Aqui trago a história de uns irmãos da Espanha....:
Naquele fim de semana, meus pais tinham ido pra cidade visitar a família.
Naquele sábado, eu tinha chegado em casa mais cedo do que o normal porque tava entediada.
Entrei em casa e fui pro meu quarto. Quando tava colocando meu pijama, ouvi uns gemidos leves vindo do quarto ao lado, que era o da minha irmã mais nova.
Supostamente, não devia ter ninguém em casa porque meus irmãos, nos fins de semana, costumam chegar só no dia seguinte na hora do café da manhã.
Encostei minha orelha na parede e agora sim ouvia os gemidos perfeitamente. Era da minha irmã Sara e, pelo tanto que se repetiam, dava pra dizer que ela tava se divertindo pra caralho.
Na minha cabeça passaram várias possibilidades, e uma delas era que ela tava se masturbando, porque eu não conhecia nenhum amigo com direito a roço naquela época, e ela não era tão ousada a ponto de transar com um cara do dia pra noite.
Aqueles gemidos acabaram me excitando, e eu não consegui terminar de vestir a parte de baixo do pijama, fiquei só de calcinha.
Saí no corredor e, disfarçadamente, coloquei meu olho na fresta da porta do quarto dela, que tava entreaberta.
Eu tinha me enganado, minha irmã não tava sozinha. Ela tava meio apoiada na cabeceira da cama, de olhos fechados, com as mãos segurando a parte de cima da cabeceira e os peitos de fora. Enquanto isso, debaixo do lençol, dava pra adivinhar o corpo de um cara que tava chupando a buceta dela, pra diversão dela.
Voltei pro meu quarto pensando: "Olha só que gostosa a Sara, espera meus pais não estarem pra trazer um cara em casa e foder com ele no próprio quarto."
Deitei na cama. Minha mão, inconscientemente, foi parar na minha calcinha e comecei a me acariciar até enfiar a mão por dentro e tocar minha buceta. Tava bem molhada.
Tava nessa quando ouvi de novo os gemidos da minha irmã. Agora eram mais altos. Levantei e fui espiar de novo pelo buraco da porta do quarto dela. O cara tava em cima dela, metendo nela e...
De repente, minha mente travou. O cara que tava comendo minha irmã era meu irmão Miguel.
Primeiro fiquei paralisada sem saber o que fazer, depois dei um passo pra trás. Encostei a cabeça na parede e mil pensamentos passaram pela minha cabeça.
Meus irmãos transando. O que eu podia fazer? Meus pais não estavam em casa e eles já eram grandinhos demais pra eu dar conselhos ou separar com uma bronca.
Não sabia o que fazer.
Na minha indecisão, resolvi olhar de novo. Nessa hora, eles estavam trocando de posição. Agora Miguel ficou embaixo e Sara em cima, sentada no pau dele. Ela pegou o membro dele e foi enfiando na buceta dela devagar até desaparecer lá dentro. Começou um movimento de sobe e desce que parecia agradar os dois, porque eles sorriam e fechavam os olhos.
Pensei em ir pro meu quarto, já que nessa posição minha irmã podia me ver de frente, mas depois pensei que a escuridão do corredor me protegia. A raiva inicial do que meus irmãos estavam fazendo tinha virado curiosidade e tesão.
Tanto que enfiei a mão de novo dentro da calcinha e tava me masturbando enquanto eles curtiam transando, sem saber que eu tava olhando.
Quando minha irmã pareceu cansada de tanto subir e descer no pau do meu irmão, ela se jogou pra frente na cama (pensei que ia me ver) e ficou de joelhos, mostrando a bunda pra ele. Ele não perdeu nem um segundo pra aproveitar a chance e encostou o pau no cu de Sara, enfiando devagarzinho.
Ela deu uns gritinhos no começo, mas depois curtiu a sentada no cu que Miguel deu. Quando ele cansou de meter no cu, enfiou na buceta sem mudar de posição. Eu cheguei a gozar com o que tava vendo. Como eu amava aquilo que meus irmãos estavam fazendo. O que vocês estavam fazendo!.
Os gemidos iniciais da minha irmã tinham se transformado em verdadeiros gritos de prazer.
Minha irmã ficava mordendo os lábios sem parar e tinha os olhos fechados.
Em uma das investidas selvagens do meu irmão, Sara abriu os olhos e me descobriu.
Eu não percebi até ouvir: Carla, chega aqui.
Miguel parou a investida e tirou o pau dele, deixando ele no ar, olhando para a porta surpreso.
Eu não soube o que fazer. A única coisa que me veio à cabeça foi abrir um pouco a porta e dizer: Me desculpem, não queria incomodar vocês.
