Depois daquela primeira vez com a Diana, eu não conseguia parar de pensar no corpo nu dela, no olhar quente, na voz tão sexy quando ela geme, no sabor do corpo dela e na forma tão gostosa como a gente transava… a verdade é que eu fico a mil só de pensar nela.
Nos dias seguintes no trabalho, ela me provocava… ela adorava me ver desconfortável com o pau duro e com outra gente por perto… ela sabia que podia me deixar a mil com só um olhar ou umas poucas palavras bem ditas no ouvido, e ela adorava fazer isso. Ela sempre usava decotes que deixavam pouco para a imaginação e, quando estava falando comigo, ela se ajeitava para que eu visse os peitos, ela roçava o pau com a bunda ou com as mãos dela quando ninguém via. Se a gente estava sozinho, ela se aproximava de onde eu estava e me acariciava sem nenhum pudor, e eu sentia que ia explodir com tanto gozo que queria sair para encher aquele rostinho ou aquela bucetinha gostosa e quente que ela tem.
Sempre que podia, ela me dizia “quero chupar esse seu pau e te deixar seco”… “não posso esperar a gente sair, quero sentir você dentro de mim já”… “hoje eu tô tão quente que a gente vai ter que transar no estacionamento”… eu realmente não conseguia acreditar, nem nas minhas melhores fantasias, encontrar uma mulher tão tarada assim, mas ela era. Uma vez que ela estava de saia, ela me deixou ver a calcinha preta que estava usando e depois foi ao banheiro e deixou a calcinha em cima da mesa quando não tinha ninguém por perto. Claro… quando tinha gente por perto, ela se comportava como uma verdadeira dama, simpática e inteligente, e isso me encantava, é que realmente ela acabou sendo pra mim uma mulher quase perfeita.
Com essa provocação que ela fazia no trabalho, eu depois descarregava todo o meu gozo nela à noite. Um dia eu propus uma coisa… eu disse pra ela usar um dos brinquedos que a gente tinha para as nossas sessões de sexo… que ela também usava sozinha e me contava por telefone enquanto fazia… mas enfim, voltando ao assunto, que ela pegasse um dos brinquedos e levasse dentro da buceta dela para o trabalho, basicamente foi assim, nós... Acordamos cedo e ela me deu uma mamada gostosa, daí eu comecei a brincar com a buceta dela, a lamber, a mexer no clitóris… a masturbá-la com meus dedos… e ela ficava dizendo para eu continuar que ela já estava quase gozando, então perguntei: “e se eu te deixar assim, putinha?”. Ela respondeu: “Bom, duas coisas podem acontecer: ou eu vou acabar usando um dos meus brinquedos no banho e você fica de castigo sem ver, ou eu dou para o primeiro que encontrar hoje”. Aí eu falei: “E se eu te deixar assim e propor uma brincadeira?”. Então propus deixá-la com esse tesão — nesse tempo eu continuei dedando ela — e que ela usasse um dos brinquedos enfiado na buceta o dia todo, e à noite a gente transaria até cansar. Ela não queria porque estava muito excitada, mas depois de um tempo topou fazer.
Acompanhei ela no banho para me certificar de que não ia terminar o que tinha começado, e eu estava de pau duro, quase penetrei, mas não sei como me segurei. Depois, ela pegou umas bolinhas chinesas que tinha e enfiou na buceta… estava bem molhada e gemendo baixinho. Terminou de se vestir com um fio dental, uma calça justa, sutiã e uma blusinha decotada… não ia usar o sutiã, mas os mamilos marcavam demais e ela não queria que todo mundo percebesse o quanto estava com tesão… mas acho que o olhar dela entregava. Toda vez que andava, ela me agarrava pelo braço com força e dizia: “Acho que vou gozar com um orgasmo enorme antes de chegar no escritório”.
Esse dia ela passou com vontade de pau o tempo todo, sempre que dava ela pedia para eu comer ela, tinha vergonha de ir ao banheiro se masturbar até gozar, então a cada minuto ficava mais excitada e era difícil disfarçar. Ela trocava de perna cruzada com frequência, depois me disse que sentia gostoso o movimento, assim ela se estimulava mais, mas tinha que parar de poucos em poucos minutos para não gozar ali mesmo. Estava muito molhada, sorte que estava de calça escura, senão daria para notar muito. Eu apalpei aquela umidade por cima da calça e esfreguei um pouco… “Você é mau, me deixa assim toda putinha e Estou no cio e você me deixa ainda mais excitada", ela disse.
