Continuando essa velha história, obrigado a quem comentaUma mudança de vida 2
Ele se virou de lado na cama e ficou chorando. Eu me levantei e fui ao banheiro, com um sorriso cheio de felicidade, era assim que me sentia. Sentada no vaso, pensei: que dia! Descobri um prazer imenso em ser possuída pelo Jorge, e adorava que meu marido curtisse essa situação. Me ocorreu que ele chorava porque não conseguia aceitar que adorava ver outro me comendo à vontade, chegando até a me encher de porra. É como um viciado, pensei, agora está satisfeito e se arrepende, mas quando a necessidade voltar, ele vai fazer de tudo para repetir a situação. Deitei na minha cama, ao lado do meu marido que ainda não dormia, e acariciei sua cabeça dizendo: "Jura que nunca vai me pedir para fazermos algo assim de novo"; enquanto pensava em como o pau do Jorge era lindo e na vontade que eu tinha de me submeter aos caprichos dele e, ao mesmo tempo, dominar cada vez mais meu marido e humilhá-lo, eu adorava que ele curtisse isso. Adormeci já desfrutando do meu triunfo.
De manhã, acordei, saí da cama, meu marido ainda dormia, fui para a sala e liguei para o celular do Jorge. - Oi, Jorge... como você está?
- Franca, minha putinha, não consigo parar de pensar naquilo de ontem à noite.
- Nem eu, mal posso esperar para você me dar com tudo com esse pau lindo que você tem.
- E seu marido?
- Era disso que queria falar, gostaria de tirar uns dias no trabalho para esclarecer a situação, o que acha?
- Sem problemas, putinha chefe de enfermeiras, um beijinho e me ligue logo. Espero sua ligação.
Voltei ao quarto e olhei para meu marido, que estava nu, sempre gostei da bunda dele, que agora via nua sobre a cama. Fui ao armário e escolhi uma peça íntima que o deixa louco, uma calcinha preta que ele adora. Um tempo depois, ele veio para a cozinha, eu continuei na pia como se não o ouvisse, ele me abraçou por trás, se apoiando em mim, e senti seu pau já duro, virei e o beijei profundamente.
- Oi, meu amor, eu disse.
- Como você está, ele perguntou?
- Eu mais ou menos e você? Now I think I'm good.
- Look, honey, I thought a lot about last night, I'm really confused. I called Jorge to ask him for a couple of days so I can think a little more calmly.
- Do you want to be alone, or would you like me to stay?
- Come on, let's do it, so we can go out and play a little like we used to, back when things were much more innocent.
So we agreed. I put on a very short mini skirt with a lot of flare that the wind always lifts up, and on top, a sheer camisole that lets my little tits show through. My husband got ready and we went out. We took the subway, which was pretty crowded. My husband got on away from me, as if he didn't know me. After a little while, a teenager was already leaning against my booty, and taking advantage of the movement, I started pushing back against him. Soon, I felt a timid little hand caressing me, almost shyly. We continued for a couple more stops and then got off. I hugged my husband and we kissed.
We walked around the mall, and I took the opportunity to give a few guys who were watching us a glimpse of my underwear while riding the escalator. They positioned themselves at just the right distance to get a better view of what was underneath. I was so turned on—how must my husband have been feeling?
We spent the rest of the morning walking around, then went to have lunch at a restaurant. There, I unbuttoned my camisole so the waiter could see my breasts. He was getting more and more nervous, looking like he was about to drop everything. Under the table, I took off my shoe and touched the tip of my foot to my husband's cock, which was rock hard.
- My love, about last night... he said.
- We're not going to talk about last night.
- It's just that I really enjoyed seeing you get fucked by Jorge, and when he made me lick your pussy, and I watched his thick cock go into your pussy while I was sucking... well.
- Putting on my best slutty voice, I said: My love, you already know I can't handle the situation. I'm at his mercy. The next thing he's going to want to do is take my booty, and with that big head his dick has, he's going to hurt me. I'm scared... and Continuei esfregando o pau dele com meu pé.
- Vai, amor, anima que a gente vai gostar.
