Oi de novo, a ideia não era deixar vocês na vontade, só que como eu não tinha terminado o conto, postei o que tinha, tipo um aperitivo. Então agora vai completinho, ontem fiquei até tarde pra terminar e conseguir expressar nele cada sensação que passou pelo meu corpo naquele momento. Beijinhos e a gente se vê.Já contei em algum relato que um dos meus vários problemas, além do meu marido e da obsessão dele em ter um filho, era que eu tinha uma chefe nova, que desde o primeiro momento pareceu ter uma implicância especial comigo. Até agora não tinha mencionado o nome dela, mas por causa de certas circunstâncias que motivam este relato, chegou a hora de fazer isso.
Ela se chama Irene e é a chefe de pessoal. É uma mulher gostosa, uns quarenta anos, separada duas vezes, sem filhos, loira, cabelo curto, e um corpo que não mostra as quatro décadas que carrega. Não sei por que ela pegou rancor de mim, mas foi ela quem começou essa espécie de treta que temos há um tempo, me dando bronca sem motivo ou até controlando meu horário de chegada quando não era tão rígida com as outras.
— Ela tá de olho em você — dizia uma colega.
— É algo pessoal — dizia outra, mas a questão é que a relação entre nós duas piorava a cada dia.
Até que não aguentei mais e um dia, antes do almoço, cruzei com ela no corredor e enfrentei. A situação tinha me superado, tudo parecia dar errado, e de algum jeito eu precisava desabafar.
— Preciso falar com você — falei.
— Quando quiser, passa no meu escritório — ela respondeu de mal jeito, como já era costume quando falava comigo, praticamente sem me olhar e virando as costas na hora, como se quisesse se afastar de mim o mais rápido possível.
— Pode ser agora? — perguntei antes que ela fosse embora.
— Você não vai almoçar? — observou.
— Isso é mais importante — garanti.
— Tá bom, vem — disse ela, muito mal-humorada.
Fomos para o escritório dela, ela fechou a porta e, sentando em frente à mesa, se preparou para me ouvir.
— Quero saber o que você tem contra mim, que eu me lembre nunca te fiz nada de mal pra você me tratar do jeito que me trata — falei quase chorando, mas tentando segurar as lágrimas.
Não sei se meu choro contido a comoveu ou o quê, mas ela começou a falar comigo muito mais suave. Diria até que com carinho.
—Tem razão, tô sendo injusta demais com você — ela disse.
Levantou e veio na minha direção.
—Vou te falar uma coisa, mas ao te contar, tô confiando em você, espero que não saia espalhando por aí — falou quase com receio.
—Se o que você vai dizer puder esclarecer tudo isso, juro que morre comigo — garanti.
—Ok, é a primeira vez que a gente fica assim, só nós duas, então vou confiar em você — ela concordou.
Pensou um instante nas palavras, engoliu seco, respirou fundo, acendeu um cigarro, como pra pensar mais no que ia me dizer, e finalmente soltou aquilo que a fazia se desentender comigo sem motivo aparente.
—Eu gosto de você… gosto muito de você, quando te vejo, dá vontade de te abraçar e te beijar muito, muito, muito, mas tenho que me segurar, e é nessa contenção, nessa tentativa de te ver como as outras, que às vezes passo dos limites, mas juro que não faço por maldade, é só que tento não deixar transparecer o que sinto por você —
…
Fiquei chocada. A chefe de RH, uma mulher!, tava se declarando pra mim. Levei uns minutos pra reagir.
—Imagino que isso deve ter te abalado, mas te garanto que de agora em diante vou tentar não ser tão injusta com você — respondeu me olhando com uns olhos que mostravam a vontade que sentia por mim.
Fiquei em silêncio, ainda não conseguia falar. Um cara se declarar pra você é coisa de todo dia, algo super comum e normal, mas uma mulher fazer isso era bem diferente, embora, como vivo pensando em sexo, não pude evitar perceber que ficar com outra mulher era uma das matérias que ainda tinha pendente.
—Desculpa ter te deixado assim, não foi minha intenção — tentou se desculpar.
