Caliente en autobús de vuelta a casa

Fala galera, o chato de volta kkk, espero que vocês tenham curtido o conto anterior. Agora tô trazendo um novo, mas aqui apresento um amigo, que com a ajuda dele a gente fez essa história.

Apresentando o "Anjo Negro" (a gente chama o moleque de Anjo e pra isso ele se intitulou de Negro kkk)



Gostosa no ônibus voltando pra casa



Essa história acontece quando saio do trabalho e vou esperar o ônibus, como quem é de Córdoba (Argentina) já sabe, sempre vem lotado e todo mundo meio amontoado.

Entre janeiro, fevereiro e os primeiros dias de março dá pra viajar um pouco mais tranquilo. Mas o resto do ano, quando é temporada de estudo, o busão enche de adolescente.

Como saio do trampo às 14h, cruzo com todo mundo, subindo no ônibus de vez em quando ia de boa. Outras vezes tinha que ficar atrás de alguém e, numa dessas viagens, vou pro fundão antes de chegar na porta de descer. Lá estava ela, uma mina gostosa que parecia ter entre 18 ou 19 anos, uma bunda bem empinada e marcada, peitos grandes e firmes.

Quando viajava, sempre cruzava com ela e, num momento, me passa pela cabeça ficar atrás dela. Primeiro ficava de costas pra não ser sem noção, sentia aquela raba tão dura, hum, como me tentava, por sorte conseguia controlar minha excitação.

Mas cansei, decidi ficar atrás e sentir aquela bunda apertando meu pau. Quando vi ela, meu coração acelerou, ela tava vestida com uma legging justa e uma blusa comprida que cobria a raba. Fui pro fundo e me posicionei atrás dela (eu tava de roupa esportiva), com o balanço do ônibus e a galera passando, dava uns encostões bem gostosos.

Daí, faltando duas quadras pra chegar onde descia, já tava meio duro e, num movimento, faço ela sentir. Vejo ela olhar pro fundo do ônibus e depois voltar a olhar pra janela. E aí tive que descer. No dia seguinte, ela tava de calça jeans justa e blusa colada.

Volto a ficar atrás dela e, depois de umas encostadas, ela vira e me olha, eu pedindo desculpa, que a encostada era inevitável por causa do balanço do ônibus. Não dava pra ver os olhos um do outro porque os dois tavam de óculos, mas percebo ela colocar um pouco da língua pra fora de lado (:P), voltando a mesma posição. Falo no ouvido dela, sem vergonha: "Você tá muito gostosa, e isso é pouco, hein", ela fica vermelha. E vou descendo.

Quando vejo ela de novo, já cumprimento direto, falo que espero que não tenha se ofendido com o que disse outro dia. Ela responde:

Ela: Não esquenta.
Eu: Mas devo ser um dos tantos que fala isso, mas você tá linda.
Ela: Sabe que você é um dos poucos que teve coragem de falar na cara? Os outros assobiam ou gritam de longe, mas quando tão perto, falam "era brincadeira".
Eu: Ah, que estranho, uma mina tão gostosa devia ter um monte de caras em volta te elogiando.
Ela (corada): Para, olha como me deixa.
Eu: Não consigo evitar, você é tão linda e de algum jeito tenho que te falar.
Ela: Ok, posso te fazer uma pergunta?
Eu: Claro, manda, pode perguntar o que quiser.
Ela: Outro dia, você tava de pau duro?
Eu: Hummm... (olhando pro lado)
Ela: Fala, responde.
Eu: Tava sim, meio duro.
Ela: Ah, eu desconfiei, senti uma coisa grande e dura, por isso te olhei. Ó, a conversa acaba aqui, você já tem que descer.
Eu: É, que pena, você tem telefone?
Ela: Tenho, te passo 3512...
Eu: Beleza, te mando uma mensagem ou te ligo pra gente se encontrar.

