Contos Eróticos (2)

Olá a todos, sou eu de novo com as novidades de hoje. Ontem não pude postar porque não tive tempo, mas deixo aqui essas novidades de hoje e comentem, tchau!

Diana (algo inesperado)

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Olá, saudações a todos, deixo um fragmento desse relato. Estou começando nessa coisa de escrever, então espero que gostem...

D i a n a

Depois de um mês das deliciosas férias que tinha passado com Diana e Antonio lá em Cancún, eu voltava da serra, lá pelo município de Guachochi, e inesperadamente meu celular tocou. Não tinha a menor ideia de quem poderia ser. Procurei entre minha pasta e, ao verificar o número, qual não foi minha surpresa ao ver que era a Diana. Não era uma ligação, era uma mensagem que dizia: "Oi, nortenho, estou em casa e a verdade é que gostaria que você estivesse ao meu lado agora que o Tonho não está, para sentir você dentro de mim. É que você me esqueceu, beijos e te vejo em breve!" - um sorriso safado surgiu em mim, e sem dúvida foi muito agradável saber daquele monumento de mulher e saber que ela não tinha me esquecido. Mas principalmente me chamou muito a atenção ela ter dito "te vejo em breve!!!". Enfim, na verdade não dei muita importância e continuei meu caminho pelos sinuosos trajetos das montanhas.

Era tarde quando cheguei em casa, cansado e sem vontade de nada. Coloquei a caminhonete na garagem e não desci nada, deixaria para amanhã. Olhei em frente à casa: as luzes estavam apagadas, exceto a da frente, o que indicava que minhas vizinhas não estavam. Era temporada de férias e elas tinham voltado para sua terra. Peguei as chaves, abri a porta, procurei o interruptor e acendi a luz. Tudo estava como tinha deixado. Dirigi-me ao meu quarto, subindo pesadamente os degraus, e sem mais delongas me joguei na cama e em pouco tempo peguei no sono.