—Não, não é isso, é que… bom, a verdade é que me surpreendeu, mas o que quero te dizer é que… sou uma mulher casada, não te prometo nada, mas se você topa, talvez a gente possa se ver de vez em quando, a verdade é que eu gostaria… sei lá, experimentar — falei por fim. Entre titubeios.
O olhar dela se iluminou, um sorriso se desenhou nos lábios dela, e se aproximando um pouco mais, apoiou as mãos na minha cintura. A gente se olhou por um breve instante e se beijou enquanto se esfregava uma na outra. Foi um beijo de língua, intenso, suculento, efusivo. Um beijo como qualquer homem me daria, mas… vinha de uma mulher!
– Eu desejei tanto isso! – exclamou ela ao se separar por um instante, deixando um fio de saliva pendurado que unia nossos lábios.
Então me beijou de novo, com ainda mais entusiasmo, agora tocando meus peitos por cima da blusa. Eu também toquei os dela, apertei, sentindo eles duros e pulsantes, cheios de ansiedade. Logo ela os descobriu pra mim e me ofereceu em toda a sua imponente voluptuosidade. Nunca tinha chupado as tetas de outra mulher, mas não consegui resistir, então me pendurei nos bicos dela e comecei a mordiscar, sentindo eles duros e túrgidos. Ela mesma guiou minha mão até a virilha dela, por baixo da saia e passando sem problemas pelo elástico da calcinha fio dental. Ela tava se ensopando. Passei um pouco do caldinho íntimo dela nos dedos, levei à boca e saboreei, pra depois beijá-la de novo com uma avidez intensa, fazendo com que ela também provasse a própria intimidade entre meus lábios. Depois, ela me sentou na beirada da escrivaninha, abriu minhas pernas e, se acomodando entre elas, investiu contra minha buceta, mas bem na hora que ia meter a língua, a gente ouviu uns barulhos no corredor. Ela se levantou e eu pulei da escrivaninha, cada uma arrumando a roupa o mais rápido que deu.
– Bom, acho que por enquanto acabou – disse ela, com as bochechas ainda vermelhas.
– É, achei uma conversa muito interessante – falei, piscando um olho.
– Você gostaria de continuar lá em casa mais tarde? – perguntou, baixando o tom de voz.
– Adoraria – respondi no mesmo tom.
Quando saí do escritório dela, uma das minhas colegas que cruzou comigo no corredor disse:
– Se mataram, né? —Sim —assenti, sem dar maiores explicações.
E era verdade, a gente tinha se matado, embora não do jeito que ela imaginava.
Quando saí do trabalho, comecei a andar pela calçada, sem saber pra onde ir, até que escuto o barulho de uma buzina insistente. Era ela, estava na esquina me esperando com o carro. Ao vê-la, praticamente corri até onde estava. Entrei no carro e dei um beijo nela, na boca, algo rápido e suave.
—Vamos pra minha casa? —ela pergunta, como um convite.
—Bora, vamos —falo, e a gente parte.
Em poucos minutos chegamos no apartamento dela, um dois ambientes charmoso no bairro do Congresso. Mora sozinha, então não tínhamos que nos preocupar com nada. Serviu uns drinques e sentou comigo no sofá grande e confortável da sala. Não precisava mais de aquecimento, as duas ainda estávamos quentes pelo que rolou no escritório dela umas horas atrás, ainda estávamos no pique. Largamos os copos, nos aproximamos uma da outra um pouco mais e nos beijamos. Dessa vez foi um beijo longo, suculento e intenso, um beijo de língua cheio de paixão enquanto nossas mãos aproveitavam a situação e começavam a nos percorrer sem limites. Era a primeira vez que eu estava numa situação dessas com uma mulher; se fosse com um homem, enquanto nos beijássemos, eu buscaria a virilha dele, pra me apossar do calor que ali se inflama aos poucos, mas com ela, logo procuro os peitos dela, duros, redondos, bem formados, sinto os bicos eriçados, belisco eles por cima da blusa, ela solta um gemido de prazer, ela também belisca os meus, faz com suavidade, com uma ternura irresistível, continuamos nos beijando, devorando as bocas uma da outra, nos comendo, nos mastigando, nos mordendo com fúria mas sem nos machucar. O tesão nos envolve, nos acende, nos coloca num terreno que, pelo menos pra mim, é super tentador embora desconhecido. É ela quem toma a dianteira ao desabotoar minha botões da blusa e descobrir meus peitos opulentos mal contidos pelo sutiã, que também não dura muito tempo, já que logo ela o abaixa e se joga sobre minhas duas montanhas trêmulas de carne. Nunca tinha me sentido assim, tão excitada, era uma sensação diferente, muito distinta do que se pode sentir com um homem, era algo novo pra mim, mas eu curtia intensamente. Eu gostava e deixei isso claro ao agarrar a cabeça dela e puxá-la pra mim, pra meus seios pulsantes que se ofereciam sem resistência alguma, pra ela fazer o que quisesse com eles.