- Ai, não sei, tô com medo..., me desculpa, meu amor, eu disse e levantei pro banheiro. Tava com um tesão da porra e já pensando na foda que o Jorge ia me dar, me olhei no espelho, que boa atriz você é, sua puta, pensei. Saí do banheiro e sentei do lado do meu marido.
- Perdão, meu amor, não quis te ofender, ele disse.
- É que se a gente fizer de novo, continuei com minha voz de puta, vão vir muitos outros paus, com certeza.
- Me passa o celular do Jorge, ele pediu, eu ditei...
Jorge, Ricardo, como vai, você poderia vir em casa hoje à tarde, não sei quando você pode, te parece em meia hora, OK?
Que simples é a mentalidade dos homens, pensei, que fáceis eles são quando estão com tesão. Saímos e pegamos um táxi pra casa, me apoiei no peito dele e fingi chorar, ele me abraçou e acariciou minha cabeça, levantei o rosto e disse, te amo, meu amor, e o beijei com ternura.
Chegamos em casa, pedi pro meu marido colocar uma música suave e o tirei pra dançar. Dançamos bem coladinhos e, pela primeira vez no dia, senti medo.
- Meu amor, tô com medo, eu disse, ele me apertou mais, como querendo me cobrir com o corpo dele, e falou:
- Assim que tocarem a campainha, isso vai passar na hora, e os dois rimos e continuamos dançando grudados, bem juntinhos. O tempo parecia ter parado, até que o som da campainha desfez nosso abraço, vou abrir e já volto, disse meu marido. Entrou o Jorge e os dois deram um aperto de mão forte, ele veio até mim e me deu um beijo nas duas bochechas, trouxe uma garrafa de champanhe e fui pra cozinha buscar taças, os três em pé fizemos um brinde pelo encontro, o Jorge disse vou me sentar, continuem com o que estavam fazendo. Continuamos dançando com meu marido, dando voltas na sala como se estivéssemos na nossa lua de mel. A voz do Jorge me tirou do meu devaneio, gira ela pro meu lado e agarra ela levantando a saia. E foi o que meu marido fez, diante da exclamação do Jorge ao ver minha calcinha. Essa bunda vai ser minha hoje, Ricardo, vem cá sentar. Meu marido se sentou ao lado dele e senti Jorge me envolver no seu abraço, na mesma posição em que eu estava. Agora era ele quem apertava minha bunda e, abrindo minha camisa, devorava meus peitos como se estivesse faminto. "Vamos para a cama", ele disse. Passamos para o quarto, ele pegou uma cadeira, sentou e disse ao meu marido: "Tira a camisa dela". Ele o fez lentamente. "Come os peitinhos dela. Agora tira a saia e gira ela, quero ver essa bunda de novo. É uma poesia, é digna de uma foto. Tira toda a roupa dela e leva ela no colo até a cama". Meu marido me pegou no colo e me levou até a cama. "Abre as pernas dela e senta na cabeceira, junto dela". Jorge se levantou e se despiu lentamente. Não pude evitar olhar para o pau dele. Ele se aproximou da cabeceira da cama e o deixou ao alcance da minha boca. Primeiro aspirei seu aroma, envolvi a cabeça com a língua e a enterrei entre meus lábios. Jorge começou a me enfiar o dedo e meu marido também estava se despindo e se sentou de novo. Então enfiei aquela tranca o mais fundo que pude. Adorava seu cheiro e seu sabor e, naquele exato instante, me esqueci completamente do meu marido. Jorge se retirou e se posicionou entre minhas pernas, começando a passar toda aquela cabeçona pela minha buceta. "Enfia... por favor, está bom, mas só a cabecinha". E ele a deixou ali e disse: "Não se mexe". Eu desejava senti-la até o fundo. Ele permaneceu nessa posição enquanto brincava com a língua nos meus peitos. Se ergueu um pouco e a enfiou toda de uma vez, me dando meu primeiro orgasmo. Disse ao meu marido para me beijar e, enquanto começava a me comer com força, disse que via uma imagem muito terna. Ele ficou me bombando não sei por quanto tempo, mas me pareceu uma eternidade, e então a deixou cravada no fundo. Eu sacudia minhas pernas, enfiada, me sentia no paraíso. Ele saiu de cima de mim e disse ao Ricardo: "Põe uma