Minhas irmãs...

Aproveitem...
Essa história aconteceu quando eu tinha 20 anos, e minhas irmãs na época tinham 18 anos a Elena, e 19 anos a Ruth. Sempre brincávamos juntos, nos dávamos super bem, estávamos acostumados a todo tipo de jogos, elas viviam me perseguindo pra passar o tempo, nunca me deixavam sozinho, sempre estavam em cima de mim, só tinha momentos de solidão à noite no meu quarto. Minha casa tinha um quarto para cada um e outro pros meus pais na outra ponta do corredor. Foi nessa época que comecei a descobrir a masturbação, e era meu prazer nas noites.

Um dia, eu estava com muito tesão, desesperado e com uma necessidade urgente de bater uma boa punheta. Então, depois de jantar, fomos todos dormir, cada um no seu quarto. Fechei a porta do meu, e peguei uma revista pornô que tinha escondida no guarda-roupa. Mal vi as fotos e meu pau endureceu na hora. Decidi me masturbar mais devagar que o normal, queria curtir a punheta especialmente naquele dia. Estava de barriga pra cima, os lençóis cobriam o que eu fazia, era uma delícia. Meu pau tinha o que tanto precisava, eu estava no paraíso.

Quando, do nada, entrou minha irmã mais nova, que mesmo sendo a mais nova, parecia a mais esperta das duas. Só deu tempo de esconder a revista atrás da cama como pude, mas ela percebeu na hora que eu estava escondendo algo. Ela notou, era muito esperta, e acho que sabia o que eu estava fazendo, porque eu tinha deixado pistas: a revista meio escondida, e meu pau sobressaindo dos lençóis. Ela perguntou o que eu estava fazendo, e eu disse que nada, que me deixasse em paz e fosse embora.

Depois disso, com sua curiosidade de sempre, ela tentou ver o que eu escondia, e se jogou em cima de mim, esfregando o corpo no meu pau. Era incrível, ela estava fazendo de propósito. Algo no olhar malicioso dela me dizia que ela gostava. Ela lutava comigo pra tentar pegar a revista, mas o único resultado era me deixar mais excitado com os atritos no meu pau. Depois de um tempo... Ela desistiu, sentando-se em cima do meu pau. Tinha a boceta jovem sobre ele, de vez em quando fazia movimentos giratórios, e seu olhar se prendeu nos meus olhos como se me dissesse que estava procurando algo.

De repente, ela anunciou que estava com sono, deitando-se para trás e usando meu pênis como travesseiro, que estava duro como nunca. Apoiou a bochecha na minha virilha direita, deixando a boca ao lado do monumento que surgia dos lençóis. Com a mão, me acariciava, e seus olhinhos não paravam de olhar para ele. Ela se aproximou mais, até que, sem qualquer pudor, pegou-o com a mão, ergueu a cabeça e me disse: "O que você tem aqui?" "Bom, meu pau", eu disse com grande cumplicidade. "E por que é tão grande?" "É que estou excitado." "Você gosta que eu segure assim?", ela disse enquanto o movia para os lados, apertando com força. "Eu adoro. Você gostaria de vê-lo?", eu disse. "Sim." Logo depois de dizer sim, me destapei e ele ficou exposto. Ela fez uma cara de espanto e excitação. Nunca esquecerei aqueles olhos da minha irmã.

Elena não hesitou em pegá-lo de novo, mas agora com as duas mãos. Ela o balançava de cima para baixo, como se soubesse como fazer, e ao mesmo tempo ria. Eu perguntei se ela gostava, e ela respondeu que parecia uma salsicha colossal, perguntando se eu gostava que ela o segurasse. Eu disse que gostaria mais se ela o colocasse na boca. Ela olhou nos meus olhos, mirou o pênis e, como se nada, o introduziu na boca. Ela fazia muito bem para ter 18 anos. Descia até a metade, subia lentamente passando a língua pela ponta, e de novo o metia na boca, até chegar o momento em que, sozinha, enfiou tudo, centímetro a centímetro até o fundo da boca. Ao mesmo tempo, com a mão, acariciava minhas bolas. Eu gemia de prazer, e isso parecia esquentar sua bocetinha. Peguei uma de suas mãos e a levei até a base do pau, mostrando o movimento que ela devia seguir, enquanto ela continuava chupando.

Nesse momento, uma mão acaricia as bolas, com a... outra me masturbava e com a boca fazia o resto, sentia seus dentes subindo e descendo, e cada vez que chegava no topo ela trabalhava com a língua, desenhando círculos na cabeça com seu apêndice rosa. Minha respiração provocou uma mudança de ritmo, essas sensações eram inequívocas, percebia que estava prestes a gozar, morria de vontade de gozar dentro de sua boquinha, além disso se eu era seu primeiro pau me pareceu o melhor que a sessão fosse completa, e disse para ela engolir o que ia sair agora do pau, que por nada desse mundo tirasse da boca, que bebesse o líquido gostoso, ela balançou a cabeça sem poder responder, sentia que a porra se preparava para sair, segurei sua cabeça, e comecei a gozar na sua boca, ela fechou um pouco os olhos, mas nunca parou de engolir toda minha porra, via pelos movimentos de sua garganta, eu grunhia de prazer, depois ela tirou da boca fazendo força com os lábios para não sobrar nada dentro, passou a língua na cabeça, pelos lados, enfiou de novo até o fundo e ao tirar me disse que já estava, que não saía mais nada, que tinha sido bom e que eu dissesse o que era aquela coisa.

