Olá, pessoal, como vocês estão?? Espero que tenham gostado do conto anterior que contei pra vocês. Me desculpem se eu faço muito longo ou com muitas voltas, e espero que vocês gostem.
Na sexta me convidaram pra uma festa onde tinha que pagar uma entrada, essa festa foi legal porque tinha muita comida, uns sorteios, bebidas e umas coisinhas a mais.
Passou o lance da comida, também no sorteio não consegui nem pegar uma chapinha de cabelo, nem que fosse pra dar de presente. E aí começou a dança (todo tipo de música), bebendo e tudo mais. A única coisa que faltou nessa festa foi o sexo, porque a maioria tava de casal e as que estavam sozinhas não eram muito jovens, mas mesmo assim foram rápidas e levaram elas. Mas pelo menos, todas as mulheres se deixavam dançar.
Lá pelas 8:00, vários foram indo embora e alguns passavam perto de casa, perguntei se podiam me dar uma carona e não teve problema nenhum.
Cheguei em casa, olhei o relógio e já eram 9. Fui no banheiro tomar um banho, peguei roupa pra vestir e lá pelas 10:30 tava pronto. Preparei prato, talher, copo grande de vidro, tudo numa bolsa pro churrasco. Coloquei os óculos e meu pai me levou até o camping, demos umas voltas e achamos o quiosque, já tinham alguns colegas.
O quiosque tava super sujo, mas por sorte alguns colegas chegaram antes e tiveram que limpar. Organizamos tudo e aos poucos os outros foram chegando, foi quando vi ela (Paula) e como ela tava, me virou a cabeça.
Falo pra um colega (Walter): Nossa, que gostosa, a Paula veio.
Ele: Kkkk, ela é bonita, mas tem namorado.
Eu: Mas eu não sou ciumento, além disso, que importa se tem namorado.
Ele: Tá pra comer, mas não dá pra arrumar confusão.
Eu: Vou tentar pegar ela hoje, pra acabar tudo aqui.
Conversei mais um pouco e por um tempo não falei nada com a Paula, só um oi. Terminamos de comer e ela se afastou um pouco pra fumar um cigarro, então aproveitei, fui acompanhar ela. Comecei a conversar:
Eu: Gostou do churrasco?
Ela: Sim, bem bom.
Eu: Que Calorzinho, ainda bem que caiu umas gotas ontem, mas não fez muito
Ela: Ainda bem que choveu um pouco, porque senão hoje não dava pra aguentar. Precisava vir umas nuvens de São Paulo.
Eu: Concordo com isso, mas mesmo assim a tarde tá linda igual você (tocando o rosto dela)
Fazendo ela rir e ficar vermelha
Ela: Uma pergunta
Eu: Duas e todas que você quiser haha
Ela: Bom, como você faz pra estar acordado? Eu ontem não fui porque se eu fosse hoje não sei se levantava.
Eu: Ah, não é muito difícil, cheguei tomei um banho meio frio. Dei uns bons tiro de pó e agora toda vez que o sono bate, vou no banheiro e cheiro um pouco de pó.
Ela: Tá falando sério? Você se droga?
Olhando sério pra ela, falei:
Não, mô, era piada. O que não vou negar é que tomei dois Speed antes de vir.
Ela: Ah, não tava te perguntando, porque eu quando tinha 18, há 4 anos atrás, experimentei a maconha ou o famoso baseado. Mas pouco tempo depois parei.
Eu: Sim, quando tava no 5º ano, deu vontade de experimentar o baseado. Que devo confessar que fiquei 6 meses nessa. Depois peguei uma gripe, não por causa da Maria Joana, mas aproveitei pra parar.
Ela: Já que a gente tá se confessando, tenho uma dúvida desde que te conheci. E não sei se dá pra perguntar.
Eu: Uai, o que será, manda sua pergunta, sem problema nenhum.
Ela: Bom, você é gay ou bi?
Eu: Puta merda!!! Que pergunta, mas não sou gay.
Ela: Ah, surgiu a dúvida porque você tem um jeito meio afeminado e também no seu jeito de falar.
Eu: Hmm, nunca tinha reparado ou pensado que podia parecer.
Ela: Foi só uma dúvida que tive, não vai ficar bolado com isso.
Eu: Não tô pensando nada, vou ver se mudo um pouco, só isso.
Ela: Não, não muda nada, adoro esse seu jeito. Você é tipo... diferente e eu amo isso em você.
(Uai, será que foi um elogio ou uma facada?)
Eu: (pegando a mão dela) Eu adoro seu jeito de falar, sua voz e sua carinha de anjo ou de menina pequena.