almofadinha e vira ela". Todos sabíamos o que ia acontecer. "Chega mais perto para ver o buraquinho da sua mulher, porque vai ser a última vez que você o vê tão fechadinho", ele disse. enquanto eu separava as nádegas, o pau do meu marido ficava pulando sem parar, pensei que a qualquer momento ele gozaria, mas não foi assim. Aproveitei e apertei forte enquanto olhava minha bunda aberta. Traz um lubrificante, Ricardo. Parece que ele já estava preparado porque tirou da mesa de cabeceira, nunca tinha visto. Jorge soltou minhas nádegas e deixou cair um jorro que deslizou para dentro e para baixo, e parte caía na cabeça do pau dele que estava apoiada em mim. Meu marido observava de perto. "Abre mais as nádegas dela pra ver melhor", disse Jorge. Naquele instante senti a cabeça dele pressionando para entrar, e quando entrou soltei um grito profundo. Jorge ficou parado e disse a Ricardo: "Tem que deixar ela se acostumar". Quando senti que já não doía tanto, comecei a me mexer. "E quando você sente que elas começam a se mover, é porque estão prontas", ele disse, e começou a me serrar como um animal. Eu não aguentava mais de tanto prazer, me sentia estranha, como se estivesse tampada por algo que invadia todo meu interior. Ele me pegou pelos quadris e, se erguendo, me fez levantar com ele, e ordenou ao meu marido: "Chupa a buceta dela". Continuou me bombando por um longo tempo, até que comecei a pedir por favor, com minha melhor voz de puta, que ele me desse o leite. "Sim... arromba minha bunda... enche de porra de macho quente... para que o corno aprenda como se faz uma bunda..." Senti a explosão de Jorge, que me afundou de volta na cama, caindo sobre meu marido. Jorge deixou sua ereção diminuir aos poucos; demorou muito mais para perder do que quando tinha comido minha buceta da vez anterior. Retirou-se lentamente, ordenando a Ricardo que se aproximasse para ver. Quando tirou sua cabeça ainda inchada, senti como um vazio imenso, sentia minha bunda muito aberta e não sei quantos orgasmos tive ao sentir a porra dele. "Ela merece um beijinho pelo trabalho", disse a Ricardo, e este beijou novamente o pau dele. Jorge se levantou e nos disse: "Vou me vestir e ir embora, os casais precisam de sua intimidade". Não me mexi da minha posição. O marido vestiu um roupão e acompanhou Jorge até a porta. Quando voltou, eu disse: "Limpa minha bunda com a língua, corno. Tira todo o gozo que conseguir". Ele parecia um maníaco comendo, e eu sentia uma sensação que não era exatamente um orgasmo, mas era muito gostosa. Depois de um tempo, ordenei que parasse e me virei. "Põe uma camisinha e me come". Senti a ponta dele apoiando suavemente e entrando com cuidado. "Não goza até eu mandar. Se estiver muito perto, fica paradinho, mas não goza". Como da outra vez, ele começou a me comer devagar e escondeu a cabeça no meu ombro. Comecei a falar no ouvido dele: "Não quero chororô depois, corno, hein... Deixei bem aberto o cu...? Aprendeu como se faz...?" Sentia os pulsos do pau dele, dava pra ver que estava bem perto. Ele ficou paradinho e eu parei de falar. Quando senti que o pau não pulsava mais tanto, falei: "Adoro o pau do Jorge, vamos ter que arrumar um cantinho pra ele em casa, né? Sabe a sensação quando ele goza? O cara solta um montão". "Agora vou dar pra quem eu quiser e quando eu quiser... e você vai poder ver, corno, como sua mulherzinha é uma putinha... Quem sabe, né?" E coloquei a voz mais de puta que consegui: "O Jorge tem um amiguinho e podem me fazer numa suruba...". De novo, o pau dele pulsava que nem louco. Dessa vez não ia parar. "Imagina duas picas me enchendo de porra quentinha e você assistindo, e depois lambendo tudo com essa boquinha de chupetinha que você tem". Ele se contraiu e acho que soltou jatos e jatos de porra. Eu tive um orgasmo prolongado que me deixou de cama. Dessa vez ele não chorou, só ficou dormindo...
