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http://freakshare.net/files/lll5vma1/Mi-hija-Sandra.docx.html
Versão WebCom o passar do tempo, acho cada vez mais excitante o que aconteceu naquela noite com minha filha; tanto que cada vez sobra menos daquele firme propósito, fruto da culpa, de nunca mais tocá-la. Pelo que percebo, com ela é a mesma coisa.
Foi uma longa luta interna travada desde que ela tinha uns doze anos até agora, quando está perto dos 23, uma luta à qual me rendi naquela noite do começo de janeiro. Lembro que nos primeiros anos da adolescência dela, não conseguia evitar que o pau ficasse duro quando, sem querer, ela me deixava vê-la de shorts, ou trocando de roupa, ou tomando banho pelada. Acho que vi cada fase do desenvolvimento dos peitos dela, desde quando era criança até aquela noite memorável em que ela tremia de excitação enquanto eu chupava aqueles biquinhos pequenos, duros, cercados por uma auréola cor de café claro do tamanho de uma moeda. Foram muitas punhetas que bati ao longo da vida pensando nela, distraindo assim meu desejo crescente de levantar sua saia, baixar sua calcinha e enfiar meu pau naquela buceta proibida que finalmente pude saborear por completo, descobrindo um gosto salgadinho e um cheiro metálico, embriagante, que me deixou louco. Mas sempre me segurou a questão moral, a convicção de que não era certo o que eu pensava, o medo de machucá-la e, principalmente, de perder o amor que ela demonstrava pelo pai. Lembro especialmente do enorme esforço que tive que fazer para não cometer uma imprudência uma noite, quando cheguei em casa e a encontrei dormindo no sofá da sala, ainda com o uniforme escolar, deixando à vista a calcinha amarela semitransparente que ela usava. Quase fui pego pela mãe enquanto me deliciava olhando para ela, ao mesmo tempo que esfregava o pau por cima da calça e morria de vontade de tocar aquele bumbum delicioso, redondão, sensual, que eu sonhava em penetrar enquanto a imaginava gemendo de prazer. Nunca tentei seduzi-la seriamente; me limitava apenas a fantasiar com ela e fazer brincadeiras frequentes sobre sua beleza e sensualidade, às quais Sandra reagia com agrado, mas sem malícia. E as coisas teriam continuado assim, se não fosse por uma mudança surpreendente em seu comportamento. De repente, agindo contra o habitual, e sempre que sua mãe não estivesse por perto, ela se mostrava com pouca roupa ou se sentava de forma descuidada, mostrando-me a calcinha, enquanto agia com a maior naturalidade do mundo. Era evidente que ela estava me dando mole, e diante dessa realidade, descobri que uma coisa era fantasiar e outra muito diferente era consumar os fatos. E novamente me resisti, limitando-me apenas a me masturbar freneticamente, usando a calcinha que eu a tinha visto usando e descarregando todo o sêmen naquele pedacinho de tecido que, poucas horas antes, havia estado em contato direto com sua buceta deliciosa. Mas parecia que a vida me empurrava em direção a ela; meu sogro adoeceu e as viagens da minha esposa para visitá-lo se tornaram frequentes, deixando-me sozinho em casa com minha filha. Nem ela nem eu nos atrevíamos a tomar a iniciativa, e nosso comportamento era artificial, como se estivéssemos cumprindo um ritual de "não devemos fazer isso", embora ambos soubéssemos o que estava acontecendo. Naquela tarde de sábado, houve uma celebração muito animada na obra; consumimos muito álcool e dançamos até que, no final da tarde, quase todos abandonamos o lugar ao mesmo tempo. Alguns minutos antes, recebi uma ligação da minha esposa me contando que ela estava saindo para a casa dos pais dela e que me deixava encarregado da Sandrita, a quem havia deixado sozinha em casa, com cara de ansiedade, provavelmente de tédio, segundo