FOTOS COMPROMETEDORAS
Frida já estava começando a se acostumar com as broncas do chefe toda manhã e ainda não sabia direito por que ele sempre descontava aquela raiva nela. Ela achava que devia ser assim, mais do que uma mania de perseguição, uma espécie de válvula de escape que aquele homem precisava descarregar em alguém. Mas já não se assustava mais como no começo, quando ele ameaçava mandá-la embora a cada dois por três.
Ela se sentou na mesa, depois da briga, tentando ficar relaxada, ligando o computador, pronta pra ler os e-mails que se acumulavam na caixa de entrada. Tudo dentro do normal, até que chegou num que dizia "pra minha putinha" e o remetente era um tal de "Pitbull". O primeiro pensamento foi considerar aquilo como spam. Mesmo assim, a curiosidade fez ela abrir:
- "Oi putinha, você é minha, sabia? No fundo, eu sabia que você era uma piranha de marca maior, uma safada incorrigível, mas agora vou fazer de você a mais gostosa de todas as vadias"
Frida sorriu, pensando nas ideias que alguns tinham pra mandar spam e piadas na internet. Decidiu apagar aquela mensagem. Mas, curiosamente, poucos segundos depois, o som inconfundível de um novo e-mail fez ela levantar os olhos pro monitor. O assunto de novo "pra minha putinha" e o remetente outra vez, "Pitbull". Dessa vez, Frida não sorriu ao ler:
- "Se você acha que vai me apagar, assim na cara dura, tá muito enganada, pedaço de putinha. Tô te vigiando, entendeu?"
Frida se levantou, tentando ver entre os colegas de escritório algum que estivesse morrendo de rir ou que desse alguma pista sobre a origem do suposto brincalhão. Ninguém parecia estar fora do seu trabalho concentrado e era difícil descobrir com um só olhar. Ela decidiu responder só com uma frase:
- "Quem é você, seu bosta?"
De novo, uma mensagem quase instantânea:
- "Por enquanto, gostosa, você não vai fazer as perguntas, entendeu? Você vai se limitar obedecer e pronto. Não pense que vai adivinhar quem eu sou tão fácil assim, porque você nunca vai saber. Bom, só quando eu achar conveniente”.
A primeira reação da garota foi tentar achar uma explicação pra tudo aquilo, mas não encontrava. Se era uma brincadeira, já estava começando a irritá-la, e se alguém queria ferrar com ela, estava conseguindo — pelo menos estava assustando ela mais do que o normal. Ela poderia ir falar com o chefe e contar o tipo de mensagem que estava recebendo, mas sabia que a reação dele poderia ser pior que as broncas matinais. Não era o tipo de cara que gostava de besteiras nem de perder tempo. Foi nesse momento que uma nova mensagem do mesmo remetente, “Pitbull”, apareceu na tela:
- “Olha, gatinha, nem pense em contar essa história pra ninguém, primeiro porque você não ia sair bem dessa, e segundo porque você está sob minhas ordens. Lembra de uma coisa: tenho motivos poderosos pra te moer viva. Dá uma olhada nas fotos que anexei e vai entender do que estou falando”.
Ela se sentia totalmente incrédula com o que lia, mas mesmo assim abriu os arquivos anexados com medo, pensando que no fim poderia ser uma zoação de algum colega mais “engraçadinho”. Mas conforme os arquivos foram abrindo, o rosto dela foi mudando de cor até ficar completamente branco. Em todas as fotos, aparecia ela, com bastante clareza, de joelhos, fazendo um boquete no chefe da contabilidade no banheiro masculino. A cena era completa: quando ela abaixava o zíper dele, quando tirava a pica dele da calça e quando a boca dela engolia o instrumento inteiro daquele homem. Não tinha dúvida de que era ela. O rosto dela aparecia claramente na imagem. Por um momento, pensou que tudo aquilo fosse um pesadelo e que acordaria a qualquer instante, mas não era assim — tudo era real… real demais. Maldito o dia em que conheceu aquele colega da contabilidade, que agora estava demitido. Eles se envolveram de a maneira mais idiota, sendo a relação deles a mais efêmera possível, mas não para aquela câmera que devia estar escondida no cubículo, no momento mais inoportuno e que agora, meses depois, oferecia umas fotos tão comprometedoras. Frida tentava pensar, ver uma razão para tudo aquilo, quando chegou uma nova mensagem do seu assediador anônimo:
- “Vai ver, putinha, que não estou blefando. Você sai gostosa nessas fotos, hein? E além disso… mmmmhh, tem uma boquinha que chupa como os deuses. Não sabia que você era tão porca, isso me deixa muito bruto”
O primeiro desejo era sair correndo dali, mas pra onde? Aquele homem a tinha encurralada. Queria tirar a dúvida se tudo era parte de uma brincadeira pesada ou simplesmente porque alguém estava chantageando ela da forma mais vil. Mandou uma mensagem curta pro desconhecido:
- “O que você quer, filho da puta?”
A resposta não demorou:
- “Xiiiiiiu, putinha, não vai me fazer ficar bravo, porque posso te foder viva, entendeu bem? Imagina por um momento o que seu chefe diria se visse essas fotos, ou seu namorado, ou seu pai… É engraçado, né? Consegue imaginar a cara de qualquer um deles se eu mandar?”
Uma lágrima escorreu pela bochecha daquela mulher que se sentia destruída, perseguida, sem nenhum tipo de solução à vista, além de esperar as intenções daquele homem desconhecido. Respondeu soluçando:
- “Quanto você quer?”
Esperou um tempo que não deve ter sido muito, mas que pareceu uma eternidade. Dessa vez, Pitbull não respondeu por e-mail, mas pelo celular dela. Frida se assustou. A voz do outro lado era um sussurro, provavelmente pra não ser reconhecido por ela:
- Kkkkkkk… Dinheiro, putinha? É, não seria ruim, quem sabe? Você me faria ganhar muita grana às custas dessas fotos. Mas eu quero algo mais de você.
- O que você quer? Por favor, não faz isso comigo…
- Olha, é muito simples. Você tem duas opções: A primeira é fazer o que eu mandar e vai ver que No final, você acaba gostando, ou segunda, não me dando ouvidos, o que não recomendo… já sabe por quê.
- Mas o que você quer que eu faça?