Ele se virou de lado na cama e ficou chorando. Eu me levantei e fui ao banheiro, com um sorriso cheio de felicidade, era assim que me sentia. Sentada no vaso, pensei: que dia! Descobri um prazer imenso em ser possuída pelo Jorge, e adorava que meu marido curtisse essa situação. Me ocorreu que ele chorava porque não conseguia aceitar que adorava ver outro me comendo à vontade, chegando até a me encher de porra. É como um viciado, pensei, agora está satisfeito e se arrepende, mas quando a necessidade voltar, ele vai fazer de tudo para repetir a situação. Deitei na minha cama, ao lado do meu marido que ainda não dormia, e acariciei sua cabeça dizendo: "Jura que nunca vai me pedir para fazermos algo assim de novo"; enquanto pensava em como o pau do Jorge era lindo e na vontade que eu tinha de me submeter aos caprichos dele e, ao mesmo tempo, dominar cada vez mais meu marido e humilhá-lo, eu adorava que ele curtisse isso. Adormeci já desfrutando do meu triunfo.
De manhã, acordei, saí da cama, meu marido ainda dormia, fui para a sala e liguei para o celular do Jorge. - Oi, Jorge... como você está?
- Franca, minha putinha, não consigo parar de pensar naquilo de ontem à noite.
- Nem eu, mal posso esperar para você me dar com tudo com esse pau lindo que você tem.
- E seu marido?
- Era disso que queria falar, gostaria de tirar uns dias no trabalho para esclarecer a situação, o que acha?
- Sem problemas, putinha chefe de enfermeiras, um beijinho e me ligue logo. Espero sua ligação.
Voltei ao quarto e olhei para meu marido, que estava nu, sempre gostei da bunda dele, que agora via nua sobre a cama. Fui ao armário e escolhi uma peça íntima que o deixa louco, uma calcinha preta que ele adora. Um tempo depois, ele veio para a cozinha, eu continuei na pia como se não o ouvisse, ele me abraçou por trás, se apoiando em mim, e senti seu pau já duro, virei e o beijei profundamente.
- Oi, meu amor, eu disse.
- Como você está, ele perguntou?
- Eu mais ou menos e você? Now I think I'm good.
- Look, honey, I thought a lot about last night, I'm really confused. I called Jorge to ask him for a couple of days so I can think a little more calmly.
- Do you want to be alone, or would you like me to stay?
- Come on, let's do it, so we can go out and play a little like we used to, back when things were much more innocent.
So we agreed. I put on a very short mini skirt with a lot of flare that the wind always lifts up, and on top, a sheer camisole that lets my little tits show through. My husband got ready and we went out. We took the subway, which was pretty crowded. My husband got on away from me, as if he didn't know me. After a little while, a teenager was already leaning against my booty, and taking advantage of the movement, I started pushing back against him. Soon, I felt a timid little hand caressing me, almost shyly. We continued for a couple more stops and then got off. I hugged my husband and we kissed.
We walked around the mall, and I took the opportunity to give a few guys who were watching us a glimpse of my underwear while riding the escalator. They positioned themselves at just the right distance to get a better view of what was underneath. I was so turned on—how must my husband have been feeling?
We spent the rest of the morning walking around, then went to have lunch at a restaurant. There, I unbuttoned my camisole so the waiter could see my breasts. He was getting more and more nervous, looking like he was about to drop everything. Under the table, I took off my shoe and touched the tip of my foot to my husband's cock, which was rock hard.
- My love, about last night... he said.
- We're not going to talk about last night.
- It's just that I really enjoyed seeing you get fucked by Jorge, and when he made me lick your pussy, and I watched his thick cock go into your pussy while I was sucking... well.
- Putting on my best slutty voice, I said: My love, you already know I can't handle the situation. I'm at his mercy. The next thing he's going to want to do is take my booty, and with that big head his dick has, he's going to hurt me. I'm scared... and Continuei esfregando o pau dele com meu pé.
- Vai, amor, anima que a gente vai gostar.
- Ai, não sei, tô com medo..., me desculpa, meu amor, eu disse e levantei pro banheiro. Tava com um tesão da porra e já pensando na foda que o Jorge ia me dar, me olhei no espelho, que boa atriz você é, sua puta, pensei. Saí do banheiro e sentei do lado do meu marido.
