Aventura
Não pretendo de forma alguma que gostem do meu relato, é só um jeito de confiar a alguém uma história que, às vezes, me pesa na consciência e acho que talvez fosse o amor da minha vida, a parceira ideal pra passar o resto dos meus dias, e eu deixei ela ir pra sempre…
Olá, meu nome é… que importa meu nome, se o importante é a história que vou contar.
Hoje trabalho numa empresa onde recebo o reconhecimento que tanto queria como profissional que sou, apesar de ter só 24 anos, respeitado pelos colegas de trabalho, já que tenho uma posição invejável dentro da empresa. Mas minha história remonta ao meu emprego anterior…
Apesar de ter um cargo de técnico, também tinha uma posição bem vantajosa, muitas viagens e despesas pagas à vontade, mas era um trabalho pouco invejável, era perigoso por causa dos materiais que a gente mexia e do cuidado que se devia ter ao fazer um serviço desses. Por isso, não tinha muitos que aguentassem o ritmo de trabalho, muito menos que se arriscassem tanto. Na verdade, todo mundo que tava na área começou bem novinho, lá pelos vinte anos, idade em que eu comecei. Depois de vários incidentes no meu histórico em três anos, decidi procurar outro trampo, que é o que tenho agora.
Foi lá que conheci ela. Ela ia procurar emprego como secretária auxiliar de gerência. Naquele dia, ela apareceu com um terno preto, blusa branca e sapatilhas. Ela tava realmente linda. Quando vi ela, decidi que ela ia ser minha. Por insistência da secretária de gerência, pedi pra aceitarem ela. Na hora, ela sacou o recado e, sem mais nem menos, na segunda-feira seguinte apareceu pra trabalhar…
Ela é bem baixinha, 1,60 de altura, peitos pequenos, mas firmes, pernas não muito finas, suculentas, eu diria, cinturinha que não tinha o menor sinal de gordura, estrias ou algo do tipo, cara de anjo, pele morena clara. Resumindo, uma verdadeira gostosa. Gostosa, e cinco anos mais nova que eu.
Foi aí que comecei a cortejá-la, a jogar charme pra valer. Em duas semanas já estávamos saindo com segundas intenções, pra comer, cinema, dançar, qualquer desculpa era boa pra fazer ela minha. Foi quase um mês depois que ela entrou que, na hora do almoço, e por razões óbvias não tinha ninguém por perto, fui até a sala dela e começamos a conversar. Com a desculpa de que queria ver o que ela fazia no computador, fiquei atrás dela, me encostei nas costas dela, eu de pé, e sem aviso peguei o rosto dela e plantei um beijo, profundo. Minha língua penetrava a dela e ela, extasiada, eu a levantei, peguei na cintura e coloquei em cima da mesa. Continuei beijando ela, minhas mãos buscavam os peitos dela por cima da blusa, comecei a massagear, enquanto continuava beijando. Ela me abraçava bem forte. Comecei a desabotoar a blusa dela, depois o sutiã, os peitos dela à minha disposição. Chupei eles, lambi com vontade, uns vinte minutos assim, sem buscar mais nada. Me afastei e comentei que não era hora nem lugar pra algo a mais, então ficou por isso, e me retirei, não sem antes dar outro beijo nela e arrumar a roupa dela com o maior cuidado possível. Ela só conseguiu me dizer "obrigada" e eu saí da sala dela.
Como fui criado numa família conservadora, nunca foi minha intenção trair, e foi assim. Na verdade, gosto de tratar minhas parceiras da vez com a maior delicadeza possível, mas sou rebelde por natureza e na maioria das vezes não respeito lugar nem momento, e já cheguei a agir como um verdadeiro babaca em algumas ocasiões. Mas isso não quer dizer que eu engane elas ou não as ame, é só meu jeito de ser...