- Quero que você saia do trabalho. Agora!
- Mas não posso.
- Você não entende, sua puta. Estou mandando você sair agora mesmo e ir pra rua.
- Mas o que eu falo pro meu chefe?
- Foda-se. Fala o que quiser.
A ligação caiu. Frida estava um caco de nervos. Por um lado, não conseguia acreditar no que estava acontecendo com ela; por outro, se sentia profundamente intrigada com as intenções daquele sujeito que a estava chantageando. Obedeceu às ordens, dando uma desculpa pro chefe, dizendo que não estava nada bem — e de certo modo era verdade, porque a angústia a apertava, as mãos suavam e calafrios terríveis percorriam todo o corpo dela ao pensar nas consequências que tudo aquilo poderia trazer. Assim que chegou na rua, recebeu uma nova ligação da voz anônima.
- Acho, gostosa, que a gente vai se entender. Gosto que minha raposinha obedeça sem reclamar. Bom começo. Você vai ter sua recompensa e vou deixar você aproveitar um pouquinho dessa situação.
- Por favor, não me torture mais, me diz o que você quer, eu imploro.
- Gosto quando você implora, me deixa com o pau duro. Isso significa que você concorda que é minha puta. Não é verdade?
Ela, tremendo, demorou uns segundos pra responder. Sabia que aquele cara ia ficar mais agressivo se ela discordasse. Respondeu timidamente.
- Sim.
- Sim, o quê?
- Sou sua puta.
Ao soltar aquela frase da boca, sentiu uma sensação estranha, como se não tivesse sido ela quem falou, e o mais bizarro é que, ao fazer isso, sentiu um efeito menos ruim do que esperava.
- Viu que bom, minha menina? Já te falei que a gente ia se divertir. Agora você vai até a loja de roupas que fica duas ruas pra baixo. Pergunta por umas peças que arrumaram no seu nome. Você vai prová-las, mas em Realmente não vai ser preciso, porque eu conheço suas medidas e sei que vai ficar uma delícia em você.
Frida andava rua abaixo pensando se aquele cara poderia estar observando ela de alguma janela, e até virou algumas vezes pra trás, achando que estava sendo seguida. Chegou na loja lotada de gente e foi direto pro balcão.
- Vim pegar uma roupa no nome de Frida Vázquez.
As duas vendedoras se olharam e sorriram. Com um aceno, mandaram ela segui-las. Elas conversavam entre si e riam pelo caminho, virando de vez em quando pra olhar pra ela. Chegaram num elevador e subiram em silêncio. Nem as duas moças falavam, nem ela ousava perguntar. Entraram num escritório sem janelas, com duas cadeiras, uma mesa grande vazia e um armário. Uma das vendedoras fechou a porta com chave e naquele momento o celular de Frida tocou de novo:
- Então, putinha, tá com medo?
- Sim.
- Bom, isso é um bom sinal, o medo é excitante. Gosto que seja assim. Vai ver como vamos nos divertir todos. Coloca seu celular no aparelho que tá pendurado na parede, é um "viva-voz" e assim vamos poder trabalhar melhor todos.
Ela não entendia direito aquela frase quando ele dizia "todos" e muito menos "trabalhar". As duas vendedoras continuavam olhando pra ela sem dizer uma palavra. De novo a voz sussurrante soou do outro lado da linha, mas dessa vez dava pra ouvir claramente por toda a sala através de duas caixas de som penduradas no teto.
- Tá me ouvindo melhor agora, né?
- Sim.
- Olha, rabuda, vou te apresentar duas das minhas melhores alunas. Elas começaram como você e agora são super aplicadas, além de lindas e obedientes, umas vadias. Elas têm ordem de não falar, então não espera que elas te digam nada. Se quiser alguma coisa, fala exclusivamente comigo. Entendeu?
- Sim.
- Acho que você vai ser muito boa. Olha, a loira se chama Diana e a ruiva Karen. Meninas, cumprimentem nossa convidada.
Naquele momento, Diana, a Uma loira alta se aproximou da apavorada Frida e, enquanto apalpava um dos peitos dela, deu um beijo demorado nos lábios dela, mordendo e sugando. Sem tempo pra pobre garota reagir, Karen chegou perto pra beijar ela do mesmo jeito, só que dessa vez abrindo a boca de Frida com a própria e enfiando a língua, explorando as gengivas, os dentes e a língua dela. Frida se soltou como pôde, colando na parede e gritando de susto.
— Que porra de buceta vocês tão fazendo?
A voz do outro lado do telefone parecia se divertir pra caralho com tudo aquilo.
— Kkkkk. Gostou, raposinha?
— Que merda é essa? Diz logo o que vocês querem.
— Você, sua puta, o que mais?
— Não tô a fim…
— Olha, qual parte você não entendeu? Eu falei que tinha duas opções: me ignorar, o que não é nada recomendável, ou me obedecer como uma boa garota.
Frida se sentia estranha, mal tinha acabado de se beijar com aquelas duas desconhecidas numa situação bizarra e negava pra si mesma que aquilo pudesse dar algum tesão. Se ver submissa, presa e humilhada de certo jeito tava causando prazer nela, e ela queria tirar isso da cabeça. Assustada com tudo e consigo mesma, tentou perguntar pro interlocutor quais eram as intenções dele.
— Mas o que vocês vão fazer comigo?
— Não vamos fazer nada que você não queira. A porta tá aí com as chaves do lado de dentro, quando quiser, vaza. Mas claro, lembra que eu te tenho bem presa pelas bolas, ou melhor, pelos peitos. Kkkkk…
— Quer dizer que posso ir embora quando quiser?
— Mas sua puta do caralho, vai encher o saco com mil perguntas ou o quê?
— Tá bom, eu obedeço, mas depois vocês me deixam em paz, né? Ou vai continuar me perseguindo com as fotos de merda?
— Você tá se comportando muito mal, sua vadiazinha, tá me enchendo o saco, então vou ter que te dar um castigo extra. Bom, pra você ficar mais tranquila, te digo que depois você vai me implorar pra coisa não parar só no que rolou hoje. Pode acreditar. Você tem toda liberdade de ir embora quando quiser.
- O que eu tenho que fazer?
- Ótimo, gosto que você tá mais disposta. Se for uma menina boazinha, vai ganhar um presente; senão, um castigo. Mas às vezes eu confundo as duas coisas... hahaha... Pra começar, meninas, mãos à obra.