— Se não incomoda. Pelo contrário, a gente adoraria que você fizesse isso aqui com a gente.
Com o susto de ter sido descoberta, nem lembrava que tinha a mão dentro da calcinha. Tirei na hora, mas já era tarde.
— Chega aqui, Carla.
Obedeci.
— Não fique com vergonha. A gente gosta de curtir o sexo igual a você.
Eu escutava ela, mas meu olhar ficou preso naquele pedaço de aparelho que meu irmão Miguel tinha. Fazia anos que não via ele, e a verdade é que ele tinha um tamanho bem bom.
— Ahá, você também gosta do pau do Miguel. Eu adoro, principalmente quando tenho ele todo dentro de mim. É uma delícia o prazer que meu irmãozinho consegue me dar.
— Você gostaria de tocar nele, Carla? — disse Miguel.
Não falei nada, mas Sara se aproximou e me empurrou suavemente na direção do meu irmão. Pegou minha mão direita e a levou até tocar aquele pedaço de carne que pendia entre as pernas do meu irmão.
— Vamos, Carla, acaricia ele pro seu irmãozinho — disse Sara.
— É, Carla, toca em mim, por favor — disse Miguel.
Com tanta insistência, decidi esquecer que éramos irmãos e comecei a acariciar ele.
Minha irmã ficou atrás de mim e sussurrou no meu ouvido: Carla, eu também queria te tocar. Nunca toquei numa garota antes. Você deixa?
Hesitei por um instante, mas estava claro que naquela noite eu não sabia dizer não e falei: Como você quiser. Claro, Sara.
Ela me abraçou por trás e começou a apalpar meus peitos. Um arrepio percorreu meu corpo naquele momento. Minha irmã passando a mão em mim e eu acariciando a pica do meu irmão.
Depois, Sara desceu as mãos pelo meu abdômen e cintura, passando para minha virilha. Aos poucos, foi abaixando minha calcinha até eu ficar nua da cintura para baixo.
Meu irmão não tirava os olhos de mim.
Minha irmã continuou me despindo e tirou a parte de cima do pijama.
Meu irmão ficou de olhos arregalados.
— Como você é gostosa, Carla! Quanto tempo eu queria te ver assim! Ainda lembro daquela vez, dois anos atrás, quando entrei no banheiro enquanto você tomava banho. Fiquei pelo menos duas semanas batendo punheta por causa do que vi.
— Você também é muito gostoso, Miguel.
Sara continuava tocando meu corpo, agora completamente nu, e sussurrava no meu ouvido: "Olha, Carla, como a pica do seu irmão cresce com seus carinhos."
Era verdade, meu irmão estava recuperando rapidamente a ereção que tinha quando estava fodendo a Sara. A pica dele era impressionante, e eu a segurava entre minhas mãos.
Minha irmã tinha conseguido me deixar nua na frente do meu irmão e agora começava a enfiar os dedos na minha buceta enquanto beijava meu pescoço, sussurrando coisas sobre o pau do meu irmãozinho.
— Olha como a pica do seu irmão aproveita ao sentir você.
Com tudo aquilo que estava acontecendo, quase desmaiei. Mas, em vez disso, meu corpo reagiu com arrepios de prazer.
— E aí, Miguel, hoje você não esperava ter a Carla nua na sua frente e acariciando sua pica?
— Não, Sara. Vocês duas são muito gostosas.
— Claro que sim, irmão. Olha que peitos gostosos a sua irmã tem — disse ela, enquanto os segurava por baixo com as mãos.
— Carla, posso tocar neles?
— Claro que sim, Miguel, pode tocar.
E soltei a pica do meu irmão, que imediatamente começou a chupar meus mamilos e acariciar meus peitos, enquanto minha irmã, por trás, beijava minha bunda e... metia os dedos na minha buceta, enfiando e tirando
- Porra, como eu tô curtindo essa noite.
- Isso teu namorado não faz, né?
- Não, Sara. Uuuhh, continua, não para agora.
Meu irmão foi descendo a boca até chegar na minha buceta, onde minha irmã tava enfiando os dedos. Começou a beijar por fora enquanto acariciava minhas coxas. Aí minha irmã tirou a mão, deixando o caminho livre pra língua do meu irmão. Ele começou a enfiar devagarinho e de vez em quando me mordia de leve. Eu tava amando o que ele fazia.
Minha irmã se levantou e me beijou na boca. Nossas línguas começaram a se procurar enquanto ela me apalpava os peitos.
- Que prazer vocês tão me dando, irmãozinhos!