ela deduziu. Certamente por causa dos drinks, somado ao fato de que eu estava há vários dias em abstinência sexual graças à preguiça da minha mulher, meu pau reagiu vigorosamente à notícia e decidi que não resistiria mais e que naquela noite meus sonhos se tornariam realidade. Encontrei Sandra sentada na sala assistindo televisão, vestida apenas com uma pijama de nylon tipo "baby doll". que expunha quase todas as suas pernas torneadas e seus braços, sendo evidente também que ela não usava sutiã. Consegui conter meus ímpetos apenas amedrontado pela possibilidade de estar interpretando erroneamente a atitude da minha filha. Convenci-a de que tomássemos uma taça de vinho e sentei-me prudentemente ao seu lado, falando sobre tudo e sobre nada. Notava-se que ela estava nervosa; eu, nem se fala. Mas pouco a pouco fomos nos soltando e logo, na quarta taça, já ríamos animadamente, circunstância que aproveitei para conduzir a conversa para temas íntimos. “Pai, não seja tão curioso; para que você quer saber quando e com quem foi minha primeira vez” ela me dizia rindo, o que me animou a insistir e a fazer minhas perguntas mais ousadas. Para então, já havia estendido meu braço sobre seus ombros e aproveitava para atraí-la para mim e juntar minha bochecha com a dela, sem encontrar da parte dela resistência alguma. E de repente, usando minha outra mão, virei seu rosto e beijei sua boca. Ela baixou o rosto e ficou em silêncio; eu falava atropeladamente enquanto acariciava sua bochecha e pedia que ela me olhasse nos olhos. Então, com um olhar doce, ela voltou a me olhar e me ofereceu seus lábios que beijei enquanto sentia que um choque percorria todo o meu corpo e explodia na ponta do meu pau. Decidi avançar pouco a pouco; enquanto a beijava na boca e no pescoço, fiz um discurso sobre o quanto ela me tinha agradado desde muito pequena e sobre os enormes esforços que fiz para não perder o controle e agredi-la. Ela estava como que transportada e apenas balbuciava um ou outro monossílabo de afirmação. Minha mão pela primeira vez acariciou seus seios que me pareceram duríssimos e muito macios ao toque. “Você gosta?” ela me perguntou e eu respondi afundando meu rosto entre eles e chupando alternadamente um e outro mamilo, ao que ela respondia tensionando seu corpo e deixando escapar suaves gemidos. Minha carícia em suas coxas subiu até sua virilha e afastando sua minúscula Calcinhas, afundei meu dedo no seu charco íntimo. "Pai, não...", ela me dizia, e sua mão, que a princípio fazia um esforço tímido para me deter, acabou apertando a minha, como se pedisse para eu ir mais fundo, enquanto nossos beijos transbordavam paixão. Liberei meu pau de sua prisão incômoda e Sandra, sem hesitar, com entusiasmo, começou a me masturbar, passando quase imediatamente a me dar um boquete que me pareceu o mais erótico do mundo. Sua calcinha, a essa altura, já havia desaparecido e eu esfregava seu clitóris duro como uma ervilha. Não havia mais volta; quando ela respirou fundo, me ajoelhei diante dela e, colocando suas pernas sobre meus ombros, enfiei minha língua em sua buceta totalmente encharcada e bebi seus líquidos, enquanto cada toque em seu clitóris a fazia estremecer e gemer de um jeito delicioso. Levantei suas pernas e minha língua, faminta, buscou o buraco do seu cu e lhe dei uma chupada que ela recebeu primeiro com surpresa e depois com entusiasmo. Não esperei mais; meu pau afundou pela primeira vez na vulva que havia sido motivo dos meus sonhos por muitos anos e, antecipando um prazer prolongado, dosifiquei meus impulsos e atrasei sistematicamente meu orgasmo. Sandra, por sua vez, deu rédea solta à sua excitação e, arqueando as costas, teve um orgasmo intenso, acompanhado de um grito obsceno, seguido de pequenas réplicas