Mesmo apavorada, Frida ficou paralisada, enquanto Karen e Diana começavam a despir ela, exatamente como a voz autoritária tinha mandado. Primeiro a calça, que as duas desciam pelas coxas dela, depois a jaqueta, em seguida a blusa e, por último, a roupa íntima. Nunca tinha sentido nada igual antes, mas gostou de oferecer o corpo nu pra elas verem. A voz ecoou de novo:
- Mmmm, você é bem gostosa mesmo, foxy.
Frida cobriu os peitos nus instintivamente e olhou pra todo lado, achando que alguma câmera podia estar filmando ela, já que tava sozinha com as duas garotas. Pitbull falou de novo:
- É, não procura, gata, tô te vendo, lembra que você tá sendo vigiada o tempo todo. Agora as meninas vão te preparar. Tá disposta?
Instintivamente, Frida só respondeu com um movimento de cabeça, porque as ações dela já estavam mecânicas e quase involuntárias. As caixas de som soltaram a voz misteriosa de novo:
- Agora você vai ser uma putinha boazinha. Karen e Diana são profissionais e vão te transformar numa escrava divina. Pra começar, vamos deixar essa buceta bem limpinha de pelos, completamente depilada. O pelo feia e eu não aguento.
Frida continuava muda e, surpreendentemente, se deixava fazer, agindo como uma boneca, pensando que aquilo teria que acabar mais cedo ou mais tarde, mas sempre curiosa pra saber o que viria depois. Se deixou levar até a mesa, onde deitaram ela, com o corpo nu virado pro teto e desde Sua posição permitiu que ela visse a câmera que antes não tinha notado, vigilante do centro do quarto. Tentou esboçar um sorriso, mas não tinha certeza se era mais para implorar por piedade do que para tentar agradar seu perseguidor, ou porque, de certa forma, aquilo estava lhe causando uma sensação mais gostosa do que esperava. Pensou que o homem devia estar se divertindo atrás da câmera enquanto aquelas desconhecidas estavam depilando a buceta dela. Preferiu não olhar, continuando de olhos fechados até ver que aquele anônimo sem cérebro saciasse sua sede sádica de um jeito ou de outro. Entendia que aquele era o preço que tinha que pagar por aquelas fotos. E se o cara quisesse foder ela, não ia reclamar, porque uma transa era melhor que um escândalo que pudesse dar um rumo desagradável na vida dela. Passou pela cabeça dela a imagem do chefe, do pai e do namorado, com a possibilidade de ser descoberta por causa daquelas malditas imagens. No fim das contas, o que é uma foda? Se o cara queria o corpo dela, ela ia entregar sem objeção. A voz falou:
- Já pode olhar, foxy, vai ver o trabalho bonito que fizeram em você.
A virilha dela estava totalmente depilada e, sinceramente, ela quase não tinha sentido nada; o medo e a incerteza deviam ter servido de anestésico perfeito. Quantas vezes ela tinha se recusado a depilar para o namorado, e agora estava ali com aquelas desconhecidas que fizeram um raspar rápido e perfeito, sem um único fio de pelo. Enquanto a voz ria e curtia o visual novo dela.
- Fica de pé e vira. Quero ver esse corpo gostoso.
Frida obedeceu de novo e se virou, sentindo as palpitações na buceta indicando o tesão que estava vivendo.
- Meninas, deem um bom banho nela.
Quando aquele desconhecido falou aquilo, Frida achou que era um banho de água e sabão, mas de novo as garotas a levaram até a mesa, deitaram ela e se entregaram a uma cerimônia curiosa: começaram a lamber ela com as línguas delas. Iniciaram a tarefa. Pelos pés dela, em silêncio, prosseguiram pelas coxas até alcançar a buceta molhada dela. Como duas feras, atacaram-na, devorando-a. Eram como duas lobas brigando por um pedaço de carne, só que aquela carne eram os lábios vaginais dela, a boceta pulsante, o clitóris... Chuparam, lamberam e morderam com gana aquelas vadias famintas, que, indescritivelmente, proporcionavam a ela um prazer inusitado. Frida não só se deixou fazer, como relaxou todos os músculos que até então estavam travados para sentir como as mãos, as bocas e, especialmente, as línguas davam a ela o maior tesão da vida. Aquelas mulheres habilidosas exploravam cada centímetro da pele dela, focando com gosto na buceta encharcada até que ela teve que se agarrar na mesa para soltar um som seco da garganta, uma mistura de grito e gemido abafado por causa de um orgasmo intenso que estava recebendo, enquanto o corpo continuava se contorcendo sem parar. De novo, a voz nos alto-falantes quebrou o silêncio.
- Bravo, meninas, fizeram uma boa lavagem. A puta ficou satisfeita, para esta primeira sessão. Mas agora é a vez dela trabalhar, quero ver o quanto está disposta. Vistam ela!
Imediatamente, ajudaram ela a se levantar e começaram a vesti-la dos pés para cima. Umas meias de arrastão, uma saia preta bem justa de couro preto sem nada por baixo e um corset sem alças bem apertado na cintura. Pra finalizar, uma maquiagem exageradamente chamativa. A imagem dela no espelho mostrava o que o interlocutor queria: uma puta das mais provocantes. De novo, a transmissão daquele homem:
- Agora, gatinha, sua prova final. Se passar, podemos deixar você ir e esquecer tudo, mas tem que tirar nota máxima, depende de você. Mas se conseguir passar, vai renascer a puta que existe dentro de você e não vai querer parar por aí. As meninas vão te dar uma taça e você me traz ela cheia de porra, mas você sabe a que porra me refiro.
- Mas eu... — Quem disse que você pode falar? Deixa eu terminar, foxy. Quero aquele copo cheio de porra, entendeu? E depois, obediente, você volta aqui pra me mostrar que foi uma menina boa e bebe tudo. Você tem vinte minutos. É sua prova de fogo. Não me decepcione.
— Mas eu não consigo fazer isso. Além do mais, é impossível em tão pouco tempo.
— Se vira. Quero ele cheio em vinte minutos e você já tá perdendo tempo. Ah, uma coisa: não pode usar sua buceta, entendeu? Isso é sagrado… por enquanto.