No dia seguinte, a luz do sol no meu rosto me acordou, além da música que se ouvia lá fora. Levantei todo sonolento, ainda vestido e com as botas de trabalho. Consegui ver... Pela janela e percebi que era o Juan, meu vizinho, lavando o carro dele. Sem mais delongas, tirei a roupa e entrei no banheiro, onde tomei um banho rápido. Já totalmente acordado, desci para a cozinha e preparei o café da manhã, algo simples. Estava prestes a me sentar à mesa quando o telefone tocou:
— Alô? — atendi.
— Oi, como você está?
Por um momento, não soube quem era.
— Já esqueceu de mim tão rápido? — aquela palavra direcionou meus pensamentos para a Diana.
— Diana???
— Sim, sou eu — respondeu.
— Que prazer te ouvir! Que milagre você me ligar — disse, assumindo que eram os dois que estavam se comunicando.
— Pois é, o tempo voa desde aquelas férias que foram sensacionais, únicas — disse Diana, enquanto eu pensava: "Únicas, realmente... algo inesperado".
— Bom, só liguei para dar um oi e desejar... hehehehe... bom dia! Tchau.
Um sorriso surgiu no meu rosto e eu me despedi:
— Até logo! Manda um abraço para o Toño.
Deixei o telefone e fui almoçar. Já eram quase dez horas da manhã quando desci as coisas da picape, pois precisava organizar os documentos de compra e venda de madeira que havia feito e planejar minha próxima rota para visitar os ejidos, onde tentaria comprar um pouco mais para abastecer o mercado no interior do país.
Perto do meio-dia, decidi sair para comprar algo para comer. Na verdade, estava tão focado no que fazia que não tinha vontade de cozinhar. Fui a um supermercado, comprei um frango assado, algumas tortilhas e voltei o mais rápido possível.
Ao chegar em casa, não conseguia acreditar no que estava vendo — e eu ainda nem tinha saído do carro!!! Era verdade... uma verdade surpreendente, realmente a última coisa que eu esperava. Saí do carro e, sem dizer nada, me aproximei da casa lentamente, com o olhar fixo. Era ela. Sem dizer uma palavra e com um lindo sorriso, ela correu até mim e me abraçou. Ainda me lembro da imagem dela diante da porta: estava usando óculos escuros, com um vestido azul-marinho, de alcinhas e curto, que realçava ainda mais suas pernas torneadas e sua pele branca. Como esquecer?... Era a Diana. Surpresa!!!, ela me disse, - gostou da surpresa? - Eu, sem saber o que dizer, só consegui falar: ⿿Oi. - Só "oi", é isso? - ela falou com um tom suave e um pouco triste. ⿿Não, claro que fico feliz em te ver, mas como você veio? Quero dizer, sem avisar? - Ela só respondeu: ⿿Queria te dar a surpresa e parece que consegui. - De repente, me veio um pensamento: ⿿E o Toño, onde ele está? - perguntei. ⿿Vim sozinha, pedi permissão. - Sooozinha??? - perguntei, e ela acenou com a cabeça. ⿿E não me convida pra entrar? - ⿿Desculpa, claro, entra e me conta como foi isso de pedir permissão. - Ela me olhou com malícia e disse: ⿿É, ele tá fora com o pai, que tá ensinando ele a administrar a empresa. Foram pro Brasil, Itália e Inglaterra, e aproveitando que ele ia ficar ausente, eu disse que não gostaria de ficar sozinha, que queria estar na companhia de alguém. Claro que ele sugeriu que eu fosse pra casa da mãe dele, mas, sinceramente, não gostei da ideia. ⿦ Eu queria dizer que minha intenção era vir pra ficar com você ⿦ sozinha, mas não sabia como falar, porque tinha medo que ele ficasse chateado. - Ela me contou. ⿿Fiquei uma semana pensando e analisando como falar pra ele, e uma noite, enquanto ⿦ a gente estava junto na cama ⿦ - um sorriso safado apareceu no rosto dela enquanto dizia: ⿦ a gente estava transando e eu comecei a lembrar pra ele do que a gente viveu com você nas férias. Fiquei falando das carícias, de como você me comia, de como vocês dois me comiam, das sensações que vinham em mim quando eu tinha vocês dois, e o Toño ficou muito excitado, comentando que lembrava como ele ficava excitado vendo como eu possuía a mulherzinha dele. Nesse momento, a Diana disse pro Toño: ⿦ Amor, tenho uma ideia fantástica. Imagina que você vai viajar, imagina que durante sua viagem ⿦ eu, eu ⿦ estou com outro ⿦ - Acho que o Toño deve ter ficado bravo - eu disse pra Diana. ⿿No começo, ele até tentou me empurrar, porque eu estava cavalgando nele. - O quê??? Cavalgando nele?????, pensei ⿦ acho que com essa conversa já estava me excitando. A Diana continuou me contando o que aconteceu: ⿿Não, amor, olha Toño, pensa ⿦ você viajando e eu... gozando enquanto você imagina tudo que eu faço,⿦quando