Ela devorou meus peitos com uma avidez desesperada, me mordendo, chupando, lambendo, enquanto enfiava uma mão entre minhas pernas e acariciava minha buceta por cima da calcinha fio dental. Totalmente entregue aos lábios gulosos dela, a primeira coisa que senti foi a ponta de um dedo me acariciando bem ali, onde as chamas da luxúria pareciam prestes a explodir num incêndio geral e incontrolável. Outro dedo e já sentia a umidade do meu sexo se condensando na mão dela, então de vez em quando ela tirava a mão e chupava os dedos, saboreando avidamente minha intimidade escaldante. Cada vez me sentia mais quente, precisava de uma pica, algo duro e consistente que me penetrasse, que estourasse todo meu interior e explodisse dentro de mim, mas... eu estava com uma mulher!
Dos meus peitos ela desceu até minha intimidade, abriu minhas pernas e, afastando a calcinha fio dental, avançou com a língua, me lambendo por dentro, me tocando bem ali onde as sensações mais intensas se potencializam e se espalham por todo meu corpo. Ela prendeu meu clitóris com os lábios e chupou, mordeu e até mastigou, arrancando suspiros extasiados, cheios de paixão. Então, sem parar de me chupar, enfiou os dedos bem fundo e começou a me penetrar com eles num ritmo fluido e eficaz, roçando meu clitóris a cada enfiada e puxada. Não era uma pica, mas ela fazia Muito bom, obviamente dava pra sentir a falta daquela dureza e consistência que é o verdadeiro pilar da sexualidade, mas pra ser uma experiência diferente, tenho que dizer que a falta era suprida muito bem, embora, claro, eu nunca abriria mão de uma boa pica.
“É o que tem…”, pensei enquanto sentia os dedos dela deslizando dentro de mim, e a língua dela envolvendo meu clitóris com a maior delicadeza. Além do susto inicial e de estar experimentando algo que não estava nas minhas preferências, me deixei levar por aquela onda de prazer que aos poucos me dominava, me colocando à beira da agonia. Ela sentiu isso, então acelerou os movimentos, aumentando a velocidade não só dos dedos, mas também da língua, me guiando pra um êxtase brutal e maravilhoso ao mesmo tempo, a glorificação plena e absoluta da atração entre duas mulheres, antes inimigas ferrenhas, agora amantes?
Não sei em que momento aconteceu, mas de repente nos encontramos cara a cara, com os corpos invertidos, formando um excitante 69. Tinha na minha frente a buceta dela, úmida e quente, com os lábios entreabertos, pedindo minha presença imediata. Ela mesma empurrava o quadril pra cima, me incentivando a fazer o mesmo que ela fazia comigo. Não a fiz esperar, logo me enfiei entre as coxas dela e ataquei aquela fenda fervente, chupando o que podia, buscando especialmente o botãozinho do prazer, o mesmo que ela naquele momento tinha preso entre os lábios. Fiz o mesmo, prendi o clitóris dela na minha boca e chupei, mordi, lambi, saboreei sugando os sucos dela, me lambuzando com eles.
Dava pra sentir em Irene o tesão guardado há tempos. Ela tava como que transbordando, fora de controle, pronta pra tirar do meu sexo aquela satisfação que tava pendente sei lá desde quando. Ela me disse que gostava, que se sentia atraída por mim, e naquele exato momento tava me mostrando isso, e com Devo admitir que você cresceu, chupando minha buceta com uma habilidade e eficiência que só uma mulher pode demonstrar, e é que, desculpem-me meus queridos, mas só nós conhecemos intimamente os lugares onde sentimos mais prazer.
