Olá de novo, comunidade Poringa Girl! Primeiro, quero agradecer todo mundo pela boa energia nos comentários e pelos pontos que deixaram… 😃 😃 😃
E aqui trago uma nova experiência na minha vida sexual, a mais importante na minha opinião, porque foi com ela que descobri e consegui encontrar mais prazer, e que virou minha nova obsessão…
Espero que curtam tanto quanto eu e meu namorado curtimos… 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
Em breve vou postar a 2ª Parte, porque de novo ficou muito longa…
Me despeço e espero seus comentários, sejam bons, ruins, críticas, sugestões, reclamações e/ou pedidos… 😀 😀 😀
Beijinhos Pegajosos!!!
Cecil♥
Minha Primeira Vez Primeira ParteUma tarde, depois de 2 meses de namoro e depois de tantos momentos de prazer e tesão vividos, chegou o dia em que ele me perguntou se eu topava finalmente realizar o desejo que a gente tinha um pelo outro. Antes eram só tentativas de rolar, a gente nunca tinha conversado sobre isso, só se deixava levar pelo momento e pelo tesão, mas sempre éramos interrompidos por alguém ou não era o lugar ideal, além de que eu não queria que minha primeira vez fosse em qualquer lugar.
Naquele dia, eu tinha um evento de família, muito importante porque era organizado e dirigido por um membro da minha família, e toda a parentada ia comparecer, incluindo meus pais, irmãs, primos, tios, tias e avós. Era a hora de apresentar meu namorado pro resto da família que ainda não o conhecia. Por causa do tamanho do evento e da quantidade de gente, a gente podia evitar aquelas apresentações longas e formalidades, que a gente odiava, mas eles tinham insistido em conhecer meu namorado. Então, a gente esperou essa boa oportunidade. Ajudados pelos nervos e pela ansiedade dos membros da minha família com a preparação do evento, assim que ele começou, a gente conseguiu dar um jeito de escapar no meio do tumulto e sair por um tempo daquele lugar chato. A gente foi dar umas voltas por aquele bairro tranquilo que, pra nossa sorte, seja pelo dia — um domingo ao meio-dia — ou só pelo tédio natural de um bairro típico de Almagro, estava super silencioso, com uma calma e uma serenidade meio sinistras. Além disso, quase não tinha trânsito naquela hora, o que melhorava ainda mais a situação pra gente, que, como de costume, estava muito na pilha. Só eu e ele caminhando por aquelas ruas, se afastando o suficiente pra ter certeza de que nenhum parente ia cortar nosso festim. Virando uma esquina, a gente encontrou uma calçada com uma fileira de árvores grandes, uma atrás da outra, separadas por alguns metros de distância, e um murozão comprido que ia de uma esquina a outra. A quadra era longa e... As casas da frente estavam mais vazias que o próprio bairro, lugar perfeito pra gente parar. Ele se encostou numa árvore, olhou pro muro, me pegou pela cintura e começou a me beijar doce e delicadamente, coisa que eu adorava porque já sabia o que vinha. Começava com carinho e, quando ficava bem excitado, acelerava o movimento da boca. No começo eram beijos quentes, apaixonados, suaves, chupões e um pouco de troca de saliva, que depois virava um emaranhado de línguas onde era difícil distinguir de quem era. A língua dele entrava e saía rápido da minha boca, deslizando pelos meus lábios e mordendo com vontade o lábio inferior, depois voltava a meter a língua na minha boca e começava o joguinho de novo. Enquanto a gente se beijava com tudo, eu começava a deslizar a mão do pescoço dele, passando pelos ombros, braços, voltando pra cabeça, brincando com o cabelo dele e descendo suavemente pelas costas até a barra da camiseta, pra subir de novo por baixo da roupa e depois deslizar pela barriga dele. Enquanto eu fazia esse joguinho, ele acariciava minhas costas, meu pescoço, meu cabelo, depois descia de novo pelas costas devagar, passando pela cintura até chegar na minha bunda pequena pra massagear por cima da roupa, apertando e amassando com tesão, enquanto com a outra mão começava a deslizar do meu pescoço pra baixo, por cima da roupa, até chegar nos meus peitos, pra brincar um pouco com meus bicos, que dava pra