você voltar, eu poderia te contar como vivi⿦como, como ele fez, tudo com luxo de detalhes - segundo Diana, ela viu um brilho de luxúria e libido nos olhos de Toño ao mesmo tempo que ele respondia ⿿tá bom, mas com quem vai ser??? - Diana respondeu, posso sugerir algumas pessoas e você decide - Toño respondeu ⿿tá bom, fala, - era minha chance de dizer que queria estar com você, me disse Diana. Desejava falar, gritar para Toño com ansiedade e sem rodeios, ⿿Carlos, com Carlos, com ele!!! - me disse caramba, eu estava só ouvindo o que ela me contava e não perdia detalhe⿦ no entanto, segundo ela, manteve a compostura e disse a Toño - me deixa pensar, me deixa pensar, embora⿦ele esteja meio longe⿦e primeiro⿦é, bom⿦o que você acha??? - Toño, um tanto excitado e desesperado, respondeu ⿿quem, fala - - estava pensando⿦em⿦é⿦Carlos - disse Diana, esperando a resposta de Toño, que ficou pensando e sem tirar o olho dela respondeu ⿿gostei, sim, gosto que seja ele - vou dizer que me senti um tanto lisonjeado com essa resposta, e quem não ficaria? Desde que os conheci, percebi que Diana era quem mandava em casa, embora fizesse parecer que era Toño quem tomava as decisões; qualquer coisa, ela sempre achava um jeito de convencê-lo e fazê-lo acreditar que foi decisão dele, por isso não me surpreendeu que ele tivesse aceitado. Voltando à realidade, Diana me perguntou - e me diz, você pensa em mim? - eu sorri e, me aproximando dela, disse com tom suave ⿿não há dia que eu não me lembre de você, não há noite que em meus sonhos você não esteja, em meus pensamentos mais íntimos você aparece, em minhas noites em claro você está lá, agora responda por mim essa pergunta, acha que sinto sua falta? - e sem dar chance de resposta, meus lábios tomaram os dela sem encontrar resistência nenhuma, era algo gostoso sentir de novo seus lábios que me deixavam extasiado, doces e sexy, suculentos e sensuais⿦minha mão pegou sua cintura, puxando-a para mim com delicadeza ⿿ senti sua falta demais, não sei o que está acontecendo comigo, mas algo aconteceu em Cancún, que não consigo te afastar de mim, na minha mente você está sempre presente, mesmo quando estou com Toño na intimidade imagino que estou com você, quando estou sozinha me masturbei pensando em você, o que você fez para eu querer ficar só com você, o que você fez para todos esses dias terem sido como um século longe de você, o que está acontecendo comigo? - fiquei surpreso com o que ela disse, uau, sinceramente não esperava por tudo isso, me senti lisonjeado e ao mesmo tempo mal, e não sei por quê. Seus lábios frescos beijaram os meus com grande euforia, suas mãos acariciavam minhas costas, minha mão desceu até a borda do seu vestido e entrou por baixo dele para acariciar suas lindas pernas, sentindo sua pele tão lisa e macia, minha boca começou a beijar seu pescoço, que tinha um aroma fabuloso, desci devagar as alças do vestido e pude beijar livremente seus ombros, enquanto começava a acariciar suavemente seus seios, que emanavam erotismo e, pelo que lembrava, eram deliciosos, túrgidos e uma delícia, minha mão começou a deslizar o vestido para baixo, com a urgência de sentir aqueles frutos que desejavam sair daquela prisão, meus lábios imediatamente provaram aquelas iguarias, saboreando intensamente e aproveitando enquanto Diana começava a gemer pela sensação que eu causava, segurando minha cabeça com a mão para que eu não parasse de fazer meu trabalho, parei de saborear aquelas delícias, minhas mãos acariciavam suas costas tão macias e sugestivas, sem dizer nada a peguei nos braços e a levei para meu quarto. Ao chegar, entrei e a deitei suavemente na cama, Diana se levantou e se jogou para trás e começou a tirar o vestido que já só cobria suas pernas incríveis, suavemente, e de uma forma sensual e provocante começou a deslizá-lo para baixo sem parar de me olhar, seu ventre começou a aparecer, sua pele aparecia e me trazia lembranças de seu calor, maciez e suavidade, isso me excitava ainda mais, logo uma calcinha fio-dental apareceu, preta de renda que contrastava com sua pele branca, Diana girou lentamente, mostrando-me em todo seu esplendor a maravilha do corpo que ela tem, suas costas lindas e seu bumbum delicado e grande que convidava a ser agarrado. Além disso, seu thong começava na parte superior e, enquanto descia, se esvaía, escondendo-se entre aquelas duas nádegas divinas e provando atrevidamente sua bunda — sem dúvida uma cena fotográfica.

