Empupeciendo a una jovencita

Olá, vou me apresentar. Meu nome é Carlos, 32 anos, solteiro… Moro sozinho no centro de Madri, e essa é uma história que aconteceu comigo recentemente — na verdade, ainda tá rolando. Depois de buscar ideias nos contos desse site, resolvi compartilhar a minha.

Como eu disse, moro em Madri, numa área tranquila conhecida como Cidade Universitária. Meu prédio tem uns dez andares e tem de tudo um pouco: famílias e estudantes nos apartamentos menores. Um dia, voltando do trabalho, vi um caminhão de mudança. Um senhor de terno carregava uma caixa bem grande. Quando entrou no portão, tropeçou. Ia se esborrachar no chão se eu não estivesse na frente e segurasse ele. Ele se desculpou, e eu falei que não tinha problema. Quando fomos em direção ao elevador, ele percebeu que tinha torcido o tornozelo. Então me ofereci pra levar a caixa. Subimos até o apartamento dele, que era um dos maiores. Quando chegamos, ele sentou, o tornozelo tava doendo. Não costumo ser muito sociável com os vizinhos, mas naquele dia tava de bom humor, então acabei levando ele até o Samur [serviço de emergência], onde colocaram uma tornozeleira. Ele não parava de me agradecer. Me contou que estavam se mudando de Valência pra filha estudar num colégio do Opus que tinha na região. Ele trabalhava como executivo numa grande empresa. Nos despedimos, e eu pensei: "que perda de tempo".

Uma semana depois, às 7 da noite, bateram na porta. Quando abri, vi uma senhora de uns 45 anos, muito gostosa. Ela tava vestida bem discreta, mas dava pra ver um corpaço por baixo da roupa. Se apresentou como a esposa do Jorge e disse que, pra agradecer por eu ter ajudado o marido dela, me convidavam pra jantar naquela noite. Eu não tinha nenhum plano e, pra ser sincero, minha geladeira tava vazia, então aceitei. Às 9, subi até o apartamento deles. Quem abriu a porta foi uma menina de 18 anos, filha legítima da mãe. Loiro, olhos azuis, e por baixo da camiseta dava pra ver dois peitões. Quando ela se virou e eu vi a bunda dela, esqueci qualquer escrúpulo e decidi que tinha que comer ela. O jantar… começou benzendo a mesa, o que em qualquer outra situação teria me matado, mas eu tinha um objetivo e isso me mantinha de pé. Eles falaram dos seus trabalhos e eu comentei o meu com computadores... foi bem chato pra falar a verdade, mas me diverti imaginando como os dois transariam, a senhora toda dignidade, como será que ela chupava o pau do marido?. A menina me olhava disfarçadamente, ela gostava de mim. Já era mulher demais pelo jeito que se vestia, mas o ar quase monástico da casa impunha esse estilo, suponho.

No final do jantar, Jorge me pediu um favor. O computador da filha dele estava com problema e ela tava insistindo em um novo, ele me perguntou se eu podia dar uma olhada. A menina disse que não, que não precisava, que já tava funcionando bem, mas o pai a repreendeu dizendo que fazia um mês que ela enchia o saco pedindo um novo, ela cedeu e falou que tá, que na segunda-feira me trazia. Eu, vendo a ansiedade dela, decidi que tinha que dar uma olhada antes que ela pudesse mexer, falei que durante a semana era impossível, que tava muito ocupado, mas que era cedo e que se me deixassem aquela noite, eu podia arrumar tranquilamente e devolver no dia seguinte. A garota tentou resistir, mas o pai mandou ela trazer o notebook na hora, dava pra ver quem mandava na casa. Ela olhou pro chão e voltou num minuto com o notebook, era um HP normal com uns adesivos bestas em cima. Ela me entregou olhando nos meus olhos.

