Pode ser que muitos já tenham passado por isso... e outros sonhem com isso...
Mas aconteceu uma noite em que eu estava trabalhando...
Naquela semana, eu tava no turno da noite, e até as 6:00 da manhã ia ser uma eternidade...
Foi então que decidi mandar uma mensagem de texto pro meu amigo Marcos, que tava em casa e ia entrar no turno da manhã. Era meia-noite. Achei que ele tivesse acordado...
Lembro que a mensagem era mais ou menos assim:
"Se a Vero quiser dar (Vero é a esposa do Marcos) e você tiver cansadinho da academia, não se preocupa, eu vou e faço o favor"....
Passaram só alguns minutos e a resposta não demorou...
"Ela tá aqui dormindo, de bruços e sem calcinha"...
Lembro que fiquei do caralho de tesão imaginando a Verônica pelada, mas achei estranho ele responder assim... e não ficar puto...
Depois, lá pelas 2:00 da manhã, outra mensagem chegou no meu celular...
Era do Marcos, ou melhor, do telefone dele, mas não era ele quem tava escrevendo...
"Oi Adriano, sou a Vero... tô sozinha, entediada, me depilando... e você???"
Eu entrei na brincadeira, achando que era meu amigo... e falei...
que adorava depiladinha... e dali em diante, um monte de mensagens foi rolando...
Finalmente, uma ligação me fez cair na real e saber que era ela mesmo...
- Oi amiguinho... - a Vero falou - então eu te deixo com muito tesão????
- Claro - respondi.
Eu tinha visto ela só umas três vezes, mas lembro que a bunda que ela tinha me chamou a atenção desde o primeiro instante.
- A gente conversou um tempo... sobre tudo um pouco...
E de repente, a conversa ficou muito bizarra. Ela me contou que tava pelada, apesar do frio, porque era inverno, e que tava se tocando enquanto falava comigo.
Ela me descreveu passo a passo como a buceta dela ficava molhada, se abria e pedia pra ser penetrada.
Ela dizia que tava enfiando todos os dedos da mão direita, e que tava morrendo de vontade de transar...
Enquanto isso, meu pau tava duro feito pedra... meu trabalho... já tinha ido para segundo plano... até pensei em tirar ela e bater uma boa bronha...
falei isso pra ela, mas ela, quase desesperada, soltou um grito e disse:
- não... Não!... quando você sair de manhã, o Marcos vai estar trabalhando, quero que você venha...
imediatamente confirmei que iria... mas no fundo achei que era uma brincadeira...
- você gosta depiladinha, então? – ela perguntou...
- bem raspada, e se possível com o gostinho da sua umidade, não quero que você vá no bidê e se lave... – falei.
ela, depois de me contar como queria ser comida... soltou um gemido terrível... e teve todo o prazer que eu não conseguia me dar, nem dar a ela... depois de se despedir e me fazer prometer que iria, desligou.
finalmente, chegou a hora de sair. Cruzei com o Marcos na garagem, nos cumprimentamos como se nada fosse, e vi ele entrar. Subi no meu carro e dirigi até a casa da Vero e do Marcos.
Quando cheguei, o sangue parecia ferver...
Meu pau tava desesperado, e a boca cheia de vontade de beijar.
Mas um pensamento não parava de me rondar. Pensei que era tudo uma brincadeira, e que eu parecia um idiota ali.
Parei o carro e fiquei um instante olhando a porta.
A luz do jardim apagou. A porta se abriu e a silhueta de uma mulher apareceu. Ela fez sinal e eu caminhei até ela. Entramos. Ela falou baixinho pra eu subir as escadas, a filhinha dela de dois anos dormia lá embaixo.
Subi e entramos no quarto. Ela acendeu uma luz fraca. Pude sentir o cheiro suave do perfume dela. O quarto tava aquecido.
Quando olhei pra ela, vi seus lindos olhos pretos... grandes e brilhantes... os lábios dela estavam levemente pintados, e o cabelo preto intenso, liso até os ombros.
Ela se aproximou de mim. Ficamos a centímetros de distância. Segurei ela pela cintura e apertei contra mim, mas de forma suave. Ela gemeu e se esfregou em mim.
Ela abriu a boca, e eu beijei ela suavemente. O beijo foi intenso. E aos poucos foi ficando mais selvagem.
Ela tava usando uma camiseta branca, e ao levantá-la descobri com grande prazer que ela não usava calcinha...
A buceta dela estava toda depilada, exatamente como ela havia prometido. E ensopada.
Ela pegou minha mão e me forçou a enfiar dois dedos dentro dela...
Coloquei suavemente, mas ela pediu mais força. Ela se deitou na cama e se despiu completamente.
Eu a imitei... e logo ela agarrou meu pau, saboreou, chupou com entusiasmo, sugava devagar, e depois ferozmente.