Frida estava um caco, totalmente perdida. Pensou por um momento em largar tudo, esquecer o que pudesse acontecer, sair correndo e arcar com as consequências, mas algo dentro dela a empurrava pra continuar e terminar o que tinha começado. Quando começou a andar, percebeu que uma coisa se mexia dentro da vagina. Ficou paralisada.
— Ah, ia esquecendo de te falar: as meninas colocaram umas bolinhas em você. Assim eu garanto que você não vai trapacear com sua xereca. De quebra, vão animar seu passeio…
Era verdade: a cada passo, aquelas bolas chinesas com uma vibração estranha davam um tesão danado nela, e quase correndo foi com o copo pra rua. Apesar de tudo, parecia estar representando perfeitamente seu novo papel. Enquanto andava, os carros buzinavam — sem dúvida, sua roupa deixava claro o que ela estava procurando: guerra. E ela se sentia satisfeita com o próprio progresso. Tinha virado uma puta, e curiosamente, isso a divertia. Não lhe veio outra ideia senão procurar um pequeno comércio em reforma. Entrou sem bater.
Os quatro trabalhadores que estavam na lida, pintando uma das paredes daquele comércio em construção, pararam de repente ao se deparar na porta com uma gostosa linda, de saia curtíssima, saltos plataforma e uma expressão das mais provocantes e perversas.
Frida se sentia transformada, como uma mulher nova. Ela tirou forças de sei lá onde pra conseguir seu objetivo: encher a porra da taça. Em poucos segundos, estava nua diante daqueles quatro homens pasmos, que a observavam incrédulos, enquanto aquelas mãos doces masturbavam eles alternadamente e uma boca gostosa tomava conta das respectivas picas deles, desesperada, com uma puta perícia. O som da boca dela chupando e os gemidos de todos era a única coisa que se ouvia naquele lugar. O objetivo dela tava claro e eles não pareciam em condições de perguntar, e mesmo que perguntassem, não receberiam resposta, só uma mulher linda de lábios carnudos que abocanhava as picas duras deles e chupava com desespero até fazê-los gozar dentro de uma taça, como se tudo aquilo fizesse parte de um ritual, uma aposta ou um jogo surpreendente. A primeira pica não demorou a deixar uma boa dose dentro do recipiente, depois outra e mais outra, até que a última, a maior de todas, ainda resistia. Então a garota mamou com mais força, acariciando os ovos daquele homem corpulento. A excitação da garota aumentava, e as bolas dentro da buceta dela ajudavam pra caralho, além da situação tão morbosa e estranha que ela tava vivendo. Ela fechou os olhos num novo orgasmo e naquele exato instante a pica descomunal soltou uns cinco jatos de porra que ela diligentemente orientou pra dentro da taça, embora um ou outro caísse nos peitos nus dela. Ela recolheu com os dedos como se fosse um néctar doce desperdiçado e colocou dentro do copo de cristal.
Sem dar mais nenhuma explicação, Frida se vestiu e saiu correndo, deixando os operários de boca aberta, em direção à loja, subindo a toda pressa até o quarto onde minutos antes tinha sido alvo daquela cerimônia estranha. Chegou exausta e cansada, mas com a taça quase cheia. Se sentia vitoriosa. A voz do dono não demorou:
- Vadia, vadia, você é boa, sim. Sabia desde o começo. Mas… Vejo que você não encheu o copo.
- Me desculpa muito, não tive tempo suficiente.
As palavras de Frida soavam totalmente sinceras e submissas, e essa disposição fez com que Pitbull fosse mais condescendente.
- Tá bom. Bebe logo, foxy!
Ela obedeceu sem reclamar e sem criar nenhum obstáculo para algo que nunca tinha feito antes. O namorado dela tinha pedido tantas vezes que ela engolisse o esperma dele, e ela sempre recusava de forma categórica. Agora, ela fazia com puro prazer, passando a língua na borda do copo, pegando até a última gota e se lambendo.
- Muito bem, essa é a minha slut! Sabia que você não ia me decepcionar. Você passou.
- Sério? Já acabou?
- Sim, eu sei que você ficou com vontade de mais, mas não pode abusar, senão você vicia. Agora pode ir, você foi uma boa menina. Passou no teste, tô muito orgulhoso de você. Como prêmio, te dou essas bolas que estão se mexendo na sua buceta agora. Assim você vai lembrar de mim.
- E já posso ir?
- Sim, vejo que já tá sentindo minha falta. Bom, pode ser que a gente se veja de novo. Você vai ter notícias minhas. Viu como foi tudo mais divertido do que você esperava?
Karen e Diana ajudaram ela a trocar de roupa de novo, e ela voltou ao trabalho tentando pensar em tudo que tinha acontecido naquela manhã inusitada. Chegou a pensar se tudo não era fruto da imaginação dela, e que o que começou como um pesadelo tinha se transformado, quase sem perceber, numa espécie de sonho. Aquele homem desconhecido tinha razão: tinha despertado algo dentro dela que estava latente e que tinha lhe proporcionado um prazer imenso. Nunca tinha acontecido antes, mas desde aquele momento ela tinha descoberto uma nova porta do prazer.
Assim que chegou no trabalho, foi até a mesa dela, se sentindo vitoriosa por ter cumprido aquela missão, mas sem conseguir evitar abrir o e-mail, esperando uma nova ordem do seu amo. Ela sabia que tinha se tornado uma escrava, mas não ligava nem um pouco, pelo contrário, aquela sensação a deixava encantada. A voz do chefe gritando o nome dela do escritório a tirou daquele torpor e da paz interior que agora sentia. Pronta pra ouvir mais uma bronca, entrou na sala até que algo chocante a fez paralisar. Quando entrou, o chefe a observava com atenção, com cara de perversão, varrendo o corpo inteiro dela, e ela entendeu que algo estranho estava rolando. O olhar inusitado daquele homem a fez refletir e desconfiar que tudo poderia ter sido obra dele. Só conseguiu fazer uma pergunta pra tirar a dúvida.
- Pitbull?
O chefe sorriu. E continuou com a papelada, como se nada tivesse acontecido, mas a jovem Frida só conseguiu sorrir, sabendo que aquilo era só o começo de algo que ela mesma não queria recusar, de algo pelo qual tinha sido profundamente seduzida, quase sem querer.