Tomamos uma dose nuns sofás, eu tinha o notebook do meu lado e colocava a mão distraidamente em cima, ela me olhava preocupada. Depois de um tempo, me despedi e desci correndo pra minha casa. Liguei o notebook e conectei um HD externo pra copiar tudo antes de qualquer coisa. Instalei uns programas pra limpar e, com a cópia ligada no meu, comecei a explorar. A primeira coisa que procurei foram os logs do MSN, ela tinha todas as conversas salvas, essa mania dos adolescentes de guardar tudo... Fiz uma busca por fotos e encontrei as típicas fotos de família, com amigos, tinha umas Em Palma, onde dava pra ver ela e a mãe dela de biquíni, os peitos eram exageradamente grandes, mas os corpos das duas eram impressionantes. Ficava imaginando meu pai metendo o pau na minha mãe, adorava aquilo. Explorei um pouco mais e encontrei o que procurava: uma pasta com senha, chamada "trabalhos de educação física", onde os pais dela jamais procurariam algo, imaginei. Quebrar a senha não foi nada difícil.

A garota era organizada até nisso, tudo estava super arrumado. Tinha uma pasta chamada "fotis" com duas dúzias de fotos dela de lingerie, sem sutiã, posando na frente do espelho ou de quatro na cama. Ver os peitos dela nus foi uma revelação. Ela tinha dois lindos balões com uns biquinhos rosados pequeninos. Ela sorria em quase todas, agora era a minha vez de sorrir. Continuei fuçando, tinha alguns vídeos pornô baixados da internet onde dava pra ver ela chupando paus, dando o cu, um pouco de tudo. Tinha outra pasta chamada "les", cheia de meninas lindas peladas, brincando umas com as outras, então ela também gostava de garotas. Com o quanto os pais eram religiosos, duvido que a homossexualidade fosse muito bem-vinda. Revisei as conversas dela no MSN, ela tinha duas contas: uma para os pais, com amigas do colégio etc., sem meninos, curiosamente, e o pai dela estava no MSN dela — imaginei o quanto deviam controlá-la. E outra para conversar com garotas, onde falavam de sexo; ela era bem tímida, algumas subiam o tom. E em duas, elas tinham ligado a webcam. Procurei os vídeos correspondentes e num dava pra ver outra adolescente massageando os peitos dela. Na conversa, falavam dos peitos da Eva (é assim que ela se chama, aliás), e ficava claro que já tinham feito a mesma coisa. Fechei tudo, não precisava de mais nada, já revisaria o resto no dia seguinte.

Na manhã seguinte, umas onze e meia, bateram na porta. Era a Eva com a mãe dela. Ela se desculpou, dizendo que a menina estava insistindo que precisava do computador. Falei que claro, que me dessem uns minutos porque um programa estava rodando. Terminando, ofereci um café pra elas e, deixando-as na cozinha, fui pro meu escritório. Liguei a câmera pra gravar o que ia rolar e coloquei no protetor de tela do meu computador a galeria de fotos da Eva. Tenho um monitor de 20 polegadas, então dava pra ver ela claramente. Chamei ela, ligado se vinha com a mãe, pra desativar o protetor de tela. A mãe, pelo visto, decidiu terminar o café tranquilamente. Quando a Eva entrou no escritório, ficou pálida olhando pro meu monitor.

Eu: — E aí, Eva?

Eva: — O quê? O que você quer dizer?

Eu: — Bom, você tira fotos pornográficas, tem brincadeiras sexuais com sapatão e fala uma linguagem que duvido que aprendeu na escola. — Ela ficou ainda mais branca.

Eva: — Por favor, não.

Eu: — Por favor, não, o quê, Eva? Não tenho escolha a não ser contar pros seus pais. Não se preocupa, quando você se recuperar da surra que seu pai vai te dar, eles vão te mandar pra um daqueles internatos religiosos onde você vai rezar quatro vezes por dia.

Eva: — Não, por favor, não faz isso — ela sussurrou, a mãe dela tava perto e a gente só tinha alguns minutos.

Eu: — Vai fazer tudo que eu mandar?

Eva: — Tudo? O que você quer dizer?

Eu: — Fica aqui às quatro, diz que vai dar uma volta no Vips ou algo assim.

Eva: — Sozinha? Pra quê? — Ela me olhou preocupada.

Eu: — Faz o que eu digo ou às quatro e quinze seu pai e toda a agenda dele, além das suas amigas, incluindo as sapatão, vão receber uma coleção de fotos suas junto com suas conversas quentes. Em dois dias, com a cara gostosa que você tem, vai virar a rainha dos sites de adolescente.