sentir através da roupa sem problema porque a excitação tava na pele, e eles apareciam bem marcados na minha regata. Depois continuava a busca até chegar na minha calça, enfiando a mão na minha virilha e brincando com minha buceta, começando a esfregar de leve, enquanto minha mão já tinha descido pela barriga dele até chegar no pau dele, que dava pra sentir bem duro por cima da calça. Continuei esfregando primeiro. Suavemente e, conforme ele aumentava o atrito na minha buceta e nos meus mamilos, alternando a mão para massagear e apertar meus peitos e minha bunda pequena, enquanto a outra ficava sempre na minha buceta, minha excitação subia e, com ela, minhas esfregadas no pau dele ereto, uma e outra vez, sem parar de nos chupar a boca, a língua e misturar nossas salivas em nenhum momento. Seguimos assim nessa brincadeira. Num instante, sem que eu percebesse, pela rapidez dele ou pela putaria que já tava rolando, ele já tinha enfiado as mãos debaixo da minha roupa. Uma delas brincava com meu mamilo esquerdo, me deixando louca de prazer, acariciando, apertando e até esticando, enquanto a outra tava brincando com minha buceta, com movimentos circulares no meu clitóris, que naquela hora já tava toda ensopada com minhas secreções vaginais. Isso me dava uma sensação altíssima de prazer, misturada de novo com a adrenalina de estar fazendo aquilo na rua, o que já tava virando costume pra gente. Por causa disso, minha respiração já começava a falhar e dava pra ouvir meus gemidos baixinhos e curtos. Nessa hora, eu desabotoo a calça dele e começo a esfregar o pau dele por cima da roupa. Enquanto ele aumentava a punheta na minha buceta, minha excitação crescia, e isso fez com que eu puxasse a cueca dele pra baixo desesperadamente e começasse a massagear o pau dele com força, o que foi fácil por causa dos fluidos espalhados pela cabeça do pau, que faziam minha mão deslizar fácil pelo tronco. Quanto mais rápido um fazia, o outro acelerava a punheta pra acompanhar quem tava ganhando na velocidade. Depois de alguns minutos de punheta mútua, sem nunca ter parado os beijos melados, cheios de saliva que deixavam nossas bocas e parte dos rostos completamente molhados, chegamos mais uma vez a experimentar um novo paraíso, quase ao mesmo tempo. Primeiro ele, que ao gozar eu podia sentir o leite dele escorrendo e se espalhando pela minha mão, e eu até curtia a força com que ele escapava daquela cabecinha rosada e brilhosa, que eu cobria com a palma da mão pra não espirrar, e assim, sem deixar escapar uma gota do gozo dela, enchia minha mão com ele, pra depois espalhar por todo o tronco dela, enquanto ele continuava batendo punheta no meu clitóris com gosto, até que uns segundos depois, quase desencadeada pelo gozo quentinho dele, chegou meu gostoso, doce e prazeroso orgasmo. A gente continuou se beijando apaixonadamente (já que geralmente depois do primeiro eu sempre quero mais e mais, fico muito tarada e não paro de beijar meu parceiro com tesão), até que veio a proposta da parte dele. Num momento de extremo tesão, ele disse:
- Topa?
Eu olhei pra ele surpresa e respondi:
- Topar o quê?
Tentando evitar o momento e disfarçar meu nervosismo pelo que vinha. Aí ele disse:
- Você já sabe o quê, ou ainda não tem certeza do que eu sinto por você?
Minha ansiedade se misturava com o tesão do momento e o nervosismo pelo desconhecido, intrigante mas muito desejado por nós dois, então respondi:
- Sabe que não quero perder minha virgindade assim, no meio da rua.
Ele sorriu e falou:
- Não, bobinha, não tô falando aqui e agora, mas quando a gente conseguir se livrar dos seus parentes, vamos pra um hotel. Topa ou ainda tá com medo?
Eu não queria passar vergonha falando que não, nem fazer merda e ele não gostar. O nervosismo me paralisava, mas junto com isso, minha vontade era inexplicável. A gente tava muito tarado como sempre, mas com a diferença de que eu já sentia que ele era o cara certo, e por outro lado queria disfarçar o medo e o nervosismo, e ao mesmo tempo ganhar tempo, então respondi:
- Bom, deixa eu pensar e quando a gente for embora eu te respondo.
