Essa história aconteceu umas semanas atrás. Eu tava viajando a trabalho pro sul da Argentina, e pra ser sincero, achei que seria só mais uma viagem, porque era uma cidade pequena e eu nunca imaginei nem planejei nada. Tudo começou num fim de semana que eu fui num pub que tocava música nacional e tinha virado amigo dos donos. De repente, entra lá uma das garçonetes do restaurante do hotel onde eu tava hospedado. Eu tava no balcão conversando com os donos e tomando umas cervejas. Daí, vejo ela se aproximar e me cumprimentar. Aí eu falo que ia sentar justamente onde ela tava com a amiga, e ela responde que beleza, se eu quisesse, podia sentar com elas. Falei: "ok, já vou".
Depois de um tempo, chego na mesa e ela me apresenta a amiga, que também trabalhava no restaurante. Em pouco tempo, já tava todo mundo conversando como se conhecêssemos há anos, com vários drinques na cabeça. Quando percebemos, o pub tava vazio e o dono avisou que em 10 minutos ia fechar. Aí a gente se preparou pra ir embora. A coincidência é que uma delas morava perto do hotel, então eu acompanhei ela. Naquela noite, ficou por isso mesmo.
No dia seguinte, o tratamento entre a gente foi normal, porque eu tava com duas outras pessoas e não queria que eles ficassem falando nada, e acho que ela pensou o mesmo. Naquela tarde, cheguei nela e perguntei se a gente podia se encontrar pra conversar de noite, quando ela saísse do trabalho, se não fosse incômodo ou atrapalhasse. Porque as duas pessoas que tavam comigo eram mais velhas e eu não tinha assunto com elas, então tava com vontade de falar com alguém mais novo. Ela disse que não tinha problema. A noite passou e, quando soube o horário que ela saía, esperei ela na caminhonete. Quando me viu, entrou e a gente foi embora do hotel pra ninguém nos ver.
Naquela noite, a gente conversou muito sobre todo tipo de assunto: amigos, bebida, amores, sexo e outros temas. E ficou por isso mesmo. A conversa terminou umas 6 da manhã. No outro dia, precisei viajar pra outro lugar, então não deu pra repetir a conversa. Quando voltei pro hotel, cruzei com ela e perguntei se queria repetir a dose. E ela me disse que sim, então naquela noite comprei uma garrafa de New Age e umas balas, e aí repetimos a operação da outra vez. Quando chegamos no lugar onde a gente tinha ido na outra noite, começamos a falar sobre umas coisas que tinham ficado pendentes da outra vez e a tomar vinho com bala. Depois de um tempo conversando e brincando com cócegas e uns galhos que iam e vinham, a gente se pegou de um jeito selvagem no começo e começamos a rir. Daí a pouco estávamos nos pegando de novo daquele jeito selvagem, e eu comecei a passar a mão na bunda dela, que era durinha e meio grande. Ficamos assim até umas 6 da manhã de novo, sem perceber. Levei ela em casa, e na hora que ela ia descendo, perguntei se no dia seguinte a gente repetia, e ela disse que sim.
O dia passou sem novidades, e o tratamento no restaurante era muito engraçado por causa do jeito que a gente se tratava na frente dos outros: muito cordial e formal. Quando chegou a noite, que era a minha última, comprei 2 vinhos e umas balas, repetimos a rotina e fomos pro mesmo lugar das outras noites (na rua, com a caminhonete na praia do lugar onde a gente estava). Começamos a conversar e a rir de como a gente se tratava no restaurante, e começamos a beber e a nos pegar igual na noite anterior, mas agora a gente já se apalpava muito mais ousadamente. Num momento, ela disse que precisava ir em casa. Eu pensei: "merda, ferrei tudo". Então levei ela, ela desceu e falou pra eu esperar um minuto. Daí a pouco ela voltou e a gente foi pro mesmo lugar de novo. Assim que estacionei a caminhonete, ela se jogou em cima de mim pra me beijar, e eu não hesitei em retribuir. Daí a pouco a gente já estava os dois super agitados. Eu sentado no banco do motorista e ela em cima de mim, já desafivelando o jeans e procurando meu pau pra acariciar. Eu, por minha vez, fui atrás dos peitos dela, levantando a camiseta pra chupá-los. Ela tinha uns bicos duros que me deixaram louco, e aos poucos ela começava a gemer baixinho. Ela tinha uma das mãos no meu pau, meio duro, e não parava de massagear. Nisso, eu afrouxei o jeans dela. Um pouco e coloco uma mão por trás, chegando na buceta dela, e o calor que saía de lá me deixava mais excitado. Já estávamos desconfortáveis, então passamos pro banco do carona na mesma posição, mas aproveitei a chance pra tirar o jeans dela e deixá-la só de uma tanga branca linda. Ela, por sua vez, baixou um pouco meu jeans e liberou meu pau de tudo, e começou a chupar ele de um jeito gostoso, mas forte ao mesmo tempo — eu não podia acreditar. Nessa altura, os vidros da caminhonete já estavam