Eu: — Aliás, apaguei tudo, agora só existe minha cópia. Não queremos que te peguem sendo uma menina safada, né?

Dei o notebook dela e acompanhei até onde a mãe tava. A Eva ficou bem quieta. Na porta, a mãe me agradeceu pelo favor e mandou a filha me agradecer. A Eva me olhou com ódio.

Eva: — Muito obrigada, Carlos.

Sorri e falei que tinha sido um prazer.

A manhã foi interminável, me distraí. colocando meu portátil gravando vídeo na sala e outra câmera escondida no canto. Às quatro em ponto ouvi o elevador e alguém batendo na porta com os nós dos dedos. Abri, ela entrou rápido e fechou a porta.

Eva.- E então, o que você quer? Ela disse quase chorando.

Eu.- É fácil, o que todo homem quer de você desde que esses peitos cresceram.

Eva.- Eu não sou uma puta, já chorava e fungava.

Eu.- Já sei, não é uma puta, é uma garota normal com vontade de experimentar e provar.

Eva.- Sim, mas não com você, você é muito mais velho e um pervertido. Ontem você me atraiu, mas hoje te odeio.

Eu.- Certo, bom, então amadureceu.

Eva.- Sério? E o que vai acontecer com tudo que você roubou de mim?

Eu.- Bom, teria que falar com seu pai, mas talvez tente com sua mãe, ela é quase tão gostosa quanto você e com certeza não vai se importar em te substituir pra seu pai não descobrir.

Eva.- Ele me daria uma surra se soubesse, e na minha mãe também por não ter evitado. Ele é muito rígido.

Eu.- Melhor, assim sua mãe não vai ter problema em me atender.

Eva.- Não, tá bem, ela já sofre bastante, o que você quer?

Eu.- Primeiro lava o rosto, depois volta, vou estar sentado naquele sofá, você vai montar em mim de cavalinho e, me fazendo carinho, vai implorar pra ser minha namorada, eu vou resistir, mas você tem que tentar me convencer a qualquer custo, entendeu?

Eva.- Ela me olhou com cara de dúvida e foi pro banheiro.

Eu coloquei o portátil de forma que gravasse a cena, estava a menos de um metro, não teria problemas com o som.

Ela voltou e sentou em cima de mim, começou a acariciar meu cabelo. Levou uns dez minutos pra assumir o papel, mas como eu não dizia nada, ela acabou aceitando que não tinha alternativa.

Eva.- Carlos, por favor, ontem me apaixonei por você, quero…

Eu.- O que você quer, Eva?

Eva.- Ser sua namorada.

Eu.- O quê?? O que eu vou fazer com uma namorada de 18 anos? Você é louca?

Ela me olhou com cara de surpresa, esperava que eu pulasse nela, não isso. jogos
Eva.- Vamos, sei que você gosta de mim, ontem você ficou me olhando muito.
Eu.- Claro, porque você é uma gracinha, mas eu procuro outras coisas numa mulher.
Eva.- O que você procura? Sexo? Não sei muito sobre isso, mas aprendo rápido. Minha mãe diz que eu tenho um corpo muito gostoso.
Eu.- E você tem, e ela também. Viu, devia ir atrás dela, com certeza ela me daria o que eu quero muito melhor que você. Seu pai é sortudo, aposto que come ela todo dia.
Ela fez cara de contrariada.
Eu.- Viu, eu falo "foder" e você se assusta, e se eu disser que o papai enfia o pau todo dia na buceta da sua mãe? Que aposto que tão aproveitando agora que você não tá pra ela lamber o pau dele e beber o leite?
Eva se irritou, pegou minhas mãos e colocou sobre os peitos dela.
Eva.- Tô te falando que faço o que você quiser, e não, minha mãe não faz essas coisas. Ela tem um diário bem detalhado escondido, por isso ela te olhava ontem, você é o primeiro homem que não é da família ou da igreja que deixam chegar perto de mim. Ela é muito infeliz, meu pai só dorme com ela no dia antes da menstruação pra não engravidar, e nem tira a roupa dela. Ela tem uns camisões horríveis daqueles da idade média. Quando li isso, decidi que não queria ser tão infeliz quanto ela.
Eu.- Hahaha, então no fundo você queria mesmo, sua putinha!
Eva.- Não me chama assim! Não sou nenhuma puta!
Apertei bem forte os dois peitos dela… Ela suspirou.
Eu.- Sim, sim, você é, você é minha putinha. Vou fazer com você o que eu quiser e você não só vai obedecer, como depois vai me agradecer, igual fez hoje de manhã.
Enfiei as mãos dentro do decote dela, os peitos dela estavam muito quentes e os bicos durinhos. Brinquei com eles por um tempo, apertando e acariciando. Ela ficava cada vez mais excitada, lambia os lábios e soltava uns gemidinhos. Ela tava adorando.
Eu.- Certo, quem é você?
Eva.- Eva.
Eu.- Quem??
Eva.- Sua putinha?
Eu.- Isso, e agora me diz por que quer ser isso.
Eva.- Porque não quero acabar igual minha mãe?
Eu.- E o que falta pra sua mãe? Eva.— Fazer mais o love….