Naquele momento, ele, pensando que depois minha resposta seria "ainda não tô preparada", ficou meio chateado, e tirando um lenço do bolso, se limpou, passou pra mim pra eu fazer o mesmo, arrumou a roupa, esperou eu terminar de me ajeitar, pegou minha mão e disse: "vamos voltar". Fomos bem quietos no caminho e, quando chegamos, fiquei o tempo todo tentando evitá-lo. Me misturei com meus parentes e não parei de falar com meus primos, irmãs e todo mundo. Ele me observava em silêncio, com uma mistura de tesão e raiva, talvez um pouco de nervoso também.
Na hora de ir embora, meu pai mandou a gente subir no carro, que ele daria uma carona até a casa dele. No carro estava toda a minha família, então não íamos poder conversar. Por um lado, era melhor pra mim, escapava daquele momento vitoriosa, mas isso se eu não tivesse a mesma vontade que ele. Então falei pro meu pai que a gente ia de trem. Nos despedimos e seguimos viagem. Ele não entendia se eu fiz aquilo só pra conversar em paz ou se realmente ia topar a proposta dele, então quase o caminho inteiro a gente não trocou uma palavra. Quando chegamos na estação onde a gente devia descer, ele me fez a pergunta de novo.
E, me deixando levar pelo medo e pelo nervoso, respondi:
— Não, ainda não.
Ele pegou minha mão sem dizer nada e, com a melhor cara de "tudo bem, não tem problema", foi em direção à porta do vagão. Naquele momento, sem pensar em nada, segurei a mão dele pra não deixar ele avançar. Ele me olhou sem entender, e eu respondi:
— Vamos, você tem razão. Se não for hoje, vai ser depois, e eu prefiro que seja agora e com você. Sei que não vou me arrepender.
Sorri pra ele com um sorriso tímido e inquieto. Não tinha certeza do que estava fazendo, mas tinha certeza de que ele era o cara certo.
Seguimos viagem no trem até chegar na estação onde sabíamos que tinha uns hotéis perto.
Continua...
E aqui trago uma nova experiência na minha vida sexual, a mais importante na minha opinião, porque foi com ela que descobri e consegui encontrar mais prazer, e que virou minha nova obsessão…
Espero que curtam tanto quanto eu e meu namorado curtimos… 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
Em breve vou postar a 2ª Parte, porque de novo ficou muito longa…
Me despeço e espero seus comentários, sejam bons, ruins, críticas, sugestões, reclamações e/ou pedidos… 😀 😀 😀
Beijinhos Pegajosos!!!
Cecil♥
Minha Primeira Vez Primeira ParteUma tarde, depois de 2 meses de namoro e depois de tantos momentos de prazer e tesão vividos, chegou o dia em que ele me perguntou se eu topava finalmente realizar o desejo que a gente tinha um pelo outro. Antes eram só tentativas de rolar, a gente nunca tinha conversado sobre isso, só se deixava levar pelo momento e pelo tesão, mas sempre éramos interrompidos por alguém ou não era o lugar ideal, além de que eu não queria que minha primeira vez fosse em qualquer lugar.