Eu já não aguentava mais, meu pau já estava a mil, tentando escapar da calça. Minha respiração estava extremamente ofegante, eu estava como um animal no cio. Sem pensar mais, me aproximei, segurei sua cintura e a beijei com força, enquanto acariciava suas costas e minha mão descia, tentando tirar a única peça que a cobria. Logo agarrei e massageei suas nádegas, tão lindas e gostosas. Minha boca provava novamente seus seios, que são uma verdadeira delicadeza.

— Buceta, você não sabe como eu te desejo, eu te desejei e quero ser seu, faça isso, faça como quiser — ela disse, enquanto sua respiração começava a acelerar.

Me levantei para tirar minha roupa, puxei minha camiseta e a joguei, comecei a desabotoar a calça.

— Espera — ela disse, ajoelhando-se e desabotoando desesperadamente, puxando a calça e minha cueca de uma só vez, deixando meu pau totalmente ereto e pronto para a guerra. Parecia que ele procurava ansiosamente por onde entrar.

Ela rapidamente o pegou com a mão, acariciou e beijou suavemente, olhando para mim enquanto aproximava a boca para colocá-lo dentro.

Eu, por outro lado, ao sentir o calor daquela boca e o quão incrível ela chupava meu pau, me deixei levar.

— Isso, isso... gostoso — eu conseguia pronunciar enquanto Diana continuava com seu trabalho. As sensações que despertava ao sentir como ela me mamava, ao vê-la comendo com vontade, a habilidade daquela mulher para fazer isso era incrível. Seus lábios envolviam meu pau com fineza e suavidade, entrava e saía devagar, uma verdadeira especialista em chupar pau!!! Sem dúvida, foi uma das melhores mamadas que alguém poderia ter me feito. gosta, papi, gosta que eu chupo ela, mmmhhh, tá uma delícia sua pica - ela me disse⿦ o prazer e a paixão invadiam meu corpo, sem mais demora eu a segurei e como um possesso joguei ela na cama e comecei a chupar seus peitos que tanto me fascinavam
chupava seus mamilos rosados e lindos que pareciam acordar de um sono e começavam a apontar pro céu, durinhos e bem empinados minha língua brincava com eles, minhas mãos apertavam e acariciavam todo seu corpo que começava a transpirar uma fragrância que eu não tinha esquecido, minha mão desceu e encontrou aquela buceta que soltava calor e mel, minha mão começou a acariciar aquela fendinha... que gostoso, me faz... me faz gozar... mmmmmmmhhh, papi... Diana pegava meu pau e masturbava devagar e suave, tentando fazer eu aproveitar e preparando ele pra entrar na sua caverninha molhada, quente e deliciosa. ⿿já buceta, siiii, siiii⿦já, já⿦me faz sua, já quero⿦sentir seu pau dentro de mim ⿦⿦⿦come sua gatinha... vai, faz, faz - isso me excitou ainda mais enquanto seu corpo se contorcia e arqueava sensual, gemidos começaram a aparecer, suaves, delicados cheios de erotismo ⿿mmmmmmmm, mmmmgghh⿦aaaaaaaahhh, si cachorrão⿦.siii, já me faz sua - no momento que meus dedos brincavam com sua vagina, mas ainda não era hora, comecei a deslizar pra baixo e ao longo da sua barriga sem parar de beijar até chegar na sua coisinha, essa buceta que desde a primeira vez que vi totalmente depilada, me fascinou, minhas mãos abriram suas pernas descobrindo totalmente essa iguaria, minha língua imediatamente começou a abrir caminho entre essas carnes que estavam totalmente encharcadas ⿿aaaaaahhh, papi⿦mmmmmhhhh, siiiii, me faz, me faz⿦não⿦não para⿦⿦ssssssaaaaaaagghhhh⿦.mmmmm⿦que gostoso⿦você faz - ela dizia enquanto eu provava suas delícias. Não sei como mas o que tinha começado de forma terna com palavras doces estava ficando pesado, pois não sei como me saiu e eu disse⿿gosta, putinha, gosta⿦porque eu vou te comer, vadia, vou te fazer minha⿦pra você contar pro Toño o gostoso que o que seu garanhão faz - enquanto me ajustava para enfiar meu pau, ela sorriu de forma lasciva, seus olhos brilhavam de paixão e respondeu ⿿ sim, me come, me come, faz essa puta gritar de prazer - no momento eu deixei ir de uma só vez ⿿aaaaaaaahhhhgggg⿦.aaaaaaaahhh⿦ sim⿦sim, vamos, cabrao, faz isso - ela dizia e eu comecei a mover meu corpo para meter e tirar meu pau daquela buceta cheia de calor e fluidos, -sente, sente como esse pau te entra, sente esse pau, vai puta safada ⿿ ammmmmm⿦siiiiimmmmmm⿦aaaaaaahhh⿦vai⿦vamos, assim, sim⿦sim, que gostoso meu macho, me come⿦co⿦me come, mete ele todo - enquanto eu continuava trabalhando e sentindo milhares de sensações que me deixavam louco ⿿aaaaaaahhh⿦você tá muito gostosa puta ⿦você tá muito saborosa⿦.siiiii, você gosta⿦diz, ⿦diz - eu falei aumentando o tom de voz, quase gritando com ela ⿿sim eu⿦gosto⿦siiiii, siii, eu adoro⿦você me deixa louca⿦você faz muito gostoso, papai - ela gritou, no rosto dela dava pra perceber a excitação, a paixão, o tesão que ela estava, as gotas de suor escorriam pelo corpo dela, a respiração super ofegante ⿿vamos mais, cabrao⿦me faz saber quem⿦aaaaaahhhhmmm⿦siiiii⿦⿦me faz saber quem⿦é que manda⿦quem é⿦meu dono - eu tirei meu pau e puxei e virei ela para que a bunda ficasse de frente pra mim e eu pudesse aproveitar o espetáculo, abri um pouco as nádegas e minha língua passou pela fenda subindo até o cu ⿿que bunda gostosa você tem, putona, e ela vai ser minha, vou aproveitar ela muito pra você contar pro seu cara como você curtiu - ela não disse nada só respirava ofegante e sorria e balançava a cabeça, o rosto dela denotava luxúria, peguei meu pau e enfiei na fenda dela de uma vez como querendo passar além dos limites dela, -siiiiiii, meu dono, me come⿦mais forte⿦me destrói⿦ mmmmmmmmhhhh que gostoso⿦ - meu pau entrava e saía com força e meu corpo batia nas nádegas dela ⿿toma puta, puta no cio⿦você é minha puta no cio⿦você é uma puta com muito tesão - dava pra perceber que isso a excitava mais porque cada vez ela gemia e se contorcia de um jeito que qualquer um enlouqueceria de tesão ⿿sim, sim⿦sim, sou sua⿦aaarg⿦aaahh⿦aaahh, sou sua puta, sua escrava gostosa⿦sim aaaajj, aaaaj⿦aj⿦aj⿦mmmmhhh, sou sua ⿦mmmmjjjhh, sou sua puta⿦mmmmjjj⿦mmjjj⿦aaaaaammmmjjj, sou aaaahhhjjj⿦sou sua escrava- respondeu no momento em que se arqueou e soltou um grito ⿿aaaaaaaaaaaggggggggggg⿦aahh⿦aaaah..a- ao mesmo tempo que estremecia de prazer, jogava a cabeça para trás, comecei a sentir como sua buceta ficava muito mais molhada, o orgasmo chegou de forma espetacular e ardente, seu corpo estremecia e se movia de forma sensual e espetacular⿦ ao mesmo tempo ela se levantou ficando de joelhos e comigo na espada e ainda dentro dela disse⿿você é um grande macho, papacito, você é incrível- dizia sem parar de ofegar procurando minha boca para nos fundirmos em um beijo, eu por minha parte disse ⿿ gostei de você, que bom que você gostou, fudida, porque não terminei e jogando-a ficou estendida na cama ⿿agora, puta, você vai me fazer gozar- peguei meu pau e molhei com os fluidos da sua buracão, abri essas nádegas maravilhosas e coloquei no seu buraquinho⿦-tenha cuidado⿦amor, faça devagar- ela me disse ⿿cala a boca puta, você vai fazer o que eu digo porque você é minha escrava e vou fazer do meu jeito, entendeu???- eu disse quase gritando, ela me olhou ⿿o que você disser, safadinho, eu sou sua e faça comigo o que quiser!!!- disse de novo, coloquei meu pau fora da sua bunda e comecei a empurrar suavemente, ela sentiu um pouco de dor e parei um momento ⿿puta, faça meu pau entrar, mexe, vadia!!!- Diana começou a recuar lentamente, eu sentia meu pau entrando e sendo apertado, a sensação é incrível⿦- que delícia⿦aaaaahhhh!!!- eu disse enquanto ela continuava até que suas nádegas tocaram meu corpo, então comecei a me mover lentamente ⿿vamos ver como você se sai com seu buraco- eu disse e comecei a fazer cada vez mais rápido, Diana estava se acostumando com meu pau na sua bunda e começou de novo ⿿mmmmmhhh⿦papi, mexe mais rápido, vamos- ela me disse ⿿não é rápido? - perguntei ⿿pois você pediu - e sem dar chance a nada, agarrei seus ombros e com força a puxei para mim, tirando e metendo com força meu pau, conseguindo ver de vez em quando como aquele bumbum ficava aberto depois de eu tirar meu pênis ⿿assim está melhor, vadia, vadia? - ao que ela respondeu ⿿sim, buceta assim, você manda - as sensações de prazer, paixão e tesão corriam por todo meu corpo ao ver aquele corpo que estava sodomizando, isso me excitou ⿿que delícia você está, minha vadia, você gosta, gosta do que eu faço com você, vadia... Pois toma, toma, cadela, até o fundo, vadia, vadia quente - eu dizia ao mesmo tempo que dava investidas que terminavam em uma batida forte ⿿você é minha vadia, minha prostituta, minha puta, você é uma vadia no cio??? - perguntei, ao que ela respondeu ⿿sim, siiiim, eu sou sua⿦sua vadia exclusiva,⿦sua vadia, mmmmmmhhh⿦aaaaajjj, aj, aj ⿦eu sou... sua puta, ⿦e você pode fazer comigo⿦o que quiser⿦aaaaaaaahhhmmmjjj, aaaajjjjmmm - disse no momento em que comecei a sentir como um torrente de sensações subia por todo meu corpo como uma labareda de fogo ⿿aaaaaaaagggggggghhh - jatos de porra saíram do meu pau, deixando-os instalados em seu cu. Cansados pela atividade, nos deixamos cair na cama respirando apressadamente e sem tirar meu pau, enquanto nos olhávamos. Com a voz mais calma, ela me disse ⿿ você é o máximo e sim, eu sou sua, sou sua vadia, sou sua vadia no cio, sou sua escrava, sou a garota sexy que você pode montar quando quiser, sou seu brinquedo, o que você quiser que eu seja eu serei e repito, amor, você pode fazer comigo o que quiser, sou totalmente sua - disse no momento em que me beijava. Pelo cansaço, adormecemos, estendidos na cama completamente nus. No dia seguinte acordei e me vi nu, lembrei do que havia acontecido, mas Diana não estava comigo, levantei e senti cheiro de café, coloquei um shorts e fui até a cozinha, qual não foi minha surpresa encontrar Diana cozinhando apenas com um avental para se proteger do fogo do fogão, era maravilhoso ver como ela deixava apreciar parte do seu corpo, sua costa lisa, sua bunda linda, suas pernas, ela me viu e sorrindo disse ⿿oi coração, quis fazer almoço pra você, fiz errado ou por que tá tão sério? - na verdade eu tava estupefato com o quão incrível ela estava vestida, se é que dava pra chamar aquilo de roupa, daquele jeito ⿿não, na verdade obrigado, tá com um cheiro muito bom - ela sorriu e continuou sua tarefa, vou te dizer que foi o começo de quinze dias cheios de paixão e sexo, cheios de luxúria e descontrole⿦e realmente ela já era minha, mesmo estando com o Toño⿦e na verdade fiz o que quis com ela⿦depois conto mais.

