Aqui trago outro conto pra vocês curtirem.... 😉
Desde que meu filho foi embora, minha casa ficou enorme, então resolvi me mudar pra uma casa menor, uns 5 quilômetros da Capital Federal. No trabalho, me deram um mês de férias e o tempo não passava. Tava entediada como nunca e minhas duas amigas estavam trabalhando, então tive que me virar sozinha com a imaginação.
Na frente da minha casa nova, morava um jovem de uns 20 anos, que uma ou duas vezes por semana saía com os amigos pra jogar futebol. Esse jovem, em especial, me atraía muito. Nacho, como os amigos chamavam, era lindo de rosto, 1,70 de altura, um corpo de atleta, e as poucas palavras que trocamos sempre foram muito educadas e carinhosas.
Eu tava deitada no sofá, que dá vista pra janela, observando o Nacho de short e como o volume dele se destacava na calça. Comecei a acariciar meu corpo pensando nele, até que a excitação me levou a me masturbar.
Durante aquela semana, tive problemas com o computador por causa de um vírus que entrou pelo e-mail. Aproveitando a oportunidade e a coincidência de ter visto o Nacho saindo de casa enquanto eu entrava na minha, perguntei se ele entendia de computação e contei o que tava rolando com meu PC. Combinamos que ele passaria naquela mesma tarde pra ver se conseguia resolver o problema.
Mesmo me atraindo fisicamente, eu sabia que ele era um garoto novo e que não era certo eu tentar saciar meu apetite sexual com ele.
A campainha tocou e eu atendi como se nada estivesse acontecendo. Levei ele até o computador e sentei do lado, observando o que ele fazia. — É um vírus, comigo aconteceu a mesma coisa. O melhor é reinstalar tudo de novo. Vai levar um tempinho, ele avisou. Me levantei e falei pra ele que se conseguisse fazer, que fizesse, porque senão não ia servir pra nada, e fui pegar algo gelado pra beber. Enquanto o Windows instalava, sentamos na sala pra tomar um refrigerante e conversamos sobre a vida dele.
Levantei pra ir ao banheiro e, quando me sentei, vi que o Nacho estava apertando o volume dele por cima da calça. A partir daí, não consegui mais tirar os olhos da virilha dele. Voltamos pro PC e eu fiquei atrás da cadeira onde ele tava sentado. Apoiei minhas mãos nos ombros dele e agradeci pelo trabalho enquanto massageava. Minhas mãos desceram pros peitorais. Nacho virou a cabeça e tentou me beijar, mas desviei o rosto e falei pra ele não se enganar.
Ele terminou de instalar tudo e pediu desculpas por ter tentado me beijar. Falei que tava tudo bem e meu olhar foi de novo pra calça dele. Ele percebeu meu olhar e perguntou se eu não tinha tempo pra tomar mais um refri pra esclarecer o mal-entendido.
Sentamos de novo na sala e notei que ele tava se massageando a virilha, era bem óbvio. Levantei do sofá, aproximei minha boca da do Nacho e beijei ele. Ele enfiou a mão na minha saia e apertou minha bunda.
Puxei a calça e a cueca dele pra baixo e comecei a beijar a cabeça do pau dele, que nessa hora tava mole, e foi ficando duro. Eu adorava ter o pau dele na minha boca e ver como ele tremia. Os olhos verdes dele se fechavam e me olhavam, excitado, mordendo o lábio inferior. O tronco dele era enorme e eu custava a enfiar na boca, era um pau de pouco mais de 20 centímetros e uns 7 de grossura, continuei chupando os ovos dele enquanto masturbava. Nacho massageava meus peitos e respirava ofegante. As bolas dele estavam durinhas e eu continuei passando a língua.
Nacho se levantou, me pegou pela cintura e levantou minha saia. Eu tava de costas pra ele, abri bem as pernas e sentia o pau dele tentando se encaixar pra entrar em mim. Sentia o calor da sua cabeçona larga e ele introduziu pouco menos da metade do pau em mim, tirou e com força meteu até o fundo. Eu não aguentava a excitação de ter aquele jovem fazendo força contra mim. Com minhas mãos apertava a bunda dele, ele ganhou muita velocidade e parou de repente, me olhou e continuou me penetrando na mesma velocidade. Minha buceta estava bem molhada e eu completamente excitada. Nacho parou de novo abruptamente e eu gritei pra ele continuar me metendo. O pau dele investia com força e saía. A cabeça grossa dele estimulava muito meu clitóris.
- Você tá toda molhadinha, dá pra ver que faz tempo que não te comem direito, putinha, agora você vai ver o que é sentir uma boa rola na sua buceta faminta de carne fresca… putinha…
Eu estava desconfortável sendo penetrada em pé, mas curtia a carne dura que se abria caminho nas minhas entranhas pra me dar o prazer de um orgasmo. Meu gemido foi longo e abafado, e Nacho respirando no meu ouvido.
- Agora você vai engolir toda a porra, putinha. - Siiim, me dá tudo, que minha caverna tá muito sedenta.