Depois de praticar aquele 69 cheio de luxúria e excitação, ficamos em outra posição, de frente uma para a outra, com a perna de uma entre as pernas da outra e nossas bucetas coladas, então começamos a nos esfregar com frenesi, era lindo sentir a intimidade dela quase penetrando na minha, seus sucos se misturando com os meus, seu próprio prazer se condensando com o meu. Nós duas gemíamos muito, ofegávamos, suspirávamos, dizíamos coisas gostosas umas para as outras, aquelas coisas que a gente fala nos momentos de intensa putaria, não tínhamos vergonha de mostrar o quanto estávamos aproveitando a companhia uma da outra. Gozamos as duas, cada uma teve seu orgasmo correspondente, ela mais de um, devo dizer, já que se molhava constantemente como se quisesse aproveitar de uma só vez todas as vezes que não tinha podido ficar comigo. Depois ficamos deitadas na cama dela, abraçadas, nos mimando, nos beijando com gosto, dizendo coisas lindas no ouvido, como duas apaixonadas, mas, já sabe, o amor é uma mera ilusão, e quando chegou a hora de voltar para casa e para nossa rotina diária, a ilusão desabou como um castelo de cartas.
-Já tenho que ir- falei num sussurro, como se não quisesse acordar daquele sonho maravilhoso.
Ela se levantou e pegou algo para vestir.
-Não… fica assim, gosto de te ver pelada- falei e era verdade.
Apesar de ser uma mulher de 40 anos, talvez um pouco mais, tinha um corpo lindo, bem definido, com curvas perfeitas, sem um grama de gordura e sem nenhuma marca de celulite, será que o lesbianismo te deixa tão gostosa assim? Calma, é piada.
É uma mulher escultural, dona de uma beleza impactante, daquele tipo de mulher que faz todos os homens virarem para olhar… mas ela gosta de mulheres. O que se vai fazer, né? É um mundo perfeito.
Nua, ela me acompanhou até a porta. Antes de abri-la, nos beijamos de novo, e te juro que me deu vontade de ficar, de continuar imersa naquela fantasia que a gente tinha montado por um tempo. Ela abriu a porta e, enquanto eu saía, deu um tapinha na minha bunda.
— Valeu — ela disse.
Me virei e sorri pra ela.
— Valeu você — respondi.
Atravessei o corredor e chamei o elevador. Ela ainda estava com a porta entreaberta, escondida atrás dela, me observando. O elevador ainda não tinha chegado, então voltei atrás e corri até ela pra beijá-la de novo, e levar comigo o gosto dos lábios dela, o calor do hálito.
— Gostei que você fez amor comigo — sussurrei no ouvido dela, e me afastei, entrando logo no elevador, sem me virar.
Meu astral já não era o mesmo de antes, me sentia muito melhor, revigorada, com novas energias, pronta pra encarar o que viesse. O mundo parecia um lugar muito melhor e todo mundo parecia sorrir pra mim. Tava como se estivesse apaixonada, mas sabia muito bem que essa paixão ia durar pouco, me conheço e percebia que devia aproveitar essa vibe com a Irene enquanto durasse.
Ela se chama Irene e é a chefe de pessoal. É uma mulher gostosa, uns quarenta anos, separada duas vezes, sem filhos, loira, cabelo curto, e um corpo que não mostra as quatro décadas que carrega. Não sei por que ela pegou rancor de mim, mas foi ela quem começou essa espécie de treta que temos há um tempo, me dando bronca sem motivo ou até controlando meu horário de chegada quando não era tão rígida com as outras.
— Ela tá de olho em você — dizia uma colega.
— É algo pessoal — dizia outra, mas a questão é que a relação entre nós duas piorava a cada dia.
Até que não aguentei mais e um dia, antes do almoço, cruzei com ela no corredor e enfrentei. A situação tinha me superado, tudo parecia dar errado, e de algum jeito eu precisava desabafar.
— Preciso falar com você — falei.
