia, ainda estava dormindo quando alguém tocou a campainha. Saí pra ver e, como imaginei, era o Eduardo. Quando o vi, fiquei meio nervoso. Verifiquei se estava sozinho e abri o portão, convidando ele pra entrar. Lá dentro, ele notou a bagunça espalhada por todo lado, e eu expliquei que minha mãe estava viajando e que eu estava sozinho.
Fui buscar o jogo, entreguei pra ele e convidei pra tomar um café. Tudo estava indo muito bem até que eu disse que ia tomar um banho – já eram 11 da manhã. No dia seguinte. Eduardo, com um ar muito safado, me disse: "Te ajudo no banho". No começo achei engraçado e não dei importância, mas depois ele repetiu que podia me ajudar. Em tom de brincadeira, eu disse que sim, e ele tirou a camisa. Aquilo me excitou muito e comecei a rir. Então ele se aproximou e me ajudou a tirar minha camisa. Nós dois ficamos nus... Fiquei olhando para o pau dele e ele me olhava. Entramos juntos no chuveiro e ele começou a me beijar, descendo até chegar no meu pau, que ele engoliu por inteiro. Impressionado com o que estava acontecendo, me deixei levar e comecei a tocar o pau dele também. Ele pediu para eu chupar, e eu coloquei na minha boca, engolindo bem devagar. Depois da chupada, deu vontade de penetrar o Eduardo, mas ele não quis porque garantiu que era virgem e tinha muito medo. Ambos concordamos que não haveria penetração, e ele continuou engolindo meu pau na boca até que, depois de alguns minutos, enchi o rosto dele de porra. Saímos do chuveiro, ele se despediu e foi embora.
Duas semanas se passaram sem eu saber onde ele estava, mas um dia meu celular tocou. Eram 21h, e era o Eduardo, chorando. Ele contou que estava com problemas em casa e me perguntou se podia dormir na minha casa naquela noite. Eu aceitei, desde que ele chegasse depois que minha mãe dormisse, porque não queria que ela percebesse. Então, por volta das 23h, eu o recebi e o fiz entrar em silêncio até meu quarto. Por mais de uma hora ficamos conversando sobre o problema dele, mas depois fomos para a cama. Comecei a tocar bem de leve no pau dele até sentir que estava duro. O pau do Eduardo era como um sonho, rosadinho, com uns 17 centímetros, e fui metendo a mão por dentro da cueca dele até sentir ele por completo. Fui aproximando minha cabeça do pau dele e, sem pensar, fui introduzindo bem devagar na minha boca. Passei minha língua no pau dele e o engolia bem devagar, colocando na boca de novo e de novo... Depois de alguns minutos, ele se levantou e me pegou pela cintura, gozando... Minha pica por cima da calça e ele começou a beijar meu umbigo, meteu a mão dentro da minha calça e enquanto com a outra mão introduzia o dedo na sua bunda, baixou minha calça e beijou a cabeça da minha pica, acariciava bem devagar com a língua, ternamente a introduzia na sua boca, me chupava e ao mesmo tempo me masturbava, depois de alguns minutos me jogou na cama e subiu em cima de mim e bem devagar pegou minha pica e foi introduzindo na sua bunda, foi difícil meu pau alcançar a penetração completa mas depois de várias tentativas consegui penetrar, ele se movia devagar qualquer movimento brusco provocava uma dor que ele me fazia saber, mas a gente curtia cada movimento por mais devagar que fosse, eu o peguei pelas costas, deitei ele e abri suas pernas, fui metendo minha pica e comecei a dar sem piedade ele reclamava mas pedia nos seus lamentos que continuasse, a força tomou conta da gente e começamos a gozar sem parar, minha pica penetrava sua bunda de novo e de novo até que soltei minha porra nas suas costas e fiquei em cima dele tentando recuperar um pouco de força. Comecei a beijá-lo e dei abraços fortes e carícias, essa noite acordamos abraçados e sem roupa.
Na manhã seguinte ele foi embora e nunca mais o vi, nunca mais me ligou e nunca mais o encontrei online no chat. Dois meses atrás o encontrei na universidade mas ao me ver tentou me evitar e foi embora sem dizer nada...
Tive muitos riscos com essa experiência, dar o endereço da minha casa pra um desconhecido, transar sem camisinha e correr o risco da minha mãe nos encontrar na cama. O que posso dizer do jogo de vídeo; não consegui recuperar. Agora sinto desejos de estar com outros homens, desejos que antes não sentia, acho que estou ficando gay tenho vontade de meter uma pica na minha boca e senti-la dentro como senti a do Eduardo.