embaçados pra caralho. Aí ela monta em cima de mim, afasto um pouco a tanga pra poder penetrar ela, e o calor interno na hora de meter foi foda. Começamos a cavalgar com tudo, e ficamos assim por um tempo até que saiu, e ela tirou a roupa que ainda tinha, e eu fiz o mesmo, pra ficarmos completamente pelados dentro da caminhonete. Então coloquei ela debaixo de mim, apoiada no banco, e comecei a lamber toda a buceta dela, bem quente, e quando ela tava quase gozando, enfiei de novo até o fundo e comecei a bombar, variando o ritmo, até que ela cravou as unhas nas minhas costas, sinal do orgasmo dela. Eu já não aguentava mais, então comecei a meter com gosto, mas aí virei ela de quatro no banco e comecei a meter com mais vontade ainda. Quando eu tava quase gozando, tirei o pau e falei: "Agora, já que você gosta de tudo no sexo, vou encher essa sua bunda linda." Nem terminei de falar, ela parou a bunda e eu enfiei de uma vez. Doeu nos dois, mas ficamos parados um tempo, o que fez minha gozada atrasar um pouco mais. Então comecei devagar, um mete e tira, e em pouco tempo já tava arrombando o cu dela de um jeito selvagem até gozar dentro do cu dela, e pude sentir que ela também gozou. Quando saí, ela ficou largada no banco, de bruços, e eu podia ver aquela bunda que tinha me matado. Voltei pro banco do motorista e ficamos assim um tempo, até que começamos a rir do que a gente tinha feito. Depois de um tempo, ela se levantou e sentou no meu colo, ainda pelados, e eu podia sentir o... Tava toda molhadinha do tesão, quando vimos a hora já era umas 6h30, aí a gente tava se arrumando pra vestir quando, sem querer, foi o que eu falei: primeiro acertei ela com minha piroca na cara, aí ela respondeu "por que não faz de novo?", coisa que eu não hesitei um segundo e ela começou a chupar de novo. Quando já tava meia-bomba, ela fala: "se a gente for fazer de novo, tem que ser rápido, e quero pelo cu". Meu sorriso ficou gigante, acho que porque ela começou a rir e falou: "gostou da ideia, né?" Como eu disse, tava sentado no banco do motorista, sentei ela de costas pra mim, segurando no volante, e comecei a meter com a putaria que tava sentindo pela situação. Como alguns carros começaram a passar, gozei mais que antes e enchi o cu dela de novo. Aí sim, terminamos, vestimos a roupa, levei ela em casa, nos despedimos com um beijo bem quente e falamos que foi bom, e que talvez a gente se visse de novo um dia. Espero que tenham gostado, é 100% real a história, e aconteceu há 3 semanas.
Depois de um tempo, chego na mesa e ela me apresenta a amiga, que também trabalhava no restaurante. Em pouco tempo, já tava todo mundo conversando como se conhecêssemos há anos, com vários drinques na cabeça. Quando percebemos, o pub tava vazio e o dono avisou que em 10 minutos ia fechar. Aí a gente se preparou pra ir embora. A coincidência é que uma delas morava perto do hotel, então eu acompanhei ela. Naquela noite, ficou por isso mesmo.
No dia seguinte, o tratamento entre a gente foi normal, porque eu tava com duas outras pessoas e não queria que eles ficassem falando nada, e acho que ela pensou o mesmo. Naquela tarde, cheguei nela e perguntei se a gente podia se encontrar pra conversar de noite, quando ela saísse do trabalho, se não fosse incômodo ou atrapalhasse. Porque as duas pessoas que tavam comigo eram mais velhas e eu não tinha assunto com elas, então tava com vontade de falar com alguém mais novo. Ela disse que não tinha problema. A noite passou e, quando soube o horário que ela saía, esperei ela na caminhonete. Quando me viu, entrou e a gente foi embora do hotel pra ninguém nos ver.
Naquela noite, a gente conversou muito sobre todo tipo de assunto: amigos, bebida, amores, sexo e outros temas. E ficou por isso mesmo. A conversa terminou umas 6 da manhã. No outro dia, precisei viajar pra outro lugar, então não deu pra repetir a conversa. Quando voltei pro hotel, cruzei com ela e perguntei se queria repetir a dose. E ela me disse que sim, então naquela noite comprei uma garrafa de New Age e umas balas, e aí repetimos a operação da outra vez. Quando chegamos no lugar onde a gente tinha ido na outra noite, começamos a falar sobre umas coisas que tinham ficado pendentes da outra vez e a tomar vinho com bala. Depois de um tempo conversando e brincando com cócegas e uns galhos que iam e vinham, a gente se pegou de um jeito selvagem no começo e começamos a rir. Daí a pouco estávamos nos pegando de novo daquele jeito selvagem, e eu comecei a passar a mão na bunda dela, que era durinha e meio grande. Ficamos assim até umas 6 da manhã de novo, sem perceber. Levei ela em casa, e na hora que ela ia descendo, perguntei se no dia seguinte a gente repetia, e ela disse que sim.