A gente troca umas mensagens (besteiras), aí ela pergunta:

— Tem namorada?
Eu: Não, tô solteirão na vida 😃. E você, como tá nessa?
Ela: Tô sozinha, curto o "touch and go". Óbvio que são escolhidos, haha. Como você gosta das mulheres?
Eu: Nossa, cada pergunta, hein. Gosto de magrinhas ou gordinhas, morenas de preferência, mas umas loiras também, e que curtam uma bagunça mas sem exagerar, haha. E você, como gosta dos homens?
Ela: Gosto de magros, altos nem tanto, que não sejam negos ou falem daquele jeito, e que sejam sinceros, entre outras coisas. Você tem algumas dessas qualidades, hehe 😳.
Eu: Ah, valeu pelo elogio, mas como já te falei, você é maravilhosa e não tem outra definição 😛.
Ela: Caralho, que puxa-saco que você é.
Eu: Bom, interpreta como quiser, te Preciso ir, vou dormir.
Ela: Ok, até mais, descanse.
Eu: Até amanhã, sonhe com os anjinhos. Quer dizer, comigo kkkk.
Ela: Bom, tá bom, e você comigo também.

No outro dia, subi no ônibus e já não tinha tanta gente, e ela sentada no fundo, me fazendo sinal. Me ofereceu pra sentar e eu falei que não, que ela ficasse. Ela respondeu: "Senta aí", e eu me acomodei em cima da sua saia. Longe de recusar, a gente se ajeitou e conversou um pouco. De repente, ela se mexe devagarzinho, fica me olhando e chega perto do meu rosto. Beijei ela de uma vez e ela correspondeu, que gostoso como ela mexia a língua. Sem perceber, já tinha passado do ponto, e ela diz: "Vamos até minha casa, a gente se diverte um pouco lá."

Fomos pra casa, ela me apresentou pros pais e pro irmão (me fez passar por amigo da escola). Me ofereceu se queria comer algo. "Se não for muito incômodo, sem problemas." "Não tem problema nenhum", me deixou na sala vendo TV, trouxe torta de acelga (tava uma delícia, mas não tanto quanto a que minha mãe faz). Perguntei se o irmão era flogger, pelo visual.

— Não, nada a ver. Por fora pode até parecer, mas por dentro é um preto. Gosta de música de quarteto e um pouco de cumbia.
Eu: Ah, olha só, mesmo assim é um flogger que curte essa música kkk.
Ela: Sem ir longe, você parece bem metido com essa roupa.
Eu: Uso qualquer tipo de roupa, desde que fique bem em mim.
Ela: Olha você agora: calça saruel meio justa, camisa de manga comprida listrada e outra camiseta curta justa com um desenho de DJ e óculos. Tipo roqueiro, mas metido.
Eu: Pronto, aí veio a indireta pra mim kkk.
Ela: Não, coração, tô só falando.

Fomos pra porta e ficamos um tempinho nos beijando, nos abraçando. Sentia como os bicos dos peitos dela endureciam. E disfarçadamente, ela mexia no meu volume, e eu não ficava atrás, passava a mão na bunda dela, só que disfarçava um pouco colocando as mãos nos bolsos de trás. Nessa hora, chegou uma amiga dela, cumprimentou e disse:

— Namorado novo??
Ela: Ainda não confirmamos nada, só Estamos nos testando.
-Mmmm… esses testes que você tem.

Parecia que já estava sobrando ali, então falei pra gatinha que ia embora, nos despedimos com um beijo na boca e também cumprimentei a amiga. Ela me perguntou como eu ia voltar, respondi que ia andando já que não era muito longe e ainda coloquei o MP3 pra ouvir, cheguei em uns minutos.

O tempo passou, a gente zoava, íamos de um lado pro outro enquanto dava. Mas ainda não rolava nada, até que um dia convidei ela pra minha casa, estávamos na sala de boa (sozinhos no sofá). Já ficamos excitados, nos tocamos, meti a mão na buceta dela, que gostosa, tava toda molhadinha. Depois peguei e apertei a bundinha linda dela, ela desabotoou minha calça e puxou meu pau. Masturbando com as duas mãozinhas e tocando minhas bolas. Como eu gostava, até que ela abaixou a boquinha até meu pênis e começou a chupar, que delícia como ela chupava a cabeça e passava a língua pelo tronco. Chupava como se fosse sorvete e na cabeça do pau eu sentia como se ela quisesse me sugar. Como me excitava, o pau entrava certinho naquela boquinha pequena.