Frida já estava começando a se acostumar com as broncas do chefe toda manhã e ainda não sabia direito por que ele sempre descontava aquela raiva nela. Ela achava que devia ser assim, mais do que uma mania de perseguição, uma espécie de válvula de escape que aquele homem precisava descarregar em alguém. Mas já não se assustava mais como no começo, quando ele ameaçava mandá-la embora a cada dois por três.
Ela se sentou na mesa, depois da briga, tentando ficar relaxada, ligando o computador, pronta pra ler os e-mails que se acumulavam na caixa de entrada. Tudo dentro do normal, até que chegou num que dizia "pra minha putinha" e o remetente era um tal de "Pitbull". O primeiro pensamento foi considerar aquilo como spam. Mesmo assim, a curiosidade fez ela abrir:
- "Oi putinha, você é minha, sabia? No fundo, eu sabia que você era uma piranha de marca maior, uma safada incorrigível, mas agora vou fazer de você a mais gostosa de todas as vadias"
Frida sorriu, pensando nas ideias que alguns tinham pra mandar spam e piadas na internet. Decidiu apagar aquela mensagem. Mas, curiosamente, poucos segundos depois, o som inconfundível de um novo e-mail fez ela levantar os olhos pro monitor. O assunto de novo "pra minha putinha" e o remetente outra vez, "Pitbull". Dessa vez, Frida não sorriu ao ler:
- "Se você acha que vai me apagar, assim na cara dura, tá muito enganada, pedaço de putinha. Tô te vigiando, entendeu?"
Frida se levantou, tentando ver entre os colegas de escritório algum que estivesse morrendo de rir ou que desse alguma pista sobre a origem do suposto brincalhão. Ninguém parecia estar fora do seu trabalho concentrado e era difícil descobrir com um só olhar. Ela decidiu responder só com uma frase:
- "Quem é você, seu bosta?"
De novo, uma mensagem quase instantânea:
- "Por enquanto, gostosa, você não vai fazer as perguntas, entendeu? Você vai se limitar obedecer e pronto. Não pense que vai adivinhar quem eu sou tão fácil assim, porque você nunca vai saber. Bom, só quando eu achar conveniente”.
A primeira reação da garota foi tentar achar uma explicação pra tudo aquilo, mas não encontrava. Se era uma brincadeira, já estava começando a irritá-la, e se alguém queria ferrar com ela, estava conseguindo — pelo menos estava assustando ela mais do que o normal. Ela poderia ir falar com o chefe e contar o tipo de mensagem que estava recebendo, mas sabia que a reação dele poderia ser pior que as broncas matinais. Não era o tipo de cara que gostava de besteiras nem de perder tempo. Foi nesse momento que uma nova mensagem do mesmo remetente, “Pitbull”, apareceu na tela:
- “Olha, gatinha, nem pense em contar essa história pra ninguém, primeiro porque você não ia sair bem dessa, e segundo porque você está sob minhas ordens. Lembra de uma coisa: tenho motivos poderosos pra te moer viva. Dá uma olhada nas fotos que anexei e vai entender do que estou falando”.
Ela se sentia totalmente incrédula com o que lia, mas mesmo assim abriu os arquivos anexados com medo, pensando que no fim poderia ser uma zoação de algum colega mais “engraçadinho”. Mas conforme os arquivos foram abrindo, o rosto dela foi mudando de cor até ficar completamente branco. Em todas as fotos, aparecia ela, com bastante clareza, de joelhos, fazendo um boquete no chefe da contabilidade no banheiro masculino. A cena era completa: quando ela abaixava o zíper dele, quando tirava a pica dele da calça e quando a boca dela engolia o instrumento inteiro daquele homem. Não tinha dúvida de que era ela. O rosto dela aparecia claramente na imagem. Por um momento, pensou que tudo aquilo fosse um pesadelo e que acordaria a qualquer instante, mas não era assim — tudo era real… real demais. Maldito o dia em que conheceu aquele colega da contabilidade, que agora estava demitido. Eles se envolveram de a maneira mais idiota, sendo a relação deles a mais efêmera possível, mas não para aquela câmera que devia estar escondida no cubículo, no momento mais inoportuno e que agora, meses depois, oferecia umas fotos tão comprometedoras. Frida tentava pensar, ver uma razão para tudo aquilo, quando chegou uma nova mensagem do seu assediador anônimo:
- “Vai ver, putinha, que não estou blefando. Você sai gostosa nessas fotos, hein? E além disso… mmmmhh, tem uma boquinha que chupa como os deuses. Não sabia que você era tão porca, isso me deixa muito bruto”
O primeiro desejo era sair correndo dali, mas pra onde? Aquele homem a tinha encurralada. Queria tirar a dúvida se tudo era parte de uma brincadeira pesada ou simplesmente porque alguém estava chantageando ela da forma mais vil. Mandou uma mensagem curta pro desconhecido:
- “O que você quer, filho da puta?”
A resposta não demorou:
- “Xiiiiiiu, putinha, não vai me fazer ficar bravo, porque posso te foder viva, entendeu bem? Imagina por um momento o que seu chefe diria se visse essas fotos, ou seu namorado, ou seu pai… É engraçado, né? Consegue imaginar a cara de qualquer um deles se eu mandar?”
Uma lágrima escorreu pela bochecha daquela mulher que se sentia destruída, perseguida, sem nenhum tipo de solução à vista, além de esperar as intenções daquele homem desconhecido. Respondeu soluçando:
- “Quanto você quer?”
Esperou um tempo que não deve ter sido muito, mas que pareceu uma eternidade. Dessa vez, Pitbull não respondeu por e-mail, mas pelo celular dela. Frida se assustou. A voz do outro lado era um sussurro, provavelmente pra não ser reconhecido por ela:
- Kkkkkkk… Dinheiro, putinha? É, não seria ruim, quem sabe? Você me faria ganhar muita grana às custas dessas fotos. Mas eu quero algo mais de você.
- O que você quer? Por favor, não faz isso comigo…
- Olha, é muito simples. Você tem duas opções: A primeira é fazer o que eu mandar e vai ver que No final, você acaba gostando, ou segunda, não me dando ouvidos, o que não recomendo… já sabe por quê.
- Mas o que você quer que eu faça?
- Quero que você saia do trabalho. Agora!
- Mas não posso.