Eu.— Perdão??

Eva.— Que o papai coma ela mais?

Eu.— Com o quê?

Eva.— Com o cock dele!

Eu.— Beleza, e se eu te disser que vou te transformar numa chupadora de primeira e que um desses dias vou te foder no meu quarto, debaixo do dos teus pais pra eles te ouvirem gemer e pensarem que tô com uma puta qualquer?

Eva.— Ummmmmmmm

Eu.— O que isso significa?

Eva.— Que eu gostei!

Eu.— Do que você gostou?

Eva.— De você me ensinar a chupar seu cock e me foder pra meus pais me ouvirem gemer feito uma putinha

Eu.— Beleza, procura meu cock.

Ela baixou as mãozinhas, colocou na minha cintura e puxou pra baixo a calça do pijama que eu tava usando. Meu cock, que já tava duro há um tempão, pulou pra fora. Ela segurou ele bem suave.

Eu.— Segura com força.

Ela apertou com uma mão, me masturbando meio sem jeito, e com a outra acariciava a ponta da cabecinha. Eu já tinha soltado um pouco de líquido. Ela levou os dedos ao nariz e cheirou…

Eu.— Chupa eles.

Ela meteu os dedos na boca.

Eu.— O que achou?

Eva.— Cheira forte e tem o mesmo gosto, mas acho que gostei. Isso que engravida?

Eu.— Não, isso sai depois. Mais tarde você vai provar com calma.

Ela sorriu.

Eu.— Beleza, segura firme meu cock pela base e com a outra mão acaricia minhas bolas, bem suave.

Eva.— Assim? Tá tão duro e quente, gostei, e essa parte tão macia…

Eu.— Tira o top e o sutiã, quero brincar com seus peitos enquanto você me chupa.

Ela passou as mãos nas costas pra se desabotoar e, num movimento só, tirou tudo.

Eu.— Ummm, você tem uns peitos realmente lindos. — Enquanto segurava eles com as mãos, apertando.

Eva.— Obrigada, às vezes me dá vergonha. Os homens me olham muito na rua, e as caras deles… bom, às vezes dão medo.

Eu.— Isso é porque eles deixam o cock duro, querem te foder como animais. Não importa se você é simpática ou não. Só querem te foder.

Eva.— É, acho que não ia gostar.