que duraram um bom tempo. Ela ficou exausta em meus braços e, enquanto nos beijávamos e sua mão brincava com meu pau, ela me contou como cedeu ao impossível moral de desejar sexualmente o próprio pai. Soube então que o maior amor da sua vida havia sido o pai de uma colega de escola, quando minha filha tinha acabado de completar 16 anos. "Não houve ninguém desde então que me desse mais prazer na cama, até que hoje pude confirmar minha percepção de que você deveria ser o amante ideal", ela comentou. Foi frustrante para ela ver passar um atrás do outro vários amantes jovens, que sempre se preocuparam com a própria satisfação e nunca pela dela, que apesar de ser tão sexual, acabava desolada, sem alcançar um orgasmo de verdade, conseguindo apenas um nível interessante de tesão motivado não pelo parceiro, mas pelas suas fantasias que aos poucos começaram a me incluir. Transamos até de madrugada e algumas vezes gozei dentro dela, que em ambas as vezes teve orgasmos incríveis e barulhentos. Foi gostoso abrir suas nádegas e enfiar meu pau no seu cu, que senti deliciosamente apertado; mas melhor ainda foi vê-la colocá-lo na boca quando tirei, como se tentasse deixá-lo limpo. Quase gozei na sua garganta. Cansados, dominados pelo sono, totalmente satisfeitos sexualmente, decidimos que o que aconteceu foi muito gostoso, mas que não era saudável continuar um relacionamento assim. “Minha vida viraria um inferno morando sob o mesmo teto que a mamãe enquanto fodo seu marido, meu próprio pai. Foi delicioso, mas não pode passar daqui”, ela sentenciou. E, pegando suas roupas, foi para seu quarto, me deixando imerso em um mar de dúvidas e reflexões. Desde então, evito encontrar seu olhar e nosso comportamento voltou ao normal. Mas meu tesão fala mais alto e, sozinho, não faço nada além de revisar cada detalhe daquela noite de paixão. Acho que ela está na mesma……………….
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Versão WebCom o passar do tempo, acho cada vez mais excitante o que aconteceu naquela noite com minha filha; tanto que cada vez sobra menos daquele firme propósito, fruto da culpa, de nunca mais tocá-la. Pelo que percebo, com ela é a mesma coisa.
Foi uma longa luta interna travada desde que ela tinha uns doze anos até agora, quando está perto dos 23, uma luta à qual me rendi naquela noite do começo de janeiro. Lembro que nos primeiros anos da adolescência dela, não conseguia evitar que o pau ficasse duro quando, sem querer, ela me deixava vê-la de shorts, ou trocando de roupa, ou tomando banho pelada. Acho que vi cada fase do desenvolvimento dos peitos dela, desde quando era criança até aquela noite memorável em que ela tremia de excitação enquanto eu chupava aqueles biquinhos pequenos, duros, cercados por uma auréola cor de café claro do tamanho de uma moeda. Foram muitas punhetas que bati ao longo da vida pensando nela, distraindo assim meu desejo crescente de levantar sua saia, baixar sua calcinha e enfiar meu pau naquela buceta proibida que finalmente pude saborear por completo, descobrindo um gosto salgadinho e um cheiro metálico, embriagante, que me deixou louco. Mas sempre me segurou a questão moral, a convicção de que não era certo o que eu pensava, o medo de machucá-la e, principalmente, de perder o amor que ela demonstrava pelo pai. Lembro especialmente do enorme esforço que tive que fazer para não cometer uma imprudência uma noite, quando cheguei em casa e a encontrei dormindo no sofá da sala, ainda com o uniforme escolar, deixando à vista a calcinha amarela semitransparente que ela usava. Quase fui pego pela mãe enquanto me deliciava olhando para ela, ao mesmo tempo que esfregava o pau por cima da calça e morria de vontade de tocar aquele bumbum delicioso, redondão, sensual, que