— Quando quiser, passa no meu escritório — ela respondeu de mal jeito, como já era costume quando falava comigo, praticamente sem me olhar e virando as costas na hora, como se quisesse se afastar de mim o mais rápido possível.
— Pode ser agora? — perguntei antes que ela fosse embora.
— Você não vai almoçar? — observou.
— Isso é mais importante — garanti.
— Tá bom, vem — disse ela, muito mal-humorada.
Fomos para o escritório dela, ela fechou a porta e, sentando em frente à mesa, se preparou para me ouvir.
— Quero saber o que você tem contra mim, que eu me lembre nunca te fiz nada de mal pra você me tratar do jeito que me trata — falei quase chorando, mas tentando segurar as lágrimas.
Não sei se meu choro contido a comoveu ou o quê, mas ela começou a falar comigo muito mais suave. Diria até que com carinho.
—Tem razão, tô sendo injusta demais com você — ela disse.
Levantou e veio na minha direção.
—Vou te falar uma coisa, mas ao te contar, tô confiando em você, espero que não saia espalhando por aí — falou quase com receio.
—Se o que você vai dizer puder esclarecer tudo isso, juro que morre comigo — garanti.
—Ok, é a primeira vez que a gente fica assim, só nós duas, então vou confiar em você — ela concordou.
Pensou um instante nas palavras, engoliu seco, respirou fundo, acendeu um cigarro, como pra pensar mais no que ia me dizer, e finalmente soltou aquilo que a fazia se desentender comigo sem motivo aparente.
—Eu gosto de você… gosto muito de você, quando te vejo, dá vontade de te abraçar e te beijar muito, muito, muito, mas tenho que me segurar, e é nessa contenção, nessa tentativa de te ver como as outras, que às vezes passo dos limites, mas juro que não faço por maldade, é só que tento não deixar transparecer o que sinto por você —
…
Fiquei chocada. A chefe de RH, uma mulher!, tava se declarando pra mim. Levei uns minutos pra reagir.
—Imagino que isso deve ter te abalado, mas te garanto que de agora em diante vou tentar não ser tão injusta com você — respondeu me olhando com uns olhos que mostravam a vontade que sentia por mim.
Fiquei em silêncio, ainda não conseguia falar. Um cara se declarar pra você é coisa de todo dia, algo super comum e normal, mas uma mulher fazer isso era bem diferente, embora, como vivo pensando em sexo, não pude evitar perceber que ficar com outra mulher era uma das matérias que ainda tinha pendente.
—Desculpa ter te deixado assim, não foi minha intenção — tentou se desculpar.
—Não, não é isso, é que… bom, a verdade é que me surpreendeu, mas o que quero te dizer é que… sou uma mulher casada, não te prometo nada, mas se você topa, talvez a gente possa se ver de vez em quando, a verdade é que eu gostaria… sei lá, experimentar — falei por fim. Entre titubeios.
O olhar dela se iluminou, um sorriso se desenhou nos lábios dela, e se aproximando um pouco mais, apoiou as mãos na minha cintura. A gente se olhou por um breve instante e se beijou enquanto se esfregava uma na outra. Foi um beijo de língua, intenso, suculento, efusivo. Um beijo como qualquer homem me daria, mas… vinha de uma mulher!
– Eu desejei tanto isso! – exclamou ela ao se separar por um instante, deixando um fio de saliva pendurado que unia nossos lábios.
Então me beijou de novo, com ainda mais entusiasmo, agora tocando meus peitos por cima da blusa. Eu também toquei os dela, apertei, sentindo eles duros e pulsantes, cheios de ansiedade. Logo ela os descobriu pra mim e me ofereceu em toda a sua imponente voluptuosidade. Nunca tinha chupado as tetas de outra mulher, mas não consegui resistir, então me pendurei nos bicos dela e comecei a mordiscar, sentindo eles duros e túrgidos. Ela mesma guiou minha mão até a virilha dela, por baixo da saia e passando sem problemas pelo elástico da calcinha fio dental. Ela tava se ensopando. Passei um pouco do caldinho íntimo dela nos dedos, levei à boca e saboreei, pra depois beijá-la de novo com uma avidez intensa, fazendo com que ela também provasse a própria intimidade entre meus lábios. Depois, ela me sentou na beirada da escrivaninha, abriu minhas pernas e, se acomodando entre elas, investiu contra minha buceta, mas bem na hora que ia meter a língua, a gente ouviu uns barulhos no corredor. Ela se levantou e eu pulei da escrivaninha, cada uma arrumando a roupa o mais rápido que deu.