Nesse momento sinto a mão dela tremer, o rosto todo fica vermelho e vejo que os olhos dela olhavam pros meus lábios, ou pelo menos foi o que eu pensei na hora. E avancei de uma vez, dei o beijo nela (pensei, que seja o que Deus quiser). Ficamos um tempão parados, de repente ela me afasta um pouco e pergunta por que eu fiz aquilo? Eu respondi que foi um impulso, não consegui evitar.
Ela: mmm :s, não posso te enganar, um pouquinho eu gostei.
Eu: Será que agora você vai gostar mais?
Beijei ela de novo por um tempo e soltei, ela ficou meio pensativa e eu beijei ela de novo. Esse já durou mais, o que também fez com que ela subisse em cima de mim. Atrás de mim eu ouvia assobios e batidas na mesa.
Depois de meia hora soltamos, voltamos pra mesa, pegamos a sobremesa bombom gelado, aquele que é feito com sorvete de limão e champanhe.
Terminamos, fizemos um brinde, tomamos mais alguns copos (fernet ou chopp) e fomos dançar. Dancei até cansar e fui sentar, a Paula veio comigo, ficamos nos pegando (beijando) mais um tempo. Ofereço pra dar uma volta pelo camping, ela aceita sem problema.
Caminhamos e paramos debaixo de uma árvore, continuamos nos pegando e bebendo, já que levamos um copo de fernet. A coisa já tava esquentando, ela já tava me tocando a pica por cima da calça e eu apalpava os peitos gostosos dela.
Quando vou meter a mão na calça dela pra sentir a buceta, ela me para e fala que não é seguro, que podem nos ver. E que se algum dos colegas visse a gente fazendo aquilo, podia acabar escapando quando ela estivesse com o namorado, seja de propósito ou sem querer, mas podia dar merda.
- Fica tranquila que ninguém vai nos ver, só me responde uma pergunta, você tá afim de fazer isso comigo?
Ela: sim, deu vontade, mas tenho medo ou pavor de sermos vistos.
Eu: Beleza, vem comigo.
Levei ela pro banheiro masculino, conferi se não tinha ninguém e entramos num box. Nos apalpamos bastante, tiramos a roupa, coloquei a tampa no vaso e sentei pra chupar a buceta dela 🤤🤤. Que gostosa, tava toda molhadinha, meti dois dedos e ela gemia cada vez mais. Mais. Os gemidos e o movimento que ela fazia, minha tara tava no talo e meu pau não aguentava mais de vontade de entrar naquela gruta.
Tirei a camisinha que tenho na carteira e coloquei, ela ficou por cima do meu pau e foi descendo devagarinho. Que delícia que era aquela buceta meio apertadinha, teria adorado sentir sem camisinha, mas era o que ela queria.
Ela: Mmm… como eu gosto disso aaahh aahh como eu pude ficar sem você aah.
Eu: OH cê gosta, gostosa? (dando um tapa na bunda dela)
Segurei ela pela raba e me levantei, encostei ela na porta, metendo com mais força. Adoro como ela gritava e me abraçava forte, me deixava mais louco. Depois de um tempo, senti ela gozar entre minhas pernas, e ao sentir aquilo, eu também soltei tudo.
Tirei a camisinha e sentei de novo, jogando ela no lixo, peguei papel higiênico pra limpar o pau. Joguei o papel fora e quando percebi, a Paula tava em cima de mim, querendo ter um tempinho meu pau dentro dela. Encaixei a cabeça na bucetinha dela e ela foi descendo devagar, ficamos 5 minutos abraçados e parados, depois ela se mexia um pouquinho, mas não muito. Aí ela me pergunta:
— Sabe até onde ele chega?
Eu: Nem ideia, só sei que tô sentindo uma coisa muito gostosa haha.
Ela: Até aqui eu sinto (apontando pro umbigo dela).
Eu: Não, cê tá de brincadeira.
Ela: Juro por Deus, sou eu que tô com ele dentro e sinto até aí.
Eu: Bom, se você diz.
Ela: Vamo indo, senão vão perguntar e ficar especulando, se é que já não tão fazendo agora.
Ela levantou, nos vestimos e voltamos pros outros. Tava rolando uma festa e todo mundo dançando cuarteto, me servi um fernet e fui sentar, foi quando o Walter chegou perto e me perguntou:
— Comeu a menina?
Eu: Não consegui, demos uma volta e não passei da linha.
Ele: Qual é, não se faz de otário, vocês demoraram pra caralho e ainda não tavam aparecendo no campo.
Eu: Beleza, não vou mentir, sim, a gente fez no banheiro.
Ele: Ah, viu? Por que você se faz de difícil, além disso, pra macaco velho, banana madura. Verde, nãooo.
A gente seguiu a putaria até as 21h e com a Paula não consegui fazer de novo, só uns beijos.
História real
Fonte: Locoxhentai
Com uma colega de trabalho.