eu sonhava em penetrar enquanto a imaginava gemendo de prazer. Nunca tentei seduzi-la seriamente; me limitava apenas a fantasiar com ela e fazer brincadeiras frequentes sobre sua beleza e sensualidade, às quais Sandra reagia com agrado, mas sem malícia. E as coisas teriam continuado assim, se não fosse por uma mudança surpreendente em seu comportamento. De repente, agindo contra o habitual, e sempre que sua mãe não estivesse por perto, ela se mostrava com pouca roupa ou se sentava de forma descuidada, mostrando-me a calcinha, enquanto agia com a maior naturalidade do mundo. Era evidente que ela estava me dando mole, e diante dessa realidade, descobri que uma coisa era fantasiar e outra muito diferente era consumar os fatos. E novamente me resisti, limitando-me apenas a me masturbar freneticamente, usando a calcinha que eu a tinha visto usando e descarregando todo o sêmen naquele pedacinho de tecido que, poucas horas antes, havia estado em contato direto com sua buceta deliciosa. Mas parecia que a vida me empurrava em direção a ela; meu sogro adoeceu e as viagens da minha esposa para visitá-lo se tornaram frequentes, deixando-me sozinho em casa com minha filha. Nem ela nem eu nos atrevíamos a tomar a iniciativa, e nosso comportamento era artificial, como se estivéssemos cumprindo um ritual de "não devemos fazer isso", embora ambos soubéssemos o que estava acontecendo. Naquela tarde de sábado, houve uma celebração muito animada na obra; consumimos muito álcool e dançamos até que, no final da tarde, quase todos abandonamos o lugar ao mesmo tempo. Alguns minutos antes, recebi uma ligação da minha esposa me contando que ela estava saindo para a casa dos pais dela e que me deixava encarregado da Sandrita, a quem havia deixado sozinha em casa, com cara de ansiedade, provavelmente de tédio, segundo ela deduziu. Certamente por causa dos drinks, somado ao fato de que eu estava há vários dias em abstinência sexual graças à preguiça da minha mulher, meu pau reagiu vigorosamente à notícia e decidi que não resistiria mais e que naquela noite meus sonhos se tornariam realidade. Encontrei Sandra sentada na sala assistindo televisão, vestida apenas com uma pijama de nylon tipo "baby doll". que expunha quase todas as suas pernas torneadas e seus braços, sendo evidente também que ela não usava sutiã. Consegui conter meus ímpetos apenas amedrontado pela possibilidade de estar interpretando erroneamente a atitude da minha filha. Convenci-a de que tomássemos uma taça de vinho e sentei-me prudentemente ao seu lado, falando sobre tudo e sobre nada. Notava-se que ela estava nervosa; eu, nem se fala. Mas pouco a pouco fomos nos soltando e logo, na quarta taça, já ríamos animadamente, circunstância que aproveitei para conduzir a conversa para temas íntimos. “Pai, não seja tão curioso; para que você quer saber quando e com quem foi minha primeira vez” ela me dizia rindo, o que me animou a insistir e a fazer minhas perguntas mais ousadas. Para então, já havia estendido meu braço sobre seus ombros e aproveitava para atraí-la para mim e juntar minha bochecha com a dela, sem encontrar da parte dela resistência alguma. E de repente, usando minha outra mão, virei seu rosto e beijei sua boca. Ela baixou o rosto e ficou em silêncio; eu falava atropeladamente enquanto acariciava sua bochecha e pedia que ela me olhasse nos olhos. Então, com um olhar doce, ela voltou a me olhar e me ofereceu seus lábios que beijei enquanto sentia que um choque percorria todo o meu corpo e explodia na ponta do meu pau. Decidi avançar pouco a pouco; enquanto a beijava na boca e no pescoço, fiz um discurso sobre o quanto ela me tinha agradado desde muito pequena e sobre os enormes esforços que fiz para não perder o controle e agredi-la. Ela estava