Passou uma semana, em que saímos pra comer duas vezes, além de cinema e teatro. Amo teatro, me considero uma pessoa culta e estudiosa, desde história até minhas matérias favoritas, matemática e física clássica, além de ler o jornal regularmente. Sempre me comportando como um verdadeiro cavalheiro com ela, deixava ela passar na frente. Primeiro, eu abria a porta pra ela, arrumava a cadeira, sempre atento ao que ela precisasse na mesa: água, algum talher, guardanapo, sal, e chamava ela de forma educada. Mas ó, não era só na época da conquista não, continuava assim mesmo quando a gente já tava namorando. Coisa estranha, uma amiga minha falou, mas fazer o quê, sou assim mesmo.
Deixei passar um fim de semana. No sábado seguinte, a gente marcou de se ver na estação do metrô Quatro Caminhos. Eu sabia de um hotel, por causa dos comentários dos meus ex-colegas de trabalho, que ficava perto da Avenida Primeiro de Maio, já em Naucalpan, Estado do México. Bom, a gente se viu lá pelo meio-dia, conversamos uns vinte minutos e ela me perguntou pra onde a gente ia. Eu respondi que pra onde ela quisesse. Óbvio que não teve resposta, então sugeri irmos pra um lugar onde a gente ficasse sozinho. Sem pensar duas vezes, ela falou que sim na hora. Subimos numa kombi, transporte comum aqui na cidade, e ela nos deixou a umas duas ruas do tal hotel. Paguei um quarto, subimos até o segundo andar, procuramos o quarto e entramos na mesma…
Tirei a camisa depois de trancar a porta. Ela tava nervosa, com um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto. Cheguei perto dela e a peguei nos meus braços sem desviar o olhar. Abracei ela e comecei a beijar. Ela começou a me abraçar, a acariciar, me tocava como se tivesse desesperada. Então eu tocava ela com o máximo de cuidado possível. Com a mão direita, massageava um peito dela por cima da roupa. Com a outra mão, passava pelas costas dela, de baixo pra cima e vice-versa, e no meio do caminho massageava a bunda dela. Ela foi ficando mais molinha. Tirei o top que ela tava usando e depois o sutiã. Na sequência, sentei na cama e puxei ela pra perto de mim. Comecei com um dos peitos dela: lambia, chupava, mordia bem devagar. Ela tirou minha camiseta e depois a calça, e em seguida a roupa íntima. Eu, totalmente pelado, ela acariciava minhas costas e meu peito, procurando meus lábios com os lábios dela. Assim, depois de um tempinho, quando empurrei ela contra a cama, deitei ela e comecei a desabotoar a calça dela, já tirei os sapatos, e fui tirando tudo. Passava uma mão pelas pernas dela, pelas coxas, pelo monte de Vênus, e com a outra abraçava e acariciava o pescoço dela, beijava com muito cuidado. Devagarzinho, tirei a calcinha dela e enfiei meus dedos entre os lábios da buceta dela, percorrendo a entrada, acariciando, devagar no começo e depois cada vez mais rápido. Ajeitei ela bem na cama, abri as pernas dela e me posicionei pra penetrar ela, na posição de missionário. Coloquei meu pau na entrada dela e apertei um pouco, ela deu um pulinho quando só a cabeça do meu pau tinha entrado, e aí parei. Continuei beijando ela, acariciando os peitos dela e, enquanto dava, abraçava ela. Ela dobrou os joelhos, levantando as pernas, erguendo um pouco a lombar, tava totalmente entregue. Assim, fui penetrando ela devagar, mas não era fácil, ela recuava, dizia que tava doendo. Aí peguei a perna direita dela e levantei mais, abrindo o máximo possível, e devagarzinho meu pau foi entrando, até chegar no fundo... tinha desvirginado ela.
Olhei pro rosto dela, ela tava chorando. Não me mexi por um bom tempo e, enquanto continuava beijando ela, ela começou a gemer quando eu comecei o movimento, um vai e vem devagar no começo, rápido às vezes, mas sem parar. Ela gemia, gritava, pedia pra eu não parar, pra continuar, pra ficar dentro dela pra sempre, até a gente gozar junto num orgasmo...