Me levantei e peguei o pau dele com as duas mãos, mal coloquei a cabeça na boca e senti o líquido branco enchendo ela de jatos, grandes jatos de esperma que começaram a escapar da minha boca. Continuei chupando aquela rola deliciosa até deixar limpinha. O pau dele tinha murchado, e Nacho estava visivelmente cansado porque dava pra ver suor na testa dele. Com um sorriso, ele me pegou pela mão e, nus, sentamos no sofá.
Ele se inclinou no sofá e eu me deitei sobre ele enquanto nos beijávamos. Senti o pau dele voltando a crescer. Da boca dele desci dando beijos no pescoço todo, depois nos mamilos e no umbigo. Com as mãos, ele empurrava minha cabeça pra eu chupar ele. Sem fazer ele esperar, me joguei no pau dele e entreguei minha buceta pra ele brincar com os dedos. Sentia ele brincando com meus lábios e roçando meu clitóris enquanto eu apertava com força o tronco dele. Eu masturbava ele. Passei minha língua pela cabeça dele e por todo o tronco. Ficava fascinada com as bolas dele, a pele enrugada e com pouco pelo pubiano me dava vontade de enfiar tudo dentro da minha boca.
— Agora é sua vez por trás — disse Nacho.
Eu não conseguia parar de chupar ele e acariciar as pernas duras dele. Ele se levantou e me ajeitou. Começou a meter a língua no meu cu e continuou enfiando um dedo, depois dois e depois três. Passava a língua da minha buceta até o meu cu.
Ele abriu bem minhas nádegas com as mãos e o pau poderoso dele entrou, dessa vez, pelo buraco de trás. Deixou tudo lá dentro por uns segundos e ganhou velocidade. Eu morria de dor e prazer. As bolas dele batiam nos lábios da minha buceta e eu fazia força para prender o pau dele dentro de mim.
Não aguentei a excitação e gemi alto, as pernas não respondiam, eu estava como no ar. Naquele momento sinto o pinto dele parar dentro de mim e as mãos de Nacho me apertam mais forte. Me senti exausta, acabada. Nacho gozou dentro da minha bunda quente e encheu ela com o esperma ardente dele, tirou o pinto e do meu cu saía o leite quente que tinha me inundado.
Ele me beijou na boca e se deitou no chão junto comigo.Espero que vocês tenham gostado, deixem pontos e vou continuar juntando mais contos pra vocês 😀 😀
Meu vizinho Nacho
Minha vida sexual é bem sem graça. Tenho 43 anos e estou separada há cinco, sinto falta da frequência de sexo que tinha antigamente. Tenho um filho de 18 anos que decidiu morar com o pai e trabalho numa empresa de turismo.Desde que meu filho foi embora, minha casa ficou enorme, então resolvi me mudar pra uma casa menor, uns 5 quilômetros da Capital Federal. No trabalho, me deram um mês de férias e o tempo não passava. Tava entediada como nunca e minhas duas amigas estavam trabalhando, então tive que me virar sozinha com a imaginação.
Na frente da minha casa nova, morava um jovem de uns 20 anos, que uma ou duas vezes por semana saía com os amigos pra jogar futebol. Esse jovem, em especial, me atraía muito. Nacho, como os amigos chamavam, era lindo de rosto, 1,70 de altura, um corpo de atleta, e as poucas palavras que trocamos sempre foram muito educadas e carinhosas.
Eu tava deitada no sofá, que dá vista pra janela, observando o Nacho de short e como o volume dele se destacava na calça. Comecei a acariciar meu corpo pensando nele, até que a excitação me levou a me masturbar.
Durante aquela semana, tive problemas com o computador por causa de um vírus que entrou pelo e-mail. Aproveitando a oportunidade e a coincidência de ter visto o Nacho saindo de casa enquanto eu entrava na minha, perguntei se ele entendia de computação e contei o que tava rolando com meu PC. Combinamos que ele passaria naquela mesma tarde pra ver se conseguia resolver o problema.
Mesmo me atraindo fisicamente, eu sabia que ele era um garoto novo e que não era certo eu tentar saciar meu apetite sexual com ele.
A campainha tocou e eu atendi como se nada estivesse acontecendo. Levei ele até o computador e sentei do lado, observando o que ele fazia. — É um vírus, comigo aconteceu a mesma coisa. O melhor é reinstalar tudo de novo. Vai levar um tempinho, ele avisou. Me levantei e falei pra ele que se conseguisse fazer, que fizesse, porque senão não ia servir pra nada, e fui pegar algo gelado pra beber. Enquanto o Windows instalava, sentamos na sala pra tomar um refrigerante e conversamos sobre a vida dele.
Levantei pra ir ao banheiro e, quando me sentei, vi que o Nacho estava apertando o volume dele por cima da calça. A partir daí, não consegui mais tirar os olhos da virilha dele. Voltamos pro PC e eu fiquei atrás da cadeira onde ele tava sentado. Apoiei minhas mãos nos ombros dele e agradeci pelo trabalho enquanto massageava. Minhas mãos desceram pros peitorais. Nacho virou a cabeça e tentou me beijar, mas desviei o rosto e falei pra ele não se enganar.