- Vem, Carla, minha irmã ordenou, me levando até a cama.
Ela se deitou e guiou minha cabeça até a ppk dela. Tava claro o que queria: que eu chupasse a buceta dela. Eu não hesitei nem um segundo e obedeci, enquanto acariciava o corpaço lindo dela.
Meu irmão se posicionou atrás de mim e levantou minha bunda até eu ficar de joelhos, enquanto ele masturbava minha irmãzinha.
Ele aproximou o pau da minha buceta por trás e começou a roçar a ponta na entrada da minha ppk molhada.
- Não, Miguel, por favor, não faz isso, falei com voz fraca.
- Relaxa, Carla, disse Sara, ele sabe como te dar prazer com esse pauzão que tem. Não vai te machucar e você vai gostar.
- Não, Miguel, isso não, por favor, repeti pro meu irmão num sussurro.
Mas Miguel começou a enfiar o pau na minha buceta sem me ouvir. Fechei os olhos e soltei um gritinho. Acho que foi mais por saber que tava fazendo algo proibido do que porque meu irmãozinho tivesse me machucado.
- Aproveita, Carla. Vamos aproveitar todos, disse Sara.
Que delícia que era o pau do meu irmão dentro de mim! Enquanto isso, eu continuava "trabalhando" a bucetinha da minha irmã.
- Continua, Carla. Tô gozando. Ahhhh... gritou Sarita.
- Eu também. Sim, sim, siiiim... Ohh, Miguel, que grande fodedor! É isso.
Miguel, ao nos ouvir as duas, não aguentou mais e também gozou dentro de mim. Nós três ficamos deitados de barriga pra cima na cama, curtindo o que acabávamos de fazer.
A cena era curiosa: meu irmão no meio das duas fêmeas, e eu e minha irmã acariciando a pica dele, cada uma com uma mão, enquanto olhávamos pro teto.
— Foi espetacular — falei.
— É, Carla, nós três aproveitamos pra caralho — disse Sara.
— Claro que sim, nunca pensei que ia curtir tanto te foder, Carla. A gente tem que repetir — falou Miguel.
— Quando você quiser, amor.
— Quarta-feira eu saio cedo do trabalho. Que tal a gente ir pro bosque nós três no meu carro e repetir o de hoje lá?
As duas irmãs aceitamos a proposta. Aquela pica tinha deixado a gente boboca, não importava de quem fosse.
Naquele sábado, eu tinha chegado em casa mais cedo do que o normal porque tava entediada.
Entrei em casa e fui pro meu quarto. Quando tava colocando meu pijama, ouvi uns gemidos leves vindo do quarto ao lado, que era o da minha irmã mais nova.
Supostamente, não devia ter ninguém em casa porque meus irmãos, nos fins de semana, costumam chegar só no dia seguinte na hora do café da manhã.
Encostei minha orelha na parede e agora sim ouvia os gemidos perfeitamente. Era da minha irmã Sara e, pelo tanto que se repetiam, dava pra dizer que ela tava se divertindo pra caralho.
Na minha cabeça passaram várias possibilidades, e uma delas era que ela tava se masturbando, porque eu não conhecia nenhum amigo com direito a roço naquela época, e ela não era tão ousada a ponto de transar com um cara do dia pra noite.
Aqueles gemidos acabaram me excitando, e eu não consegui terminar de vestir a parte de baixo do pijama, fiquei só de calcinha.
Saí no corredor e, disfarçadamente, coloquei meu olho na fresta da porta do quarto dela, que tava entreaberta.
Eu tinha me enganado, minha irmã não tava sozinha. Ela tava meio apoiada na cabeceira da cama, de olhos fechados, com as mãos segurando a parte de cima da cabeceira e os peitos de fora. Enquanto isso, debaixo do lençol, dava pra adivinhar o corpo de um cara que tava chupando a buceta dela, pra diversão dela.
Voltei pro meu quarto pensando: "Olha só que gostosa a Sara, espera meus pais não estarem pra trazer um cara em casa e foder com ele no próprio quarto."
Deitei na cama. Minha mão, inconscientemente, foi parar na minha calcinha e comecei a me acariciar até enfiar a mão por dentro e tocar minha buceta. Tava bem molhada.
Tava nessa quando ouvi de novo os gemidos da minha irmã. Agora eram mais altos. Levantei e fui espiar de novo pelo buraco da porta do quarto dela. O cara tava em cima dela, metendo nela e...
De repente, minha mente travou. O cara que tava comendo minha irmã era meu irmão Miguel.
Primeiro fiquei paralisada sem saber o que fazer, depois dei um passo pra trás. Encostei a cabeça na parede e mil pensamentos passaram pela minha cabeça.
