Meu relato gostoso

Uma semana depois da experiência sexual anterior, eu ainda tinha 19 anos. Procurei a primeira mulher que topasse uma festa, não ligava pra aparência nem idade, era pra "me vingar" das mulheres, ainda tava puto com o que tinha rolado. Encontrei uma mulher que, pra ser sincero, não era bonita, bem gorda, cabelo comprido, baixinha, peito pequeno mas uma bunda enorme, uns 38 anos, viúva há 10 anos e dizia que não transava desde então, e eu acreditei. Quem ia ser tão idiota a ponto de deitar com ela? — Eu. Naquela época, um completo imbecil.

Bom, vamos ao que interessa, encontrei ela, levei pra comer num restaurante, acompanhei até a casa dela, ela morava sozinha, me convidou pra entrar, transamos naquela noite mas foi bem normalzinho, nada especial pra destacar. A verdade é que aquela mulher não me atraía nada, mas eu tava com vontade de sexo e não queria me esforçar muito. Continuei vendo ela por um tempo, só sexo, mas tava cansando da mesmice, e puta merda, que feia que era aquela mulher, queria largar ela, tava perdendo a chance de pegar uma novinha. Mas não queria terminar sem experimentar a bunda dela, nunca tinha tentado sexo anal e tava curioso, perguntei se ela já tinha feito e ela disse que sim, com o marido anos atrás, mas que doeu muito e ela não gostava.

Eu não tava nem aí se doía ou se ela gostava ou não, se o marido dela provou aquela bunda, eu também ia provar.

Tentei no meio de uma chupada na buceta enfiar um dedo no cu dela, consegui enfiar mas com muita dificuldade. E toda vez que eu conseguia abrir um pouco o cu e tirava o dedo, ela fechava, não colaborava muito. Minha paciência tava acabando.

Um dia comprei um vibrador e gel anal, vaselina líquida numa sex shop, cheguei na casa dela e falei: "toma, trouxe um presentinho pra você". Quando ela viu, se assustou um pouco. Disse: "Você não vai enfiar esse vibrador no meu cu, vai?" Eu respondi: "Não, no cu não, no cu vai entrar meu pau, o vibrador é pra você brincar com sua buceta. Enquanto isso.

O que posso dizer é que ela não achou graça nenhuma, e não deixou eu fazer nada naquela noite. Mas alguns dias depois, fiz um grande favor pra ela (que não vem ao caso) e ela ficou me devendo uma grande. Ela disse que faria o que eu pedisse, claro, eu falei: quero foder teu cu. Ela tentou me convencer do contrário, mas não teve jeito, no fim ela aceitou.

Ela se deitou na cama de bruços e coloquei uns travesseiros debaixo dela pra deixar a bunda mais levantada, e ela com as mãos abria as nádegas. Passei bastante lubrificante no cu dela e começou a ação. Testei primeiro com um dedo, dois não entravam de jeito nenhum. Nem com aquele lubrificante que eu tinha comprado (que enganação). Testei com o consolo, que era mais grosso que meu dedo e mais fino que meu pau. Por ser duro, entrava bem. Ela reclamava um pouco, mas nada demais, o consolo entrava inteiro. Fiquei assim um tempão, e enquanto isso, com a outra mão, brincava com a buceta e o clitóris dela. Quando eu achava que tava entrando fácil, tirava devagar e tentava aproximar a rola, mas ela fechava o buraco. Assim uma vez, duas, três... Já tava de saco cheio. Tava há horas vendo o consolo entrar nela e eu nada. Ela tava tirando uma com a minha cara, a putinha. Tinha que fazer alguma coisa!

Mudei de estratégia. Meti meu pau na buceta dela, enquanto ela ainda tinha o consolo enfiado no cu. Ela se surpreendeu e perguntou: — Mas você não queria meter no cu?
Eu respondi: — Tanto faz, tô cansado. Outro dia a gente tenta de novo. Mas na real, o que eu queria dizer era: claro que quero, mas você não colabora, filha da puta, e vai se ferrar, hehe.

Ela se confiou, relaxou um pouco e começou a curtir a penetração vaginal que tava levando, e eu, enquanto isso, com a esquerda mexia um pouco o consolo dentro do cu dela. Eu tava muito excitado. Geralmente eu duro pra caralho, se eu quiser, mas aquela puta não merecia que eu segurasse. Naquele dia, tava pouco me fodendo se eu gozava ou não. E quando já tava quase gozando, acelerei a velocidade e a profundidade das estocadas. Tirando quase inteiro, chegando a tirar ele todo e enfiando de volta na buceta dela, pra parecer que tava saindo sem querer, e de repente, sem aviso, tirei o vibrador do cu e enfiei meu pau de uma vez.

Ela deu um grito que quase me deixou surdo. "Filho da Puuuuuuuuuuuuuuuta!".

E olha que não entrou inteiro, só a metade, mas pra mim já bastou. Gozei na hora, dentro do cu dela, depois continuei bombando um pouco pra curtir a sensação, me senti um canalha, eu sempre fui legal com as mulheres, mas naquele dia não. Enquanto ainda tava dentro do cu dela, e ela reclamando de dor, não sei se chegou a chorar, eu falei: "Tentei na boa, mas não teve outro jeito, você tranca o cu, mas tanto faz, já consegui o que queria de você, vou lembrar de você pra sempre, pra mim você vai ser a primeira que eu arrombei o cu, mas agora não me interessa mais, vou embora, porra, nem me atrai, não sei o que tô perdendo tempo com você".

Tirei do cu dela, curtindo ver como meu gozo saía misturado com um pouco de sangue do rabo dela, e fui embora. E nunca mais vi ela.

Depois dessa, fiquei dois meses sem sexo, até que conheci uma novinha... mas isso é outra história.

Espero que tenham gostado, são experiências reais. Essa eu não tinha contado nem pro meu melhor amigo, tinha vergonha, verdade seja dita, não tenho orgulho do meu comportamento, mas fazer o quê, foi a única vez que fui escroto com uma mulher, e eu era novo.

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