Deitei do lado dela, continuei abraçando ela, e agora era ela quem me beijava. Depois de uns minutos, ela se deitou de bruços, deixando à mostra aquela bunda linda dela, empinadinha, bem desenhada. Com aquilo, fiquei duro de novo. Deitei praticamente em cima dela, beijava as costas dela e, ao mesmo tempo, procurava a entrada do cuzinho dela com meu pau já duro. Ela dizia que por ali não, e quando já tava pronto, ela quase implorava pra eu não fazer. De um empurrão só, limpinho, meu pau sumiu. Entre as nalgas lindas dela, ela deu um grito tão alto que parecia que deu pra ouvir no hotel inteiro... eu tinha desvirginado o cu dela também...
Continuei me movendo sem parar dentro do intestino dela, ela estava muito apertada e fez eu gozar bem rápido, ela chorava sem parar, tentando se soltar, até que sentiu meu gozo quente dentro do cu dela, foi aí que ela ficou parada. Deixei lá dentro até perder o inchaço e tirei bem devagar, coloquei ela na minha frente e comecei a beijar ela, ficamos abraçados um tempão, e ela dormiu. Minutos depois, levantei pra ir no banheiro, abri o chuveiro e comecei a tomar banho, pouco depois ela veio atrás, entrou no banho comigo, e comecei a massagear ela, procurei a entrada da buceta dela com meu pau já duro de novo e meti, a água quente escorria pelos nossos corpos, ela gemia, pedia pra eu não parar, pra gozar dentro dela, pra continuar comendo ela, até que eu gozei dentro dela. Saímos e eu sequei ela com o maior cuidado possível, focando especialmente nos peitos dela e no monte de Vênus, nos vestimos, devagar, e no final, eu sentado na cama colocando o último sapato, ela se jogou em cima de mim, me beijava com carinho, me derrubou na cama e ela por cima de mim não parava de agradecer, dizendo que tinha sido muito gostoso e que nunca ia esquecer...
Nos meses seguintes, continuamos saindo, como namorados, íamos pra todo canto, comer, jantar, cinema, teatro, parque de diversões, tomar um café e conversar, ou só caminhar e passar o tempo juntos... Mas eu não tava realmente apaixonado por ela, meu único objetivo era comer ela sempre que eu quisesse, e ela nunca reclamava, bastava pedir pra ir pra um hotel, e ela nunca dizia não.
Por causa do trabalho, já que era muito perigoso como eu falei antes, pedi demissão, que foi aceita depois de muita encheção de saco, só vi ela mais uma vez, uma semana depois que saí da empresa, e claro, fomos transar. Ela pediu demissão dois meses depois e arrumou outro emprego. Segundo o que soube depois.
Ela me ligava pra pedir que a gente se visse, mas eu botava a culpa nas muitas ocupações do meu novo emprego. Na real, eram as viagens que tomavam meu tempo, até fins de semana, além de morarmos muito longe. Organizei meu tempo entre fazer aulas de inglês, onde conheci outra mina, dois anos mais nova que eu, e em duas semanas a gente virou namorados. E, como sempre, me comporto direitinho, dou a maior atenção, acho eu, mas ela é mais do tipo que valoriza muito a liberdade dela, com um gênio bem difícil, teimosa pra caralho, se desespera rápido e às vezes me manda pastar por não ir vê-la ou algo assim. Sei que é só chegar na casa dela e ficar um tempinho com ela que ela se acalma e esquece tudo, mas às vezes me tira do sério. Mesmo tentando ser o melhor pra ela, sei que não é suficiente e ela espera mais de mim, e não sei se tô preparado pra dar todo meu tempo e esforço, porque sei que ela não daria. São muitas coisas, seis meses de namoro, mas isso sim, tento que a gente converse tudo e fique de boa com o que faz.
E não é à toa. Quando a gente conversava sobre transar, sugeri irmos primeiro no ginecologista. Eu levei ela, tento que tudo dê certo e a gente não leve um susto nem nada parecido.