- Você não entende, sua puta. Estou mandando você sair agora mesmo e ir pra rua.
- Mas o que eu falo pro meu chefe?
- Foda-se. Fala o que quiser.
A ligação caiu. Frida estava um caco de nervos. Por um lado, não conseguia acreditar no que estava acontecendo com ela; por outro, se sentia profundamente intrigada com as intenções daquele sujeito que a estava chantageando. Obedeceu às ordens, dando uma desculpa pro chefe, dizendo que não estava nada bem — e de certo modo era verdade, porque a angústia a apertava, as mãos suavam e calafrios terríveis percorriam todo o corpo dela ao pensar nas consequências que tudo aquilo poderia trazer. Assim que chegou na rua, recebeu uma nova ligação da voz anônima.
- Acho, gostosa, que a gente vai se entender. Gosto que minha raposinha obedeça sem reclamar. Bom começo. Você vai ter sua recompensa e vou deixar você aproveitar um pouquinho dessa situação.
- Por favor, não me torture mais, me diz o que você quer, eu imploro.
- Gosto quando você implora, me deixa com o pau duro. Isso significa que você concorda que é minha puta. Não é verdade?
Ela, tremendo, demorou uns segundos pra responder. Sabia que aquele cara ia ficar mais agressivo se ela discordasse. Respondeu timidamente.
- Sim.
- Sim, o quê?
- Sou sua puta.
Ao soltar aquela frase da boca, sentiu uma sensação estranha, como se não tivesse sido ela quem falou, e o mais bizarro é que, ao fazer isso, sentiu um efeito menos ruim do que esperava.
- Viu que bom, minha menina? Já te falei que a gente ia se divertir. Agora você vai até a loja de roupas que fica duas ruas pra baixo. Pergunta por umas peças que arrumaram no seu nome. Você vai prová-las, mas em Realmente não vai ser preciso, porque eu conheço suas medidas e sei que vai ficar uma delícia em você.
Frida andava rua abaixo pensando se aquele cara poderia estar observando ela de alguma janela, e até virou algumas vezes pra trás, achando que estava sendo seguida. Chegou na loja lotada de gente e foi direto pro balcão.
- Vim pegar uma roupa no nome de Frida Vázquez.
As duas vendedoras se olharam e sorriram. Com um aceno, mandaram ela segui-las. Elas conversavam entre si e riam pelo caminho, virando de vez em quando pra olhar pra ela. Chegaram num elevador e subiram em silêncio. Nem as duas moças falavam, nem ela ousava perguntar. Entraram num escritório sem janelas, com duas cadeiras, uma mesa grande vazia e um armário. Uma das vendedoras fechou a porta com chave e naquele momento o celular de Frida tocou de novo:
- Então, putinha, tá com medo?
- Sim.
- Bom, isso é um bom sinal, o medo é excitante. Gosto que seja assim. Vai ver como vamos nos divertir todos. Coloca seu celular no aparelho que tá pendurado na parede, é um "viva-voz" e assim vamos poder trabalhar melhor todos.
Ela não entendia direito aquela frase quando ele dizia "todos" e muito menos "trabalhar". As duas vendedoras continuavam olhando pra ela sem dizer uma palavra. De novo a voz sussurrante soou do outro lado da linha, mas dessa vez dava pra ouvir claramente por toda a sala através de duas caixas de som penduradas no teto.
- Tá me ouvindo melhor agora, né?
- Sim.
- Olha, rabuda, vou te apresentar duas das minhas melhores alunas. Elas começaram como você e agora são super aplicadas, além de lindas e obedientes, umas vadias. Elas têm ordem de não falar, então não espera que elas te digam nada. Se quiser alguma coisa, fala exclusivamente comigo. Entendeu?
- Sim.
- Acho que você vai ser muito boa. Olha, a loira se chama Diana e a ruiva Karen. Meninas, cumprimentem nossa convidada.
Naquele momento, Diana, a Uma loira alta se aproximou da apavorada Frida e, enquanto apalpava um dos peitos dela, deu um beijo demorado nos lábios dela, mordendo e sugando. Sem tempo pra pobre garota reagir, Karen chegou perto pra beijar ela do mesmo jeito, só que dessa vez abrindo a boca de Frida com a própria e enfiando a língua, explorando as gengivas, os dentes e a língua dela. Frida se soltou como pôde, colando na parede e gritando de susto.
— Que porra de buceta vocês tão fazendo?
A voz do outro lado do telefone parecia se divertir pra caralho com tudo aquilo.
— Kkkkk. Gostou, raposinha?
— Que merda é essa? Diz logo o que vocês querem.
— Você, sua puta, o que mais?
— Não tô a fim…
— Olha, qual parte você não entendeu? Eu falei que tinha duas opções: me ignorar, o que não é nada recomendável, ou me obedecer como uma boa garota.
Frida se sentia estranha, mal tinha acabado de se beijar com aquelas duas desconhecidas numa situação bizarra e negava pra si mesma que aquilo pudesse dar algum tesão. Se ver submissa, presa e humilhada de certo jeito tava causando prazer nela, e ela queria tirar isso da cabeça. Assustada com tudo e consigo mesma, tentou perguntar pro interlocutor quais eram as intenções dele.
— Mas o que vocês vão fazer comigo?
— Não vamos fazer nada que você não queira. A porta tá aí com as chaves do lado de dentro, quando quiser, vaza. Mas claro, lembra que eu te tenho bem presa pelas bolas, ou melhor, pelos peitos. Kkkkk…
— Quer dizer que posso ir embora quando quiser?
— Mas sua puta do caralho, vai encher o saco com mil perguntas ou o quê?
— Tá bom, eu obedeço, mas depois vocês me deixam em paz, né? Ou vai continuar me perseguindo com as fotos de merda?
— Você tá se comportando muito mal, sua vadiazinha, tá me enchendo o saco, então vou ter que te dar um castigo extra. Bom, pra você ficar mais tranquila, te digo que depois você vai me implorar pra coisa não parar só no que rolou hoje. Pode acreditar. Você tem toda liberdade de ir embora quando quiser.
- O que eu tenho que fazer?
- Ótimo, gosto que você tá mais disposta. Se for uma menina boazinha, vai ganhar um presente; senão, um castigo. Mas às vezes eu confundo as duas coisas... hahaha... Pra começar, meninas, mãos à obra.