Naquele dia, eu tinha um evento de família, muito importante porque era organizado e dirigido por um membro da minha família, e toda a parentada ia comparecer, incluindo meus pais, irmãs, primos, tios, tias e avós. Era a hora de apresentar meu namorado pro resto da família que ainda não o conhecia. Por causa do tamanho do evento e da quantidade de gente, a gente podia evitar aquelas apresentações longas e formalidades, que a gente odiava, mas eles tinham insistido em conhecer meu namorado. Então, a gente esperou essa boa oportunidade. Ajudados pelos nervos e pela ansiedade dos membros da minha família com a preparação do evento, assim que ele começou, a gente conseguiu dar um jeito de escapar no meio do tumulto e sair por um tempo daquele lugar chato. A gente foi dar umas voltas por aquele bairro tranquilo que, pra nossa sorte, seja pelo dia — um domingo ao meio-dia — ou só pelo tédio natural de um bairro típico de Almagro, estava super silencioso, com uma calma e uma serenidade meio sinistras. Além disso, quase não tinha trânsito naquela hora, o que melhorava ainda mais a situação pra gente, que, como de costume, estava muito na pilha. Só eu e ele caminhando por aquelas ruas, se afastando o suficiente pra ter certeza de que nenhum parente ia cortar nosso festim. Virando uma esquina, a gente encontrou uma calçada com uma fileira de árvores grandes, uma atrás da outra, separadas por alguns metros de distância, e um murozão comprido que ia de uma esquina a outra. A quadra era longa e... As casas da frente estavam mais vazias que o próprio bairro, lugar perfeito pra gente parar. Ele se encostou numa árvore, olhou pro muro, me pegou pela cintura e começou a me beijar doce e delicadamente, coisa que eu adorava porque já sabia o que vinha. Começava com carinho e, quando ficava bem excitado, acelerava o movimento da boca. No começo eram beijos quentes, apaixonados, suaves, chupões e um pouco de troca de saliva, que depois virava um emaranhado de línguas onde era difícil distinguir de quem era. A língua dele entrava e saía rápido da minha boca, deslizando pelos meus lábios e mordendo com vontade o lábio inferior, depois voltava a meter a língua na minha boca e começava o joguinho de novo. Enquanto a gente se beijava com tudo, eu começava a deslizar a mão do pescoço dele, passando pelos ombros, braços, voltando pra cabeça, brincando com o cabelo dele e descendo suavemente pelas costas até a barra da camiseta, pra subir de novo por baixo da roupa e depois deslizar pela barriga dele. Enquanto eu fazia esse joguinho, ele acariciava minhas costas, meu pescoço, meu cabelo, depois descia de novo pelas costas devagar, passando pela cintura até chegar na minha bunda pequena pra massagear por cima da roupa, apertando e amassando com tesão, enquanto com a outra mão começava a deslizar do meu pescoço pra baixo, por cima da roupa, até chegar nos meus peitos, pra brincar um pouco com meus bicos, que dava pra sentir através da roupa sem problema porque a excitação tava na pele, e eles apareciam bem marcados na minha regata. Depois continuava a busca até chegar na minha calça, enfiando a mão na minha virilha e brincando com minha buceta, começando a esfregar de leve, enquanto minha mão já tinha descido pela barriga dele até chegar no pau dele, que dava pra sentir bem duro por cima da calça. Continuei esfregando primeiro. Suavemente e, conforme ele aumentava o atrito na minha buceta e nos meus mamilos, alternando a mão para massagear e apertar meus peitos e minha bunda pequena, enquanto a outra ficava sempre na minha buceta, minha excitação subia e, com ela, minhas esfregadas no pau dele ereto, uma e outra vez, sem parar de nos chupar a boca, a língua e misturar nossas salivas em nenhum momento. Seguimos assim nessa brincadeira. Num instante, sem que eu percebesse, pela rapidez dele ou pela putaria que já tava rolando, ele já tinha enfiado as mãos debaixo da minha roupa. Uma delas brincava com meu mamilo esquerdo, me deixando louca de prazer, acariciando, apertando e até esticando, enquanto a outra tava brincando com minha buceta, com movimentos circulares no meu clitóris, que naquela hora já tava toda ensopada com minhas secreções vaginais. Isso me dava uma sensação altíssima de prazer, misturada de novo com a adrenalina de estar fazendo aquilo na rua, o que já tava virando costume pra gente. Por causa disso, minha respiração já começava a falhar e dava pra ouvir meus gemidos baixinhos e curtos. Nessa hora, eu desabotoo a calça dele e começo a esfregar o pau dele por cima da roupa. Enquanto ele aumentava a punheta na minha buceta, minha excitação crescia, e isso fez com que eu puxasse a cueca dele pra baixo desesperadamente e começasse a massagear o pau dele com força, o que foi fácil por causa dos fluidos espalhados pela cabeça do pau, que faziam minha mão deslizar fácil pelo tronco. Quanto mais rápido um fazia, o outro acelerava a punheta pra acompanhar quem tava ganhando na velocidade. Depois de alguns minutos de punheta mútua, sem nunca ter parado os beijos melados, cheios de saliva que deixavam nossas bocas e parte dos rostos completamente molhados, chegamos mais uma vez a experimentar um novo paraíso, quase ao mesmo tempo. Primeiro ele, que ao gozar eu podia sentir o leite dele escorrendo e se espalhando pela minha mão, e eu até curtia a força com que ele escapava daquela cabecinha rosada e brilhosa, que eu cobria com a palma da mão pra não espirrar, e assim, sem deixar escapar uma gota do gozo dela, enchia minha mão com ele, pra depois espalhar por todo o tronco dela, enquanto ele continuava batendo punheta no meu clitóris com gosto, até que uns segundos depois, quase desencadeada pelo gozo quentinho dele, chegou meu gostoso, doce e prazeroso orgasmo. A gente continuou se beijando apaixonadamente (já que geralmente depois do primeiro eu sempre quero mais e mais, fico muito tarada e não paro de beijar meu parceiro com tesão), até que veio a proposta da parte dele. Num momento de extremo tesão, ele disse:
- Topa?