- Perdão, meu amor, não quis te ofender, ele disse.
- É que se a gente fizer de novo, continuei com minha voz de puta, vão vir muitos outros paus, com certeza.
- Me passa o celular do Jorge, ele pediu, eu ditei...
Jorge, Ricardo, como vai, você poderia vir em casa hoje à tarde, não sei quando você pode, te parece em meia hora, OK?
Que simples é a mentalidade dos homens, pensei, que fáceis eles são quando estão com tesão. Saímos e pegamos um táxi pra casa, me apoiei no peito dele e fingi chorar, ele me abraçou e acariciou minha cabeça, levantei o rosto e disse, te amo, meu amor, e o beijei com ternura.
Chegamos em casa, pedi pro meu marido colocar uma música suave e o tirei pra dançar. Dançamos bem coladinhos e, pela primeira vez no dia, senti medo.
- Meu amor, tô com medo, eu disse, ele me apertou mais, como querendo me cobrir com o corpo dele, e falou:
- Assim que tocarem a campainha, isso vai passar na hora, e os dois rimos e continuamos dançando grudados, bem juntinhos. O tempo parecia ter parado, até que o som da campainha desfez nosso abraço, vou abrir e já volto, disse meu marido. Entrou o Jorge e os dois deram um aperto de mão forte, ele veio até mim e me deu um beijo nas duas bochechas, trouxe uma garrafa de champanhe e fui pra cozinha buscar taças, os três em pé fizemos um brinde pelo encontro, o Jorge disse vou me sentar, continuem com o que estavam fazendo. Continuamos dançando com meu marido, dando voltas na sala como se estivéssemos na nossa lua de mel. A voz do Jorge me tirou do meu devaneio, gira ela pro meu lado e agarra ela levantando a saia. E foi o que meu marido fez, diante da exclamação do Jorge ao ver minha calcinha. Essa bunda vai ser minha hoje, Ricardo, vem cá sentar. Meu marido se sentou ao lado dele e senti Jorge me envolver no seu abraço, na mesma posição em que eu estava. Agora era ele quem apertava minha bunda e, abrindo minha camisa, devorava meus peitos como se estivesse faminto. "Vamos para a cama", ele disse. Passamos para o quarto, ele pegou uma cadeira, sentou e disse ao meu marido: "Tira a camisa dela". Ele o fez lentamente. "Come os peitinhos dela. Agora tira a saia e gira ela, quero ver essa bunda de novo. É uma poesia, é digna de uma foto. Tira toda a roupa dela e leva ela no colo até a cama". Meu marido me pegou no colo e me levou até a cama. "Abre as pernas dela e senta na cabeceira, junto dela". Jorge se levantou e se despiu lentamente. Não pude evitar olhar para o pau dele. Ele se aproximou da cabeceira da cama e o deixou ao alcance da minha boca. Primeiro aspirei seu aroma, envolvi a cabeça com a língua e a enterrei entre meus lábios. Jorge começou a me enfiar o dedo e meu marido também estava se despindo e se sentou de novo. Então enfiei aquela tranca o mais fundo que pude. Adorava seu cheiro e seu sabor e, naquele exato instante, me esqueci completamente do meu marido. Jorge se retirou e se posicionou entre minhas pernas, começando a passar toda aquela cabeçona pela minha buceta. "Enfia... por favor, está bom, mas só a cabecinha". E ele a deixou ali e disse: "Não se mexe". Eu desejava senti-la até o fundo. Ele permaneceu nessa posição enquanto brincava com a língua nos meus peitos. Se ergueu um pouco e a enfiou toda de uma vez, me dando meu primeiro orgasmo. Disse ao meu marido para me beijar e, enquanto começava a me comer com força, disse que via uma imagem muito terna. Ele ficou me bombando não sei por quanto tempo, mas me pareceu uma eternidade, e então a deixou cravada no fundo. Eu sacudia minhas pernas, enfiada, me sentia no paraíso. Ele saiu de cima de mim e disse ao Ricardo: "Põe uma almofadinha e vira ela". Todos sabíamos o que ia acontecer. "Chega mais perto para ver o buraquinho da sua mulher, porque vai ser a última vez que você o vê tão fechadinho", ele disse. enquanto eu separava as nádegas, o pau do meu marido ficava