Ele terminou de instalar tudo e pediu desculpas por ter tentado me beijar. Falei que tava tudo bem e meu olhar foi de novo pra calça dele. Ele percebeu meu olhar e perguntou se eu não tinha tempo pra tomar mais um refri pra esclarecer o mal-entendido.
Sentamos de novo na sala e notei que ele tava se massageando a virilha, era bem óbvio. Levantei do sofá, aproximei minha boca da do Nacho e beijei ele. Ele enfiou a mão na minha saia e apertou minha bunda.
Puxei a calça e a cueca dele pra baixo e comecei a beijar a cabeça do pau dele, que nessa hora tava mole, e foi ficando duro. Eu adorava ter o pau dele na minha boca e ver como ele tremia. Os olhos verdes dele se fechavam e me olhavam, excitado, mordendo o lábio inferior. O tronco dele era enorme e eu custava a enfiar na boca, era um pau de pouco mais de 20 centímetros e uns 7 de grossura, continuei chupando os ovos dele enquanto masturbava. Nacho massageava meus peitos e respirava ofegante. As bolas dele estavam durinhas e eu continuei passando a língua.
Nacho se levantou, me pegou pela cintura e levantou minha saia. Eu tava de costas pra ele, abri bem as pernas e sentia o pau dele tentando se encaixar pra entrar em mim. Sentia o calor da sua cabeçona larga e ele introduziu pouco menos da metade do pau em mim, tirou e com força meteu até o fundo. Eu não aguentava a excitação de ter aquele jovem fazendo força contra mim. Com minhas mãos apertava a bunda dele, ele ganhou muita velocidade e parou de repente, me olhou e continuou me penetrando na mesma velocidade. Minha buceta estava bem molhada e eu completamente excitada. Nacho parou de novo abruptamente e eu gritei pra ele continuar me metendo. O pau dele investia com força e saía. A cabeça grossa dele estimulava muito meu clitóris.
- Você tá toda molhadinha, dá pra ver que faz tempo que não te comem direito, putinha, agora você vai ver o que é sentir uma boa rola na sua buceta faminta de carne fresca… putinha…
Eu estava desconfortável sendo penetrada em pé, mas curtia a carne dura que se abria caminho nas minhas entranhas pra me dar o prazer de um orgasmo. Meu gemido foi longo e abafado, e Nacho respirando no meu ouvido.
- Agora você vai engolir toda a porra, putinha. - Siiim, me dá tudo, que minha caverna tá muito sedenta.
Me levantei e peguei o pau dele com as duas mãos, mal coloquei a cabeça na boca e senti o líquido branco enchendo ela de jatos, grandes jatos de esperma que começaram a escapar da minha boca. Continuei chupando aquela rola deliciosa até deixar limpinha. O pau dele tinha murchado, e Nacho estava visivelmente cansado porque dava pra ver suor na testa dele. Com um sorriso, ele me pegou pela mão e, nus, sentamos no sofá.
Ele se inclinou no sofá e eu me deitei sobre ele enquanto nos beijávamos. Senti o pau dele voltando a crescer. Da boca dele desci dando beijos no pescoço todo, depois nos mamilos e no umbigo. Com as mãos, ele empurrava minha cabeça pra eu chupar ele. Sem fazer ele esperar, me joguei no pau dele e entreguei minha buceta pra ele brincar com os dedos. Sentia ele brincando com meus lábios e roçando meu clitóris enquanto eu apertava com força o tronco dele. Eu masturbava ele. Passei minha língua pela cabeça dele e por todo o tronco. Ficava fascinada com as bolas dele, a pele enrugada e com pouco pelo pubiano me dava vontade de enfiar tudo dentro da minha boca.
— Agora é sua vez por trás — disse Nacho.
Eu não conseguia parar de chupar ele e acariciar as pernas duras dele. Ele se levantou e me ajeitou. Começou a meter a língua no meu cu e continuou enfiando um dedo, depois dois e depois três. Passava a língua da minha buceta até o meu cu.
Ele abriu bem minhas nádegas com as mãos e o pau poderoso dele entrou, dessa vez, pelo buraco de trás. Deixou tudo lá dentro por uns segundos e ganhou velocidade. Eu morria de dor e prazer. As bolas dele batiam nos lábios da minha buceta e eu fazia força para prender o pau dele dentro de mim.
Não aguentei a excitação e gemi alto, as pernas não respondiam, eu estava como no ar. Naquele momento sinto o pinto dele parar dentro de mim e as mãos de Nacho me apertam mais forte. Me senti exausta, acabada. Nacho gozou dentro da minha bunda quente e encheu ela com o esperma ardente dele, tirou o pinto e do meu cu saía o leite quente que tinha me inundado.
Ele me beijou na boca e se deitou no chão junto comigo.Espero que vocês tenham gostado, deixem pontos e vou continuar juntando mais contos pra vocês 😀 😀
1 comentários - Nachinho, o vizinho gostoso