Eu olhei pra ele surpresa e respondi:
- Topar o quê?
Tentando evitar o momento e disfarçar meu nervosismo pelo que vinha. Aí ele disse:
- Você já sabe o quê, ou ainda não tem certeza do que eu sinto por você?
Minha ansiedade se misturava com o tesão do momento e o nervosismo pelo desconhecido, intrigante mas muito desejado por nós dois, então respondi:
- Sabe que não quero perder minha virgindade assim, no meio da rua.
Ele sorriu e falou:
- Não, bobinha, não tô falando aqui e agora, mas quando a gente conseguir se livrar dos seus parentes, vamos pra um hotel. Topa ou ainda tá com medo?
Eu não queria passar vergonha falando que não, nem fazer merda e ele não gostar. O nervosismo me paralisava, mas junto com isso, minha vontade era inexplicável. A gente tava muito tarado como sempre, mas com a diferença de que eu já sentia que ele era o cara certo, e por outro lado queria disfarçar o medo e o nervosismo, e ao mesmo tempo ganhar tempo, então respondi:
- Bom, deixa eu pensar e quando a gente for embora eu te respondo.
Naquele momento, ele, pensando que depois minha resposta seria "ainda não tô preparada", ficou meio chateado, e tirando um lenço do bolso, se limpou, passou pra mim pra eu fazer o mesmo, arrumou a roupa, esperou eu terminar de me ajeitar, pegou minha mão e disse: "vamos voltar". Fomos bem quietos no caminho e, quando chegamos, fiquei o tempo todo tentando evitá-lo. Me misturei com meus parentes e não parei de falar com meus primos, irmãs e todo mundo. Ele me observava em silêncio, com uma mistura de tesão e raiva, talvez um pouco de nervoso também.
Na hora de ir embora, meu pai mandou a gente subir no carro, que ele daria uma carona até a casa dele. No carro estava toda a minha família, então não íamos poder conversar. Por um lado, era melhor pra mim, escapava daquele momento vitoriosa, mas isso se eu não tivesse a mesma vontade que ele. Então falei pro meu pai que a gente ia de trem. Nos despedimos e seguimos viagem. Ele não entendia se eu fiz aquilo só pra conversar em paz ou se realmente ia topar a proposta dele, então quase o caminho inteiro a gente não trocou uma palavra. Quando chegamos na estação onde a gente devia descer, ele me fez a pergunta de novo.
E, me deixando levar pelo medo e pelo nervoso, respondi:
— Não, ainda não.
Ele pegou minha mão sem dizer nada e, com a melhor cara de "tudo bem, não tem problema", foi em direção à porta do vagão. Naquele momento, sem pensar em nada, segurei a mão dele pra não deixar ele avançar. Ele me olhou sem entender, e eu respondi:
— Vamos, você tem razão. Se não for hoje, vai ser depois, e eu prefiro que seja agora e com você. Sei que não vou me arrepender.
Sorri pra ele com um sorriso tímido e inquieto. Não tinha certeza do que estava fazendo, mas tinha certeza de que ele era o cara certo.
Seguimos viagem no trem até chegar na estação onde sabíamos que tinha uns hotéis perto.
Continua...
8 comentários - Minha Primeira Vez... Parte 1
el
coontinuaaraa!!! 😞
la verdad es q me dejast al palo!
me voy corriendo al baño a sacarme estas ganas!
te dejo +5 y los otros 5 para la segunda parte.
porfa seguí escribiendo que lo haces muy bien 😉 😉
Espero ansiosa la 2da parte 🤤
Felicidades Ceci
Linda, me dejaste con las ganas...