Por instantes eu sentia que ia gozar, mas ela percebia e parava, só me beijava.
Depois mergulhei no meio das pernas dela. A buceta rosa dela, os lábios bem abertos...
Saía um caldo grosso, saboreei, e não hesitei em tomar tudo, como se fosse um néctar único.
Enfiei minha língua no buraco dela, nos dois, com muita dedicação.
Ela mexia os quadris num ritmo frenético... e o desespero crescia a cada chupada.
Depois de alguns minutos, os mamilos dela ficaram duros, as pernas dela prenderam meu pescoço, e ela segurou minha cabeça com as duas mãos e me afundou na buceta dela. Gritou. Tremeu. Eu sorvi tudo.
Depois ela virou de bruços e me ofereceu a buceta vermelha e florida.
Não consegui evitar enfiar com força. Ela se retorceu. Fez sinal para eu não empurrar.
Parei. Então a Vero empurrou com muita força para trás e ficou totalmente penetrada.
Esperei um instante. Deixei ela me sentir. Quando notei que ela se mexia devagar, comecei a bombar... ela ficou calada. Mas estava gozando.
A mão dela estava de novo no clitóris... e ela começou a gemer de novo... eu metia com força... ela virou de costas e abriu as pernas o máximo que pôde....
A buceta depilada dela me fascinou, beijei, mordi, e depois coloquei a cabeça do meu pau no buraquinho dela e enfiei sem cerimônia. Chupei os peitos dela, que não eram muito grandes, mas eram lindos... comecei a me mover mais devagar, mas ela pedia para eu gozar.
Passei a perna direita dela sobre meu ombro e ela ficou completamente entregue...
Enquanto eu Gozava com muita força, ela beliscava os próprios mamilos... assim gemendo, molhada... e penetrada até o fundo... já não aguentei mais e explodi dentro dela... Foi uma gozada duradoura... Parecia que nunca ia acabar... ela apertava a buceta e tirava todo o suquinho... eu tremi e caí sobre os peitos dela... beijei ela.
Foram duas horas que jamais esqueci... Me troquei. Beijei ela e ela me prometeu que em breve me daria o cu, se eu quisesse...
Se eu queria??? Tava ansioso pra chegar o dia...
E esse dia chegou... mas isso é outra história, que espero contar pra vocês em breve...
Espero que gostem... Adriano... (GARROTEDURO)
🤤
Mas aconteceu uma noite em que eu estava trabalhando...
Naquela semana, eu tava no turno da noite, e até as 6:00 da manhã ia ser uma eternidade...
Foi então que decidi mandar uma mensagem de texto pro meu amigo Marcos, que tava em casa e ia entrar no turno da manhã. Era meia-noite. Achei que ele tivesse acordado...
Lembro que a mensagem era mais ou menos assim:
"Se a Vero quiser dar (Vero é a esposa do Marcos) e você tiver cansadinho da academia, não se preocupa, eu vou e faço o favor"....
Passaram só alguns minutos e a resposta não demorou...
"Ela tá aqui dormindo, de bruços e sem calcinha"...
Lembro que fiquei do caralho de tesão imaginando a Verônica pelada, mas achei estranho ele responder assim... e não ficar puto...
Depois, lá pelas 2:00 da manhã, outra mensagem chegou no meu celular...
Era do Marcos, ou melhor, do telefone dele, mas não era ele quem tava escrevendo...
"Oi Adriano, sou a Vero... tô sozinha, entediada, me depilando... e você???"
Eu entrei na brincadeira, achando que era meu amigo... e falei...
que adorava depiladinha... e dali em diante, um monte de mensagens foi rolando...
Finalmente, uma ligação me fez cair na real e saber que era ela mesmo...
- Oi amiguinho... - a Vero falou - então eu te deixo com muito tesão????
- Claro - respondi.
Eu tinha visto ela só umas três vezes, mas lembro que a bunda que ela tinha me chamou a atenção desde o primeiro instante.
- A gente conversou um tempo... sobre tudo um pouco...
E de repente, a conversa ficou muito bizarra. Ela me contou que tava pelada, apesar do frio, porque era inverno, e que tava se tocando enquanto falava comigo.
Ela me descreveu passo a passo como a buceta dela ficava molhada, se abria e pedia pra ser penetrada.
Ela dizia que tava enfiando todos os dedos da mão direita, e que tava morrendo de vontade de transar...
Enquanto isso, meu pau tava duro feito pedra... meu trabalho... já tinha ido para segundo plano... até pensei em tirar ela e bater uma boa bronha...
falei isso pra ela, mas ela, quase desesperada, soltou um grito e disse:
- não... Não!... quando você sair de manhã, o Marcos vai estar trabalhando, quero que você venha...
imediatamente confirmei que iria... mas no fundo achei que era uma brincadeira...