O dia passou sem novidades, e o tratamento no restaurante era muito engraçado por causa do jeito que a gente se tratava na frente dos outros: muito cordial e formal. Quando chegou a noite, que era a minha última, comprei 2 vinhos e umas balas, repetimos a rotina e fomos pro mesmo lugar das outras noites (na rua, com a caminhonete na praia do lugar onde a gente estava). Começamos a conversar e a rir de como a gente se tratava no restaurante, e começamos a beber e a nos pegar igual na noite anterior, mas agora a gente já se apalpava muito mais ousadamente. Num momento, ela disse que precisava ir em casa. Eu pensei: "merda, ferrei tudo". Então levei ela, ela desceu e falou pra eu esperar um minuto. Daí a pouco ela voltou e a gente foi pro mesmo lugar de novo. Assim que estacionei a caminhonete, ela se jogou em cima de mim pra me beijar, e eu não hesitei em retribuir. Daí a pouco a gente já estava os dois super agitados. Eu sentado no banco do motorista e ela em cima de mim, já desafivelando o jeans e procurando meu pau pra acariciar. Eu, por minha vez, fui atrás dos peitos dela, levantando a camiseta pra chupá-los. Ela tinha uns bicos duros que me deixaram louco, e aos poucos ela começava a gemer baixinho. Ela tinha uma das mãos no meu pau, meio duro, e não parava de massagear. Nisso, eu afrouxei o jeans dela. Um pouco e coloco uma mão por trás, chegando na buceta dela, e o calor que saía de lá me deixava mais excitado. Já estávamos desconfortáveis, então passamos pro banco do carona na mesma posição, mas aproveitei a chance pra tirar o jeans dela e deixá-la só de uma tanga branca linda. Ela, por sua vez, baixou um pouco meu jeans e liberou meu pau de tudo, e começou a chupar ele de um jeito gostoso, mas forte ao mesmo tempo — eu não podia acreditar. Nessa altura, os vidros da caminhonete já estavam embaçados pra caralho. Aí ela monta em cima de mim, afasto um pouco a tanga pra poder penetrar ela, e o calor interno na hora de meter foi foda. Começamos a cavalgar com tudo, e ficamos assim por um tempo até que saiu, e ela tirou a roupa que ainda tinha, e eu fiz o mesmo, pra ficarmos completamente pelados dentro da caminhonete. Então coloquei ela debaixo de mim, apoiada no banco, e comecei a lamber toda a buceta dela, bem quente, e quando ela tava quase gozando, enfiei de novo até o fundo e comecei a bombar, variando o ritmo, até que ela cravou as unhas nas minhas costas, sinal do orgasmo dela. Eu já não aguentava mais, então comecei a meter com gosto, mas aí virei ela de quatro no banco e comecei a meter com mais vontade ainda. Quando eu tava quase gozando, tirei o pau e falei: "Agora, já que você gosta de tudo no sexo, vou encher essa sua bunda linda." Nem terminei de falar, ela parou a bunda e eu enfiei de uma vez. Doeu nos dois, mas ficamos parados um tempo, o que fez minha gozada atrasar um pouco mais. Então comecei devagar, um mete e tira, e em pouco tempo já tava arrombando o cu dela de um jeito selvagem até gozar dentro do cu dela, e pude sentir que ela também gozou. Quando saí, ela ficou largada no banco, de bruços, e eu podia ver aquela bunda que tinha me matado. Voltei pro banco do motorista e ficamos assim um tempo, até que começamos a rir do que a gente tinha feito. Depois de um tempo, ela se levantou e sentou no meu colo, ainda pelados, e eu podia sentir o... Tava toda molhadinha do tesão, quando vimos a hora já era umas 6h30, aí a gente tava se arrumando pra vestir quando, sem querer, foi o que eu falei: primeiro acertei ela com minha piroca na cara, aí ela respondeu "por que não faz de novo?", coisa que eu não hesitei um segundo e ela começou a chupar de novo. Quando já tava meia-bomba, ela fala: "se a gente for fazer de novo, tem que ser rápido, e quero pelo cu". Meu sorriso ficou gigante, acho que porque ela começou a rir e falou: "gostou da ideia, né?" Como eu disse, tava sentado no banco do motorista, sentei ela de costas pra mim, segurando no volante, e comecei a meter com a putaria que tava sentindo pela situação. Como alguns carros começaram a passar, gozei mais que antes e enchi o cu dela de novo. Aí sim, terminamos, vestimos a roupa, levei ela em casa, nos despedimos com um beijo bem quente e falamos que foi bom, e que talvez a gente se visse de novo um dia. Espero que tenham gostado, é 100% real a história, e aconteceu há 3 semanas.
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