Você gosta de sexting?

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Basta fechar os olhos e pensar em você para te sentir de novo junto a mim. Sua voz deliciosa no meu ouvido no meio da noite enquanto minhas mãos brincam com meu corpo e minha mente tem o poder de transformá-las nas suas⿦

Gosto de relembrar o momento em que te encontro, ou⿦ será que você me encontra? A questão é que aconteceu numa dessas noites de tédio e desejo, onde era urgente compartilhar com uma voz a loucura desse corpo ardente⿦ dessa bucetinha quente que deseja tanto⿦ desse dildo que penetra meu sexo provocando chamas. Sem mais, entro numa sala de cibersexo. Mentiaria sobre esses detalhes, mas em algum momento me vejo te dando meu telefone enquanto desejo fervorosamente que seja algo agradável e que eu possa ter um delicioso orgasmo acompanhada por você.

Começa a conversa e assim a gente se prende num intercâmbio de palavras, de opiniões, de pensamentos enquanto eu curtia sua voz, essa voz sedutora que penetrava no mais profundo da minha cabeça com desembaraço e um certo cinismo, do tinir do gelo no seu copo e das baforadas de cigarro que, me parece, enchem o ambiente. Até que me senti perto o suficiente de você para tocar seu rosto, percorrer suas sobrancelhas, olhos, bochechas e boca com meus lábios transformados em borboleta enquanto você me incentiva a continuar me dizendo o quanto você gosta, a borboleta evolui para um ser rastejante, envolvente, ansiado... em um ser todo dentes ansioso para provar você, retornando à sua boca para beber você... você não perdia tempo, suas mãos me percorriam, me apertavam, puxando meu cabelo enquanto sussurrava meu nome, mas era meu momento e sempre agradeci por você me permitir saborear você, descer até seu peito onde inalava seu aroma saturando meus pulmões com ele. Você se lembra de como nos excitava nos cheirar como feras selvagens? pensar no seu cheiro de macho, nos pelos da sua axila, da sua barriga e meu nariz aspirando você, intoxicando-se...

Sim, eu era toda uma mulher desejosa por você, que no meio de lambidas e cheiradas continuava descendo pelo seu corpo até chegar no seu membro, o qual deslizava por todo o meu rosto. Que delícia sentir sua carne dura e vibrante marcando o contorno! Aproximar meus mamilos duros e eretos da cabecinha para que se encontrem e se umedeçam com o suco do seu calor... mmm... então aflorava aquele lobo que você carrega dentro e você se transformava numa fera que me devorava... Ahhh! essas mordidas que você dava no meu pescoço entre grunhidos faziam com que eu me entregasse submissa e dócil a você, meu amo, para que fizesse de mim o que quisesse... como uma presa entre suas fortes mandíbulas.

Você acariciava minha buceta, úmida e quente para você... por você... às vezes de maneira doce e suave, outras... como se toca a buceta de uma puta que você encontra na rua e por esse simples fato já é sua. Você descia até ela, para comê-la com maestria, para saboreá-la como só você sabe fazer, percorrendo com sua língua toda a minha vulva e ânus, me dizendo como você gosta e o sabor tão doce que eles têm, enquanto na minha cama eu me contorço envolta em um orgasmo... suando com um dildo dentro de mim... perdida na fantasia da sua voz.