– Bom, acho que por enquanto acabou – disse ela, com as bochechas ainda vermelhas.
– É, achei uma conversa muito interessante – falei, piscando um olho.
– Você gostaria de continuar lá em casa mais tarde? – perguntou, baixando o tom de voz.
– Adoraria – respondi no mesmo tom.
Quando saí do escritório dela, uma das minhas colegas que cruzou comigo no corredor disse:
– Se mataram, né? —Sim —assenti, sem dar maiores explicações.
E era verdade, a gente tinha se matado, embora não do jeito que ela imaginava.
Quando saí do trabalho, comecei a andar pela calçada, sem saber pra onde ir, até que escuto o barulho de uma buzina insistente. Era ela, estava na esquina me esperando com o carro. Ao vê-la, praticamente corri até onde estava. Entrei no carro e dei um beijo nela, na boca, algo rápido e suave.
—Vamos pra minha casa? —ela pergunta, como um convite.
—Bora, vamos —falo, e a gente parte.
Em poucos minutos chegamos no apartamento dela, um dois ambientes charmoso no bairro do Congresso. Mora sozinha, então não tínhamos que nos preocupar com nada. Serviu uns drinques e sentou comigo no sofá grande e confortável da sala. Não precisava mais de aquecimento, as duas ainda estávamos quentes pelo que rolou no escritório dela umas horas atrás, ainda estávamos no pique. Largamos os copos, nos aproximamos uma da outra um pouco mais e nos beijamos. Dessa vez foi um beijo longo, suculento e intenso, um beijo de língua cheio de paixão enquanto nossas mãos aproveitavam a situação e começavam a nos percorrer sem limites. Era a primeira vez que eu estava numa situação dessas com uma mulher; se fosse com um homem, enquanto nos beijássemos, eu buscaria a virilha dele, pra me apossar do calor que ali se inflama aos poucos, mas com ela, logo procuro os peitos dela, duros, redondos, bem formados, sinto os bicos eriçados, belisco eles por cima da blusa, ela solta um gemido de prazer, ela também belisca os meus, faz com suavidade, com uma ternura irresistível, continuamos nos beijando, devorando as bocas uma da outra, nos comendo, nos mastigando, nos mordendo com fúria mas sem nos machucar. O tesão nos envolve, nos acende, nos coloca num terreno que, pelo menos pra mim, é super tentador embora desconhecido. É ela quem toma a dianteira ao desabotoar minha botões da blusa e descobrir meus peitos opulentos mal contidos pelo sutiã, que também não dura muito tempo, já que logo ela o abaixa e se joga sobre minhas duas montanhas trêmulas de carne. Nunca tinha me sentido assim, tão excitada, era uma sensação diferente, muito distinta do que se pode sentir com um homem, era algo novo pra mim, mas eu curtia intensamente. Eu gostava e deixei isso claro ao agarrar a cabeça dela e puxá-la pra mim, pra meus seios pulsantes que se ofereciam sem resistência alguma, pra ela fazer o que quisesse com eles.
Ela devorou meus peitos com uma avidez desesperada, me mordendo, chupando, lambendo, enquanto enfiava uma mão entre minhas pernas e acariciava minha buceta por cima da calcinha fio dental. Totalmente entregue aos lábios gulosos dela, a primeira coisa que senti foi a ponta de um dedo me acariciando bem ali, onde as chamas da luxúria pareciam prestes a explodir num incêndio geral e incontrolável. Outro dedo e já sentia a umidade do meu sexo se condensando na mão dela, então de vez em quando ela tirava a mão e chupava os dedos, saboreando avidamente minha intimidade escaldante. Cada vez me sentia mais quente, precisava de uma pica, algo duro e consistente que me penetrasse, que estourasse todo meu interior e explodisse dentro de mim, mas... eu estava com uma mulher!