pulando sem parar, pensei que a qualquer momento ele gozaria, mas não foi assim. Aproveitei e apertei forte enquanto olhava minha bunda aberta. Traz um lubrificante, Ricardo. Parece que ele já estava preparado porque tirou da mesa de cabeceira, nunca tinha visto. Jorge soltou minhas nádegas e deixou cair um jorro que deslizou para dentro e para baixo, e parte caía na cabeça do pau dele que estava apoiada em mim. Meu marido observava de perto. "Abre mais as nádegas dela pra ver melhor", disse Jorge. Naquele instante senti a cabeça dele pressionando para entrar, e quando entrou soltei um grito profundo. Jorge ficou parado e disse a Ricardo: "Tem que deixar ela se acostumar". Quando senti que já não doía tanto, comecei a me mexer. "E quando você sente que elas começam a se mover, é porque estão prontas", ele disse, e começou a me serrar como um animal. Eu não aguentava mais de tanto prazer, me sentia estranha, como se estivesse tampada por algo que invadia todo meu interior. Ele me pegou pelos quadris e, se erguendo, me fez levantar com ele, e ordenou ao meu marido: "Chupa a buceta dela". Continuou me bombando por um longo tempo, até que comecei a pedir por favor, com minha melhor voz de puta, que ele me desse o leite. "Sim... arromba minha bunda... enche de porra de macho quente... para que o corno aprenda como se faz uma bunda..." Senti a explosão de Jorge, que me afundou de volta na cama, caindo sobre meu marido. Jorge deixou sua ereção diminuir aos poucos; demorou muito mais para perder do que quando tinha comido minha buceta da vez anterior. Retirou-se lentamente, ordenando a Ricardo que se aproximasse para ver. Quando tirou sua cabeça ainda inchada, senti como um vazio imenso, sentia minha bunda muito aberta e não sei quantos orgasmos tive ao sentir a porra dele. "Ela merece um beijinho pelo trabalho", disse a Ricardo, e este beijou novamente o pau dele. Jorge se levantou e nos disse: "Vou me vestir e ir embora, os casais precisam de sua intimidade". Não me mexi da minha posição. O marido vestiu um roupão e acompanhou Jorge até a porta. Quando voltou, eu disse: "Limpa minha bunda com a língua, corno. Tira todo o gozo que conseguir". Ele parecia um maníaco comendo, e eu sentia uma sensação que não era exatamente um orgasmo, mas era muito gostosa. Depois de um tempo, ordenei que parasse e me virei. "Põe uma camisinha e me come". Senti a ponta dele apoiando suavemente e entrando com cuidado. "Não goza até eu mandar. Se estiver muito perto, fica paradinho, mas não goza". Como da outra vez, ele começou a me comer devagar e escondeu a cabeça no meu ombro. Comecei a falar no ouvido dele: "Não quero chororô depois, corno, hein... Deixei bem aberto o cu...? Aprendeu como se faz...?" Sentia os pulsos do pau dele, dava pra ver que estava bem perto. Ele ficou paradinho e eu parei de falar. Quando senti que o pau não pulsava mais tanto, falei: "Adoro o pau do Jorge, vamos ter que arrumar um cantinho pra ele em casa, né? Sabe a sensação quando ele goza? O cara solta um montão". "Agora vou dar pra quem eu quiser e quando eu quiser... e você vai poder ver, corno, como sua mulherzinha é uma putinha... Quem sabe, né?" E coloquei a voz mais de puta que consegui: "O Jorge tem um amiguinho e podem me fazer numa suruba...". De novo, o pau dele pulsava que nem louco. Dessa vez não ia parar. "Imagina duas picas me enchendo de porra quentinha e você assistindo, e depois lambendo tudo com essa boquinha de chupetinha que você tem". Ele se contraiu e acho que soltou jatos e jatos de porra. Eu tive um orgasmo prolongado que me deixou de cama. Dessa vez ele não chorou, só ficou dormindo...
5 comentários - Uma Nova Vida 2
me encanto y qe bueno que ya no hubo llantos!!
la verdad que me saco de onda!!!
felicidades +5
como siempre cada vez mejor !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
mis 10