Você começa a penetrar minha rajadinha com seus dedos, os quais enche dos meus fluidos, leva-os ao seu nariz e os cheira para depois colocá-los na sua boca e saboreá-los no meio da loucura. Depois, o que tanto esperava⿦ seu pau, entrando totalmente. Começa o vai e vem que me converte, me transforma e deixo de ser quem sou para apenas me tornar desejo e carne, chegar ao ponto onde me confesso uma puta clamando por você, meu macho. Somos só gemidos e tesão quando te peço para me comer pelo cu, pelo meu cuzinho⿦ assim com força, sem hesitação nem piedade... e você faz. Assim, forte, como o fodedor que você é e que me deixa tão excitada, de novo me perco na névoa onde a única coisa clara é o quanto a gente curte.

Sabe? no meio do turbilhão de sensações, sobressai o som da sua voz dizendo meu nome de maneira urgente, cada vez mais e mais intensa até virar um grito, que vai diminuindo assim como do seu pau flui e flui o líquido que me inunda.

A calma chegava e a gente se despedia, sem perguntar por uma próxima vez, embora deva acrescentar que houve muitas, até que sem saber, aconteceu a última.

Você foi o primeiro de várias maneiras. Depois disso, depois de você⿦ alguém se atreveria a me perguntar⿦ Você gosta de sexo?

dulcemujer

A madura em chamas.

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A cidade estava em chamas, o calor chegava aos 42 graus e o fim da tarde não anunciava nada melhor: uma série de apagões convulsionaram a semana toda e essa sexta não foi exceção. De novo o bairro começou a noite sem energia elétrica. Os vizinhos, cansados da situação, começaram a chegar num canto estratégico e de muito movimento, para bloquear as interseções e protestar contra os cortes repetidos. Vestida como estava, bermuda e regata, fui até a esquina para fazer valer meu protesto. No começo não tinha tanta gente, por isso dava para reconhecer a maioria dos vizinhos. Uma mulher que morava em frente ao meu apartamento agitava com força um pau contra uma panela de aço inoxidável. Nunca a tinha visto antes. Imediatamente chamou minha atenção a a paixão que ela colocava no protesto. No entanto, o mais chamativo eram seus seios: generosos, bem redondos e notavelmente conservados para a idade que eu supunha passar dos cinquenta anos. Ela era baixinha, tinha pernas bem torneadas, cabelo loiro e cachos vistosos. Aproximei-me dela devagar e tentei puxar conversa. Soltei uma reclamação ao vento e, depois de nos irritarmos com a empresa de energia, começamos a contar sobre nossas vidas. Sofia era separada e morava sozinha, já que sua filha tinha ido morar com o namorado alguns meses antes. A conversa era agradável, pelo menos parecia, porque meu olhar dizia o contrário: só mirava naqueles peitos luxuriosos e prestava pouca atenção no que ela me dizia.

— Você mora sozinho? — me perguntou sem muito preâmbulo.

— Sim, sozinho e só — disse.

— E como um garoto tão jovem não tem ninguém para dividir esse apartamento? — acrescentou ela, piscando levemente o olho direito.

A insinuação parecia evidente. Ousei sorrir. Respondi com um lugar-comum: ainda não encontrei ninguém, ou algo assim. Ela fez sua melhor expressão, uma mistura de mulher sensível e prostituta de rua, com um sorriso que ocupava todo o rosto. Nossos corpos estavam cada vez mais próximos, e o calor fazia estragos em mim; todo suado e com meu volume já marcando na bermuda só de observar aqueles peitos provocantes.

— Espero que as bebidas na geladeira ainda estejam conservadas — disse, a modo de convite.

— Quem sabe, mas poderíamos experimentar.

Custou um pouco subir os quatro andares pela escada. Quando chegamos à porta, ela elogiou meu estado atlético, já que subi as escadas com facilidade.

A luz do dia ainda nos guiava até a geladeira. Pegamos umas latas de refrigerante e conversamos um pouco. Cada um tinha seu lugar no sofá, estávamos relaxados, com as pernas cada vez mais próximas. Ela sorria. Eu vi um toque de luxúria em seus olhos e quis descobrir até onde poderia ir com minhas intenções com ela. Sem dizer uma palavra, minha mão começou a percorrer uma de suas pernas. E ela se deixou, encantada. A mão seguiu até encontrar o tecido da calcinha por entre o vestido azul. A respiração da Sofia ficou mais intensa, e os suspiros aumentaram de volume quando comecei a beijar seu pescoço e seus ombros. Não conseguimos aguentar muito e nossas bocas se uniram com descaramento, nos engasgando de língua e mordendo furiosamente os lábios um do outro. Ficamos assim por alguns minutos. Acho que nem percebi como nos despimos, mas foi assim que ficamos: como Deus nos trouxe ao mundo.