Dos meus peitos ela desceu até minha intimidade, abriu minhas pernas e, afastando a calcinha fio dental, avançou com a língua, me lambendo por dentro, me tocando bem ali onde as sensações mais intensas se potencializam e se espalham por todo meu corpo. Ela prendeu meu clitóris com os lábios e chupou, mordeu e até mastigou, arrancando suspiros extasiados, cheios de paixão. Então, sem parar de me chupar, enfiou os dedos bem fundo e começou a me penetrar com eles num ritmo fluido e eficaz, roçando meu clitóris a cada enfiada e puxada. Não era uma pica, mas ela fazia Muito bom, obviamente dava pra sentir a falta daquela dureza e consistência que é o verdadeiro pilar da sexualidade, mas pra ser uma experiência diferente, tenho que dizer que a falta era suprida muito bem, embora, claro, eu nunca abriria mão de uma boa pica.
“É o que tem…”, pensei enquanto sentia os dedos dela deslizando dentro de mim, e a língua dela envolvendo meu clitóris com a maior delicadeza. Além do susto inicial e de estar experimentando algo que não estava nas minhas preferências, me deixei levar por aquela onda de prazer que aos poucos me dominava, me colocando à beira da agonia. Ela sentiu isso, então acelerou os movimentos, aumentando a velocidade não só dos dedos, mas também da língua, me guiando pra um êxtase brutal e maravilhoso ao mesmo tempo, a glorificação plena e absoluta da atração entre duas mulheres, antes inimigas ferrenhas, agora amantes?
Não sei em que momento aconteceu, mas de repente nos encontramos cara a cara, com os corpos invertidos, formando um excitante 69. Tinha na minha frente a buceta dela, úmida e quente, com os lábios entreabertos, pedindo minha presença imediata. Ela mesma empurrava o quadril pra cima, me incentivando a fazer o mesmo que ela fazia comigo. Não a fiz esperar, logo me enfiei entre as coxas dela e ataquei aquela fenda fervente, chupando o que podia, buscando especialmente o botãozinho do prazer, o mesmo que ela naquele momento tinha preso entre os lábios. Fiz o mesmo, prendi o clitóris dela na minha boca e chupei, mordi, lambi, saboreei sugando os sucos dela, me lambuzando com eles.
Dava pra sentir em Irene o tesão guardado há tempos. Ela tava como que transbordando, fora de controle, pronta pra tirar do meu sexo aquela satisfação que tava pendente sei lá desde quando. Ela me disse que gostava, que se sentia atraída por mim, e naquele exato momento tava me mostrando isso, e com Devo admitir que você cresceu, chupando minha buceta com uma habilidade e eficiência que só uma mulher pode demonstrar, e é que, desculpem-me meus queridos, mas só nós conhecemos intimamente os lugares onde sentimos mais prazer.
Depois de praticar aquele 69 cheio de luxúria e excitação, ficamos em outra posição, de frente uma para a outra, com a perna de uma entre as pernas da outra e nossas bucetas coladas, então começamos a nos esfregar com frenesi, era lindo sentir a intimidade dela quase penetrando na minha, seus sucos se misturando com os meus, seu próprio prazer se condensando com o meu. Nós duas gemíamos muito, ofegávamos, suspirávamos, dizíamos coisas gostosas umas para as outras, aquelas coisas que a gente fala nos momentos de intensa putaria, não tínhamos vergonha de mostrar o quanto estávamos aproveitando a companhia uma da outra. Gozamos as duas, cada uma teve seu orgasmo correspondente, ela mais de um, devo dizer, já que se molhava constantemente como se quisesse aproveitar de uma só vez todas as vezes que não tinha podido ficar comigo. Depois ficamos deitadas na cama dela, abraçadas, nos mimando, nos beijando com gosto, dizendo coisas lindas no ouvido, como duas apaixonadas, mas, já sabe, o amor é uma mera ilusão, e quando chegou a hora de voltar para casa e para nossa rotina diária, a ilusão desabou como um castelo de cartas.
-Já tenho que ir- falei num sussurro, como se não quisesse acordar daquele sonho maravilhoso.
Ela se levantou e pegou algo para vestir.
-Não… fica assim, gosto de te ver pelada- falei e era verdade.