Agora aquela mina que eu desvirginei num hotel de vez em quando me liga pra ver se a gente pode se ver, pra conversar. Ela diz que não me esquece e que tem muitos sonhos pra nós dois… juntos. Não tenho coragem de encará-la e pedir desculpas por todo o dano que causei. Ela pensando que eu ficaria do lado dela pra sempre, e eu na primeira oportunidade me afasto e arrumo outra. Que não curto o sexo com minha namorada atual como curtia com ela, e claro que tem outra no lugar dela….
Agora ela tá online no Messenger, me manda e-mails insistindo pra saber se posso vê-la… não sei… e é que minha namorada atual também fez muita coisa pra ficar comigo. Ela também me dá atenções que ninguém nunca me deu antes. Na real, eu não bebo bebida alcoólica… Bom, até bebo, mas é raro pra caralho quando eu bebo, e quando bebo, bebo bem. E olha que eu aguento um caminhão de bebida, meus primos e primas quase nunca conseguem me acompanhar, no final eu que acabo cuidando deles. Uma vez que isso aconteceu, ela quase me ligava ou mandava mensagem no celular a cada cinco minutos pra saber como eu tava. Depois fiquei sabendo pela irmã dela que ela tava preocupada comigo e que não aguentaria se acontecesse alguma coisa comigo.
Isso sem falar nos conselhos de uma amiga muito próxima minha, íntima, eu diria. E pra variar, desde que a conheço, há mais de seis anos, ela é meu amor platônico. Ela sabe disso, mas não tenho chance nenhuma com ela. É uma mulher em todos os sentidos: inteligente, livre, segura de si, com uma coragem que muitas já gostariam de ter quando encaram projetos novos, mas com um temperamento bravo pra caralho. Já aprendi a lidar com ela, e comigo ela se acalma, amolece. Já saímos várias vezes e, mesmo tendo tido oportunidade de transar com ela, eu a respeito.
É assim minha vida, fazer o quê…
Não pretendo de forma alguma que gostem do meu relato, é só um jeito de confiar a alguém uma história que, às vezes, me pesa na consciência e acho que talvez fosse o amor da minha vida, a parceira ideal pra passar o resto dos meus dias, e eu deixei ela ir pra sempre…
Olá, meu nome é… que importa meu nome, se o importante é a história que vou contar.
Hoje trabalho numa empresa onde recebo o reconhecimento que tanto queria como profissional que sou, apesar de ter só 24 anos, respeitado pelos colegas de trabalho, já que tenho uma posição invejável dentro da empresa. Mas minha história remonta ao meu emprego anterior…
Apesar de ter um cargo de técnico, também tinha uma posição bem vantajosa, muitas viagens e despesas pagas à vontade, mas era um trabalho pouco invejável, era perigoso por causa dos materiais que a gente mexia e do cuidado que se devia ter ao fazer um serviço desses. Por isso, não tinha muitos que aguentassem o ritmo de trabalho, muito menos que se arriscassem tanto. Na verdade, todo mundo que tava na área começou bem novinho, lá pelos vinte anos, idade em que eu comecei. Depois de vários incidentes no meu histórico em três anos, decidi procurar outro trampo, que é o que tenho agora.
Foi lá que conheci ela. Ela ia procurar emprego como secretária auxiliar de gerência. Naquele dia, ela apareceu com um terno preto, blusa branca e sapatilhas. Ela tava realmente linda. Quando vi ela, decidi que ela ia ser minha. Por insistência da secretária de gerência, pedi pra aceitarem ela. Na hora, ela sacou o recado e, sem mais nem menos, na segunda-feira seguinte apareceu pra trabalhar…
Ela é bem baixinha, 1,60 de altura, peitos pequenos, mas firmes, pernas não muito finas, suculentas, eu diria, cinturinha que não tinha o menor sinal de gordura, estrias ou algo do tipo, cara de anjo, pele morena clara. Resumindo, uma verdadeira gostosa. Gostosa, e cinco anos mais nova que eu.