como que transportada e apenas balbuciava um ou outro monossílabo de afirmação. Minha mão pela primeira vez acariciou seus seios que me pareceram duríssimos e muito macios ao toque. “Você gosta?” ela me perguntou e eu respondi afundando meu rosto entre eles e chupando alternadamente um e outro mamilo, ao que ela respondia tensionando seu corpo e deixando escapar suaves gemidos. Minha carícia em suas coxas subiu até sua virilha e afastando sua minúscula Calcinhas, afundei meu dedo no seu charco íntimo. "Pai, não...", ela me dizia, e sua mão, que a princípio fazia um esforço tímido para me deter, acabou apertando a minha, como se pedisse para eu ir mais fundo, enquanto nossos beijos transbordavam paixão. Liberei meu pau de sua prisão incômoda e Sandra, sem hesitar, com entusiasmo, começou a me masturbar, passando quase imediatamente a me dar um boquete que me pareceu o mais erótico do mundo. Sua calcinha, a essa altura, já havia desaparecido e eu esfregava seu clitóris duro como uma ervilha. Não havia mais volta; quando ela respirou fundo, me ajoelhei diante dela e, colocando suas pernas sobre meus ombros, enfiei minha língua em sua buceta totalmente encharcada e bebi seus líquidos, enquanto cada toque em seu clitóris a fazia estremecer e gemer de um jeito delicioso. Levantei suas pernas e minha língua, faminta, buscou o buraco do seu cu e lhe dei uma chupada que ela recebeu primeiro com surpresa e depois com entusiasmo. Não esperei mais; meu pau afundou pela primeira vez na vulva que havia sido motivo dos meus sonhos por muitos anos e, antecipando um prazer prolongado, dosifiquei meus impulsos e atrasei sistematicamente meu orgasmo. Sandra, por sua vez, deu rédea solta à sua excitação e, arqueando as costas, teve um orgasmo intenso, acompanhado de um grito obsceno, seguido de pequenas réplicas que duraram um bom tempo. Ela ficou exausta em meus braços e, enquanto nos beijávamos e sua mão brincava com meu pau, ela me contou como cedeu ao impossível moral de desejar sexualmente o próprio pai. Soube então que o maior amor da sua vida havia sido o pai de uma colega de escola, quando minha filha tinha acabado de completar 16 anos. "Não houve ninguém desde então que me desse mais prazer na cama, até que hoje pude confirmar minha percepção de que você deveria ser o amante ideal", ela comentou. Foi frustrante para ela ver passar um atrás do outro vários amantes jovens, que sempre se preocuparam com a própria satisfação e nunca pela dela, que apesar de ser tão sexual, acabava desolada, sem alcançar um orgasmo de verdade, conseguindo apenas um nível interessante de tesão motivado não pelo parceiro, mas pelas suas fantasias que aos poucos começaram a me incluir. Transamos até de madrugada e algumas vezes gozei dentro dela, que em ambas as vezes teve orgasmos incríveis e barulhentos. Foi gostoso abrir suas nádegas e enfiar meu pau no seu cu, que senti deliciosamente apertado; mas melhor ainda foi vê-la colocá-lo na boca quando tirei, como se tentasse deixá-lo limpo. Quase gozei na sua garganta. Cansados, dominados pelo sono, totalmente satisfeitos sexualmente, decidimos que o que aconteceu foi muito gostoso, mas que não era saudável continuar um relacionamento assim. “Minha vida viraria um inferno morando sob o mesmo teto que a mamãe enquanto fodo seu marido, meu próprio pai. Foi delicioso, mas não pode passar daqui”, ela sentenciou. E, pegando suas roupas, foi para seu quarto, me deixando imerso em um mar de dúvidas e reflexões. Desde então, evito encontrar seu olhar e nosso comportamento voltou ao normal. Mas meu tesão fala mais alto e, sozinho, não faço nada além de revisar cada detalhe daquela noite de paixão. Acho que ela está na mesma……………….
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