Me enchendo de prazer, de repente toca o celular da gatinha, falei porra… que se foda. E ela atendeu porque tava perto de mim, era a mãe perguntando onde ela tava, respondi que tava na minha casa, que não se preocupasse. Ela pergunta onde a filha tá pra falar com ela e eu disse que tava no computador (mentira, tava com meu pau na boca), passa pra ela e eu entreguei na hora. Ela falou um pouco com a mãe e desligou, me desculpa por ter te deixado assim, mas preciso ir. Tenho que acompanhar minha mãe pra comprar roupa e obviamente pra mim também haha.

Cumprimentei ela e ela foi embora, naquele dia não tive outra opção a não ser me masturbar vendo uns vídeos, imagens ou lendo contos de putaria.

Passaram dois dias e nos vimos de novo, ela pediu desculpa pela outra vez, que agora íamos poder ficar de boa sem ninguém encher o saco. Ofereci pra ela vir na minha casa pra gente zoar um pouco e terminar o que a gente tinha começado naquela vez. Respondeu que não podia, porque tinha que encontrar as amigas daqui a pouco e voltar pro colégio.

Passou o fim de semana, não rolou nada com essa mina, mas na terça à tarde ela foi lá em casa, eu tava sozinho (meus pais trabalhando e meu irmão no colégio ou pelo centro). Ela veio vestida com uma legging branca justa e uma blusa comprida que cobria até a bunda. A gente conversou um pouquinho e logo já tava se beijando, se acariciando com carinho. Fomos tirando a roupa bem devagar, intercalando beijos, até ficar só de cueca (eu de boxer e ela de tanguinha, sem sutiã). A gente passou um tempão se beijando e acariciando os corpos seminus, até eu tirar a cueca.

Deitei ela no sofá, tirei a tanguinha dela e voltei pra boca dela, nos acariciando. Depois eu fiquei por baixo e ela por cima, foi descendo devagar, beijando meu corpo até chegar no meu pau. O prazer mais gostoso que ela me dava, que delícia chupando, como eu adorava e ela me olhava com os olhinhos enquanto tinha meu pau na boca dela.

Depois de uns minutos, levantei e deitei ela no sofá, quis pegar um camisinha na carteira, mas ela não deixou, falou que eu podia meter sem capa e perguntei se desse algum problema. Ela respondeu que foi num médico pra receitar umas pílulas anticoncepcionais. Quando terminou de falar isso, me joguei nela e fui enfiando devagar. Tava molhadinho e meio apertado, que delícia, ela gemia e pedia pra eu meter tudo. Obedeci na hora e meti tudo, depois fui aumentando a velocidade, ela gemia e gritava de prazer.

Aí peguei as pernas dela e montei nos meus ombros, meti com mais força. Abracei ela forte e levantei pra apoiar na parede, não parava de gozar, tanto ela quanto eu. Fui descendo as pernas dela até minha cintura e segurando a bunda dela, empurrava ela mais pra perto de mim e enfiava meu pau com força. Me deitei no sofá e, como um preguiçoso, deixei ela montar em mim, que lindo cavalgava. haha. Aí ela se virou pro outro lado e eu fiquei olhando como meu pau entrava na buceta dela, também adorava ver aquela bundinha linda e o cuzinho. Depois de uns segundos comecei a bater nela, cada vez mais forte, ela se mexia toda. Parei ela pra me levantar e, do jeito que tava, continuei metendo de quatro. Apoiei nas costas dela e agarrei os peitos, comendo mais rápido e com mais força, me senti um cachorro no cio.

Tirei e ela se deitou no sofá, só que coloquei ela de lado e apoiei uma perna no meu ombro. Daí a pouco já tava quase gozando e perguntei onde ela queria, ela respondeu que queria sentir o leite escorrendo dentro. Continuei metendo forte, até que gozei e enchi a buceta dela de porra.

Ficamos um tempão parados, com meu pau ainda dentro dela. Fomos tomar banho, nos lavamos bem, ela se vestiu, a gente se despediu e ela foi embora.


O Fim


história não real (relato não real)

Espero que vocês tenham gostado, desculpa pelas voltas que a história deu.

Fonte (Fonte):
-Locoxhentai
-Angeloscuro

5 comentários - Caliente en autobús de vuelta a casa

antiparlante7404 dijo:kapo, si es cierta la historia es para aplaudir!


Nos quedamos un rato quietos, dejando mi verga adentro de ella. Nos fuimos a bañar, nos lavamos bien, se vistió nos saludamos y se fue.

The End


nonreal story (relato no real)