- O bebê quer o peito da mamãe? - perguntou com um tom maternal na voz.

Eu não respondi com palavras, minha boca se dirigiu sem cerimônia e com fúria para aqueles mamilos que já estavam durinhos. Os chupava como se minha vida dependesse daquela chupada. Ela tocava minha cabeça com carinho e eu alternava entre seus lindos peitos, em chupadas e mordidinhas deliciosas. Poderia ter continuado comendo esses seios eternamente, mas meu pau estava prestes a explodir; levantei-me no sofá onde estávamos e, sem dizer uma palavra, abaixei minha bermuda e aproximei meu pau para passá-lo por todo o seu rosto. Seu olhar parecia perdido na luxúria.

- Gostou do presentinho que eu tinha para você? - disse. Um novo suspiro dela e uma resposta que pareceu um grito. Ela nem chegou a concluir afirmativamente quando começou a lamber meu pau com uma doçura impressionante. Passava a língua pela minha cabeça e depois enfiava toda a boca até o fundo da garganta, para depois voltar a me excitar com sua linguinha suave. A pouca luz que vinha de fora estava se extinguindo. Pareceu-me uma boa ideia ir à varanda e tomar um pouco de ar, mesmo que a brisa mínima fosse quente. Na varanda, a chupada continuou num ritmo cada vez mais vertiginoso. A música de fundo eram os ruídos dos tambores que vinham do protesto. Minha respiração falhava a cada investida de sua boca. Não queria terminar ainda e tirei então a pica escorregou dos seus lábios e eu sugeri mudar de posição. Agora minha vizinha estava segurando na grade da varanda, pronta para recuperar o prazer sexual que tinha perdido no casamento. Sem perder tempo, agarrei seus quadris com minhas mãos e penetrei sua buceta ardente. O ritmo acelerava, os gemidos ficavam cada vez mais intensos como minhas investidas. Não conseguia acreditar na situação que estava vivendo, mas não pensava nisso. Minha energia estava toda focada em bombear sem parar e sentir os gemidos cada vez mais intensos dela. Meu pedaço de carne deslizava até o fundo.

- Continua, não para, continua, cara - ela uivava como uma possessa.

Descansamos não mais que dez minutos na minha cama. Depois, minha vizinha começou a percorrer meu peito todo com a língua. Sua boca desceu pelo meu abdômen até meu pau, que já estava tomando forma de novo para a ação. Ainda nem tinha ficado totalmente ereto quando ela já estava engolindo ele inteiro.

- Que pica gostosa que você tem, meu macho - ela dizia, ao mesmo tempo que devorava minhas bolas com vontade.

Parecia que ainda tinha energia sobrando, porque meu pau continuava com vontade. Sofia voltou a chupar com gosto. Nessa altura, já não tinha mais luz ambiente e mal dava para ver uns cachos loiros entre minhas pernas. Na escuridão, só senti uns barulhos de movimento. Pude perceber segundos depois que sua bunda suada se sentou firme contra minha cara. As nádegas redondas se moviam com paciência e selvageria, e me encharcavam com seus deliciosos fluidos. Minha língua percorria sua buceta e parava com a ponta no seu clitóris ereto. Sofia soltou um grito que calaria qualquer manifestação. Minha boca bebeu seu orgasmo extasiado. Eu continuava de costas. De novo senti o movimento do corpo dela. Agora, sua bunda sentou em cima da minha pica. Sofia demonstrava que era experiente no sexo, porque movia o corpo com irreverência e classe; colocou as palmas das mãos no meu peito e sacudia o corpo como uma veterana de mil Batalhas. Uma infinidade de gemidos e gritos foram o prelúdio dos nossos orgasmos, que se encaixaram como um relógio. Sofia sentiu que queria toda a descarga de porra dentro, todo o sêmen quente em sua linda buceta.

Com o orgasmo, a luz voltou. Pudemos observar nossos corpos exaustos de tanto sexo. Sorrimos. Nos beijamos como dois namorados que acabavam de se conhecer e prometemos sexo eterno.

Obrigado, espero que tenham gostado. Deixo aqui minha página (1)http://www.poringa.net/posts/relatos/1310452/retaltos-buenos.html

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