Mesmo apavorada, Frida ficou paralisada, enquanto Karen e Diana começavam a despir ela, exatamente como a voz autoritária tinha mandado. Primeiro a calça, que as duas desciam pelas coxas dela, depois a jaqueta, em seguida a blusa e, por último, a roupa íntima. Nunca tinha sentido nada igual antes, mas gostou de oferecer o corpo nu pra elas verem. A voz ecoou de novo:
- Mmmm, você é bem gostosa mesmo, foxy.
Frida cobriu os peitos nus instintivamente e olhou pra todo lado, achando que alguma câmera podia estar filmando ela, já que tava sozinha com as duas garotas. Pitbull falou de novo:
- É, não procura, gata, tô te vendo, lembra que você tá sendo vigiada o tempo todo. Agora as meninas vão te preparar. Tá disposta?
Instintivamente, Frida só respondeu com um movimento de cabeça, porque as ações dela já estavam mecânicas e quase involuntárias. As caixas de som soltaram a voz misteriosa de novo:
- Agora você vai ser uma putinha boazinha. Karen e Diana são profissionais e vão te transformar numa escrava divina. Pra começar, vamos deixar essa buceta bem limpinha de pelos, completamente depilada. O pelo feia e eu não aguento.
Frida continuava muda e, surpreendentemente, se deixava fazer, agindo como uma boneca, pensando que aquilo teria que acabar mais cedo ou mais tarde, mas sempre curiosa pra saber o que viria depois. Se deixou levar até a mesa, onde deitaram ela, com o corpo nu virado pro teto e desde Sua posição permitiu que ela visse a câmera que antes não tinha notado, vigilante do centro do quarto. Tentou esboçar um sorriso, mas não tinha certeza se era mais para implorar por piedade do que para tentar agradar seu perseguidor, ou porque, de certa forma, aquilo estava lhe causando uma sensação mais gostosa do que esperava. Pensou que o homem devia estar se divertindo atrás da câmera enquanto aquelas desconhecidas estavam depilando a buceta dela. Preferiu não olhar, continuando de olhos fechados até ver que aquele anônimo sem cérebro saciasse sua sede sádica de um jeito ou de outro. Entendia que aquele era o preço que tinha que pagar por aquelas fotos. E se o cara quisesse foder ela, não ia reclamar, porque uma transa era melhor que um escândalo que pudesse dar um rumo desagradável na vida dela. Passou pela cabeça dela a imagem do chefe, do pai e do namorado, com a possibilidade de ser descoberta por causa daquelas malditas imagens. No fim das contas, o que é uma foda? Se o cara queria o corpo dela, ela ia entregar sem objeção. A voz falou:
- Já pode olhar, foxy, vai ver o trabalho bonito que fizeram em você.
A virilha dela estava totalmente depilada e, sinceramente, ela quase não tinha sentido nada; o medo e a incerteza deviam ter servido de anestésico perfeito. Quantas vezes ela tinha se recusado a depilar para o namorado, e agora estava ali com aquelas desconhecidas que fizeram um raspar rápido e perfeito, sem um único fio de pelo. Enquanto a voz ria e curtia o visual novo dela.
- Fica de pé e vira. Quero ver esse corpo gostoso.
Frida obedeceu de novo e se virou, sentindo as palpitações na buceta indicando o tesão que estava vivendo.
- Meninas, deem um bom banho nela.
Quando aquele desconhecido falou aquilo, Frida achou que era um banho de água e sabão, mas de novo as garotas a levaram até a mesa, deitaram ela e se entregaram a uma cerimônia curiosa: começaram a lamber ela com as línguas delas. Iniciaram a tarefa. Pelos pés dela, em silêncio, prosseguiram pelas coxas até alcançar a buceta molhada dela. Como duas feras, atacaram-na, devorando-a. Eram como duas lobas brigando por um pedaço de carne, só que aquela carne eram os lábios vaginais dela, a boceta pulsante, o clitóris... Chuparam, lamberam e morderam com gana aquelas vadias famintas, que, indescritivelmente, proporcionavam a ela um prazer inusitado. Frida não só se deixou fazer, como relaxou todos os músculos que até então estavam travados para sentir como as mãos, as bocas e, especialmente, as línguas davam a ela o maior tesão da vida. Aquelas mulheres habilidosas exploravam cada centímetro da pele dela, focando com gosto na buceta encharcada até que ela teve que se agarrar na mesa para soltar um som seco da garganta, uma mistura de grito e gemido abafado por causa de um orgasmo intenso que estava recebendo, enquanto o corpo continuava se contorcendo sem parar. De novo, a voz nos alto-falantes quebrou o silêncio.
- Bravo, meninas, fizeram uma boa lavagem. A puta ficou satisfeita, para esta primeira sessão. Mas agora é a vez dela trabalhar, quero ver o quanto está disposta. Vistam ela!
Imediatamente, ajudaram ela a se levantar e começaram a vesti-la dos pés para cima. Umas meias de arrastão, uma saia preta bem justa de couro preto sem nada por baixo e um corset sem alças bem apertado na cintura. Pra finalizar, uma maquiagem exageradamente chamativa. A imagem dela no espelho mostrava o que o interlocutor queria: uma puta das mais provocantes. De novo, a transmissão daquele homem:
- Agora, gatinha, sua prova final. Se passar, podemos deixar você ir e esquecer tudo, mas tem que tirar nota máxima, depende de você. Mas se conseguir passar, vai renascer a puta que existe dentro de você e não vai querer parar por aí. As meninas vão te dar uma taça e você me traz ela cheia de porra, mas você sabe a que porra me refiro.
- Mas eu... — Quem disse que você pode falar? Deixa eu terminar, foxy. Quero aquele copo cheio de porra, entendeu? E depois, obediente, você volta aqui pra me mostrar que foi uma menina boa e bebe tudo. Você tem vinte minutos. É sua prova de fogo. Não me decepcione.
— Mas eu não consigo fazer isso. Além do mais, é impossível em tão pouco tempo.
— Se vira. Quero ele cheio em vinte minutos e você já tá perdendo tempo. Ah, uma coisa: não pode usar sua buceta, entendeu? Isso é sagrado… por enquanto.