Apesar de ser uma mulher de 40 anos, talvez um pouco mais, tinha um corpo lindo, bem definido, com curvas perfeitas, sem um grama de gordura e sem nenhuma marca de celulite, será que o lesbianismo te deixa tão gostosa assim? Calma, é piada.
É uma mulher escultural, dona de uma beleza impactante, daquele tipo de mulher que faz todos os homens virarem para olhar… mas ela gosta de mulheres. O que se vai fazer, né? É um mundo perfeito.
Nua, ela me acompanhou até a porta. Antes de abri-la, nos beijamos de novo, e te juro que me deu vontade de ficar, de continuar imersa naquela fantasia que a gente tinha montado por um tempo. Ela abriu a porta e, enquanto eu saía, deu um tapinha na minha bunda.
— Valeu — ela disse.
Me virei e sorri pra ela.
— Valeu você — respondi.
Atravessei o corredor e chamei o elevador. Ela ainda estava com a porta entreaberta, escondida atrás dela, me observando. O elevador ainda não tinha chegado, então voltei atrás e corri até ela pra beijá-la de novo, e levar comigo o gosto dos lábios dela, o calor do hálito.
— Gostei que você fez amor comigo — sussurrei no ouvido dela, e me afastei, entrando logo no elevador, sem me virar.
Meu astral já não era o mesmo de antes, me sentia muito melhor, revigorada, com novas energias, pronta pra encarar o que viesse. O mundo parecia um lugar muito melhor e todo mundo parecia sorrir pra mim. Tava como se estivesse apaixonada, mas sabia muito bem que essa paixão ia durar pouco, me conheço e percebia que devia aproveitar essa vibe com a Irene enquanto durasse.
20 comentários - Irene (completo)
Volveré con puntos Marita, te los merecés ampliamente ❤️
que mas se puede decir ante tan lindo relato.
fueron porotines... +10
Maravillosamente relatado el encuentro lésbico, con detalles impresionantes sobre las sensaciones.
Un lujo lo tuyo, como siempre ❤️
feliz navidad
La verdad que no había leído el aperitivo, así que acá estoy, sorprendiéndome con la originalidad de tus aventuras y los detalles de tu bella escritura!
Un besote grande Marita!!
excelsiorrrrrrrrrrrrrrrr!!! diria mi buen amigo zagoro 🤔 (que sera de su vida)
bue perdon por el derrape marita
a lo tuyo.........perrrrrrra que bien escribis yo que soy bi me sentí embelesada por tu relato y quede caliente a morir
sos brava nena te admiro mucho y obvio vuelvo con puntos sos genial
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
me encantan tus historias
me excitan al punto de no poder parar de tocarme
gracias nena por compartir tus relatos
"Unté un poco de su caldito íntimo con los dedos, me lo llevé a la boca y lo saboreé para luego volver a besarla con intensa avidez...!
"...se lanza sobre mis dos temblorosas montañas de carne..."
"...lo primero que sentí fue la punta de un dedo acariciándome justo ahí en donde las llamas de la lujuria parecían estar a punto de explotar en un incendio general e incontrolable."
"...chupándome la concha con una habilidad y eficiencia que solo una mujer puede demostrar, y es que, disculpen ustedes mis queridos, pero solo nosotras conocemos íntimamente los lugares en donde sentimos más placer."[/i]
Aunque soy un heterosexual de tomo y lomo, me produce mucha calentura ver a dos chicas juntas prodigandose muchas caricias y sexo entre ellas, y este relato tuyo logró hacer que me calentara a full, una linda fantasía sería un trio MHM, pero verlas primero a ellas dándose entre si y después follarselas a ambas...jajaja
Me encantó esta frase:
"El amor es una mera ilusión"[/i]
La encontré buenisima, y en cierto modo una gran verdad!!
Excelente relato una vez más mi querida Mary, me encanta tu forma tan especial y morbosilla de plantear cada situación de tus "garche-aventuras"
Voy a seguir buscando entre tus relatos para seguir haciendo volar mi imaginación en este exquisito y excitante mundo de sexo y lujuria al que tu me llevas siempre, y que a mi me encanta!!
Besos y abrazos querida!! 💋
LEO