- você gosta depiladinha, então? – ela perguntou...
- bem raspada, e se possível com o gostinho da sua umidade, não quero que você vá no bidê e se lave... – falei.
ela, depois de me contar como queria ser comida... soltou um gemido terrível... e teve todo o prazer que eu não conseguia me dar, nem dar a ela... depois de se despedir e me fazer prometer que iria, desligou.
finalmente, chegou a hora de sair. Cruzei com o Marcos na garagem, nos cumprimentamos como se nada fosse, e vi ele entrar. Subi no meu carro e dirigi até a casa da Vero e do Marcos.
Quando cheguei, o sangue parecia ferver...
Meu pau tava desesperado, e a boca cheia de vontade de beijar.
Mas um pensamento não parava de me rondar. Pensei que era tudo uma brincadeira, e que eu parecia um idiota ali.
Parei o carro e fiquei um instante olhando a porta.
A luz do jardim apagou. A porta se abriu e a silhueta de uma mulher apareceu. Ela fez sinal e eu caminhei até ela. Entramos. Ela falou baixinho pra eu subir as escadas, a filhinha dela de dois anos dormia lá embaixo.
Subi e entramos no quarto. Ela acendeu uma luz fraca. Pude sentir o cheiro suave do perfume dela. O quarto tava aquecido.
Quando olhei pra ela, vi seus lindos olhos pretos... grandes e brilhantes... os lábios dela estavam levemente pintados, e o cabelo preto intenso, liso até os ombros.
Ela se aproximou de mim. Ficamos a centímetros de distância. Segurei ela pela cintura e apertei contra mim, mas de forma suave. Ela gemeu e se esfregou em mim.
Ela abriu a boca, e eu beijei ela suavemente. O beijo foi intenso. E aos poucos foi ficando mais selvagem.
Ela tava usando uma camiseta branca, e ao levantá-la descobri com grande prazer que ela não usava calcinha...
A buceta dela estava toda depilada, exatamente como ela havia prometido. E ensopada.
Ela pegou minha mão e me forçou a enfiar dois dedos dentro dela...
Coloquei suavemente, mas ela pediu mais força. Ela se deitou na cama e se despiu completamente.
Eu a imitei... e logo ela agarrou meu pau, saboreou, chupou com entusiasmo, sugava devagar, e depois ferozmente.
Por instantes eu sentia que ia gozar, mas ela percebia e parava, só me beijava.
Depois mergulhei no meio das pernas dela. A buceta rosa dela, os lábios bem abertos...
Saía um caldo grosso, saboreei, e não hesitei em tomar tudo, como se fosse um néctar único.
Enfiei minha língua no buraco dela, nos dois, com muita dedicação.
Ela mexia os quadris num ritmo frenético... e o desespero crescia a cada chupada.
Depois de alguns minutos, os mamilos dela ficaram duros, as pernas dela prenderam meu pescoço, e ela segurou minha cabeça com as duas mãos e me afundou na buceta dela. Gritou. Tremeu. Eu sorvi tudo.
Depois ela virou de bruços e me ofereceu a buceta vermelha e florida.
Não consegui evitar enfiar com força. Ela se retorceu. Fez sinal para eu não empurrar.
Parei. Então a Vero empurrou com muita força para trás e ficou totalmente penetrada.
Esperei um instante. Deixei ela me sentir. Quando notei que ela se mexia devagar, comecei a bombar... ela ficou calada. Mas estava gozando.
A mão dela estava de novo no clitóris... e ela começou a gemer de novo... eu metia com força... ela virou de costas e abriu as pernas o máximo que pôde....
A buceta depilada dela me fascinou, beijei, mordi, e depois coloquei a cabeça do meu pau no buraquinho dela e enfiei sem cerimônia. Chupei os peitos dela, que não eram muito grandes, mas eram lindos... comecei a me mover mais devagar, mas ela pedia para eu gozar.
Passei a perna direita dela sobre meu ombro e ela ficou completamente entregue...
Enquanto eu Gozava com muita força, ela beliscava os próprios mamilos... assim gemendo, molhada... e penetrada até o fundo... já não aguentei mais e explodi dentro dela... Foi uma gozada duradoura... Parecia que nunca ia acabar... ela apertava a buceta e tirava todo o suquinho... eu tremi e caí sobre os peitos dela... beijei ela.
Foram duas horas que jamais esqueci... Me troquei. Beijei ela e ela me prometeu que em breve me daria o cu, se eu quisesse...
Se eu queria??? Tava ansioso pra chegar o dia...
E esse dia chegou... mas isso é outra história, que espero contar pra vocês em breve...
Espero que gostem... Adriano... (GARROTEDURO)
🤤
4 comentários - relato ... la señora de mi amigo...
DESPUES DE LA CALENTURA 😛
Amén.....