Entre gemidos, e levando alguns segundos para responder disse que aquilo saía de alguns homens e era bom para as mulheres. Ela me olhou com um sorriso malicioso e fez que acreditou, limpou a boca, se levantou e foi embora. Eu me cobri imediatamente, e tomei consciência do ocorrido, não podia acreditar, era a primeira vez na minha vida, foi como um sonho.

No dia seguinte seguimos a vida normal, até que chegou o jantar, no qual sempre estávamos todos comendo juntos, me sentei à mesa muito nervoso, já que depois disso não tinha me encontrado com Elena. Pensei que ela guardaria o segredo, mas estava errado, pelos olhares percebi na hora que ela tinha contado para Ruth, a irmã de 19 anos, ficaram soltando indiretas o jantar todo, dizendo coisas como que teriam gostado de comer linguiça no jantar, ao que minha... A mãe repetia uma e outra vez que no dia seguinte ela cozinharia para elas, mas que não incomodassem mais e que ficassem quietas, mas elas não conseguiam parar.

Depois aconteceu algo inusitado: meus pais, antes de terminar o jantar, nos disseram que iam sair um pouco para a casa do vizinho, que nos comportássemos bem, e que janta maravilhosa eles tinham ganho. Um frio percorreu meu corpo, eu sabia o que ia acontecer, e isso me deu uma ereção ali mesmo na mesa. Eu tinha certeza de que aquela noite seria mais especial que a anterior. Fui para o meu quarto, deitei totalmente nu, me cobri com os lençóis, estava muito excitado. Segundos depois de ouvir a porta da rua fechar, a minha se abriu e minhas duas irmãs apareceram rindo. "O que vocês querem?", eu disse. Elas só riam. "Acho que sei o que vocês cobiçam, querem me ver nu". Depois de dizer isso, tirei o lençol e fiquei exposto. Assim que viu meu pau ereto, Ruth disse para Elena que ela tinha razão: "Parece uma salsicha".

Totalmente desinibido, comecei a mexer no meu pau. Elena olhou para Ruth e percebeu que tinha que revelar tudo o que havia contado antes, então disse para ela não ter vergonha, que ia gostar bastante. Então eu disse se elas queriam chupar um pouco. Naquele instante, Elena se aproximou, pegou pela base e, olhando para Ruth, pediu que ela se aproximasse. Sentou-a na cama e disse para ela colocar na boca, como se fosse um sorvete. Depois disso, minha irmã mais velha abriu a boca e lentamente foi enfiando o pau, enquanto ela chupava, Elena empurrava sua nuca com uma mão, para que a irmã sentisse o pau todo dentro, e com a outra mão não parava de me masturbar.

Minha irmã mais nova se abaixou e começou a passar a língua pelas laterais do pênis. Ruth, ao ver isso, imitava: tirava da boca e passava sua língua rosa por todo o outro lado, momento em que Elena enfiava na boca dela. Ficaram assim um bom tempo, eu gemendo e gritando de prazer, vendo minhas duas irmãs me lamberem ao mesmo tempo o pau, alcançar a ponta com as duas, passar as línguas por cima da cabeça do pau, batendo uma na outra às vezes, isso me deixou louco, avisei que estava quase gozando, então comecei a implorar que engolissem todo o leite.

Elena tomou a iniciativa, abriu a boca e, ao me masturbar com uma precisão incrível, conseguiu fazer com que cada um dos meus jatos de porra terminassem na boca dela. Ao terminar, ela fechou a boca, colocou a Ruth de cabeça para baixo, abriu a boca dela com os dedos e começou a transferir lentamente toda a minha porra da boca dela para a da irmã mais velha, que engolia com total prazer, movia a língua de um lado para o outro, e quando meu sêmen parou de cair, elas se beijaram intensamente, passaram as línguas uma pela outra nos lábios, e quando ficaram limpas, começaram a rir, depois eu também comecei a rir. Então cada um foi para sua cama.

Nos dias seguintes, eu sempre esperava as visitas das minhas irmãs, mas elas não vinham, até que com o tempo entendi que elas tinham me usado para praticar, imaginando que seriam outros que iriam desfrutar das minhas duas irmãs.


Minhas irmãs...

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6 comentários - Minhas irmãs...

buena historia!!!! pero un poco perverza.... mmm igual! 10+
Muy buen relato me encanto, terribles hermanas juguetonas, gracias por el relato. 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🤤 🤤