Foi aí que comecei a cortejá-la, a jogar charme pra valer. Em duas semanas já estávamos saindo com segundas intenções, pra comer, cinema, dançar, qualquer desculpa era boa pra fazer ela minha. Foi quase um mês depois que ela entrou que, na hora do almoço, e por razões óbvias não tinha ninguém por perto, fui até a sala dela e começamos a conversar. Com a desculpa de que queria ver o que ela fazia no computador, fiquei atrás dela, me encostei nas costas dela, eu de pé, e sem aviso peguei o rosto dela e plantei um beijo, profundo. Minha língua penetrava a dela e ela, extasiada, eu a levantei, peguei na cintura e coloquei em cima da mesa. Continuei beijando ela, minhas mãos buscavam os peitos dela por cima da blusa, comecei a massagear, enquanto continuava beijando. Ela me abraçava bem forte. Comecei a desabotoar a blusa dela, depois o sutiã, os peitos dela à minha disposição. Chupei eles, lambi com vontade, uns vinte minutos assim, sem buscar mais nada. Me afastei e comentei que não era hora nem lugar pra algo a mais, então ficou por isso, e me retirei, não sem antes dar outro beijo nela e arrumar a roupa dela com o maior cuidado possível. Ela só conseguiu me dizer "obrigada" e eu saí da sala dela.
Como fui criado numa família conservadora, nunca foi minha intenção trair, e foi assim. Na verdade, gosto de tratar minhas parceiras da vez com a maior delicadeza possível, mas sou rebelde por natureza e na maioria das vezes não respeito lugar nem momento, e já cheguei a agir como um verdadeiro babaca em algumas ocasiões. Mas isso não quer dizer que eu engane elas ou não as ame, é só meu jeito de ser...
Passou uma semana, em que saímos pra comer duas vezes, além de cinema e teatro. Amo teatro, me considero uma pessoa culta e estudiosa, desde história até minhas matérias favoritas, matemática e física clássica, além de ler o jornal regularmente. Sempre me comportando como um verdadeiro cavalheiro com ela, deixava ela passar na frente. Primeiro, eu abria a porta pra ela, arrumava a cadeira, sempre atento ao que ela precisasse na mesa: água, algum talher, guardanapo, sal, e chamava ela de forma educada. Mas ó, não era só na época da conquista não, continuava assim mesmo quando a gente já tava namorando. Coisa estranha, uma amiga minha falou, mas fazer o quê, sou assim mesmo.
Deixei passar um fim de semana. No sábado seguinte, a gente marcou de se ver na estação do metrô Quatro Caminhos. Eu sabia de um hotel, por causa dos comentários dos meus ex-colegas de trabalho, que ficava perto da Avenida Primeiro de Maio, já em Naucalpan, Estado do México. Bom, a gente se viu lá pelo meio-dia, conversamos uns vinte minutos e ela me perguntou pra onde a gente ia. Eu respondi que pra onde ela quisesse. Óbvio que não teve resposta, então sugeri irmos pra um lugar onde a gente ficasse sozinho. Sem pensar duas vezes, ela falou que sim na hora. Subimos numa kombi, transporte comum aqui na cidade, e ela nos deixou a umas duas ruas do tal hotel. Paguei um quarto, subimos até o segundo andar, procuramos o quarto e entramos na mesma…
Tirei a camisa depois de trancar a porta. Ela tava nervosa, com um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto. Cheguei perto dela e a peguei nos meus braços sem desviar o olhar. Abracei ela e comecei a beijar. Ela começou a me abraçar, a acariciar, me tocava como se tivesse desesperada. Então eu tocava ela com o máximo de cuidado possível. Com a mão direita, massageava um peito dela por cima da roupa. Com a outra mão, passava pelas costas dela, de baixo pra cima e vice-versa, e no meio do caminho massageava a bunda dela. Ela foi ficando mais molinha. Tirei o top que