Quando saímos do trabalho, ela estava louca... não parava de me pedir para penetrá-la ou pelo menos terminar o que comecei de manhã e fazê-la gozar masturbando-a. Entramos no carro para voltar para a casa dela, eu sentei no banco do motorista e ela no do passageiro. Ela tirou a calça, ficando só de calcinha fio-dental com a blusinha, e durante o caminho tirou o sutiã e colocou a blusinha por cima. Ficava se tocando e ficando mais excitada... o que me deixou ainda mais com tesão, e ela começou a acariciar meu pau, querendo que eu ficasse tão tarado que a metesse ali mesmo. Começou a me masturbar por cima da calça e me pediu para, por favor, desviar por um caminho escuro. Obedeci e, alguns minutos depois, ela disse: "Por favor, para e me come logo, não aguento mais a vontade de sentir seu pau em mim... por favor, só para e me come agora... não me faz esperar, passei o dia todo como uma vadia no cio... me sinto uma puta e quero sentir meu orgasmo agora... por favor, não me faz esperar mais". Ouvindo isso, não pude esperar mais. Estacionamos e ela começou a me chupar, enquanto eu acariciava sua buceta do meu assento e brincava com um de seus mamilos. Eu disse: "Para e tira as bolinhas chinesas". Ela fez isso e, com cada bola que saía, gemía e gritava, dizendo coisas tão gostosas que não dá para escrever e que se sentem da mesma forma... Quando terminou, ela disse: "Por favor, mete logo".
Saímos do carro, eu com o pau para fora da calça e ela de calcinha fio-dental e blusa sem sutiã, e nos acomodamos no banco de trás... se é que dá para chamar isso de acomodar... e ela montou em mim. Cavalgou com fúria, gemendo e gritando coisas excitantes... "Mete mais forte"... "Mais fundo, amor... me come com força, como a vadia que eu sou"... "Quero sentir sua porra enchendo minha buceta". E eu metia sem piedade, beijava-a, brincava com seus peitos como podia, acariciava sua bunda, enfiei um dedo no cu e disse: "Da próxima vez, você vai me dar esse cu para... que te lo rompa"... e ela respondeu "mas sou virgem pelo cuzinho... tenho medo que doa", retruquei "você adora se comportar como uma putinha comigo... da próxima vez você me dá a bunda"... ela ficou sem dizer nada e gemendo como um animal no cio, pedindo para eu não parar e quando disse "estou quase gozando"... parei um segundo..."continua por favor" ela pediu, então enfiei com força de novo por alguns minutos e ela gozou longo e gostoso, gemendo de prazer... eu ainda não tinha gozado, então ela chupou meu pau até tomar toda minha porra, saboreando também seus próprios líquidos..."logo você vai me entregar seu cuzinho" eu disse e ela ficou quieta me abraçando e balançando a cabeça afirmativamente.
Ficamos assim um tempo até nos vestirmos e voltarmos para casa onde descansamos, já que Diana estava exausta do dia cansativo que teve, embora tenha adorado aquele dia...
Bom, esses são alguns relatos que eu tinha feito há um tempo... vamos ver se um dia eu faço outro... estava com vontade de publicar algo mais hehe.
Nos dias seguintes no trabalho, ela me provocava… ela adorava me ver desconfortável com o pau duro e com outra gente por perto… ela sabia que podia me deixar a mil com só um olhar ou umas poucas palavras bem ditas no ouvido, e ela adorava fazer isso. Ela sempre usava decotes que deixavam pouco para a imaginação e, quando estava falando comigo, ela se ajeitava para que eu visse os peitos, ela roçava o pau com a bunda ou com as mãos dela quando ninguém via. Se a gente estava sozinho, ela se aproximava de onde eu estava e me acariciava sem nenhum pudor, e eu sentia que ia explodir com tanto gozo que queria sair para encher aquele rostinho ou aquela bucetinha gostosa e quente que ela tem.
Sempre que podia, ela me dizia “quero chupar esse seu pau e te deixar seco”… “não posso esperar a gente sair, quero sentir você dentro de mim já”… “hoje eu tô tão quente que a gente vai ter que transar no estacionamento”… eu realmente não conseguia acreditar, nem nas minhas melhores fantasias, encontrar uma mulher tão tarada assim, mas ela era. Uma vez que ela estava de saia, ela me deixou ver a calcinha preta que estava usando e depois foi ao banheiro e deixou a calcinha em cima da mesa quando não tinha ninguém por perto. Claro… quando tinha gente por perto, ela se comportava como uma verdadeira dama, simpática e inteligente, e isso me encantava, é que realmente ela acabou sendo pra mim uma mulher quase perfeita.
Com essa provocação que ela fazia no trabalho, eu depois descarregava todo o meu gozo nela à noite. Um dia eu propus uma coisa… eu disse pra ela usar um dos brinquedos que a gente tinha para as nossas sessões de sexo… que ela também usava sozinha e me contava por telefone enquanto fazia… mas enfim, voltando ao assunto, que ela pegasse um dos brinquedos e levasse dentro da buceta dela para o trabalho, basicamente foi assim, nós... Acordamos cedo e ela me deu uma mamada gostosa, daí eu comecei a brincar com a buceta dela, a lamber, a mexer no clitóris… a masturbá-la com meus dedos… e ela ficava dizendo para eu continuar que ela já estava quase gozando, então perguntei: “e se eu te deixar assim, putinha?”. Ela respondeu: “Bom, duas coisas podem acontecer: ou eu vou acabar usando um dos meus brinquedos no banho e você fica de castigo sem ver, ou eu dou para o primeiro que encontrar hoje”. Aí eu falei: “E se eu te deixar assim e propor uma brincadeira?”. Então propus deixá-la com esse tesão — nesse tempo eu continuei dedando ela — e que ela usasse um dos brinquedos enfiado na buceta o dia todo, e à noite a gente transaria até cansar. Ela não queria porque estava muito excitada, mas depois de um tempo topou fazer.