Foi assim que no sábado eu me juntei pra almoçar com os colegas de trabalho num camping. Organizaram tudo durante a semana e tal.Na sexta me convidaram pra uma festa onde tinha que pagar uma entrada, essa festa foi legal porque tinha muita comida, uns sorteios, bebidas e umas coisinhas a mais.
Passou o lance da comida, também no sorteio não consegui nem pegar uma chapinha de cabelo, nem que fosse pra dar de presente. E aí começou a dança (todo tipo de música), bebendo e tudo mais. A única coisa que faltou nessa festa foi o sexo, porque a maioria tava de casal e as que estavam sozinhas não eram muito jovens, mas mesmo assim foram rápidas e levaram elas. Mas pelo menos, todas as mulheres se deixavam dançar.
Lá pelas 8:00, vários foram indo embora e alguns passavam perto de casa, perguntei se podiam me dar uma carona e não teve problema nenhum.
Cheguei em casa, olhei o relógio e já eram 9. Fui no banheiro tomar um banho, peguei roupa pra vestir e lá pelas 10:30 tava pronto. Preparei prato, talher, copo grande de vidro, tudo numa bolsa pro churrasco. Coloquei os óculos e meu pai me levou até o camping, demos umas voltas e achamos o quiosque, já tinham alguns colegas.
O quiosque tava super sujo, mas por sorte alguns colegas chegaram antes e tiveram que limpar. Organizamos tudo e aos poucos os outros foram chegando, foi quando vi ela (Paula) e como ela tava, me virou a cabeça.
Falo pra um colega (Walter): Nossa, que gostosa, a Paula veio.
Ele: Kkkk, ela é bonita, mas tem namorado.
Eu: Mas eu não sou ciumento, além disso, que importa se tem namorado.
Ele: Tá pra comer, mas não dá pra arrumar confusão.
Eu: Vou tentar pegar ela hoje, pra acabar tudo aqui.
Conversei mais um pouco e por um tempo não falei nada com a Paula, só um oi. Terminamos de comer e ela se afastou um pouco pra fumar um cigarro, então aproveitei, fui acompanhar ela. Comecei a conversar:
Eu: Gostou do churrasco?
Ela: Sim, bem bom.
Eu: Que Calorzinho, ainda bem que caiu umas gotas ontem, mas não fez muito
Ela: Ainda bem que choveu um pouco, porque senão hoje não dava pra aguentar. Precisava vir umas nuvens de São Paulo.
Eu: Concordo com isso, mas mesmo assim a tarde tá linda igual você (tocando o rosto dela)
Fazendo ela rir e ficar vermelha
Ela: Uma pergunta
Eu: Duas e todas que você quiser haha
Ela: Bom, como você faz pra estar acordado? Eu ontem não fui porque se eu fosse hoje não sei se levantava.
Eu: Ah, não é muito difícil, cheguei tomei um banho meio frio. Dei uns bons tiro de pó e agora toda vez que o sono bate, vou no banheiro e cheiro um pouco de pó.
Ela: Tá falando sério? Você se droga?
Olhando sério pra ela, falei:
Não, mô, era piada. O que não vou negar é que tomei dois Speed antes de vir.
Ela: Ah, não tava te perguntando, porque eu quando tinha 18, há 4 anos atrás, experimentei a maconha ou o famoso baseado. Mas pouco tempo depois parei.
Eu: Sim, quando tava no 5º ano, deu vontade de experimentar o baseado. Que devo confessar que fiquei 6 meses nessa. Depois peguei uma gripe, não por causa da Maria Joana, mas aproveitei pra parar.
Ela: Já que a gente tá se confessando, tenho uma dúvida desde que te conheci. E não sei se dá pra perguntar.
Eu: Uai, o que será, manda sua pergunta, sem problema nenhum.
Ela: Bom, você é gay ou bi?
Eu: Puta merda!!! Que pergunta, mas não sou gay.
Ela: Ah, surgiu a dúvida porque você tem um jeito meio afeminado e também no seu jeito de falar.
Eu: Hmm, nunca tinha reparado ou pensado que podia parecer.
Ela: Foi só uma dúvida que tive, não vai ficar bolado com isso.
Eu: Não tô pensando nada, vou ver se mudo um pouco, só isso.
Ela: Não, não muda nada, adoro esse seu jeito. Você é tipo... diferente e eu amo isso em você.
(Uai, será que foi um elogio ou uma facada?)
Eu: (pegando a mão dela) Eu adoro seu jeito de falar, sua voz e sua carinha de anjo ou de menina pequena.