ela tava usando e depois o sutiã. Na sequência, sentei na cama e puxei ela pra perto de mim. Comecei com um dos peitos dela: lambia, chupava, mordia bem devagar. Ela tirou minha camiseta e depois a calça, e em seguida a roupa íntima. Eu, totalmente pelado, ela acariciava minhas costas e meu peito, procurando meus lábios com os lábios dela. Assim, depois de um tempinho, quando empurrei ela contra a cama, deitei ela e comecei a desabotoar a calça dela, já tirei os sapatos, e fui tirando tudo. Passava uma mão pelas pernas dela, pelas coxas, pelo monte de Vênus, e com a outra abraçava e acariciava o pescoço dela, beijava com muito cuidado. Devagarzinho, tirei a calcinha dela e enfiei meus dedos entre os lábios da buceta dela, percorrendo a entrada, acariciando, devagar no começo e depois cada vez mais rápido. Ajeitei ela bem na cama, abri as pernas dela e me posicionei pra penetrar ela, na posição de missionário. Coloquei meu pau na entrada dela e apertei um pouco, ela deu um pulinho quando só a cabeça do meu pau tinha entrado, e aí parei. Continuei beijando ela, acariciando os peitos dela e, enquanto dava, abraçava ela. Ela dobrou os joelhos, levantando as pernas, erguendo um pouco a lombar, tava totalmente entregue. Assim, fui penetrando ela devagar, mas não era fácil, ela recuava, dizia que tava doendo. Aí peguei a perna direita dela e levantei mais, abrindo o máximo possível, e devagarzinho meu pau foi entrando, até chegar no fundo... tinha desvirginado ela.
Olhei pro rosto dela, ela tava chorando. Não me mexi por um bom tempo e, enquanto continuava beijando ela, ela começou a gemer quando eu comecei o movimento, um vai e vem devagar no começo, rápido às vezes, mas sem parar. Ela gemia, gritava, pedia pra eu não parar, pra continuar, pra ficar dentro dela pra sempre, até a gente gozar junto num orgasmo...
Deitei do lado dela, continuei abraçando ela, e agora era ela quem me beijava. Depois de uns minutos, ela se deitou de bruços, deixando à mostra aquela bunda linda dela, empinadinha, bem desenhada. Com aquilo, fiquei duro de novo. Deitei praticamente em cima dela, beijava as costas dela e, ao mesmo tempo, procurava a entrada do cuzinho dela com meu pau já duro. Ela dizia que por ali não, e quando já tava pronto, ela quase implorava pra eu não fazer. De um empurrão só, limpinho, meu pau sumiu. Entre as nalgas lindas dela, ela deu um grito tão alto que parecia que deu pra ouvir no hotel inteiro... eu tinha desvirginado o cu dela também...
Continuei me movendo sem parar dentro do intestino dela, ela estava muito apertada e fez eu gozar bem rápido, ela chorava sem parar, tentando se soltar, até que sentiu meu gozo quente dentro do cu dela, foi aí que ela ficou parada. Deixei lá dentro até perder o inchaço e tirei bem devagar, coloquei ela na minha frente e comecei a beijar ela, ficamos abraçados um tempão, e ela dormiu. Minutos depois, levantei pra ir no banheiro, abri o chuveiro e comecei a tomar banho, pouco depois ela veio atrás, entrou no banho comigo, e comecei a massagear ela, procurei a entrada da buceta dela com meu pau já duro de novo e meti, a água quente escorria pelos nossos corpos, ela gemia, pedia pra eu não parar, pra gozar dentro dela, pra continuar comendo ela, até que eu gozei dentro dela. Saímos e eu sequei ela com o maior cuidado possível, focando especialmente nos peitos dela e no monte de Vênus, nos vestimos, devagar, e no final, eu sentado na cama colocando o último sapato, ela se jogou em cima de mim, me beijava com carinho, me derrubou na cama e ela por cima de mim não parava de agradecer, dizendo que tinha sido muito gostoso e que nunca ia esquecer...