Acompanhei ela no banho para me certificar de que não ia terminar o que tinha começado, e eu estava de pau duro, quase penetrei, mas não sei como me segurei. Depois, ela pegou umas bolinhas chinesas que tinha e enfiou na buceta… estava bem molhada e gemendo baixinho. Terminou de se vestir com um fio dental, uma calça justa, sutiã e uma blusinha decotada… não ia usar o sutiã, mas os mamilos marcavam demais e ela não queria que todo mundo percebesse o quanto estava com tesão… mas acho que o olhar dela entregava. Toda vez que andava, ela me agarrava pelo braço com força e dizia: “Acho que vou gozar com um orgasmo enorme antes de chegar no escritório”.
Esse dia ela passou com vontade de pau o tempo todo, sempre que dava ela pedia para eu comer ela, tinha vergonha de ir ao banheiro se masturbar até gozar, então a cada minuto ficava mais excitada e era difícil disfarçar. Ela trocava de perna cruzada com frequência, depois me disse que sentia gostoso o movimento, assim ela se estimulava mais, mas tinha que parar de poucos em poucos minutos para não gozar ali mesmo. Estava muito molhada, sorte que estava de calça escura, senão daria para notar muito. Eu apalpei aquela umidade por cima da calça e esfreguei um pouco… “Você é mau, me deixa assim toda putinha e Estou no cio e você me deixa ainda mais excitada", ela disse.
Quando saímos do trabalho, ela estava louca... não parava de me pedir para penetrá-la ou pelo menos terminar o que comecei de manhã e fazê-la gozar masturbando-a. Entramos no carro para voltar para a casa dela, eu sentei no banco do motorista e ela no do passageiro. Ela tirou a calça, ficando só de calcinha fio-dental com a blusinha, e durante o caminho tirou o sutiã e colocou a blusinha por cima. Ficava se tocando e ficando mais excitada... o que me deixou ainda mais com tesão, e ela começou a acariciar meu pau, querendo que eu ficasse tão tarado que a metesse ali mesmo. Começou a me masturbar por cima da calça e me pediu para, por favor, desviar por um caminho escuro. Obedeci e, alguns minutos depois, ela disse: "Por favor, para e me come logo, não aguento mais a vontade de sentir seu pau em mim... por favor, só para e me come agora... não me faz esperar, passei o dia todo como uma vadia no cio... me sinto uma puta e quero sentir meu orgasmo agora... por favor, não me faz esperar mais". Ouvindo isso, não pude esperar mais. Estacionamos e ela começou a me chupar, enquanto eu acariciava sua buceta do meu assento e brincava com um de seus mamilos. Eu disse: "Para e tira as bolinhas chinesas". Ela fez isso e, com cada bola que saía, gemía e gritava, dizendo coisas tão gostosas que não dá para escrever e que se sentem da mesma forma... Quando terminou, ela disse: "Por favor, mete logo".
Saímos do carro, eu com o pau para fora da calça e ela de calcinha fio-dental e blusa sem sutiã, e nos acomodamos no banco de trás... se é que dá para chamar isso de acomodar... e ela montou em mim. Cavalgou com fúria, gemendo e gritando coisas excitantes... "Mete mais forte"... "Mais fundo, amor... me come com força, como a vadia que eu sou"... "Quero sentir sua porra enchendo minha buceta". E eu metia sem piedade, beijava-a, brincava com seus peitos como podia, acariciava sua bunda, enfiei um dedo no cu e disse: "Da próxima vez, você vai me dar esse cu para... que te lo rompa"... e ela respondeu "mas sou virgem pelo cuzinho... tenho medo que doa", retruquei "você adora se comportar como uma putinha comigo... da próxima vez você me dá a bunda"... ela ficou sem dizer nada e gemendo como um animal no cio, pedindo para eu não parar e quando disse "estou quase gozando"... parei um segundo..."continua por favor" ela pediu, então enfiei com força de novo por alguns minutos e ela gozou longo e gostoso, gemendo de prazer... eu ainda não tinha gozado, então ela chupou meu pau até tomar toda minha porra, saboreando também seus próprios líquidos..."logo você vai me entregar seu cuzinho" eu disse e ela ficou quieta me abraçando e balançando a cabeça afirmativamente.
Ficamos assim um tempo até nos vestirmos e voltarmos para casa onde descansamos, já que Diana estava exausta do dia cansativo que teve, embora tenha adorado aquele dia...
Bom, esses são alguns relatos que eu tinha feito há um tempo... vamos ver se um dia eu faço outro... estava com vontade de publicar algo mais hehe.
1 comentários - Diana mi putita caliente II