Meus irmãos transando. O que eu podia fazer? Meus pais não estavam em casa e eles já eram grandinhos demais pra eu dar conselhos ou separar com uma bronca.
Não sabia o que fazer.
Na minha indecisão, resolvi olhar de novo. Nessa hora, eles estavam trocando de posição. Agora Miguel ficou embaixo e Sara em cima, sentada no pau dele. Ela pegou o membro dele e foi enfiando na buceta dela devagar até desaparecer lá dentro. Começou um movimento de sobe e desce que parecia agradar os dois, porque eles sorriam e fechavam os olhos.
Pensei em ir pro meu quarto, já que nessa posição minha irmã podia me ver de frente, mas depois pensei que a escuridão do corredor me protegia. A raiva inicial do que meus irmãos estavam fazendo tinha virado curiosidade e tesão.
Tanto que enfiei a mão de novo dentro da calcinha e tava me masturbando enquanto eles curtiam transando, sem saber que eu tava olhando.
Quando minha irmã pareceu cansada de tanto subir e descer no pau do meu irmão, ela se jogou pra frente na cama (pensei que ia me ver) e ficou de joelhos, mostrando a bunda pra ele. Ele não perdeu nem um segundo pra aproveitar a chance e encostou o pau no cu de Sara, enfiando devagarzinho.
Ela deu uns gritinhos no começo, mas depois curtiu a sentada no cu que Miguel deu. Quando ele cansou de meter no cu, enfiou na buceta sem mudar de posição. Eu cheguei a gozar com o que tava vendo. Como eu amava aquilo que meus irmãos estavam fazendo. O que vocês estavam fazendo!.
Os gemidos iniciais da minha irmã tinham se transformado em verdadeiros gritos de prazer.
Minha irmã ficava mordendo os lábios sem parar e tinha os olhos fechados.
Em uma das investidas selvagens do meu irmão, Sara abriu os olhos e me descobriu.
Eu não percebi até ouvir: Carla, chega aqui.
Miguel parou a investida e tirou o pau dele, deixando ele no ar, olhando para a porta surpreso.
Eu não soube o que fazer. A única coisa que me veio à cabeça foi abrir um pouco a porta e dizer: Me desculpem, não queria incomodar vocês.
— Se não incomoda. Pelo contrário, a gente adoraria que você fizesse isso aqui com a gente.
Com o susto de ter sido descoberta, nem lembrava que tinha a mão dentro da calcinha. Tirei na hora, mas já era tarde.
— Chega aqui, Carla.
Obedeci.
— Não fique com vergonha. A gente gosta de curtir o sexo igual a você.
Eu escutava ela, mas meu olhar ficou preso naquele pedaço de aparelho que meu irmão Miguel tinha. Fazia anos que não via ele, e a verdade é que ele tinha um tamanho bem bom.
— Ahá, você também gosta do pau do Miguel. Eu adoro, principalmente quando tenho ele todo dentro de mim. É uma delícia o prazer que meu irmãozinho consegue me dar.
— Você gostaria de tocar nele, Carla? — disse Miguel.
Não falei nada, mas Sara se aproximou e me empurrou suavemente na direção do meu irmão. Pegou minha mão direita e a levou até tocar aquele pedaço de carne que pendia entre as pernas do meu irmão.
— Vamos, Carla, acaricia ele pro seu irmãozinho — disse Sara.
— É, Carla, toca em mim, por favor — disse Miguel.
Com tanta insistência, decidi esquecer que éramos irmãos e comecei a acariciar ele.
Minha irmã ficou atrás de mim e sussurrou no meu ouvido: Carla, eu também queria te tocar. Nunca toquei numa garota antes. Você deixa?
Hesitei por um instante, mas estava claro que naquela noite eu não sabia dizer não e falei: Como você quiser. Claro, Sara.
Ela me abraçou por trás e começou a apalpar meus peitos. Um arrepio percorreu meu corpo naquele momento. Minha irmã passando a mão em mim e eu acariciando a pica do meu irmão.
Depois, Sara desceu as mãos pelo meu abdômen e cintura, passando para minha virilha. Aos poucos, foi abaixando minha calcinha até eu ficar nua da cintura para baixo.
Meu irmão não tirava os olhos de mim.
Minha irmã continuou me despindo e tirou a parte de cima do pijama.
Meu irmão ficou de olhos arregalados.
— Como você é gostosa, Carla! Quanto tempo eu queria te ver assim! Ainda lembro daquela vez, dois anos atrás, quando entrei no banheiro enquanto você tomava banho. Fiquei pelo menos duas semanas batendo punheta por causa do que vi.