Nos meses seguintes, continuamos saindo, como namorados, íamos pra todo canto, comer, jantar, cinema, teatro, parque de diversões, tomar um café e conversar, ou só caminhar e passar o tempo juntos... Mas eu não tava realmente apaixonado por ela, meu único objetivo era comer ela sempre que eu quisesse, e ela nunca reclamava, bastava pedir pra ir pra um hotel, e ela nunca dizia não.
Por causa do trabalho, já que era muito perigoso como eu falei antes, pedi demissão, que foi aceita depois de muita encheção de saco, só vi ela mais uma vez, uma semana depois que saí da empresa, e claro, fomos transar. Ela pediu demissão dois meses depois e arrumou outro emprego. Segundo o que soube depois.
Ela me ligava pra pedir que a gente se visse, mas eu botava a culpa nas muitas ocupações do meu novo emprego. Na real, eram as viagens que tomavam meu tempo, até fins de semana, além de morarmos muito longe. Organizei meu tempo entre fazer aulas de inglês, onde conheci outra mina, dois anos mais nova que eu, e em duas semanas a gente virou namorados. E, como sempre, me comporto direitinho, dou a maior atenção, acho eu, mas ela é mais do tipo que valoriza muito a liberdade dela, com um gênio bem difícil, teimosa pra caralho, se desespera rápido e às vezes me manda pastar por não ir vê-la ou algo assim. Sei que é só chegar na casa dela e ficar um tempinho com ela que ela se acalma e esquece tudo, mas às vezes me tira do sério. Mesmo tentando ser o melhor pra ela, sei que não é suficiente e ela espera mais de mim, e não sei se tô preparado pra dar todo meu tempo e esforço, porque sei que ela não daria. São muitas coisas, seis meses de namoro, mas isso sim, tento que a gente converse tudo e fique de boa com o que faz.
E não é à toa. Quando a gente conversava sobre transar, sugeri irmos primeiro no ginecologista. Eu levei ela, tento que tudo dê certo e a gente não leve um susto nem nada parecido.
Agora aquela mina que eu desvirginei num hotel de vez em quando me liga pra ver se a gente pode se ver, pra conversar. Ela diz que não me esquece e que tem muitos sonhos pra nós dois… juntos. Não tenho coragem de encará-la e pedir desculpas por todo o dano que causei. Ela pensando que eu ficaria do lado dela pra sempre, e eu na primeira oportunidade me afasto e arrumo outra. Que não curto o sexo com minha namorada atual como curtia com ela, e claro que tem outra no lugar dela….
Agora ela tá online no Messenger, me manda e-mails insistindo pra saber se posso vê-la… não sei… e é que minha namorada atual também fez muita coisa pra ficar comigo. Ela também me dá atenções que ninguém nunca me deu antes. Na real, eu não bebo bebida alcoólica… Bom, até bebo, mas é raro pra caralho quando eu bebo, e quando bebo, bebo bem. E olha que eu aguento um caminhão de bebida, meus primos e primas quase nunca conseguem me acompanhar, no final eu que acabo cuidando deles. Uma vez que isso aconteceu, ela quase me ligava ou mandava mensagem no celular a cada cinco minutos pra saber como eu tava. Depois fiquei sabendo pela irmã dela que ela tava preocupada comigo e que não aguentaria se acontecesse alguma coisa comigo.
Isso sem falar nos conselhos de uma amiga muito próxima minha, íntima, eu diria. E pra variar, desde que a conheço, há mais de seis anos, ela é meu amor platônico. Ela sabe disso, mas não tenho chance nenhuma com ela. É uma mulher em todos os sentidos: inteligente, livre, segura de si, com uma coragem que muitas já gostariam de ter quando encaram projetos novos, mas com um temperamento bravo pra caralho. Já aprendi a lidar com ela, e comigo ela se acalma, amolece. Já saímos várias vezes e, mesmo tendo tido oportunidade de transar com ela, eu a respeito.
É assim minha vida, fazer o quê…
2 comentários - Meu primeiro conto erótico
jeje
gracias por pasarse