Bom amigos é isso... 😀
No mesmo dia, ainda estava dormindo quando alguém tocou a campainha. Saí pra ver e, como imaginei, era o Eduardo. Quando o vi, fiquei meio nervoso. Verifiquei se estava sozinho e abri o portão, convidando ele pra entrar. Lá dentro, ele notou a bagunça espalhada por todo lado, e eu expliquei que minha mãe estava viajando e que eu estava sozinho.
Fui buscar o jogo, entreguei pra ele e convidei pra tomar um café. Tudo estava indo muito bem até que eu disse que ia tomar um banho – já eram 11 da manhã. No dia seguinte. Eduardo, com um ar muito safado, me disse: "Te ajudo no banho". No começo achei engraçado e não dei importância, mas depois ele repetiu que podia me ajudar. Em tom de brincadeira, eu disse que sim, e ele tirou a camisa. Aquilo me excitou muito e comecei a rir. Então ele se aproximou e me ajudou a tirar minha camisa. Nós dois ficamos nus... Fiquei olhando para o pau dele e ele me olhava. Entramos juntos no chuveiro e ele começou a me beijar, descendo até chegar no meu pau, que ele engoliu por inteiro. Impressionado com o que estava acontecendo, me deixei levar e comecei a tocar o pau dele também. Ele pediu para eu chupar, e eu coloquei na minha boca, engolindo bem devagar. Depois da chupada, deu vontade de penetrar o Eduardo, mas ele não quis porque garantiu que era virgem e tinha muito medo. Ambos concordamos que não haveria penetração, e ele continuou engolindo meu pau na boca até que, depois de alguns minutos, enchi o rosto dele de porra. Saímos do chuveiro, ele se despediu e foi embora.
Duas semanas se passaram sem eu saber onde ele estava, mas um dia meu celular tocou. Eram 21h, e era o Eduardo, chorando. Ele contou que estava com problemas em casa e me perguntou se podia dormir na minha casa naquela noite. Eu aceitei, desde que ele chegasse depois que minha mãe dormisse, porque não queria que ela percebesse. Então, por volta das 23h, eu o recebi e o fiz entrar em silêncio até meu quarto. Por mais de uma hora ficamos conversando sobre o problema dele, mas depois fomos para a cama. Comecei a tocar bem de leve no pau dele até sentir que estava duro. O pau do Eduardo era como um sonho, rosadinho, com uns 17 centímetros, e fui metendo a mão por dentro da cueca dele até sentir ele por completo. Fui aproximando minha cabeça do pau dele e, sem pensar, fui introduzindo bem devagar na minha boca. Passei minha língua no pau dele e o engolia bem devagar, colocando na boca de novo e de novo... Depois de alguns minutos, ele se levantou e me pegou pela cintura, gozando... Minha pica por cima da calça e ele começou a beijar meu umbigo, meteu a mão dentro da minha calça e enquanto com a outra mão introduzia o dedo na sua bunda, baixou minha calça e beijou a cabeça da minha pica, acariciava bem devagar com a língua, ternamente a introduzia na sua boca, me chupava e ao mesmo tempo me masturbava, depois de alguns minutos me jogou na cama e subiu em cima de mim e bem devagar pegou minha pica e foi introduzindo na sua bunda, foi difícil meu pau alcançar a penetração completa mas depois de várias tentativas consegui penetrar, ele se movia devagar qualquer movimento brusco provocava uma dor que ele me fazia saber, mas a gente curtia cada movimento por mais devagar que fosse, eu o peguei pelas costas, deitei ele e abri suas pernas, fui metendo minha pica e comecei a dar sem piedade ele reclamava mas pedia nos seus lamentos que continuasse, a força tomou conta da gente e começamos a gozar sem parar, minha pica penetrava sua bunda de novo e de novo até que soltei minha porra nas suas costas e fiquei em cima dele tentando recuperar um pouco de força. Comecei a beijá-lo e dei abraços fortes e carícias, essa noite acordamos abraçados e sem roupa.
Na manhã seguinte ele foi embora e nunca mais o vi, nunca mais me ligou e nunca mais o encontrei online no chat. Dois meses atrás o encontrei na universidade mas ao me ver tentou me evitar e foi embora sem dizer nada...
Tive muitos riscos com essa experiência, dar o endereço da minha casa pra um desconhecido, transar sem camisinha e correr o risco da minha mãe nos encontrar na cama. O que posso dizer do jogo de vídeo; não consegui recuperar. Agora sinto desejos de estar com outros homens, desejos que antes não sentia, acho que estou ficando gay tenho vontade de meter uma pica na minha boca e senti-la dentro como senti a do Eduardo.
Bom amigos é isso... 😀
4 comentários - Minha primeira vez com um homem
yo tdv no me animo