Eu.— Pois meu cock Parece que você gostou, não solta ele.
Eva.- Bom, o seu eu gostei, e agora o que eu faço?
Eu.- Fica de joelhos, e olhando nos meus olhos, lambe a base do meu pau e minhas bolas, bem devagar…
Ela se ajoelhou e começou a lamber como uma putinha.
Eu.- Você está linda de joelhos com esses peitões, lambendo minhas bolas, puta.
Ela me olhou com um brilho de rebeldia nos olhos e de repente enfiou quase todo o meu pau na boca de uma vez.
Eu.- Vou descobrindo o que você gosta, puta, gosta, né? Gosta que eu te chame de puta – ela chupava cada vez mais forte. – Você é uma vagabunda, aqui de joelhos, lambendo o pau de um desconhecido em vez de estar estudando – ela enfiou a mão na calça e começou a se masturbar. – Olha ela, que puta, se masturbando… o que será que o papai diria se visse a princesinha dele chupando meu pau? Você acha que ele já imaginou isso? – ela tirava o pau da boca e lambia ele inteiro, o olhar dela já não era mais de menina boazinha. – Quer que eu ensine a mamãe a chupar pau igual a você? Assim eu teria duas putas na mesma casa – Sim, por favor, ensina ela, deixa ela aproveitar igual a mim, a vida dela é muito triste e ela é tão gostosa… – Beleza, vou fazer isso e você vai me ajudar, sabe no que isso vai transformar seu pai? – Num corno – e ela enfiou o pau de novo até o fundo. Eu já estava quase gozando. Tirei o pau da boca dela – Beleza, puta, agora você pode escolher: pode levantar e ir embora e eu não vou mais te chantagear, ou pode continuar chupando meu pau até eu gozar nessa sua boca de puta, você escolhe. – Não posso ir embora… se eu for, depois não vou poder te agradecer – ela disse piscando um olho. – Beleza, então engole tudo e olhando nos meus olhos – Meu pau não aguentava mais, comecei a soltar um jato de porra direto na boquinha dela. Ela apertou os lábios em volta da minha cabeça pra não deixar escapar nada, coloquei a mão na garganta dela, sentir ela engolindo era delicioso, quando terminou de sair o sêmen, ela ficou mais uns dois minutos lambendo meu pau até deixar ele limpo. Bem limpinha. Ela também tinha gozado, tirei a calça dela e comi a buceta dela como um louco, estava delicioso, uma buceta virgem, minha propriedade e de uma menina linda. Ela gozou mais três vezes.

Eva.- Porra! Não acredito nisso.

Eu.- Gostou, né, putinha?

Eva.- Acho que até já gosto que me chame assim.

Eu.- hahaha

Eu.- Bom, você tem que ir. Já faz uma hora que você está fora, eles vão desconfiar, né?

Eva.- É, mais ou menos.

Eu.- Beleza, seus pais dormem a sesta?

Eva.- Sim, de manhã missa e depois do almoço eles dormem um pouco.

Eu.- Bom, diz pra eles que você vai ao cinema. Amanhã vou desvirginar essa buceta linda e esse cu.

Eva.- O cu? Vai doer?

Eu.- Sim, um pouco. Mas uma boa putinha tem que receber por todos os buracos. Você gostou de chupar pau, né? Então o resto você vai adorar, fica tranquila.

Eva.- Tá bom, sou sua putinha, né? Supostamente você pode fazer o que quiser comigo, não é? Essa é a ideia.

Eu.- Sim, e você adora.

Eva.- Acho que sim.

Eu.- Beleza, agora chega perto da tela do computador e diz…

Ela ficou vermelha.

Eva.- Você me gravou?

Eu.- Sempre vou fazer isso. Agora faz o que eu mandei. – e dei um tapa na bunda dela.

Ela chegou perto da tela, quando mexeu no mouse o rosto dela apareceu em tela cheia, ainda tinha um pouco de sêmen nos lábios, me olhou, lambeu os lábios e, olhando pra tela…

Eva.- Oi, mãe, acabei de aprender a chupar pau e comeram minha buceta como papai nunca comeu a sua. Espero que logo você esteja com esse pau na sua buceta. Te amo.
continuou 🆒 🆒 🆒

15 comentários - Empupeciendo a una jovencita

llEzell -1
Em 🙄 Si paso eso por que no subiste el video en vez de este relato mocho ? 😢
jsbermudez dijo:una pregunta q es cuando una mujer se corre?


si acabas de hacer esa pregunta..no tenes derecho a cojer...:lpmqtp:
elllll propio pensar q hay minas q son asi he??? la verdad muy bueno
Vivo solo en el centro de Madrid


Como decía vivo en Madrid,


Y encima le piden videos jajaja

Empupeciendo a una jovencita
bermudez...eres un mamon gillipollas!...:lpmqtp: tienes el derecho de admsion en follar...
muy bueno el relato, me dejaste 😮 xD bueno,e spero la segunda parte y que subas el video
re telenovela tu relato amigo subi los videos y te dejo +10 hasta que seas NFU
Excelente... van mis puntos a la espera de la continuacion