Frida estava um caco, totalmente perdida. Pensou por um momento em largar tudo, esquecer o que pudesse acontecer, sair correndo e arcar com as consequências, mas algo dentro dela a empurrava pra continuar e terminar o que tinha começado. Quando começou a andar, percebeu que uma coisa se mexia dentro da vagina. Ficou paralisada.
— Ah, ia esquecendo de te falar: as meninas colocaram umas bolinhas em você. Assim eu garanto que você não vai trapacear com sua xereca. De quebra, vão animar seu passeio…
Era verdade: a cada passo, aquelas bolas chinesas com uma vibração estranha davam um tesão danado nela, e quase correndo foi com o copo pra rua. Apesar de tudo, parecia estar representando perfeitamente seu novo papel. Enquanto andava, os carros buzinavam — sem dúvida, sua roupa deixava claro o que ela estava procurando: guerra. E ela se sentia satisfeita com o próprio progresso. Tinha virado uma puta, e curiosamente, isso a divertia. Não lhe veio outra ideia senão procurar um pequeno comércio em reforma. Entrou sem bater.
Os quatro trabalhadores que estavam na lida, pintando uma das paredes daquele comércio em construção, pararam de repente ao se deparar na porta com uma gostosa linda, de saia curtíssima, saltos plataforma e uma expressão das mais provocantes e perversas.
Frida se sentia transformada, como uma mulher nova. Ela tirou forças de sei lá onde pra conseguir seu objetivo: encher a porra da taça. Em poucos segundos, estava nua diante daqueles quatro homens pasmos, que a observavam incrédulos, enquanto aquelas mãos doces masturbavam eles alternadamente e uma boca gostosa tomava conta das respectivas picas deles, desesperada, com uma puta perícia. O som da boca dela chupando e os gemidos de todos era a única coisa que se ouvia naquele lugar. O objetivo dela tava claro e eles não pareciam em condições de perguntar, e mesmo que perguntassem, não receberiam resposta, só uma mulher linda de lábios carnudos que abocanhava as picas duras deles e chupava com desespero até fazê-los gozar dentro de uma taça, como se tudo aquilo fizesse parte de um ritual, uma aposta ou um jogo surpreendente. A primeira pica não demorou a deixar uma boa dose dentro do recipiente, depois outra e mais outra, até que a última, a maior de todas, ainda resistia. Então a garota mamou com mais força, acariciando os ovos daquele homem corpulento. A excitação da garota aumentava, e as bolas dentro da buceta dela ajudavam pra caralho, além da situação tão morbosa e estranha que ela tava vivendo. Ela fechou os olhos num novo orgasmo e naquele exato instante a pica descomunal soltou uns cinco jatos de porra que ela diligentemente orientou pra dentro da taça, embora um ou outro caísse nos peitos nus dela. Ela recolheu com os dedos como se fosse um néctar doce desperdiçado e colocou dentro do copo de cristal.
Sem dar mais nenhuma explicação, Frida se vestiu e saiu correndo, deixando os operários de boca aberta, em direção à loja, subindo a toda pressa até o quarto onde minutos antes tinha sido alvo daquela cerimônia estranha. Chegou exausta e cansada, mas com a taça quase cheia. Se sentia vitoriosa. A voz do dono não demorou:
- Vadia, vadia, você é boa, sim. Sabia desde o começo. Mas… Vejo que você não encheu o copo.
- Me desculpa muito, não tive tempo suficiente.
As palavras de Frida soavam totalmente sinceras e submissas, e essa disposição fez com que Pitbull fosse mais condescendente.
- Tá bom. Bebe logo, foxy!
Ela obedeceu sem reclamar e sem criar nenhum obstáculo para algo que nunca tinha feito antes. O namorado dela tinha pedido tantas vezes que ela engolisse o esperma dele, e ela sempre recusava de forma categórica. Agora, ela fazia com puro prazer, passando a língua na borda do copo, pegando até a última gota e se lambendo.
- Muito bem, essa é a minha slut! Sabia que você não ia me decepcionar. Você passou.
- Sério? Já acabou?
- Sim, eu sei que você ficou com vontade de mais, mas não pode abusar, senão você vicia. Agora pode ir, você foi uma boa menina. Passou no teste, tô muito orgulhoso de você. Como prêmio, te dou essas bolas que estão se mexendo na sua buceta agora. Assim você vai lembrar de mim.
- E já posso ir?
- Sim, vejo que já tá sentindo minha falta. Bom, pode ser que a gente se veja de novo. Você vai ter notícias minhas. Viu como foi tudo mais divertido do que você esperava?
Karen e Diana ajudaram ela a trocar de roupa de novo, e ela voltou ao trabalho tentando pensar em tudo que tinha acontecido naquela manhã inusitada. Chegou a pensar se tudo não era fruto da imaginação dela, e que o que começou como um pesadelo tinha se transformado, quase sem perceber, numa espécie de sonho. Aquele homem desconhecido tinha razão: tinha despertado algo dentro dela que estava latente e que tinha lhe proporcionado um prazer imenso. Nunca tinha acontecido antes, mas desde aquele momento ela tinha descoberto uma nova porta do prazer.
Assim que chegou no trabalho, foi até a mesa dela, se sentindo vitoriosa por ter cumprido aquela missão, mas sem conseguir evitar abrir o e-mail, esperando uma nova ordem do seu amo. Ela sabia que tinha se tornado uma escrava, mas não ligava nem um pouco, pelo contrário, aquela sensação a deixava encantada. A voz do chefe gritando o nome dela do escritório a tirou daquele torpor e da paz interior que agora sentia. Pronta pra ouvir mais uma bronca, entrou na sala até que algo chocante a fez paralisar. Quando entrou, o chefe a observava com atenção, com cara de perversão, varrendo o corpo inteiro dela, e ela entendeu que algo estranho estava rolando. O olhar inusitado daquele homem a fez refletir e desconfiar que tudo poderia ter sido obra dele. Só conseguiu fazer uma pergunta pra tirar a dúvida.
- Pitbull?
O chefe sorriu. E continuou com a papelada, como se nada tivesse acontecido, mas a jovem Frida só conseguiu sorrir, sabendo que aquilo era só o começo de algo que ela mesma não queria recusar, de algo pelo qual tinha sido profundamente seduzida, quase sem querer.
3 comentários - Fotos comprometedoras
🙌 excelente 🙌