— Você também é muito gostoso, Miguel.
Sara continuava tocando meu corpo, agora completamente nu, e sussurrava no meu ouvido: "Olha, Carla, como a pica do seu irmão cresce com seus carinhos."
Era verdade, meu irmão estava recuperando rapidamente a ereção que tinha quando estava fodendo a Sara. A pica dele era impressionante, e eu a segurava entre minhas mãos.
Minha irmã tinha conseguido me deixar nua na frente do meu irmão e agora começava a enfiar os dedos na minha buceta enquanto beijava meu pescoço, sussurrando coisas sobre o pau do meu irmãozinho.
— Olha como a pica do seu irmão aproveita ao sentir você.
Com tudo aquilo que estava acontecendo, quase desmaiei. Mas, em vez disso, meu corpo reagiu com arrepios de prazer.
— E aí, Miguel, hoje você não esperava ter a Carla nua na sua frente e acariciando sua pica?
— Não, Sara. Vocês duas são muito gostosas.
— Claro que sim, irmão. Olha que peitos gostosos a sua irmã tem — disse ela, enquanto os segurava por baixo com as mãos.
— Carla, posso tocar neles?
— Claro que sim, Miguel, pode tocar.
E soltei a pica do meu irmão, que imediatamente começou a chupar meus mamilos e acariciar meus peitos, enquanto minha irmã, por trás, beijava minha bunda e... metia os dedos na minha buceta, enfiando e tirando
- Porra, como eu tô curtindo essa noite.
- Isso teu namorado não faz, né?
- Não, Sara. Uuuhh, continua, não para agora.
Meu irmão foi descendo a boca até chegar na minha buceta, onde minha irmã tava enfiando os dedos. Começou a beijar por fora enquanto acariciava minhas coxas. Aí minha irmã tirou a mão, deixando o caminho livre pra língua do meu irmão. Ele começou a enfiar devagarinho e de vez em quando me mordia de leve. Eu tava amando o que ele fazia.
Minha irmã se levantou e me beijou na boca. Nossas línguas começaram a se procurar enquanto ela me apalpava os peitos.
- Que prazer vocês tão me dando, irmãozinhos!
- Vem, Carla, minha irmã ordenou, me levando até a cama.
Ela se deitou e guiou minha cabeça até a ppk dela. Tava claro o que queria: que eu chupasse a buceta dela. Eu não hesitei nem um segundo e obedeci, enquanto acariciava o corpaço lindo dela.
Meu irmão se posicionou atrás de mim e levantou minha bunda até eu ficar de joelhos, enquanto ele masturbava minha irmãzinha.
Ele aproximou o pau da minha buceta por trás e começou a roçar a ponta na entrada da minha ppk molhada.
- Não, Miguel, por favor, não faz isso, falei com voz fraca.
- Relaxa, Carla, disse Sara, ele sabe como te dar prazer com esse pauzão que tem. Não vai te machucar e você vai gostar.
- Não, Miguel, isso não, por favor, repeti pro meu irmão num sussurro.
Mas Miguel começou a enfiar o pau na minha buceta sem me ouvir. Fechei os olhos e soltei um gritinho. Acho que foi mais por saber que tava fazendo algo proibido do que porque meu irmãozinho tivesse me machucado.
- Aproveita, Carla. Vamos aproveitar todos, disse Sara.
Que delícia que era o pau do meu irmão dentro de mim! Enquanto isso, eu continuava "trabalhando" a bucetinha da minha irmã.
- Continua, Carla. Tô gozando. Ahhhh... gritou Sarita.
- Eu também. Sim, sim, siiiim... Ohh, Miguel, que grande fodedor! É isso.
Miguel, ao nos ouvir as duas, não aguentou mais e também gozou dentro de mim. Nós três ficamos deitados de barriga pra cima na cama, curtindo o que acabávamos de fazer.
A cena era curiosa: meu irmão no meio das duas fêmeas, e eu e minha irmã acariciando a pica dele, cada uma com uma mão, enquanto olhávamos pro teto.
— Foi espetacular — falei.
— É, Carla, nós três aproveitamos pra caralho — disse Sara.
— Claro que sim, nunca pensei que ia curtir tanto te foder, Carla. A gente tem que repetir — falou Miguel.
— Quando você quiser, amor.
— Quarta-feira eu saio cedo do trabalho. Que tal a gente ir pro bosque nós três no meu carro e repetir o de hoje lá?
As duas irmãs aceitamos a proposta. Aquela pica tinha deixado a gente boboca, não importava de quem fosse.
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