Nesse momento sinto a mão dela tremer, o rosto todo fica vermelho e vejo que os olhos dela olhavam pros meus lábios, ou pelo menos foi o que eu pensei na hora. E avancei de uma vez, dei o beijo nela (pensei, que seja o que Deus quiser). Ficamos um tempão parados, de repente ela me afasta um pouco e pergunta por que eu fiz aquilo? Eu respondi que foi um impulso, não consegui evitar.
Ela: mmm :s, não posso te enganar, um pouquinho eu gostei.
Eu: Será que agora você vai gostar mais?
Beijei ela de novo por um tempo e soltei, ela ficou meio pensativa e eu beijei ela de novo. Esse já durou mais, o que também fez com que ela subisse em cima de mim. Atrás de mim eu ouvia assobios e batidas na mesa.
Depois de meia hora soltamos, voltamos pra mesa, pegamos a sobremesa bombom gelado, aquele que é feito com sorvete de limão e champanhe.
Terminamos, fizemos um brinde, tomamos mais alguns copos (fernet ou chopp) e fomos dançar. Dancei até cansar e fui sentar, a Paula veio comigo, ficamos nos pegando (beijando) mais um tempo. Ofereço pra dar uma volta pelo camping, ela aceita sem problema.
Caminhamos e paramos debaixo de uma árvore, continuamos nos pegando e bebendo, já que levamos um copo de fernet. A coisa já tava esquentando, ela já tava me tocando a pica por cima da calça e eu apalpava os peitos gostosos dela.
Quando vou meter a mão na calça dela pra sentir a buceta, ela me para e fala que não é seguro, que podem nos ver. E que se algum dos colegas visse a gente fazendo aquilo, podia acabar escapando quando ela estivesse com o namorado, seja de propósito ou sem querer, mas podia dar merda.
- Fica tranquila que ninguém vai nos ver, só me responde uma pergunta, você tá afim de fazer isso comigo?
Ela: sim, deu vontade, mas tenho medo ou pavor de sermos vistos.
Eu: Beleza, vem comigo.
Levei ela pro banheiro masculino, conferi se não tinha ninguém e entramos num box. Nos apalpamos bastante, tiramos a roupa, coloquei a tampa no vaso e sentei pra chupar a buceta dela 🤤🤤. Que gostosa, tava toda molhadinha, meti dois dedos e ela gemia cada vez mais. Mais. Os gemidos e o movimento que ela fazia, minha tara tava no talo e meu pau não aguentava mais de vontade de entrar naquela gruta.
Tirei a camisinha que tenho na carteira e coloquei, ela ficou por cima do meu pau e foi descendo devagarinho. Que delícia que era aquela buceta meio apertadinha, teria adorado sentir sem camisinha, mas era o que ela queria.
Ela: Mmm… como eu gosto disso aaahh aahh como eu pude ficar sem você aah.
Eu: OH cê gosta, gostosa? (dando um tapa na bunda dela)
Segurei ela pela raba e me levantei, encostei ela na porta, metendo com mais força. Adoro como ela gritava e me abraçava forte, me deixava mais louco. Depois de um tempo, senti ela gozar entre minhas pernas, e ao sentir aquilo, eu também soltei tudo.
Tirei a camisinha e sentei de novo, jogando ela no lixo, peguei papel higiênico pra limpar o pau. Joguei o papel fora e quando percebi, a Paula tava em cima de mim, querendo ter um tempinho meu pau dentro dela. Encaixei a cabeça na bucetinha dela e ela foi descendo devagar, ficamos 5 minutos abraçados e parados, depois ela se mexia um pouquinho, mas não muito. Aí ela me pergunta:
— Sabe até onde ele chega?
Eu: Nem ideia, só sei que tô sentindo uma coisa muito gostosa haha.
Ela: Até aqui eu sinto (apontando pro umbigo dela).
Eu: Não, cê tá de brincadeira.
Ela: Juro por Deus, sou eu que tô com ele dentro e sinto até aí.
Eu: Bom, se você diz.
Ela: Vamo indo, senão vão perguntar e ficar especulando, se é que já não tão fazendo agora.
Ela levantou, nos vestimos e voltamos pros outros. Tava rolando uma festa e todo mundo dançando cuarteto, me servi um fernet e fui sentar, foi quando o Walter chegou perto e me perguntou:
— Comeu a menina?
Eu: Não consegui, demos uma volta e não passei da linha.
Ele: Qual é, não se faz de otário, vocês demoraram pra caralho e ainda não tavam aparecendo no campo.
Eu: Beleza, não vou mentir, sim, a gente fez no banheiro.
Ele: Ah, viu? Por que você se faz de difícil, além disso, pra macaco velho, banana madura. Verde, nãooo.
A gente seguiu a putaria até as 21h e com a Paula não consegui fazer de novo, só uns beijos.
O Fim
História real
Fonte: Locoxhentai
5 comentários - Con una compañera de trabajo
andaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa